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20 fevereiro 2009

Domus Fraternitas/Poverello


Não podemos deixar passar sem partilhar convosco este momento que para nós, Franciscanos de Portugal, marca mais um passo no caminho de Francisco de Assis.
Após 15 anos de sonho, e já alguma obra feita, foi benzida a primeira pedra daquele que virá a ser o maior hospital para cuidados continuados e paliativos do Minho. Chamar-se-á "Poverello".
Deixo dois textos que vos podem mostrar o valor deste passo.
Mais informações poderei ver depois no site da "Domus Fraternitas"

O que é a Fundação Domus Fraternitas?

A Fundação Domus Fraternitas (FDF) - Fundação de Solidariedade Social - é uma Instituição Particular de Solidariedade Social, reconhecida como pessoa colectiva de utilidade pública. O registo foi lavrado provisoriamente em 25 de Outubro de 2002, e «convertido em definitivo em 16 de Abril de 2003, pelo averbamento n.01 à referida inscrição», publicado no Diário da República, 111 Série, de 20 de Maio de 2003, p. 10549.
FINS - «Acolher, tratar e acompanhar pessoas de qualquer modo (in)afectadas pelo síndroma de imunodeficiência adquirida (sida) e enfermidades dele derivadas ou com ele conexas; acolher, cuidar e tratar enfermos dependentes - necessitados de Cuidados Continuados e de Cuidados Paliativos - que não encontrem na família ou na sociedade resposta adequada; [ ... ] fomentar a solidariedade social, nas suas múltiplas implicações humanas, pessoais, familiares, médicas, sociopolíticas, ético-jurídicas e outras, numa ética de valores cristãos e franciscanos» (Diário da República).
VALÊNCIAS - Desde 31 de Outubro de 2002, a Fundação Domus Fraternitas possui a valência para toxicodependentes: - Comunidade Terapêutica de São Francisco de Assis - sedeada na Rua Monte Talegre, Lote 4, Celeirós, 4705-124 BRAGA.
PRESENTEMENTE está a instalar uma NOVA VALÊNCIA nos espaços do Convento Franciscano de Montariol, vocacionada para os CUIDADOS CONTINUADOS E PALIATIVOS, integrada na Rede Nacional de Saúde (RNCCI) com a denominação Centro de Acolhimento «O Poverello».
PORQUÊ «O POVERELLO»? - Poverello («Pobrezinho») é um diminutivo de carinho e ternura atribuído a Francisco de Assis, «O Irmão Universal», pelo seu testemunho de serviço a favor de todos os homens, em especial aos mais pobres e abandonados.

FOI BENZIDA A PRIMEIRA PEDRA DESTE ESPAÇO “POVERELLO”

Acolher a morte com dignidade
Maior Centro de Acolhimento de Cuidados Continuados no Minho «não é resposta à eutanásia», mas de sentido de vida.
O Centro de Acolhimento de Cuidados Continuados da Fundação «Domus Fraternitas», cuja primeira pedra foi lançada esta Quarta-feira, dia 18, em Braga, “não é uma resposta à eutanásia”, mas uma “resposta de acolhimento, de dar um sentido da vida, acolhendo a morte com dignidade”, explica à Agência ECCLESIA, o Frei José Pereira das Neves, Presidente da Fundação.
58 camas que vêm dar resposta a pessoas que, após internamento, precisam de acompanhamento de maior ou menor duração “e não têm condições familiares ou monetárias para os cuidados que necessitam”. O Frei José Neves foca também a necessidade dos cuidados paliativos, “uma atenção sem termo”.
O Centro de acolhimento, terá o nome de «O Poverello», palavra italiana que significa «pobrezinho» e está ligada à própria pessoa de São Francisco de Assis. A inauguração está prevista para 2011, com 24 camas para cuidados de curta duração, 24 camas para cuidados de longa duração e 10 camas para cuidados paliativos.
Esta é uma resposta sonhada há 15 anos atrás, com as atenções sociais centradas no problema dos doentes com HIV/Sida, com a Igreja a sofrer “um forte reparo porque não apresentava respostas nesta área”. O Presidente da Fundação explica que o sonho original mantém-se “mas as problemáticas são novas”. A missão original do futuro Centro de Acolhimento ganha agora “respostas mais amplas”.
Este Centro integra a Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados. O Frei José Neves explícita que as cerca de 5000 camas existentes no nosso país são claramente “insuficientes para as necessidades actuais”, daí que, apesar de esta ser “uma gota de água na sociedade face às necessidade portuguesas e, em especial, o Norte tem”, não deixa de ter uma “importância excepcional pela carência que existe na área dos cuidados continuados nas três dimensões: curta duração, longa duração e cuidados paliativos”.
Em 2003, a instituição Domus Fraternitas abriu uma casa para acolhimento de toxicodependentes, “sempre na dimensão de ajuda aos desfavorecidos e carenciados”. Até 2001, o Presidente da Fundação Domus Fraternitas afirma que “trabalhamos com o que já temos”, ou seja, a primeira valência, a comunidade terapêutica em Celeirós, Braga.
Este projecto está avaliado em 3,5 milhões de euros. A construção do equipamento conta com uma comparticipação estatal de 750 mil euros, no quadro de um protocolo com os ministérios da Saúde e da Segurança Social que garante a sustentabilidade da unidade.

Notícia em www.ecclesia.pt

7 comentários:

mariana disse...

Obrigada Frei por esta informação, e o desenvolvimento que já tem esta IPSS.
Conheço os seus primeiros passos, desde há alguna anos, na altura com o amigo Pde. Simões Alfaiate.
Recebo notícias de vez em quando e sabia do seu desenvolvimento.
Graças a Deus que foi possível fazer deste espaço uma Unidade de CUIDADOS CONTINUADOS E PALIATIVOS.
Quando o Homem se empenha e se entrega a Deus, a Obra nasce!
Já agora, não é tanto o que importa, mas gosto do nome, "O POVERELLO".
Bem Hajam a todos!
E a quem pode, se ainda não ajuda, ajudem esta Comunidade Terapeutica.

Sirlene disse...

Graças a Deus que a opinião pública se sensibiliza diante da necessidade de atendimento a nossos irmãos enfermos e desamparados .A organização da sociedade para o atendimento deve nos mobilizar para a solidariedade, principalmente a nós, cristãos. Se voltarmos a vista para a história tomamos ciência de que os cuidados a doentes era obrigação dos cristãos , nos primórdios do cristianismo.Quanto mais organizações oficiais ou não, se voltarem para este problemas, reduz a responsabilidade geral, não recaindo sobre poucos o peso do encargo.Devemos olhar com bons olhos os encargos sociais destinados a esta finalidade, não temendo a priori atitudes de corrupção ou má fé, como acontece, talvez em todo o mundo, e sermos generosos para com as instituições que tomem a frente de tão digna atividade.Só quem sente na pele o que seja cuidar a domicílio de um enfermo, saberá avaliar com precisão, a dimensão deste problema , independente da gravidade do diagnóstico.Nem sempre as autoridades competentes têm vistas para estas soluções.Parabéns !

fiducia disse...

Nesta semana participei numa Conferência cujo tema foi " A intensidade da Vida e da Morte" onde a Directora de um serviço de cuidados paliativos de um hospital de Lisboa, partilhou com a assistência, constituída na sua maior parte por estudantes de enfermagem, as experiências vividas com os doentes deste serviço. Fiquei maravilhada com o trabalho desenvolvido por esta equipa com doentes na fase final da vida, onde o respeito pela "pessoa" tem particular destaque. A disponibilidade, a humanidade, o apoio psicológico, espiritual e emocional prestado aos doentes diariamente deixou-me muito emocionada.Com a nossa população cada vez mais envelhecida e com tantas doenças a proliferar, é muito importante que aumentem este tipo de centros, hospitais e que eles estejam ao alcance de todos... Deixo aqui uma frase que muito me tocou "Fica comigo mesmo quando eu já tiver partido"

maresia disse...

Recebi por e-mail um pedido para votar num Projecto. Como percebo pouco ou quase nada ainda destas novas tecnologias, perguntei a um amigo, do que tratava; ele respondeu-me que era para ajudar, através da votação, a que esta instituição "Fundação Domus Fraternitas" tivesse acesso a uma ajuda monetária, mediante o resultado da votação. Foi este, um gesto muito insignificante da minha parte, mas que no futuro tentarei reenviar os pedidos que me chegam e que nada nos custa fazer e deste modo ajudar quem se entrega a cuidar dos que sofrem.
Que Deus conceda a Força e a Coragem para quem realiza serviço tão nobre, na ajuda aos que mais necessitam.

Anónimo disse...

Que Deus, por intermédio de PAI FRANCISCO, abençoe a obra de Seus Filhos e Seus admiradores.Esta obra deve reunir crentes e não crentes e, todos em conjunto devemos dar as mãos por tão grande e amirável iniciativa. Ajudemos todos a completar a obra fisica, mas tudo o que a ultrapassa. Um antigo aluno

Mª Teresa disse...

Família Retalhos 2,
Suspeito ser ENORME o valor alcançado pela criação desta unidade de cuidados continuados ; inauguração prevista em Fevereiro de 2011.
Seu Presidente: Pe Joaquim Carreira das Neves, merece votos de muita CORAGEM. Que todos seus propósitos sejam alcançados...
Por último registo com IMENSO agrado apelo de Irmã Mariana: se alguns Retalhistas orientarem contribuições de 0,5% de IRS, para esta Fundação (Domus Fraternitas), mesmo sendo uma migalhinha, certamente esta IPSS agradecerá, cuido!

Mª Teresa disse...

Família Retalhos 2,
...Só venho reforçar propósito: Aproxima-se IRS 2011, cumpre-nos completar este dever...
Se lembrem Irmãos: Fundação Domus Fraternitas...
Bem hajam!

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