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ANO DA MISERICÓRDIA: "Misericordiosos como o Pai"

VÍDEOS: Para visualizar e ouvir os vídeos deverá dasativar a música de fundo no painel aqui do lado esquerdo

22 junho 2016

Os refugiados são nossos irmãos (Francisco)

Papa leva refugiados para o pódio. "Por favor, são nossos irmãos"

22 jun, 2016 - 13:43
O Papa Francisco fez-se acompanhar por um grupo de refugiados acolhido pela Cáritas de Florença (Itália), na audiência geral desta quarta-feira. O grupo de 13 homens de origem africana foi ao encontro de Francisco no final do percurso do papamóvel pela Praça de São Pedro, no Vaticano. Carregavam uma faixa com a inscrição "Refugiados por um futuro em conjunto" e sentaram-se aos pés da cadeira onde o Papa apresentou a sua tradicional catequese semanal.


http://rr.sapo.pt/video/106070/papa_leva_refugiados_para_o_podio_por_favor_sao_nossos_irmaos

08 abril 2016

ALEGRIA DO AMOR

ALEGRIA DO AMOR
Exortação Apostólica do Papa Francisco


A Santa Sé acaba de tornar pública esta Exortação Apostólica há tanto aguardada não só pela Igreja Católica mas por todo o mundo.

Depois do Sínodo da Família e do estudo sobre os grandes temas a à família relacionados ou mesmo a situações "vulgarmente chamadas irregulares ou problemáticas" no seio da Igreja, surge agora a palavra do Papa Francisco.


É um apelo a sermos irmãos e irmãos que se amam e ajudam mutuamente ao invés de se condenarem uns aos outros.


Fica o link para a versão portuguesa deste documento que, penso e desejo, seja um bom auxílio para que, no nosso tempo, nos sintamos e tornemos cada vez mais irmãos unidos à volta do mesmo Cristo.


http://w2.vatican.va/content/dam/francesco/pdf/apost_exhortations/documents/papa-francesco_esortazione-ap_20160319_amoris-laetitia_po.pdf


Vaticano, 08 Abr. 16 / 08:00 am (ACI).- A Sala de Imprensa do Vaticano publicou hoje a esperada exortação apostólica pós-sinodal do Papa Francisco intitulada “Amoris Laetitia”, sobre o amor na família.O texto foi publicado em italiano, francês, inglês, alemão, espanhol e português; e é o resultado das reflexões do Santo Padre a partir dos Sínodos dos Bispos sobre a Família realizados no Vaticano em 2014 e 2015.Na apresentação do documento participaram o Cardeal Lorenzo Baldisseri, Secretário Geral do Sínodo dos Bispos, o Cardeal Christoph Schönborn, Arcebispo de Viena (Áustria); e o casal Francesco Miano e Giuseppina Da Simona in Miano. Estes dois últimos, professores universitários especialistas no tema famílias.Sínodo dos Bispos realizado em outubro de 2015 no Vaticano com a participação de mais de 250 prelados de todo o mundo teve como tema “A vocação e missão da família na Igreja e no mundo moderno”.Os bispos debateram sobre diversos temas relacionados à família entre os quais estiveram a preparação para o sacramento do matrimônio, a atenção pastoral às famílias em dificuldade, a violência familiar, entre muitos outros.Os meios de comunicação seculares concentraram sua atenção em dois temas também abordados pelos bispos: o acesso à comunhão por parte dos divorciados em nova união e a atenção pastoral aos homossexuais.Embora a exortação apostólica pós-sinodal não se pronuncie definitivamente sobre o tema do acesso à comunhão dos divorciados em nova união, exorta os cristãos a terem em conta a “complexidade de cada situação”, como assinala um texto oficial do Vaticano de perguntas e respostas sobre o documento.“O Papa reconhece que todos devem sentir-se desafiados pelo Capítulo VIII que, certamente, chama os pastores e aos que trabalham no apostolado da família a escutar com sensibilidade a qualquer pessoa que se sinta ferida e a ajudá-la a experimentar o amor incondicional de Deus”, precisa o texto de perguntas e respostas sobre o novo documento que foi enviado aos bispos.http://www.acidigital.com/noticias/publicada-esperada-exortacao-apostolica-pos-sinodal-amoris-laetitia-do-papa-francisco-30358/



31 março 2016

Franciscanos: Novo Governo Provincial

Capítulo Provincial 2016 - Governo Eleito


ELEIÇÃO DO MINISTRO PROVINCIAL
Os franciscanos da Província Portuguesa da Ordem Franciscana, reunidos em assembleia capitular, elegeram para Ministro Provincial, para o sexénio 2016-2021, Frei Armindo de Jesus Ferreira Carvalho.
Frei ARMINDO DE CARVALHO de 76 anos de idade, nasceu em Marrazes, Leiria, filho de João Ferreira Carvalho e de Maria de Jesus, tomou hábito na Ordem franciscana a 14/08/1955 e professou temporariamente a 15/08/1956. Em 8/12/1960 realizou a sua Profissão Solene, vindo a ser ordenado sacerdote a 21/07/1963.
Iniciou o seu ministério sacerdotal na Paróquia de Carnide, Lisboa, como coadjutor, onde permaneceu durante três anos. Passado este tempo partiu para Moçambique e chegou à Missão de Inharrime em dezembro de 1966. De 1970 a 1982 foi pároco da igreja-catedral de Inhambane, serviu nos Secretariados Diocesanos da Catequese e da Pastoral, promoveu o Escutismo, participou na criação do Centro de Guiúa, do Colégio da Maxixe e de outras instituições de assistência social e educativa. Em janeiro de 1982 mudou-se para a capital moçambicana, como pároco de Santo António da Polana e superior da fraternidade franciscana. Ali desenvolveu muitas e diversificadas atividades, com relevo para a criação de quatro comunidades: Caniço A, Caniço B, São Francisco e Costa do Sol. Pertenceu ao Conselho da Custódia de Moçambique desde 1981.
Regressando a Portugal a 24/11/2004, foi nomeado Guardião da Igreja-Casa de Santo António (Lisboa). No Capítulo de 2007 foi eleito Vigário Provincial e a 28/04/2009 e Mestre de Noviços em Varatojo. Nos últimos sete anos tem sido o Assistente da Federação da Ordem de Santa Clara em Portugal e nos últimos três anos também Assistente das Servas Franciscanas Reparadoras de Jesus Sacramentado.

 
ELEIÇÃO DO VIGÁRIO PROVINCIAL
A assembleia Capitular elegeu depois o Vigário Provincial tendo sido eleito, Frei Domingos do Casal Martins. 
Frei DOMINGOS DO CASAL MARTINS nasceu em Forjães, Esposende, a 06/03/1942, filho de Albino do Vale Martins e de Maria José Fernandes do Casal. Tomou hábito como franciscano a 14/08/1958 tendo um ano depois a 15/08/1959 feito os seus primeiros votos. A 08/12/1963 fez a sua Profissão Solene e veio a ser ordenado sacerdote a 24/07/1966.
Foi prefeito e professor nos colégios seráficos da Portela (Leiria) (1966-1975) e de Montariol (Braga) (1978-1984), guardião dos conventos de Leiria (1975-1978), de Varatojo (1984-1990), de Montariol (1992-2001) e da Luz (2004-2013), Procurador Nacional da UMF, Secretário da Província (1990-1992), Definidor da Província (1987-1995), Vigário Provincial (1998-2004); Assistente das fraternidades da OFS de Leiria, Braga, Vila Nova de Famalicão, Varatojo e Geraldes. Tem-se dedicado um pouco à pregação popular e à direção de retiros a fraternidades da OFS e a Religiosas.
 
ELEIÇÃO DO DEFINITÓRIO PROVINCIAL (Conselho Provincial)
De seguida a assembleia capitular elegeu para o Ofício de Definidores (Conselheiros), os seguintes Irmãos:
   



Frei Isidro Pereira Lamelas; natural de Penude (Lamego), de 51 anos.
 
 
 
 
Frei Francisco Sales Diniz, natural de Agualva (Ilha Terceira), de 53 anos.
 
   



Frei José Manuel de Araújo Morais, natural de Rio Caldo (Braga), de 64 anos.
 
 
 
 
Frei Hermínio Gonçalves de Araújo, natural de Parada de Gatim (Braga), de 44 anos.
 

 
 
 
 
Frei Bruno Andrade Peixoto, natural da Praia do Norte (Ilha do Faial), de 33 anos.
 

 
O Definitório Provincial, como entidade colegial, tem por funções prestar ajuda ao Ministro Provincial e, a teor do direito universal e do próprio, conselho ou consentimento.
(Da esquerda para a direita: Frei Francisco Sales, Frei Bruno Peixoto, Frei Domingos do Casal Martins,
Frei Francisco Oliver Alcón, Frei Armindo de Carvalho, Frei Hermínio Araújo, Frei José Morais, Frei Isidro Lamelas)
 
As Províncias da Ordem dos Frades Menores, entidades fundamentais para a vida e missão da Ordem, são constituídas por Irmãos que incorporados nela e congregados em Casas, são governados pelo Ministro Provincial, com o seu Definitório (Conselho).
(Da esquerda para a direita: Frei Isidro Lamelas, Frei José Morais, Frei Domingos do Casal Martins, 
Frei Armindo de Carvalho, Frei Bruno Peixoto, Frei Hermínio Araújo, Frei Francisco Sales)
 
Seguidores de Francisco «vir venturi saeculi» e herdeiros de uma espiritualidade de peregrinos, ao jeito dos discípulos de Emaús, os Irmãos encontram na tradição franciscana dos Capítulos verdadeiros espaços de encontro de vontades e mútuo acolhimento fraterno. Na humildade serena, mas determinada, estão sempre em caminho, sempre juntos – nunca sozinhos, nem desgarrados – voltados para um futuro sempre a acontecer, a realizar a sua vocação específica de peregrinos mendicantes de sentido, a exemplo de São Francisco de Assis.

27 março 2016

Il Divo: Alleluia Surrecit Christos

Cristo Ressuscitou. ALELUIA!

Neste Dia em que celebramos Cristo nossa Páscoa, o Dia da Glória de Deus e da certeza de que com Cristo também nós passamos da morte à Vida, quero saudar a todos nesta certeza de que 
Com os Il Divo cantemos o Aleluia Pascal.
Em Cristo todos temos lugar, somos curados, recebemos a paz, recebemos o amor. Aleluia!

VOTOS DE SANTA PÁSCOA! 

25 março 2016

FOI POR MIM... Obrigado, Jesus!

FOI POR MIM…

“Tudo está consumado”! (Jo 19, 30) E reclinando a cabeça, entregou-se ao Pai, não sem antes pedir perdão para toda a humanidade, por mim, Jesus morre pregado na Cruz.
É assim que o Evangelho nos apresenta a HORA SANTA.
Esta hora nona em que, desde aquele momento único no calvário a Igreja pára, para silenciar tudo e olhar para a Cruz, venerar tão insigne Ícone, para adorar nele o Redentor que, por AMOR, tão-somente por amor se entregou a Si mesmo à Cruz para remir toda a humanidade decaída no pecado e na morte eterna.
Não! Já não é mais a morte eterna. Ele morreu para nos livrar desse jugo que nos oprimia desde sempre.
S. Francisco de Assis, no Cântico das Criaturas, bem nos recorda que a morte é nossa irmã, irmã do nosso corpo, porque desde que existimos no ventre materno somos já destinados a morrer. Mas para S. Francisco não é a irmã morte corporal que mais prende a sua atenção e o seu amor. É a não morte eterna: “ai daqueles que morrerem em pecado mortal”. Felizes os que perseverarem até ao fim no amor a Deus e ao próximo, parece-me estar a ouvir o Poverello de Assis balbuciar na hora da sua morte, porque a esses a morte eterna não lhes fará mal algum.
Só um coração como o de Francisco de Assis poderia sentir uma tão clara certeza. É que a morte de Cristo, que ele viveu de forma tão sublime – quantas vezes chorava a paixão do seu Senhor dizendo que “o Amor não é amado” – que viu impresso no seu próprio corpo, no Monte Alverne, as chagas santas de Cristo crucificado.
Esta Hora Santa leva-nos a olhar para este grande mistério da nossa redenção, para este caminho que Jesus viveu desde que lavou os pés aos que escolhera pelo nome, para darem continuidade da Obra do Pai. Também é hora de olhar à traição, ao beijo falso, às negações de Pedro, aos que O insultam e aos que O condenam, aos sacerdotes do Templo, fariseus e publicanos, aos governantes e aos que gritam, “à morte, à morte, crucifica-O!”.
Esta é a hora da Cruz, a hora de caminhar no silêncio com a multidão, com os outros condenados, ladrões, com o Sireneu e a Verónica, com as mulheres santas de Jerusalém, com os soldados e os Apóstolos medrosos, com Maria Mãe de Jesus e Mãe nossa.
É hora de caminhar com Jesus, levar a Sua Cruz que mais não é que levar também a nossa e solidariamente ajudar os outros a levar a sua.
Diante da Cruz de S. Damião silencío o meu espírito e rezo, fora das multidões e do ruído do dia-a-dia. Olhar a Cruz que falou a S. Francisco e nela caminhar até ao calvário e do calvário à ressurreição. E o Cristo de S. Damião é um Cristo vivo, suspenso no ar e não pregado à Cruz.
Esta hora é a hora de dizer ao Senhor eu “creio que sois Cristo, eu creio, Senhor, que sois o Saldador do mundo”.
Recordo o cântico simples mas cheio de Vida:
“foi por Amor que um dia Alguém,
Numa Cruz deu a Vida por mim.
Passou na terra, fazendo o bem,
E amou, amou até ao fim!”

OBRIGADO, JESUS, PORQUE DESTE A VIDA POR MIM.
FOI POR MIM, PORQUE ME AMAS APESAR DE TUDO.
Como Pedro, apesar das minhas muitas negações, quero dizer com todo o coração: “Senhor, tu sabes tudo, sabes que Te amo…” (Jo 21, 15 +)

19 março 2016

Semana Santa

Ao celebrarmos hoje o Domingo de ramos - Paixão do Senhor - fica em vídeo a partilha que a oração deste tempo permitiu. De forma simples uma passagem pelos símbolos deste tempo de graça que Deus nos proporciona e a liturgia leva à nossa reflexão.

Que esta Semana Santa seja para todos a semana da intimidade com Deus, no convite permanente a olhar a Cruz como sinal de Esperança.

(desativar a música de fundo na coluna da esquerda)

13 março 2016

QUARESMA na minha vida


Quaresma: Tempo.
1 - tempo sagrado que me prepara cada ano para celebrar o Mistério da minha Salvação
2 - tempo de tomar nova consciência do infinito Amor de Deus por mim
3 - tempo de Lhe provar o quanto O quero amar também

Todos: Jesus Cristo, nosso amigo e irmão. Ajuda-nos a viver este tempo próximo da Páscoa como um tempo especial para nos encontrar-mos com o Teu amor. O tempo que vivemos é tempo de salvação e por isso te pedimos que nos ajudes a não desperdiçar este dom de ti.


Quaresma: Experiência.

1 - experiência de trevas e de luz
2 - experiência de vazio e de plenitude
3 - experiência de pecado e de graça

Todos: Jesus Cristo, nosso amigo e irmão. Somos como um cego que não conhece a luz da vida. Ela está à nossa volta, sentimos o seu calor, mas não vemos o seu brilho. Tu és a Luz que brilha à nossa volta. Ajuda-nos a fazer a experiência de ver, deixar o vazio das coisas que nos rodeiam, deixar o pecado que tantas vezes fazemos para nos encontrarmos na experiência grande de te ter como caminho, verdade e vida.


Quaresma: Reconciliação.

1 - reconciliação dos contrastes em mim
2 - reconciliação com Deus na condução da minha vida
3 - reconciliação com tudo e com todos à minha volta

Todos: Jesus Cristo, nosso amigo e irmão. Tu vieste reconciliar a humanidade com Deus. És a nova aliança entre Deus Criador e a humanidade pecadora. Ajuda-nos a sermos sinal, junto dos que se cruzam connosco, de reconciliação que leva à paz e ao bem. Queremos ser construtores de um mundo mais humano.


Quaresma: Silêncio.

1 - silêncio do meu eu para estar aberto ao Tu de Deus
2 - silêncio das palavras para ouvir a Palavra
3 - silêncio dos activismos para deixar Deus agir em mim

Todos: Jesus Cristo, nosso amigo e irmão. Às vezes temos medo do silêncio porque ele nos leva aos nossos medos, a encontrar o que de menos bom existe dentro de nós. Ajuda-nos a encontrar Deus, como tu fazias, no silêncio da oração. Certamente assim saberemos descobrir o bem que somos como ouvintes da palavra de Deus.


Quaresma: Conversão.

1 - conversão do «homem velho» em «homem novo em Cristo»
2 - conversão das minhas tristezas na verdadeira alegria que vem de Deus
3 - conversão das minhas incertezas na única certeza: Deus

Todos: Jesus Cristo, nosso amigo e irmão. Converter-se é olhar para o interior de nós mesmos e reencontrar Deus em nós. É esquecer todo o nosso mau passado e deixar que Deus faça de nós homens e mulheres renovados coma alegria de d’ Ele nos vem.


Quaresma: Caminho.

1 - caminho a carregar com Ele a minha «cruz de cada dia»
2 - caminho, com Cristo, até aos Calvários de hoje
3 - caminho que me conduz ao Pai

Todos: Jesus Cristo, nosso amigo e irmão. Este é um tempo especial de caminho. Somos peregrinos com os olhos em Jesus, levando a Cruz em cada dia pois temos a certeza que lá no alto Tu, Jesus, continuas a apontar o caminho para o Pai.

(A primeira parte do texto é da autoria de "Esperança" republicado agora com adaptação para Jogral e orações feitas por Frei Albertino)

05 março 2016

Abraço que dá Vida...

IV Dom. Quaresma – Lc. 15, 1-32
Depois do vídeo partilho um pequeno texto que fiz este ano como resumo do essencial desta Parábola do Filho Pródigo.
O abraço é a maior e melhor terapia para todas as circunstâncias da nossa Vida.
Porque um Amigo é um Tesouro aqui partilho com todos mais um trabalho de reflexão e dedicação de muitas horas.
(desactivar a música do blogue à esquerda e ver informação na frase rolante acima)
O ABRAÇO DO PAI (Lc 15, 1-35)

A Parábola do FILHO PRÓDIGO é muito especial pois nela todos nós nos podemos espelhar.
Começemos pelo FILHO MAIS VELHO, imagem d que não
Here is how this is set forth in the parable: Now his elder son was in the field: and as he came and drew nigh to the house, he heard musick
os fariseus e escribas, escrevos do seu legalismo.  O regresso do irmão pródigo evoca a inveja, egoísmo, vaidades, mas também a necessidade de perdão mútuo fraternal, de abraço que dá Vida.
O FILHO MAIS NOVO, imagem da humanidade caída e, ao mesmo tempo, de cada indivíduo pecador. The portion of goods that falleth to him, that is, the younger son's share of the property - these are God's gifts, with which each man is endowed. According to the explanation of Bishop Ignatius Brianchaninov, these are "…the mind and heart, and especially the grace of the Holy Spirit, given to each Christian. The demand made of the father for the portion of goods falling to the son in order to use it arbitrarily is the striving of man to thrown off from himself submissiveness to God and to follow his own thoughts and desires. In the father's consent to hand over the property there is depicted the absolute authority with which God has honored man in the use of God's gifts". HERANÇA: Porção de bens repartidos pelo pai, dons de Deus, dados a cada homem na gratuidade.
Em desejo de emancipação parte da casa do pai e Protopriest Alexander Men', in one of his sermons on the "Sunday of the Prodigal Son", mentions an interesting detail of an economic nature: "In those times, which the Lord is speaking about, people would try to live as one family. Nowadays, it is more natural for children to separate from and leave their parents when they grow up. Then, men jointly owned the land, which they worked together, and the larger the family was, the more working hands there were, the greater the ability to labor was. Therefore, to divide the home, to divide the property and the household was considered a detriment, a loss. If the children acted thus, it was considered an offense to theHaving received his portion of the father's property, the younger son departs to a far country, to a foreign land - a place of estrangement from God, where he ceases to think of his father, where he "lives riotously", that is, gives himself up to a life of sin, which alienates a man from the CreaEste entrega-se a uma "vida desregrada", pelo pecado,  que afasta o homem do Criador. Começa a fome e para não morrer torna-se guardador de porcos.
Desta forma ele é visto como um homem impuro e, iAnd he would gladly be sated with the swine's food - "with the husks", but no one would givendo ao âmago da sua CONSCIÊNCIA:“Quantos trabalhadores de meu pai têm pão de sobra, e eu a morrer de fome!”, parece recuperar a voz do pai, a The Prodigal Son could arrive at such a thought thanks to the fact that he had not succeeded in dissipating his final gift - the gift of memory of the father and the father's home, in other words, the conscience (God's voice with, pouidçºoe2jdçºo2djkç2eod2el-çdj-djilçe3e3ºdkvoz de Deus, e experimenta o ARREPENDIMENTO e o desejo de voltar à Casa do PAI que, apesar de triste com a partida do filho amado, não infringe a sua dignidade e liberdade filial e espera que o próprio Filho anseie regressar e se abra ao amor do Pai.
Assim faz Deus connosco quando reconhecemos a The second theme is about the nature of natureza do pecado, nos aThis is why the parable of the Prodigal Son is read at the Liturgy on the third preparatory Sunday before Great Lent, when the faithful are preparing themselves for cleansing from sins through the endeavor [podvig ] of repentance.Repentance is the third thrrependemos e procuramos a  Nowhere better does the Gospel disclose to us what the essence of repentance is, than, namely, in the parable of the Prodigal SonIgreja para nos revestir das vestes e insígnias do Amor de Deus, o PAI QUE NOS ABRAÇA E NOS DÁ VIDA.
BOM DOMINGO!
Fr. Albertino S. Rodrigues OFM

20 fevereiro 2016

Três tendas... É bom estar aqui!

Levando consigo Pedro, João e Tiago, Jesus subiu ao monte para orar. Enquanto orava, o aspecto do seu rosto modificou-se, e as suas vestes tornaram-se de uma brancura fulgurante. E dois homens conversavam com Ele: Moisés e Elias, os quais, aparecendo rodeados de glória, falavam da sua morte, que ia acontecer em Jerusalém. Pedro e os companheiros estavam a cair de sono; mas, despertando, viram a glória de Jesus e os dois homens que estavam com Ele. Quando eles iam separar-se de Jesus, Pedro disse-lhe: «Mestre, é bom estarmos aqui. Façamos três tendas: uma para ti, uma para Moisés e outra para Elias.» Não sabia o que estava a dizer. Enquanto dizia isto, surgiu uma nuvem que os cobriu e, quando entraram na nuvem, ficaram atemorizados. E da nuvem veio uma voz que disse: «Este é o meu Filho predilecto. Escutai-o.» Quando a voz se fez ouvir, Jesus ficou só. Os discípulos guardaram silêncio e, naqueles dias, nada contaram a ninguém do que tinham visto.”
(Lc 9, 28-36)
 
Creio que tal como naquele ano pode ser hoje reflexão para este Domingo em que Cristo nos convida a subir ao Monte Tabor e admirar a Glória do Pai que Ele manifesta ao transfigurar-se diante de Pedro, Tiago e João.
Depois de lerdes o texto, e se assim achardes por bem, convido-vos a visitar o texto em http://betus-pax.blogspot.com/2007/03/trs-tendas-caminho.html e ver também as partilhas e comentários que vós, e outros amigos, ali deixastes - em 2007 e no ano passado também.
Que este dia seja verdadeiramente um dia em que todos possamos dizer: "Que bom, Senhor! Que bom é estarmos aqui... conTigo"!

O monte é o lugar do encontro com Deus.
As Escrituras apresentam sempre uma subida ao monte onde, lá na Glória, Deus se revela.
Cristo, que mais tarde nos ensina a encontrar o Pai no recôndito do coração, acaba sempre, antes de tomar decisões importantes, por subir ao monte e ficar a sós com o Pai.
Assim foi antes de escolher os seus, na Transfiguração, na hora do Getsemani e, corolário deste encontro de Amor, no monte do Gólgota: o Calvário.
O caminho que Cristo faz não é solitário. Toma consigo três dos seus: Pedro, João e Tiago. Não importa agora o porquê destes, simplesmente importa sentir que Ele não caminha só, leva sempre os amigos, o caminho de Cristo implica caminho de comunhão, tal como no caminho de Emaús.
E lá, no alto do monte, manifesta-se a Glória de Deus; Cristo é já um Homem Glorificado: a luz das suas vestes e a mudança maravilhosa do Seu semblante no-lo revelam, Cristo é Ele mesmo a Glória do Pai.Moisés e Elias representam algo que fica na história das consecutivas Alianças de Deus com o Povo, através da Lei e da palavra dos Profetas. Mas estes não são a definitiva Aliança, essa é Jesus Cristo, o Filho amado que devemos escutar. Ele é a Palavra última do Pai que, por Ele e n’Ele, se manifesta em Glória. Cristo é a certeza de que o caminho da Lei e dos Profetas jamais morrerá e que, a Sua morte, é a continuação do caminho da vitória, da Luz, da Gloria.
E os três discípulos ali estão, com medo e ao mesmo tempo maravilhados.
“Façamos aqui três tendas…”. Pedro pede mas não para si nem para os outros dois. A maravilha e o espanto é tão grande que parecem esquecer-se deles mesmos.
Três tendas para que Cristo não deixe de ser Glória do Pai junto dos Crentes, os “filhos de Abraão” (Gn 15, 5-12), aqueles por quem Paulo chora por se haverem esquecido de Deus e olharem apenas para o seu próprio umbigo, aqueles a quem exorta a serem seus imitadores como ele o é de Cristo (Fil 3, 17-20).
Três tendas porque é bom estar com Cristo: “É tão bom estarmos aqui…”.
Pergunto a mim mesmo se Cristo quer que lhe construmamos uma tenda, tal como fazemos nos acampamentos de escuteiros ou em tempo de férias, para nos abrigarmos do frio ou da chuva, do calor do dia ou da escuridão da noite.
Subir ao monte sem tendas é o melhor caminho a fazer. O encontro com o Pai deve ser momento de desprendimento total, sem tendas, sem espectativas, mesmo que cansados da caminhada, com os pés doridos, o estômago vazio e os olhos pelejados de sono.
Subamos ao encontro do Pai. Ele já nos espera e a Sua tenda é o Seu coração. Não somos nós que devemos fazer uma tenda para Cristo, outra para Moisés e outra para Elias. Estar ali, diante da maravilha que é sentir o amor infinito de Deus, é já sentir-se dentro da tenda que é o coração deste Pai que nos acolhe em Sua casa.Que estas três tendas, neste tempo da quaresma, possam ser cada passo que damos para encontrar Deus na maravilha do rosto de cada irmão.
Que nos sintamos deslumbrados diante da Luz de Cristo, na oração, na partilha e na comunhão com os outros.
Assim diremos como Pedro: “como é bom estarmos aqui…” e acrescentaremos simplesmente como em Emaús: "Fica connosco, pois a noite vai caindo e o dia já está no ocaso." (Lc 24, 29b)E Cristo certamente montará a Sua tenda na nossa vida…

18 fevereiro 2016

Parabéns mãe. 86 anos (no Céu)

PARABÉNS MÃE.
HOJE CELEBRARIA 86 ANOS.
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MAS SEI QUE NA GLÓRIA
DO CÉU HÁ FESTA DA VIDA.

Canta a música popular. "Ó minha mãe, minha mãe, ó minha mãe minha amada. Quem tem um mãe tem tudo, quem não tem mãe não tem nada".
Isto pode ser verdade para quem canta o seu sofrimento e dor pela ausência de quem muito amou e foi amado.
Mas eu não me sinto como alguém que nada tem.
Tenho uma enorme herança recebida daquela Mulher, a minha mãe Maria, que me deu à luz e me ensinou a maior parte do que sou.
Sem dúvida que a Vida ensina muito mas jamais conseguirá ensinar o que uma mãe pode e que a minha ensinou com a maior maestría e hombridade que é possível.


HOJE 86 ANOS na terra. 
Amanhã 17 meses de partida para o Céu.

OBRIGADO MÃE E TENHO TANTAS, MAS TANTAS SAUDADES SUAS.
Beijinho e... muita Festa aí no Céu!

14 fevereiro 2016

Quaresma: Tentação...

Hoje a liturgia coloca à nossa reflexão o texto de Lc 4, 1-13

Jesus tentado no deserto.
Encontrei este vídeo que nos pode ajudar a fazer uma boa reflexão sobre as tentações e a missão de Jesus e como devemos nós também iniciar este tempo da quaresma.
O texto e a música do vídeo são belíssimos e além de proporcionarem uma enorme reflexão conduzem o nosso ser à oração e contemplação.
(desactivar a música do blogue na coluna da direita)
NB- ESTE VÍDEO NÃO É O QUE ESTAVA AQUI E A QUE SE DESTINARAM OS COMENTÁRIOS EXISTENTES NESTE MOMENTO. ESSE OUTRO VÍDEO FOI RETIRADO PELO AUTOR.

10 fevereiro 2016

Pó da terra... amado por Deus

Se estivéssemos em tempo de verão ou calor, falar de CINZAS levaria de imediato a nossa memória ao flagelo dos incêndios. Talvez já nem quiséssemos olhar os meios de comunicação social porque, tanto sofrimento se tem vivido no nosso país por causa da beleza da natureza e dos bens dos cidadãos que, de um momento para o outro, a chamas e cinzas se reduzem.
Mas não, não é destas cinzas que neste tempo a nossa mente e coração se ocupa. Trata-se do ritual que nos introduz no tempo favorável, no tempo de repensar a vida à luz do caminho de Cristo para o calvário: a Quaresma.

Dela farei reflexão noutro texto. Aqui gostaria de falar um pouco deste rito que celebrámos, a imposição das cinzas sobre as nossas cabeças, como forma de entrar neste tempo santo do perdão e do encontro com Deus. Com a imposição das cinzas, inicia-se um tempo forte onde o cristão é chamado preparar-se dignamente para viver o Mistério Pascal: a Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo.

Podemos dizer que se trata de um rito antigo, rito penitencial, celebrado desde os primórdios da Igreja. Todos aqueles que eram dados como pecadores públicos, e que haviam pecado para com a comunidade, eram chamados a expiar estes pecados publicamente durante o tempo da Quaresma. Era prática comum em Roma que os penitentes começassem sua penitência pública no primeiro dia de Quaresma. Em sinal de arrependimento e humildade, recebiam as cinzas sobre as suas cabeças e eram levadas até ao exterior do templo, onde permaneciam em penitência pública, pois era-lhes vedada a participação activa na assembleia reunida dentro do templo. Do átrio da Igreja escutavam a Palavra e no silêncio pediam perdão. Estas práticas caíram em desuso desde o século VIII ao século X.

Este rito se estendia-se por toda a Quaresma, só voltariam a entrar no Templo e participar na vida da comunidade orante na Quinta-feira Santa, na Ceia do Senhor. No nosso tempo em que tudo parece perder sentido e significado, este rito tornar-se-ia motivo de chacota por parte de quem não tem sequer consciência do pecado e dos caminhos de arrependimento. Mesmo assim, a Igreja, não deixa de dar realce ao significado deste gesto litúrgico da bênção e imposição das cinzas, pelo qual o Celebrante recorda a Palavra da Escritura: "Arrependei-vos e acreditai no Evangelho" (Mc 1, 15) ou ainda "Lembra-te, Homem, que és pó da terra e à terra hás-de voltar". Estas palavras são o convite a reflectir sobre a nossa fragilidade humana e propensão ao pecado. Só tomando consciência disto poderemos fazer um caminho mais profundo de conversão.
O grande desafio desta liturgia está precisamente aqui: "matanoeiete", que quer dizer "Convertei-vos". A conversão implica um caminho de profunda interiorização e arrependimento, caminho este feito pela penitência como mudança de vida e mentalidade, como predisposição de recomeçar a caminhar com Cristo através da Igreja.
Termino esta simples reflexão sobre o sentido e significado das Cinzas com o texto próprio e riquíssimo da cerimónia da bênção.




Oração de bênção das cinzas

“Deus de infinita bondade, que não desejais a morte do pecador mas a sua conversão, ouvi misericordiosamente as nossas súplicas e dignai-Vos abençoar estas cinzas que vamos impor sobre as nossas cabeças, para que, reconhecendo que somos pó da terra e à terra havemos de voltar, alcancemos, pelo fervor da observância quaresmal, o perdão dos pecados e uma vida nova à imagem do vosso Filho ressuscitado, Nosso Senhor Jesus Cristo, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.”

23 janeiro 2016

Teresa de Calcutá: Canonização

VATICANO, 18 Dez. 15 / 10:33 am (ACI)
Após meses de espera, o milagre que permitiu a canonização da Beata Madre Teresa de Calcutá foi aprovado oficialmente pelo Vaticano. A data que em que a religiosa será declarada santa ainda não foi divulgada.
Os rumores sobre a canonização circulam há meses. Entretanto, o Vaticano fez o anúncio oficial em um comunicado hoje, 18 de dezembro, junto com o reconhecimento das virtudes heroicas do Padre Giuseppe Ambrosoli, dos Missionários Combonianos do Coração de Jesus, dando-lhe o título de Venerável.
Há poucos dias, Francisco se reuniu com o Cardeal Angelo Amato, Prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, para avançar em várias causas de canonização. Teve uma nova audiência privada em seu aniversário, ontem, 17 de dezembro.
Na reunião de ontem, o Papa aprovou o milagre atribuído a Madre Teresa, a cura inexplicável de um homem brasileiro, da Diocese de Santos (SP), que tinha abscessos cerebrais.
Embora não haja planos oficiais, o Cardeal Amato sugeriu anteriormente que o dia 4 de setembro de 2016 – considerado como um dia de Jubileu para os trabalhadores e voluntários da Misericórdia – seria a possível data de canonização, próximo de 05 de setembro, festa de Madre Teresa e aniversário da sua morte.
Em setembro, Padre Caetano Rizzi, vigário judicial da Diocese de Santos e promotor de justiça do caso do milagre, disse à ACI Digital que o Papa estava interessado em canonizar Madre Teresa durante o Ano Santo da Misericórdia, que vai de 08 de dezembro 2015 a 20 de novembro de 2016.
Na reunião de 17 de dezembro com o Cardeal Amato, Francisco também aprovou as virtudes heroicas do Padre Adolfo, do Instituto dos Irmãos das Escolas Cristãs, assim como do Padre Enrico Hahn.
TERESA DE CALCUTÁ
Agnes Gonxha Bojaxhiu nasceu em 26 de agosto de 1910, em Skopje, Macedônia. Ela era a caçula de três filhos, participou de um grupo de jovens dirigido por um sacerdote jesuíta que a fez considerar uma vocação de serviço como freira missionária.
Juntou-se às Irmãs de Loreto aos 17 anos e foi enviada para Calcutá, onde ensinou em uma escola secundária. Depois de contrair tuberculose, foi enviada para descansar em Darjeeling e estava no meio desta enfermidade quando descobriu “uma ordem” de Deus para deixar o convento e viver entre os pobres.
O Vaticano concedeu a permissão para sair das Irmãs de Loreto e viver seu novo chamado, sob a liderança do Arcebispo de Calcutá.
Madre Teresa começou a trabalhar nos bairros pobres, ensinava às crianças e assistia os doentes em seus lares. Um ano depois, alguns de seus ex-alunos se uniram a ela e, juntos, se colocaram a serviço de homens, mulheres e crianças que agonizavam nas ruas.
Em 1950, as Missionárias da Caridade nasceram como uma congregação da Arquidiocese de Calcutá. Em 1952, o governo lhes concedeu uma casa a partir da qual continuaram sua missão de servir os pobres e esquecidos de Calcutá.
A congregação cresceu rapidamente e, de uma única casa para os moribundos e muito pobres, chegou  a ter 500 casas em todo o mundo.
Madre Teresa estabeleceu abrigos para as prostitutas, mulheres maltratadas, orfanatos para crianças pobres e lares para vítimas da AIDS. Foi uma ferrenha defensora dos não nascidos.
Morreu em 5 de setembro de 1997 e foi beatificada apenas seis anos depois, por São João Paulo II, em 19 de outubro de 2003.




17 janeiro 2016

Parabéns Pai. 85 anos

Pai Manuel Rodrigues
85 ANOS, 
agora a
CELEBRAR
NA GLÓRIA
DO CÉU.

Se na Fé Cristã os que nos precederam e partem na paz, participam agora plenamente da Glória que lhes estava reservada pela bondade infinita de Deus.
Então... neste dia não quero chorar a não ser de saudade, da saudade do seu olhar, do seu canto, das suas gracinhas que nos faziam rir, mas sobretudo da saudade de um abraço e um beijinho, e daquele dia que me disse que punha a sua confiança total em mim.

Não quero chorar mas simplesmente cantar ao Deus Altíssimo, Omnipotente e Bom Senhor, porque não podia ter-me concedido outro pai melhor que o meu pai Manuel.

Pai, tenho saudades suas... mas sei que junto de Deus continua a olhar para nós... eu sinto isso a cada momento.

Beijinho e... muita Festa aí no Céu!

05 janeiro 2016

Papa visita Greccio de surpresa...

Cidade do Vaticano

Na tarde desta segunda-feira, o Papa Francisco fez uma visita surpresa a Greccio, localizada na região italiana do Lácio (província de Rieti), para visitar o lugar em que São Francisco instituiu – na noite de Natal de 1223 – o Presépio. Ali se deteve por alguns minutos em “oração pessoal”. De fato, tratou-se de uma visita surpresa, comunicada somente ao prior do Santuário de Greccio e ao bispo de Rieti, Dom Domenico Pompilli. Situada a quase 100Km de Roma, o Pontífice fez a breve viagem de automóvel. O Santo Padre foi acolhido por cerca de 70 jovens que estão participando de um encontro em andamento no Santuário desde sábado, 2 de janeiro. Antes de visitar a capela do Santuário de Greccio, Francisco havia almoçado com o bispo de Rieti, Dom Pompilli. Após a visita privada, o Papa encontrou também a comunidade franciscana local. Os jovens saudados pelo Papa estão reunidos num encontro promovido pela Diocese de Rieti. Com participantes de toda a Itália, a iniciativa tem como fio condutor a “Laudato si”, Carta encíclica do Papa Francisco sobre o cuidado da casa comum.
GRECCIO 

Greccio, o Santuário do Presépio, a mística da Encarnação, lugar que mexe com a nossa intimidade. Entrar em Greccio é como voltar ao ventre da mãe e ser trazido novamente à Luz! Francisco veio a este lugar em 1217 e, desde então, suas profundas marcas aqui estão. Subiu a montanha, abasteceu-se da força divina e descia para pregar ao povo. A aldeia de Greccio ouvia encantada a pregação do Santo e não queria que ele nunca mais fosse embora e arrumaram um jeito dele ficar. João Velita, homem rico da aldeia, ajeita um terreno no bosque que o Santo pede para ser mais retirado da aldeia, distante na medida de um tiro de pedra. Diz a lenda que pediram a uma criança que atirasse uma tocha o mais longe possível, onde ela caísse, despenhadeiro acima ou abaixo, ali seria o lugar; para a surpresa de todos a tocha foi parar a três quilômetros de distância. Ali escavaram as grutas e espaços para alojar Francisco e seus frades. Pura lenda, mas carregada de significação: o lugar do recolhimento é sempre um lugar indicado pela Luz. Entre 1223 houve a famosa celebração de Natal, onde Francisco escolhe um canto no meio da floresta, faz uma manjedoura na fenda da pedra, e foi compondo com frades e o povo da aldeia os personagens do Presépio; uma encenação teatralizada do Nascimento do Senhor, o primeiro Presépio que se tem notícia depois daquela Luminosa e Gloriosa noite em Belém. Greccio é a atualização de Belém. Hoje neste ponto celebrativo tem uma capela dedicada a São Lucas. Leão, Rufino e Ângelo escreveram, na instigante inspiração de Greccio, os trechos da Legenda dos Três Companheiros, tem até uma carta com dia mês e ano comprovando o relato dos três que também passaram um bom tempo neste Eremo. A Legenda dos Três Compnaheiros é a mais pura revelação de um ideal nascivo, gestado sob a fecundidade divina. Greccio é um útero, seio, ventre… lugar de um novo renascer. 
Hoje, o Eremo é um santuário cravado e pendurado na rocha; simplicidade e imponência, permanência e fortaleza; é como se fosse um grande ouvido colado para uma grande escuta dos ecos do Absoluto. Por dentro dele podemos ver o primitivo refeitório, um quartinho de São Francisco, a cantina, o pequeno e surpreendente dormitório dos frades, a capelinha e o coro, relíquias do bem aventurado João de Parma, o púlpito onde São Bernardino de Siena pregava. A igreja nova foi construída em 1960 e dedicada à Imaculada Conceição. Esta igreja é de uma beleza indescritível!

 (Frei Vitório Mazzuco) - See more at: http://ofmgoias.com.br/portal/papa-francisco-faz-visita-surpresa-a-greccio.html#sthash.0NZ7ULfs.dpuf

26 dezembro 2015

Natal 2015: mensagem a todos

CHRISTUS NATUS EST PRO NOBIS!
VENITE! ADOREMUS"

25 dezembro 2015

Noite Feliz

Já lá vão uns anos desde que gravei este clipe de vídeo.
Com ele quero renovar a minha gratidão a todos os que nos últimos anos foram sinal da presença amorosa do Deus Menino na minha vida.
Uma vez mais Santo e feliz Natal.
(desactivar a música do blog na coluna da esquerda)

29 novembro 2015

Advento: orígem e simbologia



O tempo de Advento
Advento, do latim Adventus: "chegada", do verbo Advenire: "chegar a", é o primeiro tempo do calendário religioso. Corresponde às quatro semanas que antecedem e preparam o Natal. Inicia no domingo mais próximo à Festa do Apóstolo Santo André, dia 30 de Novembro e termina em 24 de Dezembro. É a primeira das três etapas que, em unidade, celebram o Nascimento de Cristo:
Advento, Natal e Epifania. Para os cristãos, é um tempo de preparação, expectativa e alegria, quando os fiéis, esperando o nascimento de Jesus Cristo, vivem a conversão e promovem a fraternidade e a Paz.
Origem
O símbolo do Advento é a Coroa, que teve sua origem em culturas pré-cristãs da Europa. No rigoroso inverno do Hemisfério Norte se acendia fogos ao deus Sol com a esperança de que a sua luz e o seu calor voltasse. Os primeiros missionários católicos aproveitaram desta tradição para expressar a doutrina e a fé cristãs. A coroa é formada por uma grande quantidade de símbolos:
A forma circular: O círculo não tem princípio, nem fim. Ele representa o amor
de Deus, que também não tem princípio, nem fim, nunca vai terminar, é eterno. O círculo também é símbolo de unidade e aliança entre Deus e as pessoas.
Os ramos verdes: Verde é a cor da esperança e da vida. O Cristão antecipa a vida eterna, a comunhão com Deus, a felicidade da vida futura pela virtude da Esperança.
Aguarda a plenitude da salvação trazida pelo Cristo.
As velas: As quatro velas representam essas quatro semanas e serão acesas, uma a uma, desde o primeiro domingo do Advento até o quarto domingo, sucessivamente. Isto representa a passagem da escuridão do pecado para a vida nova em Cristo, que vem como “luz do mundo”, que dissipa toda escuridão, trazendo aos nossos corações o perdão, a reconciliação e a paz tão esperada.
A primeira referência ao "Tempo do Advento" é encontrada na Espanha, quando no ano 380, o Sínodo de Saragoça prescreveu uma preparação de três semanas para a Epifania, data em que, antigamente, também se celebrava o Natal. Há relatos de que o Advento começou a ser vivido entre os séculos IV e VII em vários lugares do mundo, como preparação para a festa do Natal. Mais tarde o Advento passou a ser celebrado nos seus dois aspectos: a vinda definitiva do Senhor e a preparação para o Natal, mantendo a tradição das 4 semanas. Surgido na Igreja Católica, este tempo passou também para as igrejas reformadas, em particular à Anglicana, à Luterana, e à Metodista, dentre várias outras.
Símbolos do Advento
Vários símbolos do Advento nos ajudam a mergulhar no mistério da encarnação do Filho de Deus e a vivenciar melhor este tempo. Entre eles há a Coroa do Advento. Ela é feita de galhos verdes entrelaçados, formando um círculo, no qual são colocadas 4 velas representando as 4 semanas do Advento. A luz indica a proximidade do Natal, quando Cristo salvador e luz do mundo, brilhará para toda a humanidade, e representa também, nossa fé e nossa alegria pelo Deus que vem. A cor roxa das velas nos convida a purificar nossos corações em preparação para acolher o Cristo que vem. A vela de cor rosa, nos chama a alegria, pois o Senhor está próximo. Os detalhes dourados prefiguram a glória do Reino que virá.

O simbolismo da Coroa Advento
http://www.pucrs.br/pastoral/advento

16 novembro 2015

Papa Francisco: nome de Avenida na Quarteira

PAPA FRANCISCO
Papa Francisco será o nome de uma nova Avenida de Quarteira

A Câmara Municipal de Loulé aprovou o batismo de uma nova avenida entre a Avenida Francisco Sá Carneiro e a Avenida de Ceuta, na cidade de Quarteira, como Avenida Papa Francisco. A nova artéria será inaugurada no próximo dia 28 de novembro, pelas 10h30.
A atribuição do nome do líder da Igreja Católica a esta nova artéria “exprime o reconhecimento pelo papel que o Papa Francisco tem desempenhado em prol de um mundo mais humano e mais fraterno”. “Trata-se de uma individualidade da maior credibilidade e de relevo universal, que no seu magistério papal tem vindo a acentuar os grandes temas da atualidade como fundamentais para o desenvolvimento social, económico e cultural da humanidade”. "A atribuição do antropónimo do Papa Francisco à nova avenida de Quarteira está em linha com as muitas vias que este pontificado tem aberto no pensamento e com a afirmação da cidade como espaço de culturas, de potencialidades económicas e de desenvolvimento social integrado”, referem os responsáveis municipais.
A preocupação do Sumo Pontífice pelas questões ambientais é também uma das razões da escolha do nome desta avenida urbana, num momento em que a Autarquia de Loulé está fortemente empenhada no projeto ClimAdapt  (programa de adaptação às alterações climáticas). A forte liderança religiosa e ética do Papa Francisco tem-se batido contra a indiferença dos seres humanos para com o meio ambiente que os envolve, mobilizando todos os credos para o urgente “desafio de proteger a nossa casa comum”. Na Carta Encíclica “ Laudato Si”, em que se expressa “a preocupação em unir a família humana na busca de um desenvolvimento sustentável e integral”, são abordados temas como a economia agrícola, a biodiversidade e o planeamento urbanístico.
Jorge Mario Bergoglio nasceu em Buenos Aires, Argentina, a 17 de dezembro de 1936, filho de emigrantes piemonteses. Diplomou-se como técnico químico, e depois escolheu o caminho do sacerdócio, entrando no seminário diocesano de Villa Devoto e tendo sido ordenado sacerdote a 13 de dezembro de 1969.
Tornou-se Arcebispo de Buenos Aires, em 28 de fevereiro de 1998, e foi elevado ao cardinalato em 21 de fevereiro de 2001, com o título de Cardeal Presbítero de San Roberto Belarmino. Foi eleito Papa em 13 de março de 2013, tornando-se o 266º Papa da Igreja Católica e atual Chefe de Estado do Vaticano, sucedendo ao Papa Bento XVI que abdicou do papado em 28 de fevereiro de 2013. 
É o primeiro Papa nascido no continente americano e também o primeiro latino-americano, o primeiro pontífice do hemisfério sul, o primeiro Papa a utilizar o nome de Francisco, o primeiro pontífice não europeu em mais de 1200 anos. É também o primeiro Papa Jesuíta da história.
O Município de Loulé mantém uma boa relação com a Embaixada da Argentina em Portugal, testemunho da afirmação da relação ibero-americana que importa fortalecer, a bem dos Povos. “O reconhecimento daqueles que enriquecem a Humanidade com o seu exemplo inspirador, as ideias e a ação transformadora são fundamentais para a vivência do presente e para a construção de um futuro melhor. É por isso que, em Loulé, preservamos a memória coletiva, recuperamos o património e reconhecemos o mérito de quem ousa querer contribuir para um mundo melhor”, consideram ainda os responsáveis da Câmara Municipal de Loulé.

09 novembro 2015

Semana dos Seminários 2015

Celebração nacional é este ano dedicada ao tema da misericórdia

Lisboa, 08 nov 2015 (Ecclesia) – A Igreja Católica celebra a partir de hoje a Semana dos Seminários, este ano dedicada ao tema da misericórdia, recordando que a importância de reconhecer o papel dos sacerdotes e de ajudar à formação de novos padres.
O presidente da Comissão Episcopal Vocações e Ministérios afirma na mensagem para a Semana Nacional dos Seminários que um sacerdote não é "perfeito, irrepreensível e santo", mas "alguém para quem o Senhor olhou com misericórdia".
“O sacerdote, homem chamado e escolhido de entre os outros homens, é fruto do olhar misericordioso de Jesus, que quer salvar a todos. Não se trata de alguém perfeito, irrepreensível e santo, mas de alguém para quem o Senhor olhou com misericórdia, sem explicação nem motivação compreensíveis”, escreve D. Virgílio Antunes.
Na mensagem enviada à Agência ECCLESIA, o bispo de Coimbra explica que a vocação sacerdotal só se compreende no contexto do “mistério do amor de Deus, que não se explica nem se justifica”, mas simplesmente se manifesta.
Segundo o presidente da Comissão Episcopal das Vocações e Ministérios, como a “característica fundamental do agir de Deus é a misericórdia” os seminaristas, “desejosos de conhecer o mistério da sua vocação”, devem entrar no mistério do amor de Deus “pela humanidade e por si mesmos”.
“Sintam-se sinceramente pecadores e doentes como todos os outros homens, e darão infinitas graças a Deus por os eleger e chamar a partilhar a grandeza da Sua companhia”, recomenda.
Na mensagem para a Semana dos Seminários, os jovens são convidados a entrar na contemplação do rosto misericordioso de Deus que “os escolhe e os chama” e a aceitarem “humildemente a sua condição de pecadores e necessitados” da misericórdia de Deus que vai manifestar-se como “fonte de perdão e de salvação”.
 
“Muitos sentirão o apelo a andar com o Senhor e a aprender d’Ele, conhecerão a vocação a que os chama e terão alegria e coragem para a seguir fielmente”, acrescenta D. Virgílio Antunes.
Para o prelado quando alguém “se deixa tocar pelo olhar misericordioso de Jesus” torna-se disponível para ficar com Ele para sempre.
O bispo da Diocese de Coimbra contextualiza que os Evangelhos apresentam um Jesus que passa pelos “mais variados lugares onde se desenvolve a vida humana” e “olha com predileção para alguns, escolhe-os e chama-os para O seguirem”.
“Sem explicações que satisfaçam a sua admiração e sem argumentos que respondam às suas interrogações, mas somente porque se sentiram tocados pelo seu amor misericordioso, deixaram tudo e seguiram-no”, acrescenta, dando como exemplo o chamamento de São Mateus, que antes de ser discípulo era cobrador de impostos, “um homem considerado por todos como pecador”.
Os últimos dados disponibilizados pelo Vaticano (Anuário Estatístico da Igreja, 2012, relativos a 31 de dezembro desse ano) sobre as 21 dioceses portuguesas mostram que entre o ano 2000 e 2012, o número de sacerdotes diocesanos baixou de 3159 para 2659 (menos 16%).
A situação de 2012 revela, no entanto, uma melhoria na variação do número de padres (menos 10) face a anos anteriores (menos 45 em 2011 e menos 68 em 2008); entre 2008 e 2012, as ordenações sacerdotais foram 178, face a 355 óbitos e 27 “defeções” registadas.
Os seminaristas de filosofia e teologia também são menos, segundo os últimos dados disponíveis: de 547, entre diocesanos e religiosos, em 2000 passou-se para 474 em 2012; este número é, ainda assim, o máximo registado nos últimos cinco anos.

MATERIAS PARA ESTA SEMANA EM

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