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Senhor! Fazei-me instrumento da vossa paz!

VÍDEOS: Para visualizar e ouvir os vídeos deverá dasativar a música de fundo no painel aqui do lado esquerdo

29 abril 2009

Vocação Religiosa

Chamados em Missão, com muitos rostos, carismas e acção mas sempre com a nossa confiança em Deus porque eu "sei em quem pus a minha confiança..." e Ele não me abandonará.

Pedi ao Senhor da messe...

27 abril 2009

Semana de Oração pelas Vocações

Celebramos esta semana o tempo de ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES
"Sei em quem pus a minha confiança" (2 Tim 1, 12"
Saber em quem confiamos é acolher o chamamento que de Deus nos vem. Acolher com a confiança que isso implica de antemão porque só aceita algo de alguém quem confia nesse alguém.
Assim acontece também connosco, chamados à Consagração, sabemos em quem pusemos - e pomos - a nossa confiança.
A crise - ouvimos nas notícias - é grande a todos os níveis, até ao nível das vocações consagradas e sacerdotais contudo, aliada a esta não existe crise de trabalho na Messe do Senhor que chama.
Cristo continua a chamar-nos para sermos testemunhas e partir a anunciar a Boa-nova do Reino.
Somos, por isso, todos enviados à missão, chamados a ser presença de Cristo junto dos outros.
Sacerdotes, Religiosos e Leigos Consagrados somos os mais directamente implicados neste chamamento e nesta resposta ao apelo de Cristo.
Coloquemos n'Ele a nossa confiança já que Ele, por sua vez, ao chamar-nos, também põe em nós a Sua confiança.
Que o Senhor da Messe dê força e coragem aos que esolheu para si...
Oração da Semana das Vocações
DAI-NOS ROSTOS CLAROS
Pai, Senhor do Universo e da História,
nós sabemos que as vocações são um dom do vosso amor,
fruto da vossa iniciativa, chamamento que fazeis a cada um, para viver uma existência plena de amor e liberdade.
Escutai hoje esta oração que vos pedimos, especialmente por aqueles operários que se dediquem às grandes messes da humanidade inquieta, que façam ouvir o Evangelho aos que não se sentem amados, que andam perdidos e desorientados.
Mandai-nos apóstolos de coração puro, testemunhos santos.
Rostos claros de pessoas felizes porque escolhem o máximo, arriscam tudo e recebem cem vezes mais.
Não Vos importa que nos faltem mestres de caridade e paciência?
Apóstolos que digam aos jovens que há uma beleza indestrutível no mais fundo de si, misteriosa e luminosa, que nada nem ninguém pode ofuscar?
Operários que os ajudem a sintonizar a voz bela e verdadeira do Bom Pastor que os chama porque os ama?
Que os vossos operários transmitam confiança e serenidade, sejam sinais de esperança do Reino que virá.
Escutai com bondade, ó Pai, estes pedidos que Vos fazemos com fé,
cumprindo as indicações de Jesus, Vosso Filho e nosso Irmão.
Amem.

25 abril 2009

São Nuno de Santa Maria: ALELUIA

Nuno de Santa Maria torna-se este Domingo, 26 de Abril, o primeiro português a ser canonizado desde que Paulo VI, a 3 de Outubro de 1976, declarou Santa a religiosa Beatriz da Silva (Franciscana).
A cerimónia é presidida por Bento XVI, que assim apresenta a figura do Condestável como digna de veneração em todo o mundo.
Bento XVI proclamará a Fórmula de canonização:
Em honra da Santíssima Trindade, para exaltação da fé católica e incremento da vida cristã, com a autoridade de nosso Senhor Jesus Cristo, dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo e a Nossa, após ter longamente reflectido, invocado várias vezes o auxílio divino e escutado o parecer dos nossos irmãos no Episcopado, declaramos e definimos como Santos os Beatos Arcangelo Tadini, Bernardo Tolomei, Nuno de Santa Maria Álvares Pereira, Geltrude Comensoli e Caterina Volpicelli, e inscrevemo-los no Álbum dos Santos e estabelecemos que em toda a Igreja eles sejam devotamente honrados entre os Santos”.
Lida a fórmula, são colocadas junto ao altar as relíquias dos novos Santos, transportadas por alguns fiéis, e a assembleia repete “Aleluia”. O Arcebispo Amato e os postuladores agradecem então ao Papa.
O prefeito da Congregação para as Causas dos Santos pede que seja redigida a Carta Apostólica a respeito das canonizações que acabaram de ter lugar. Bento XVI responde “Decernimus”, ou seja, “ordenamo-lo”.

O SANTO CONDESTÁVEL NÃO CONTESTÁVEL

Bagão FélixNo meio da parafernália de pequenas, médias e grandes notícias sobre quase tudo e quase nada, foi com alegria que recebi a notícia da canonização de D. Nuno Álvares Pereira, o Santo Condestável. Como católico e como português. E também pelo facto de a este processo de canonização estar associado o Cardeal português D. Saraiva Martins, de quem, há cerca de três anos, tive a honra de apresentar o livro “Como se faz um Santo”.É claro que esta simbólica distinção que muito honra a portugalidade no Mundo – mesmo que analisada apenas fora do contexto religioso – não faz manchetes, como fazem à profusão as distinções de um bom jogador de futebol, de um consagrado autor, de um artista de telenovela ou de um empresário de sucesso fulminante. O que anima certos meios de opinião liofilizada e quase sempre desconhecedores da religião é a discussão (?) sobre a natureza do milagre que está associado à canonização do Beato Nuno. Mas o povo, na sua sabedoria genuína e despoluída, já há muito o havia consagrado como o Santo Condestável. Isso mesmo: santo carmelita e condestável chefe militar e primeiro dignitário do Reino!Agora que os Santos parecem estar “fora de moda” numa sociedade de “zapping”, comportamentalmente hedonista, moralmente relativista e subjugada à “ditadura das banalidades”, o que vem à liça é minimizar a espiritualidade e a transcendência associadas à santidade. Daí que, nesta onda em que é quase compulsivo em certos meios pôr em causa tudo o que emerge no seio da Igreja, o Santo Condestável seja depreciado por alguns como um “contestável santo”…O que é certo é que D. Nuno Álvares Pereira, cuja vida de verdadeiro patriota não é de todo contestável e nos habituámos a respeitar, é um exemplo num tempo em que o valor da exemplaridade escasseia. Não apenas na sua vida mais religiosa quando após a morte da sua mulher e despojado de todas as propriedades, títulos e honrarias, se tornou carmelita e viveu um tempo totalmente dedicado aos mais pobres entre os pobres, mas igualmente como notável general de uma guerra que nos garantiu a independência seriamente ameaçada.Ser santo - como o demonstra a vida de Nuno Álvares Pereira - sempre representou uma forma de subversão, traduzida em cada época de modo diverso e como regra vivida na ausência de qualquer forma de poder, que é onde se revela toda a força da presença de Deus. Na sociedade contemporânea em que, no plano da relação com Deus, clamamos muito mas obedecemos pouco, o Santo é uma espécie de novo insurrecto sinalizador e modelo da pureza, da harmonia, da espiritualidade levada à sua mais bela singeleza.
No fundo, somos reconduzidos à mais forte constatação: a de que para se ser santo é necessário praticar e, acima de tudo, concretizar o Evangelho. Assim se atinge a perfeição da caridade entendida como a mais elevada medida de amor para com o Criador e para com o próximo. São Paulo haveria de sintetizá-la numa curtíssima expressão: não vivo mais eu, mas Cristo vive em mim.
A santidade de Nuno Álvares Pereira simboliza a purificação da heroicidade do simples e é a expressão vitoriosa do homem de e para todos os tempos sobre o homem do instante. A santidade sempre foi entendida como a expressão da Graça Divina, mas também da condição livre de se ser pessoa. O Santo Condestável representa, na História de Portugal e do Mundo, este traço de união entre o passado e o futuro, entre a memória e o exemplo, entre a vida pública e a consagração a Deus.
O Beato Nuno de Santa Maria é um exemplo de uma vida ao serviço do outro, alicerçada numa fé inabalável e num espírito de radical caridade. Através dele poderemos entender melhor o caminho da santidade pelo qual a caridade é, ao mesmo tempo, o coração da inteligência e a inteligência do coração, e que só a partir do nosso interior se pode transformar o que nos é exterior. Se há quem congregue sem ensinar e quem ensine sem congregar, o novo santo português ensinou pela universalidade do seu exemplo e congregou na perfeição das suas virtudes. Parafraseando S.S. o Papa Bento XVI, D. Nuno viveu profundamente consciente que “se Deus não está presente tudo se torna completamente insuficiente”. Neste momento em que escrevo, não posso deixar de registar, no plano institucional e político, uma atitude e uma omissão. A atitude de o Senhor Presidente da República, como o mais alto magistrado da Nação, se ter congratulado, em nome de Portugal, e considerado D. Nuno “uma figura maior da nossa história que, no passado e no presente, deve inspirar os portugueses na busca de um futuro melhor”. A omissão e o silêncio do lado do Governo e de alguns partidos políticos, sempre tão pródigos e rápidos em felicitar outras personagens nem sempre significantes e em formular votos de congratulação por dá cá aquela palha. É recorrente nestas alturas usar-se e abusar-se do argumento da separação compulsiva entre o Estado e a Igreja. A louvável e imperativa neutralidade religiosa do Estado não pode, porém, transformar este num Estado anti-religião.A laicidade do Estado não implica a laicidade da sociedade. A sociedade é plural no sentido religioso e é perigoso confundir sistematicamente, neste plano, Estado e Sociedade. A separação do Estado e da Igreja também não significa neutralidade por omissão, indiferença, abstenção, ignorância ou desconhecimento dos fenómenos religiosos e muito menos hostilidade.Mas no caso de D. Nuno Álvares Pereira não se exige do Estado que o homenageie como santo católico. Apenas, que o sinalize para as gerações vindouras como grande, ilustre e exemplar português.A História faz parte do presente e do futuro, embora, como um dia escreveu Miguel Torga, “os nossos governantes não querem saber da História. Para eles tudo começa na hora em que assumem o poder”
Em suma: o Beato Nuno é agora consagrado universalmente como o São Nuno de Santa Maria.
O povo vê assim confirmado pelo Papa o nome de um incontestável Santo Condestável!
António Bagão Félix.

In Agência Ecclesia, 20090423

19 abril 2009

“Meu Senhor e meu Deus” (Jo 20,28)

Várias passagens do Evangelho mostram-nos Tomé corajoso e decidido a morrer com Jesus (Jo.11,16), embora também interrogue o Mestre sobre o caminho a seguir (14,15).
Porém é o relato de S. João (20,19-31) que mais nos faz conhecer Tomé, «graças» à sua incredulidade inicial e ao seu posterior acto de Fé.
O relato (lido no Evangelho dos segundo domingo dos três ciclos litúrgicos) conta que Tomé não estava presente quando Jesus lhes apareceu pela primeira vez e que, apesar de lhe terem comunicado a sua visita, ele não acreditou.
Da segunda vez, Jesus chama Tomé e aceita as condições postas por este para acreditar. Tomé fica sem argumentos.

A notícia de que Jesus estava vivo era tão inacreditável, que precisava de se certificar bem para a poder proclamar. Hoje diríamos o ditado popular. «Ver para crer». Ou, então, o que é o mesmo, só existe o que se vê e toca.
De facto a existência de Deus não se pode provar num laboratório.

Quantos de nós agimos como Tomé, apesar de Jesus nos ter ensinado que são «Felizes os que crêem sem terem visto» (Jo. 20,29) e nos convidar a acreditar no testemunho da comunidade-Igreja, continuamos muitas vezes sem querermos ver, nem acreditar...
Tomé depois do susto, ouve as palavras de Jesus, toca nas suas chagas. O relato encerra para mim uma enorme lição: A Fé consiste em confiar, fiar-se, crer, em…Por isso, o Novo Testamento insiste em «crer em…» e «crer…que…» Mas não é só por causa de Ressurreição que acreditamos em Jesus. Assim como os discípulos O aceitaram como Mestre antes da Sua Ressurreição, a nossa Fé n’ELE é anterior a esse facto. No entanto «se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa Fé» (1ª Cor.15,17), bem como o nosso testemunho acerca de Cristo Ressuscitado.
Vejamos que nem só o visível e palpável, nem só o que se pode medir é fundamento suficiente sobre o qual podemos construir. Crer, sem ver, é o que a mensagem Pascal nos pede.
Fica-nos bem e compromete-nos a humildade da criatura, que nos proíbe de nos agarrarmos exclusivamente àquilo que podemos tocar com os nossos sentidos. São os olhos do coração e não os da cara, que nos fazem «ver» e aceitar a mensagem da Páscoa. A aspiração a que se tornem realidade as promessas das Bem-aventuranças, é suscitada em nós pelo Ressuscitado, que vive e nos diz que é verdade o que afirmou sobre o «se Deus e nosso deus, seu Pai e nosso Pai». Regressado ao Pai, está, de outra forma, sempre connosco, a caminho. Isto não se vê, o coração no-lo faz acreditar. Esta Fé é a base e o alicerce do nosso viver.
Tomé quis ver os sinais das chagas de Jesus. O Senhor, manifestou-Se-lhe, mostrando-lhe as mãos trespassadas e o lado aberto pela lança. A Paixão e a morte de Jesus terão provocado em Tomé é profunda crise de Fé. Perdida ou muito abalada por causa da morte do Mestre, a Fé tem de ser recuperada mediante a descoberta do sentido Redentor, de Amor Divino levado até ao extremo, dessa Morte e da Paixão. Crer em Jesus Ressuscitado, que vive com as marcas dos sofrimentos a que foi submetido, leva todos os atingidos por injustiças e por todo o tipo de sofrimentos, a confiar piamente que Deus pode e quer curar todas as mágoas, dores e feridas.
Como a Tomé, mostra-se também a nós e convida-nos a recebe-Lo, no Seu AMOR sem medida. É na Eucaristia em que celebramos a Sua morte e Ressurreição, que ELE nos diz: «Tomai e comei, vós todos que viveis com as vossas chagas e cicatrizes, como EU.
Não sejais incrédulos, mas crentes!...»

O mundo, Senhor, aguarda da Tua Igreja os sinais de que ressuscitas-Te… Ajuda-nos Senhor, a sermos testemunhas da Tua Ressurreição, no quotidiano da nossa vida…
Como Tomé, repito: “ Meu Senhor, meu Deus e Meu Tudo…Em Ti me movo e em Ti, sou...”


DINA

16 abril 2009

Ordem Franciscana: oito séculos


(Bloco com dois selos lançados pelos CCT no passado dia 31 no Centro Cultural Franciscano em Lisboa. Representam a aprovação da Regra Franciscana e a Tonsura de S. Francisco - corte do cabelo - sinal de Consagração)
Passaram oito séculos
Hoje, dia 16 de abril de 2009, toda a Família Franciscana mundial está em festa.
Neste mesmo dia, no ano de 1209, o então jovem Francisco de Assis recebeu do papa Inocêncio III a aprovação da REGRA e “forma de vida” para iniciar com os seus primeiros irmãos, o caminho da fraternidade. Nascia assim, a Ordem dos Frades Menores.
Este dia tem vindo a ser preparado desde há três anos a esta parte. “A graça das origens” foi o documento de base para que todos aqueles que, neste tempo hodierno, seguem Francisco de Assis pudessem chegar a este dia com a clara convicção da Missão e Vocação de ser Menor ao jeito de Francisco.
Clara foi a primeira mulher a romper com as estruturas do seu tempo e a juntar-se ao já grande número de irmãos unidos ao ideal de Francisco. Mais tarde a sua mãe Hortolana e a sua irmã Inês se lhe juntaram e tantas outras até aos nossos dias, as Senhoras pobres, as Damianitas (porque Francisco a deixou ficar no pequeno conventinho de S. Damião, e hoje chamadas em todo o mundo de Irmãs Clarisssas. Com Francisco, Clara, funda assim a segunda Ordem Franciscana.
Também o casal Beato Luquésio e sua esposa se juntaram a Francisco fazendo crescer assim a Vocação Franciscana numa Terceira Ordem de irmãos e irmãs que estando e vivendo no mundo aí transmitiam e transmitem a vida em Menoridade e Fraternidade.
A este grupo de irmãos e irmãs terceiros se têm juntado muitos homens e mulheres que, inspirados pelo Senhor, têm fundado centenas de Congregações, Institutos, ou pias uniões inspiradas nesta Forma de Vida de Francisco de Assis.
Faz hoje mesmo oito séculos que aos pés do Papa Inocêncio III Francisco recebe a aprovação da sua Regra e Forma de vida, se Consagra ao Senhor e inicia oficialmente esta Ordem de irmãos e irmãs que mais não querem que viver o Evangelho de Jesus Cristo no testemunho de vida em Menoridade.
Curiosamente ocorre este facto no dia do aniversário do Papa Bento XVI.
Unido a toda a Família Franciscana Mundial, a toda a Igreja na pessoa do Santo Padre, quer pedir a Santa Maria dos Anjos da Porciúncula a Sua bênção Maternal para todos os que, Franciscanos ou não, olham para Francisco e Clara de Assis e para os seus filhos e filhas com ternura de irmãos.
Que a todos “O Senhor abençoe”.

ORDEM FRANCISCANA

Nova vida! Ordem nova que alvorece!
Uma regra inaudita neste mundo!
Lei sagrada que vem restaurar
O estado do Evangelho sacrossanto.

Ele veste um burel sem pretensões;
Uma corda grosseira por cintura.
O pão só por medida se permite;
E nega-se o conforto do calçado.

Nosso bondoso Pai, nosso Pai santo!
Por tua ajuda, o povo teu devoto,
Unido com a turba dos Irmãos,
Possa alcançar o prémio celestial.

Oh! Faze companheiros dos eleitos
A todos os que inspiras na virtude.
Consiga o teu rebanho dos Menores
O gozo sempiterno lá dos céus. Amen.

(Leccionário Franciscano)

15 abril 2009

Capítulo Internacional das Esteiras



CAPÍTULO UNIRÁ, PELA PRIMEIRA VEZ EM ASSIS, TODA A FAMÍLIA FRANCISCANA

Assis, 14 abr (Rádio Vaticana) - Pela primeira vez na história, Assis acolherá toda a Família franciscana no lugar onde tudo teve início, diante da Porciúncula, hoje conservada na Basílica de Santa Maria dos Anjos, construída para proteger a pequena igreja, onde São Francisco compreendeu que devia viver "segundo o santo Evangelho".
De fato, será aberto amanhã, na cidadezinha da Úmbria, o Capítulo internacional das Esteiras, no oitavo centenário da aprovação da Regra franciscana, por parte do Papa Inocêncio III. O evento foi apresentado à imprensa, esta manhã, em Assis.
Dois mil frades de 65 países estarão representando os 35 mil franciscanos das quatro Famílias espalhadas no mundo inteiro. Trata-se de um evento extraordinário para renovar a fidelidade ao carisma e dar respostas aos muitos desafios da modernidade. A esse propósito, eis o que nos disse o assessor de imprensa do Capítulo, Frei Enzo Fortunato, entrevistado pela Rádio Vaticano:
Frei Enzo Fortunato:- "Eu diria que se trata de uma mensagem, por diversos aspectos, muito significativa. O primeiro, porque esse evento se dá num momento dramático da sociedade italiana e internacional, isto é, a crise econômica. Portanto, a essencialidade franciscana pode ser, nesse sentido, um bom caminho a ser percorrido. O segundo aspecto está ligado ao sofrimento que parte da população italiana está vivendo: o terremoto em Abruzzo. Francisco quer estar ao lado dos últimos, ao lado daqueles que sofrem. Terceiro aspecto, que concerne à atualidade: encontramo-nos tendo que afrontar um individualismo e egoísmo que imperam. A proposta fraterna do estar juntos, um ao lado do outro, um para o outro, pode ser também um caminho a ser percorrido, uma proposta ao homem e à sua liberdade de escolhê-la, a assumi-la e a tomá-la como sua."
RV. Por ocasião desse Capítulo internacional foram estampadas 4 mil cópias da Regra de São Francisco. Após oito séculos, ainda é grande a atualidade desse texto...
Frei Enzo Fortunato:- "Trata-se de uma Regra que esta manhã foi definida pelo custódio do Sagrado Convento, Frei Giuseppe Piemontese, como Carta constitucional, indicando o quê? Indicando que como franciscanos temos uma bússola que nos guia, mas também uma mensagem para as muitas pessoas que desejam beber de uma das fontes mais genuínas da espiritualidade cristã; isto é, assumir uma vida feita de princípios, uma vida de regras, uma vida feita de respeito. Nesse sentido, a regra não aprisiona, mas é altamente libertadora, porque nos ajuda a viver atrelados a valores que não nos deixam desanimar."
RV. Como o senhor recordou, não distante da Úmbria e de Assis, atingidas pelo terremoto de 1997, encontram-se hoje muitas das tendas das vítimas do terremoto de Abruzzo. Será um motivo para fazer orações em favor dessas pessoas?
Frei Enzo Fortunato:- "Todo o evento será vivido com esse espírito, com uma oração conjunta ao Deus da vida, ao Deus da alegria, a fim de que possa suavizar as feridas de quem sofre."
RV. São Francisco dizia: "Senhor, que queres que eu faça?" também os senhores farão essa pergunta nesse Capítulo?
Frei Enzo Fortunato:- "Certamente. E a resposta está no gesto de Francisco, que reconstruiu parte da Igreja, reconstruiu parte da sociedade, reconstruiu o homem e fez com que ele enxergasse a sua vocação, a vocação ao infinito, ao absoluto."O Capítulo internacional das Esteiras se concluirá no próximo sábado, dia 18, com a audiência da Família franciscana com o Santo Padre, no pátio interno da residência pontifícia de verão de Castel Gandolfo – localidade da região italiana do Lácio situada a cerca de 30Km de Roma. (RL)

10 abril 2009

O Cordeiro do Sireneu...

Cristo dorme e com Ele todos nós...
É a hora de todos serenarmos a alma e o coração.
Foi por nós que Ele deu a Vida naquela Cruz...
Deixo este clip de vídeo para nossa reflexão.
EU TAMBÉM SOU SIRENEU...
(desactivar música do blog na coluna da direita)

o Único DOM

Deus nunca dá nada.
Falamos muitas vezes dos dons de Deus mas, se pensarmos bem, vemos que Deus nada dá.
Deus empresta sempre.
O maior dom de Deus é a nossa vida, que poderemos gozar durante alguns anos, mas que no fim temos de devolver ao dono e ficar sem ela. Isto, qualquer que seja a forma como o consideremos, nunca pode ser chamada uma dádiva, mas um empréstimo. O nosso corpo, inteligência, dotes naturais, tudo isso vai tendo de ser entregue.
Consideramos com pena alguns idosos, que foram pessoas extraordinárias, e agora se encontram muito limitados, porque foram devolvendo o que eram a quem lho deu. A natureza, o mundo, a beleza, a riqueza, a paz, todas as coisas que Deus dá, acabamos por deixar.
A razão disto é evidente: nós estragamos aquilo que Deus nos dá. Fomos feitos livres e usamos mal essa liberdade. Se Deus não exigisse os seus dons de volta, tudo seria destruído. Até aquelas coisas que Deus tinha previsto dar-nos para sempre, como a nossa liberdade e a nossa alma eternas, até essas perdemos definitivamente pelo pecado. Por isso, em todo o universo há apenas uma coisa que Ele nos deu definitivamente.
Deus emprestou-nos a coisa mais preciosa que tinha, o Seu Filho. E nós, como a tudo o resto, estragámo-lo. Mas o Pai ressuscitou o Verbo encarnado e deu-no-lo de novo, desta vez de uma forma que não podemos estragar. Agora temos Cristo connosco para sempre. E com Ele recebemos todos os outros dons que perdêramos, a vida, a liberdade, a alma, a felicidade. É este único dom o que celebramos nestes dias da Páscoa.

João César das Neves naohaalmocosgratis@fcee.ucp.pt

09 abril 2009

Eucaristia: Cristo eu te adoro

"Compreendeis o que Eu vos fiz? ... lavai vós também os pés uns aos outros"
"Isto é o Meu Corpo" ... "Isto é o Meu Sangue" ... "Fazei Isto em memória de mim..."
Obrigado Jesus pelo Dom do Sacerdócio/Serviço. Obrigado Jesus pelo Dom da Tua presença na Eucaristia...
Quero adorar-Te meu Senhor e meu Deus...
(desactivar a música do blog na coluna da direita)

06 abril 2009

Cruz de excesso de bagagem...

"Não te atrases no caminho por excesso de bagagem..."
Foi assim que iniciámos a nossa Quaresma.
Pergunto a mim mesmo se me sinto mais leve ao caminhar com Cristo rumo à Páscoa da Libertação!?
Leve no que respeita ao fútil, ao supérfluo, à mesquinhez e a tudo o que me impede de levar a minha Cruz, com Jesus até ao fim.
Este clip de vídeo pode ser um bom caminho para preparar a Hora Santa da Eucaristia, da Cruz e da Ressurreição.

04 abril 2009

Semana Santa

O maior acontecimento da História da humanidade é a Encarnação, Vida, Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus Cristo, o Filho de Deus feito homem. Nada neste mundo supera a grandiosidade deste acontecimento. Os grandes homens e as grandes mulheres, sobretudo os Santos e Santas se debruçaram sobre este acontecimento e dele tiraram a razão de ser de suas vidas.
Depois da Encarnação e Morte cruel de Jesus na Cruz, ninguém mais tem o direito de duvidar do amor de Deus pela humanidade. Disse o próprio Jesus que “Deus amou a tal ponto o mundo que deu o seu Filho Único para que todo aquele que nele crer não morra, mas tenha a vida eterna.” (João 3, 16)
São Paulo explica a grandeza desse amor de Deus por nós com as palavras aos romanos: “Mas eis aqui uma prova brilhante de amor de Deus por nós: quando éramos ainda pecadores, Cristo morreu por nós… Se, quando éramos ainda inimigos, fomos reconciliados com Deus pela morte de seu Filho, com muito mais razão, estando já reconciliados, seremos salvos por sua vida.” (Romanos 5,8-10)
Cristo veio a este mundo para nos salvar, para morrer por nós. Deus humanado morreu por nós. O que mais poderíamos exigir de Deus para demonstrar a nós o seu amor? Sem isto a humanidade estaria definitivamente longe de Deus por toda a eternidade, vivendo o inferno, a separação de Deus. Por que?
Porque o homem pecou e peca, desde os nossos primeiros antepassados; e o pecado é uma ofensa grave a Deus, uma desobediência às suas santas Leis que rompe nossa comunhão com Ele; e esta ofensa se torna Infinita diante da Majestade de Deus que é Infinita. Por isso, diante da Justiça de Deus, somente uma reparação de valor Infinito poderia reparar essa ofensa da humanidade a Deus. E, como não havia um homem sequer capaz de reparar com o seu sacrifício esta ofensa infinita a Deus, então, o próprio Deus na Pessoa do Verbo veio realizar essa missão.
Não pense que Deus seja malvado e que exige o Sacrifício cruento do Seu Filho na Cruz, por mero deleite ou para tirar vingança da humanidade. Não, não se trata disso. Acontece que Deus é Amor, mas também é Justiça. O Amor é Justo. Quem erra deve reparar o seu erro; mesmo humanamente exigimos isto; esta lei não existe no meio dos animais. Então, como a humanidade prevaricou contra Deus, ela tinha de reparar essa ofensa não simplesmente a Deus, mas à Justiça divina sob a qual este mundo foi erigido. Sabemos que no Juízo Final Deus fará toda justiça com cada um; cada injustiça que nos foi feita será reparada no Dia do Juízo.
Nisto vemos o quanto Deus ama, valoriza, respeita o homem. O Verbo divino se apresentou diante do Pai e se ofereceu para salvar a sua mais bela criatura, gerada “à sua imagem e semelhança” (Gênesis 1, 26).
A Carta aos Hebreus explica bem este fato transcendente: “Eis por que, ao entrar no mundo, Cristo diz: Não quiseste sacrifício nem oblação, mas me formaste um corpo. Holocaustos e sacrifícios pelo pecado não te agradam. Então eu disse: Eis que venho (porque é de mim que está escrito no rolo do livro), venho, ó Deus, para fazer a tua vontade (Sl 39,7ss). Disse primeiro: Tu não quiseste, tu não recebeste com agrado os sacrifícios nem as ofertas, nem os holocaustos, nem as vítimas pelo pecado (quer dizer, as imolações legais). Em seguida, ajuntou: Eis que venho para fazer a tua vontade. Assim, aboliu o antigo regime e estabeleceu uma nova economia. Foi em virtude desta vontade de Deus que temos sido santificados uma vez para sempre, pela oblação do corpo de Jesus Cristo.Enquanto todo sacerdote se ocupa diariamente com o seu ministério e repete inúmeras vezes os mesmos sacrifícios que, todavia, não conseguem apagar os pecados, Cristo ofereceu pelos pecados um único sacrifício e logo em seguida tomou lugar para sempre à direita de Deus. “ (Hebreus 10,5-10).
A Semana Santa celebra todos os anos este Acontecimento inefável: a Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus Cristo para a salvação da humanidade; para o seu resgate das mãos do demônio, e a sua transferência para o mundo da luz, para a liberdade dos filhos de Deus. Estávamos todos cativos do demônio, que no Paraíso tomou posse da humanidade pelo pecado. E com o pecado veio a morte (Rom 6,23).
Mas agora Jesus nos libertou; “pagou o preço do nosso Resgate”. Disse São Paulo: “Sepultados com ele no batismo, com ele também ressuscitastes por vossa fé no poder de Deus, que o ressuscitou dos mortos. Mortos pelos vossos pecados e pela incircuncisão da vossa carne, chamou-vos novamente à vida em companhia com ele. É ele que nos perdoou todos os pecados, cancelando o documento escrito contra nós, cujas prescrições nos condenavam. Aboliu-o definitivamente, ao encravá-lo na cruz. Espoliou os principados e potestades, e os expôs ao ridículo, triunfando deles pela cruz. (Col 2, 12-14)
Quando fomos batizados, aplicou-se a cada um de nós os efeitos da Morte e Ressurreição de Jesus; a pia batismal é portanto o túmulo do nosso homem velho e o berço do nosso homem novo que vive para Deus e sua Justiça. É por isso que na Vigília Pascal do Sábado Santo renovamos as Promessas do Batismo.
O cristão que entendeu tudo isso celebra a Semana Santa com grande alegria e recebe muitas graças. Aqueles que fogem para as praias e os passeios, fazendo apenas um grande feriado; é porque ainda não entenderam a grandeza da Semana Santa e não experimentaram ainda suas graças. Ajudemos essas pessoas a conhecerem tão grande Mistério de Amor.
O cristão católico convicto celebra com alegria cada função litúrgica do Tríduo Pascal e da Páscoa. Toda a Quaresma nos prepara para celebrar com as disposições necessárias a Semana Santa. Ela com a celebração da Entrada de Jesus em Jerusalém (Domingo de Ramos). O povo simples e fervoroso aclama Jesus como Salvador. O povo grita “Hosana!”; “Salva-nos!” Ele é Redentor do homem. Nós também precisamos proclamar que Ele, e só Ele, é o nosso Salvador (cf. At 4,12).
Na Missa dos Santos Óleos a Igreja celebra a Instituição do Sacramento da Ordem e a bênção dos santos óleos do Batismo, da Crisma e da Unção dos Enfermos. Na Missa do Lava Pés na noite da Quinta Feira Santa, a Igreja celebra a Última Ceia de Jesus com os Apóstolos onde Ele instituiu a sagrada Eucaristia e deu suas últimas orientações aos Apóstolos.
Na Sexta Feira Santa a Igreja guarda o Grande Silencio diante da celebração da morte do seu Senhor. Às três horas da tarde é celebrada a Paixão e Morte do Senhor. Em seguida a Procissão do Senhor morto por cada um de nós. Cristo não está morto, e nem morre outra vez, mas celebrar a sua Morte é participar dos frutos da Redenção.
Na Vigília Pascal a Igreja canta o “Exultet”, o canto da Páscoa, a celebração da Ressurreição do Senhor que venceu a morte, a dor, o inferno, o pecado. É o canto da Vitória. “Ó morte onde está o teu aguilhão?”
A vitória de Cristo é a vitória de cada um de nós que morreu com Ele no Batismo e ressuscitou para a vida permanente em Deus; agora e na eternidade.
Celebrar a Semana Santa é celebrar a vida, a vitória para sempre. É recomeçar uma vida nova, longe do pecado e em comunhão mais intima com Deus. Diante de um mundo carente de esperança, que desanima da vida porque não conhece a sua beleza, celebrar a Semana Santa é fortalecer a esperança que dá a vida. O Papa Bento XVI disse em sua encíclica “Spe Salvi”, que sem Deus não há esperança; e sem esperança não há vida.
Esta é a Semana Santa que o mundo precisa celebrar para vencer seus males, suas tristezas, suas desesperanças.

Prof. Felipe Aquinohttp://www.cleofas.com.br/

02 abril 2009

João Paulo II, 4 anos de saudade

Hoje celebramos o quarto aniversário da partida para o céu do nosso
QUERIDO JOÃO PAULO II
Recordo-te Pai e Pastor... com saudade...
Um dia disseste de Francisco de Assis :o mundo tem saudades de ti!".
Pois é querido JP II, também de ti o mundo tem saudades.
Da janela da Casa do Pai, por favor, abençoa-nos...

CTT assinalam 800 anos da Ordem Franciscana




Autoridades civis e religiosas juntaram-se ao Ministro Geral da Ordem na evocação da vida e obra dos Frades Menores
A comemoração dos 800 anos da Ordem dos Frades Menores contou esta manhã, com a emissão de um selo comemorativo. Os Correios de Portugal associam-se a esta ocasião dando continuidade à “política filatélica que marca o viver colectivo”, explica à Agência ECCLESIA Pedro Coelho, vice presidente dos CTT.
Em 1982, os CTT associaram-se também ao aniversário do nascimento da Ordem dos Frades Menores. Explica o vice-presidente que esta efeméride “não é exclusiva da Igreja ou do catolicismo, mas é de todos e do mundo. Esta herança espiritual transcende inspiração social e humanista”.
A emissão do selo e bloco filatélico que, evocam plasticamente o espírito e o ideal da Ordem Franciscana, foi considerada pelo Ministro geral dos Franciscanos, Frei José Rodriguez Carballo, presente em Portugal para a celebração dos 800 anos, uma iniciativa evangelizadora. “São 400 mil selos que se convertem em 400 mil mensagens que se espalham pelo mundo não só por Portugal”.
A Ordem Franciscana está presente em 114 países dos cinco continentes. Mais de 600 mil irmãos e irmãs partilham os valores de São Francisco de Assis, valores de solidariedade e fraternidade.
“São Francisco não é moderno”, considerou o Ministro geral, “mas é muito actual. Os valores que viveu nem sempre são os valores da nossa sociedade, mas são os valores que a sociedade precisa”, indicou.
Numa altura de crise económica mundial, “apenas com os valores de Francisco se poderá sair da crise”.
Também o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Costa, assinalou o valores da solidariedade como “cada vez mais actuais. Sempre que julgamos ter virado uma página a história recorda-nos que há valores a alimentar e conservar, porque são aqueles que são eternos e em todas as situações e momentos devem inspirar o ser humano. Na conjectura actual, fazem ainda mais sentido”.
Após a cerimónia de e missão filatélica, foi inaugurado o «Memorial da Fraternidade», situado no Parque do Seminário, na Casa da Fraternidade Franciscana, na Luz, em Lisboa. O Ministro Provincial apontou que esse será um lugar de encontro, de comunhão e também de memória. “Os nossos irmãos não são apenas os que vivem, mas os que já viveram”. O memorial tem inscritos os nomes dos irmãos que residiram na província.
Após a benção do memorial, feito pelo Arquitecto Sousa Araújo, que pretendeu evocar o “momento da levitação”, os presentes na inauguração lançaram sírios que ficaram a boiar na água. O Ministro geral, o guardião da casa e o presidente da autarquia depositaram ainda uma coroa de flores no local.
Foi ainda inaugurado o «Painel do Envio», situado no exterior do Externato da Luz.
Presente em toda a cerimónia esteve D. António Montes, Bispo de Bragança – Miranda e franciscano. À Agência ECCLESIA o Bispo assume que “o serviço da Igreja está muito de acordo com o serviço fransciscano”.
D. António Montes apontou que o mundo precisa de obras de solidariedade. “A solidariedade é uma redundância da caridade cristã, que assume vários níveis. Há solidariedade distinta da religiosa, mas a que tem uma base religiosa é mais ampla e profunda, para além de mais universal”.
Num momento de crise “este é um apelo maior, para viver uma vida mais moderada, mais comedida”.
“Não é possível viver na abundância nem acima das possibilidades. Para que haja partilha tem de haver moderação de vida. Assim sentimo-nos mais fraternos uns em relação aos outros”. Um apelo também dirigido aos francoiscanos. “Qualquer que seja a função que se desempenhe, que estejamos sempre ao serviço da população e da humanidade”.

in http://ecclesia.pt/

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