Retalhos Bem-vindo! Retalhos Willkommen! Retalhos Bienvenido! Retalhos Bienvenue! Retalhos Benvenuti! Retalhos Welcome! Retalhos 歡迎! Retalhos Καλως ηλθατε! Retalhos Добро пожаловать! Retalhos!مرحبا Retalhos

Senhor! Fazei-me instrumento da vossa paz!

VÍDEOS: Para visualizar e ouvir os vídeos deverá dasativar a música de fundo no painel aqui do lado esquerdo

09 maio 2009

Dia da Europa, Bandeira da Imaculada

Que é o Dia da Europa ?

Poucos cidadãos europeus sabem que a 9 de Maio de 1950 nasceu a Europa comunitária, numa altura em que, devemos recordá-lo, a perspectiva de uma terceira guerra mundial angustiava toda a Europa. Nesse dia, em Paris, a imprensa foi convocada para as dezoito horas no Salon de l'Horloge do Quai d'Orsay, quartel-general do Ministério dos Negócios Estrangeiros francês, para uma "comunicação da maior importância". As primeiras linhas da declaração de 9 de Maio de 1950, redigida por Jean Monnet, comentada e lida à imprensa por Robert Schuman, Ministro dos Negócios Estrangeiros da França, dão imediatamente uma ideia da ambição da proposta: "A paz mundial não poderá ser salvaguardada sem uma criatividade à medida dos perigos que a ameaçam". "Através da colocação em comum de produções de base e da instituição de uma Alta Autoridade nova, cujas decisões ligarão a França, a Alemanha e os países que a ela aderirem, esta proposta constituirá a primeira base concreta de uma federação europeia, indispensável à preservação da paz". Era assim proposta a criação de uma instituição europeia supranacional, incumbida de gerir as matérias-primas que nessa altura constituíam a base do poderio militar, o carvão e o aço. Ora, os países convidados a renunciar desta forma ao controlo exclusivamente nacional destes recursos fundamentais para a guerra, só há muito pouco tempo tinham deixado de se destruir mutuamente num conflito terrível, de que tinham resultado incalculáveis prejuízos materiais e, sobretudo, danos morais: ódios, rancores e preconceitos. Assim, tudo começou nesse dia, razão que levou os Chefes de Estado e de Governo, na Cimeira de Milão de 1985, a decidirem celebrar o 9 de Maio como "Dia da Europa". Os diversos países, ao decidirem democraticamente aderir à União Europeia, adoptam os valores da paz e da solidariedade, pedra angular do edifício comunitário. Estes valores concretizam-se no desenvolvimento económico e social e no equilíbrio ambiental e regional, únicos garantes de uma repartição equilibrada do bem-estar entre os cidadãos. A Europa, enquanto conjunto de povos conscientes de pertencerem a uma mesma entidade que abrange culturas análogas ou complementares, existe já há séculos. No entanto, a consciência desta unidade fundamental, enquanto não deu origem a regras e a instituições, não pôde evitar os conflitos entre os países europeus. Ainda hoje, alguns países que não fazem parte da União Europeia não estão ao abrigo de tragédias terríveis. Como qualquer obra humana desta envergadura, a integração da Europa não se constrói num dia, nem em algumas décadas: as lacunas são ainda numerosas e as imperfeições evidentes. A construção iniciada imediatamente a seguir à II Guerra Mundial foi muito inovadora: o que nos séculos ou milénios precedentes podia assemelhar-se a uma tentativa de união, foi na realidade o fruto de uma vitória de uns sobre os outros. Estas construções não podiam durar, pois os vencidos só tinham uma aspiração: recuperar a sua autonomia. Hoje ambicionamos algo completamente diferente: construir uma Europa que respeite a liberdade e a identidade de cada um dos povos que a compõem, gerida em conjunto e aplicando o princípio segundo o qual apenas se deve fazer em comum o que pode ser mais bem feito dessa forma. Só a união dos povos pode garantir à Europa o controlo do seu destino e a sua influência no mundo. A União Europeia está atenta aos desejos dos cidadãos e coloca-se ao seu serviço. Conservando a sua especificidade, os seus hábitos e a sua língua, todos os cidadãos se devem sentir em casa na "pátria europeia", onde podem circular livremente.
In: http://europa.eu





Bandeira e Imaculada Conceição

Esta Europa que incompreensivelmente renega raízes cristãs, e pretende apresentar-se ao mundo como laica, adoptou, sem saber, na sua bandeira, símbolos cristãos; melhor: de inspiração mariana.
Os que conhecem a história do povo europeu sabem que nada há que os una: língua, costumes, tradições, divergem, e o passado remoto encontra-se carregado de ódios e atrozes aleivosias. Apenas a crença os pode ligar: todos se declaram cristãos.
Mas a teima de serem ou parecerem laicos, leva-os ao apartamento de qualquer símbolo religioso. Cristo não tem cabimento na U.E., segundo parecer de quem manda no velho continente, ainda que o povo – apesar do esforço do poder, – mantenha-se fiel à Fé.
Quando a 29 de Maio de 1986, o Secretário-geral do Conselho da Europa, Marcelo Oreja, hasteou a bandeira, no palácio de Berlamont, estava longe de imaginar que a divisa da Europa era imbuída de símbolos católicos.
Na época, poucos conheciam a razão das doze estrelas sobre fundo azul. Anos depois, quando já não era possível recuar, foi explicado o verdadeiro significado.
“Lourdes Magazine” revista publicada pelo conhecido santuário francês, em Julho de 2004, revelou o que há muito constava.
A bandeira foi inspirada na visão de Catarina Labouré, jovem noviça. Foi a 27 de Novembro de 1830. Estava Catarina na capela das Irmãs de Caridade, na Rua do Bac, em Paris, apareceu-lhe a Virgem e disse-lhe que mandasse cunhar medalha, a que chamou de “Milagrosa”.
Esta, apresenta Maria com os pés pousados no mundo e no verso, o monograma da Mãe de Jesus, a cruz e dois corações, tudo circundado por 12 estrelas que é a coroa da Virgem.
Ora quando Arséme Heitz idealizou a bandeira, inspirou-se nessa visão. Segundo o autor, o azul representa o céu e as 12 estrelas, o resplendor que cerca a cabeça da Imaculada Conceição.
Se os “agnósticos” europeus fossem mais versados em temas bíblicos, não desconheceriam, igualmente, que o Apocalipse 12:1, descreve mulher resplandecente como Sol, coroada de 12 estrelas. Nem ignorariam que 12 foram os filhos de Jacob; 12 são as tribos de Israel; e 12 os Apóstolos.
Mas como desconheciam a simbologia bíblica, e ainda menos a visão de Santa Catarina de Labouré – ou Deus os cegou, – pensaram que o número 12 era sinal de: perfeição, plenitude e unidade; lembrando-se dos 12 meses do ano e dos 12 signos do Zodíaco.
E a 8 de Dezembro de 1955 – que coincidência! - aprovaram a bandeira, que tem estampado, sobre azul celeste, o símbolo da pureza da Imaculada Conceição.
Por onde se conclui que, renegando raízes cristãs, a Europa mostra, na divisa, a coroa da Virgem Santíssima.
Deste jeito se infere que o povo tem razão ao afirmar: Deus escreve torto por linhas direitas.

A Medalha Milagrosa, que a Virgem recomendou trazer junto ao peito, não é amuleto. As graças, segundo Ela, serão abundantes, se existir fé e se cumpra ou se tente cumprir, os Mandamentos.
Em 1842 foi um grande acontecimento a conversão do banqueiro judeu, Afonso Ratisbonne, após haver recebido a Medalha Milagrosa. Este homem de negócios veio afundar, com o irmão Teodoro Ratisbonne, a Congregação dos Missionários de N ª Senhora do Sion.
Dezanove anos depois das aparições, em Paris, foi erguido o Santuário de Nª Senhora das Graças, no Monte Sião, Minas Gerais, com o fim de difundir a Medalha Milagrosa.
HUMBERTO PINHO DA SILVA


3 comentários:

maresia disse...

Dia da Europa, nove de Maio.
Faz hoje um ano que que o projecto curricular, vivido no meu Agrupamento de Escolas durante esse ano lectivo, teve o seu auge neste dia com um desfile, no qual estavam representados todos os países da União Europeia; cada escola se debruçou sobre o estudo de cada um dos países. Foi um trabalho interessante. Mas, por outro lado,como é que esta Comunidade que tem por base estes pilares, renega o Cristianismo como vivência dos povos, que a compôem?
"Os diversos países, ao decidirem democraticamente aderir à União Europeia, adoptam os valores da paz e da solidariedade, pedra angular do edifício comunitário."
Os pequenos não entendem estas decisões, mas devem falar delas e expressar o que lhes vai no coração.

Miguel disse...

Penso que o comum dos cidadãos europeus não tem consciência da importância do dia 9 de Maio. Em todo o caso, se não o lesse aqui no retalhos, eu não me dava conta desse dia. E não é porque talvez não tivesse consciência de ser cidadão desta Europa e a tentar por todos os meios ao meu alcance que pelo menos aquele pequeno pedaço da Europa à minha volta reforce as suas raízes cristãs e não perca de vista os altos objectivos e motivações que levaram à constituição da grande Europa. E quando digo "grande" não me refiro à dimensão geográfica porque, comparada com outros continentes, a Europa até é pequena. Mas refiro-me ao seu passado de grandeza - em meio a muitos limites, com certeza -, berço de muitos santos e heróis, portadora da mensagem cristã para muitas outras nações.
Por isso, sejamos fiéis ao que herdámos dos nossos antepassados e façamos todo o possível para uma Europa de valores cristãos! Que Nossa Senhora, cuja coroa de doze estrelas está na bandeira da Europa, a todos nos abençoe!

lena disse...

Pois é! Aparentemente poderiam ser coincidências! Mas, se não há coincidências, o simbolismo de tal sincronicidade é profundo. E se "Deus nos fala direito por linhas tortas", então, nem que seja por simples acto de FÉ, é necessário olhar para o mmundo perdido com olhos de Esperaça!
Portugal, através de Fátima, abre caminho com os mesmos olhos de Vieira, Pessoa, Agostinho da Silva... e, sentindo a protecção que o envolve, espalha (sem espalhafato...) essa esperança, esse caminho, essa Fé num Futuro que se pretende próximo, para bem da Europa e da Terra toda!
PAZ e BEM

AVISO LEGAL – Procurarei fazer, neste blog, uma utilização cautelosa de textos, imagens, sons e outros dados, respeitando os direitos autoriais dos mesmos. Sempre que a legislação exigir, ou reclamados os referidos direitos de autor, procurarei prontamente respeitá-los, corrigindo informação ou retirando os mesmos do blog

 
© 2009 | RETALHOS 2 | Por Templates para Você