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SANTA E FELIZ PÁSCOA!

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23 junho 2009

ORAÇÃO PARA O ANO SACERDOTAL

Senhor JESUS,
Vós quisestes dar a Igreja, em São João Maria Vianney, uma imagem vivente e uma personificação da caridade pastoral.
Ajudai-nos a viver bem este Ano Sacerdotal, em sua companhia e com o seu exemplo.
Fazei que, a exemplo do Santo Cura D’Ars, possamos aprender como estar felizes e com dignidade diante do Santíssimo Sacramento, como seja simples e quotidiana a vossa Palavra que nos ensina, como seja terno o amor com o qual acolheu os pecadores arrependidos, como seja consolador o abandono confiante à vossa Santíssima Mãe Imaculada e como seja necessária a luta vigilante e fiel contra o Maligno.
Fazei, ó SENHOR JESUS que, com o exemplo do Cura D’Ars, os nossos jovens possam sempre mais aprender o quanto seja necessário, humilde e glorioso, o ministério sacerdotal que quereis confiar àqueles que se abrem ao vosso chamado.
Fazei que também em nossas comunidades, tal como aconteceu em Ars, se realizem as mesmas maravilhas de graça que fazeis acontecer quando um sacerdote sabe “colocar amor na sua paróquia”.
Fazei que as nossas famílias cristãs saibam descobrir na Igreja a própria casa, na qual os vossos ministros possam ser sempre encontrados, e saibam fazê-la bela como uma igreja.
Fazei que a caridade dos nossos pastores anime e acenda a caridade de todos os fiéis, de tal modo que todos os carismas, doados pelo Espírito Santo, possam ser acolhidos e valorizados.
Mas, sobretudo, ó SENHOR JESUS, concedei-nos o ardor e a verdade do coração, para que possamos dirigir-nos ao vosso Pai Celeste, fazendo nossas as mesmas palavras de São João Maria Vianney:
Eu Vos amo, meu DEUS, e o meu único desejo é amar-Vos até o último suspiro da minha vida.
Eu Vos amo, Deus infinitamente amável, e prefiro morrer amando-Vos a viver um só instante sem Vos amar.
Eu Vos amo, SENHOR, e a única graça que Vos peço é a de amar-Vos eternamente.
Eu Vos amo, meu DEUS, e desejo o céu para ter a felicidade de Vos amar perfeitamente.
Eu Vos amo, meu DEUS infinitamente bom, e temo o inferno porque lá não haverá nunca a consolação de Vos amar.
Meu DEUS, se a minha língua não Vos pode dizer a todo o momento que Vos amo, quero que o meu coração Vo-lo repita cada vez que respiro.
Meu DEUS, concedei-me a graça de sofrer amando-Vos e de Vos amar sofrendo.
Eu Vos amo, meu divino Salvador, porque fostes crucificado por mim e porque me tendes aqui em baixo crucificado por Vós.
Meu DEUS, concedei-me a graça de morrer amando-Vos e de saber que Vos amo.
Meu DEUS, à medida que me aproximo do meu fim, concedei-me a graça de aumentar e aperfeiçoar o meu amor.
Amém.
S. João Maria Vianney

21 junho 2009

Cap. Geral: Palavra de encerramento

Amigos da Família Retalhos.
Neste dia em que terminou o Capítulo Geral da Ordem, em Assis, quero agradecer a vossa companhia orante. Aqui, e a partir deste simples espaço, fomos acompanhando os trabalhos.
Muito iremos continuar a publicar e a partilhar convosco porque, pelo menos para mim, em textos, mensagens, fotos e vídeos muito há ainda para partilhar.
Mas hoje quero deixar convosco o texto final de Fr. José Rodriguez Carballo - Ministro Geral - dirigida esta manhã aos irmãos ao redor da Capelinha da Porciúncula (na foto) no encerramento do Capítulo.
Que a todos Deus, por intermédio de Francisco e Clara nos abençoe.


MENSAGEM FINAL DO MINISTRO GERAL

Queridos irmãos: O Senhor vos dê a paz!

Com a graça do Senhor chegámos ao fim do nosso 187º Capítulo Geral. Durante quatro semanas aqui nos reunimos, na Porciúncula, onde faz agora 800 anos começou a aventura franciscana, sob o olhar maternal de Santa Maria dos Anjos. Foram dias vividos numa intensa atitude orante, nos quais invocámos a presença do Senhor ressucitado e do seu Espírito no meio de nós. Foram dias de alegre encontro fraterno que nos permitiram abraçar irmãos provenientes de todos os continentes e de mais de 110 paises, de diferentes raças e culturas. Na diversidade que nos caracteriza reconhecemos a feliz notícia de um Deus sempre fecundo. Foram dias de profunda reflexão, o que nos permitiu lançar alto o olhar no camino –moratorium- para ver onde estamos e até onde queremos e devemos caminhar. Foram dias de projecção, que nos permitem olhar o futuro com esperança. Como não pensar, então, naquele primeiro pentecóstes que viu reunidos no cenáculo os discípulos com a Maria, “aguardando” a vinda do Espírito? Como não pensar num novo pentecóstes para a nossa Ordem que este ano celebra os seus 800 anos de fundação? Como não pensar nos primeros capítulos da Ordem os quais tratavam de tudo o que se relacionava com a vida e missão dos irmãos? Por tudo isso, fazemos nosso o canto do salmo responsorial: Alegra-se o nosso coração no Senhor, ao mesmo tempo que confessamos cheios de alegria: O Senhor revestiu-nos com as vestes da salvação.
Nestes dias olhamos o nosso passado e o nosso presente, recordando a graça das nossas origens. Pela santidade e a alegre fidelidade de tantos irmãos de ontem e de hoje, com o coração a transbordar de alegria, dizemos ao Altíssimo, Omnipotente e bom Senhor: pelo dom dos irmãos, louvado sejas meu Senhor!. Este olhar positivo e agradecido ao nosso passado e ao nosso presente não nos impede ver as sombras e as infidelidades, o cansaço e as rotinas, que, a miúdo, acompanham o nosso caminhar. Por tudo isso, enquanto pedimos perdão, assumimos com renovado compromisso o chamamento a nascer de novo (Jo 3, 3) para acolher, pessoalmente e institucionalmente, o Evangelho como forma de vida, sem ceder à constante tentação de domesticar as suas exigências mais radicais para as adaptar a um cómodo estilo de vida.

Agora, terminado o Capítulo, apresenta-se diante de nós o presente/futuro, como tempo do Espírito. E então perguntamos a nós mesmos: que devemos fazer irmãos? (Act 2, 37)

O Senhor durante estes dias de Capítulo disse-nos de mil formas: Ide e pregai o Evangelho a todas as nações (Mt 28, 19-20), e tornando-se presente no meio de nós envia: Ide a anunciar aos meus irmãos que partam para a Galilea, ali me verão (Mt 28, 10). Desde o ícone do Cristo de São Damião, o Senhor nos disse como a Francisco, Vai e repara a minha Igreja. Cristo Ressucitado espera-nos no espaçoso claustro que é o mundo, ali onde vive o homem, ali onde se encontra na sua diversidade, ali onde sofre, trabalha e espera. Uma vez mais o Ressucitado nos diz: Não me retenhais (Jo 20, 17). A nossa condição é a de ser testemunhas do Ressuscitado na Galileia das nações (Is 8, 23), no meio das gentes, inter gentes, em qualquer país ou nação, aos que estão longe e aos que estão perto (Ef 2, 17). Quem se encontrou com Cristo ressucitado não pode deixar de o anunciar, como Maria Madalena (cf. Mc 16, 10). Quem encontrou a pérola preciosa não pode deixar de comunicar tal descoberta a quantos encontra pelo caminho (cf. Mt 13,46). Cristo é a nossa “pérola”, não podemos “retê-la” para nós mesmos. Ide, saí, ao mundo inteiro. A missão evangelizadora não é para nós apenas mais uma actividade, mas sim é a nossa definição, pois, somos efectivamente: Missionários no coração do mundo, como irmãos e menores, com o coração voltado para o Senhor.
Estamos conscientes de que a missão que nos espera é árdua. O terreno no qual temos que semear a semente do Evangelho, o coração do homem, está cheio de obstáculos, como nos recorda a parábola do semeador (cf. Mt 13, 3). Mas estamos igualmente conscientes que a força germinativa da semente da Palavra de Deus não diminuiu. Vivemos nem momento de crise, que para alguns possivelmente comporta uma ameaça mortal e que para outros pode ser uma prova de fé no Senhor da história e na sua presênça indefectivel. O momento em que vivemos é delicado e decisivo. Mas temos que estar bem consciêntes de que este é o tempo de Deus e, enquanto tal, revela novas oportunidades, purifica, desperta potencialidades, revela sinais de futuro e de ressurreição. Em todo o caso não podemos ser ingénuos. O semeador, cada um de nós, há-de conhecer bem o campo da sementeira, conhecer os seus elementos positivos e valorizar, com precisão, os obstáculos (cf. Mt 13, 18-23). Necessitamos conhecer bem o coração dos homens aos quais nos dirigimos, o seu modo de pensar e de se situar. Torna-se necessário entrar numa constante actitude de discernimento, examinando tudo, para ficarmos com o essencial (cf. 1Ts 5, 21). Torna-se necessário, também, viver em estreita relação com todos os homens e mulheres, nossos contemporâneos. Somos, e temos de continuar sendo, os frades do povo. Com o povo, particularmente com os mais pobres, somos chamados a sentir-nos mendicantes de sentido, fazendo nossas as suas próprias procuras, deixando-nos interpelar por tantas situações negativas do contexto em que vivemos.

Também é necessário estar bem preparados intelectualmente, para uma leitura atenta dos sinais dos tempos e dos lugares, e poder, deste modo, dar uma resposta evangélica a todos eles. Essa resposta implica, da nossa parte, elaborar e levar a cabo novos projectos de evangelização para as situações actuais (VC 73). Essa é a nossa grande responsabilidade nestes momentos. De nós, filhos de Francisco de Assis, o mundo espera, e tem pleno dereito a isso, que trabalhemos como instrumentos de paz e de reconciliação, numa sociedade profundamente marcada pela violência e as divisões, assim como pela salvaguarda da criação, quando esta está seriamente ameaçada. De nós, filhos do Poverello, o mundo espera, e tem pleno direito a isso, que sejamos homens que fomentam o diálogo entre as culturas, as gerações, as religiões, as correntes de pensamento, a fim de propiciar o conhecimento e o reconhecimento mutuos e a procura de caminhos comuns para instaurar um mundo irmanado nas ricas e sãs diferenças. De nós, Irmãos Menores, o mundo espera, e tem pleno direito a isso, que sejamos menores entre os menores, e solidários com todos, homens que trabalhem para que de uma economia de mercado se passe a uma economia solidária, que crie redes de comunicação que beneficiem a inter-dependência de bens e recursos com o objectivo de uma vida digna para todos. A nossa missão evangelizadora implica tudo isso, como implica ir ali onde todavia não estamos, abrindo novos projectos missionários para colaborar com a Igreja na implantação do Reino de Deus, por vezes somente com a presença silenciosa, mas sempre fecunda, e na implantação da Ordem, ali onde isto seja possível. Por tudo isso passa a nossa missão evangelizadora, a qual dedicamos as nossas reflexões durante este Capítulo de Pentecóstes 2009. Por tudo isso passa a fidelidade criativa e alegre que somos chamados a testemunhar (cf. VC 37) nestes momentos delicados e duros, não isentos de tensões e de provas, mas cheio, também, de grandes possibilidades (cf. VC 13). Tudo isto é necessário se queremos reproduzir com audácia e criatividade a santidade de Francisco (cf. VC 37), e de tantos irmãos que nos precederam nestes 800 anos de caminho da nossa Fraternidade.
Durante o Capítulo sentimos fortemente o chamamento a uma profunda renovação para ser fiéis à graça das origens, mas sabemos muito bem que a garantia de uma tal renovação está na procura de uma sintonia cada vez mais plena com o Senhor (cf. VC 37). Só Ele pode manter constantemente o vigor e a autenticidade das origens e, ao mesmo tempo, infundir a coragem da audácia e da criatividade para responder aos sinais dos tempos (CdC 20). Só reencontrando o primeiro amor seremos fortes e audazes, pois somente esse amor pode infundir valor e ousadia, em tempos como os nossos. Eis aí, então, o chamamento mais urgente que nos vem do Evangelho e da nossa condição de discípulos e missionários: uma profunda converção do coração e um voltar-se constantemente para o Senhor. Não podemos esquecer que é Deus aquele que torna fecundo e fértil o terreno da missão evangelizadora. É Ele, e só Ele, quem faz crescer a semente (cf. Mc 4, 27). A evangelização é acima de tudo obra da força do alto. No Cenáculo os discípulos recebem o Espírito. É Ele quem dá a Pedro a força para proclamar o Evangelho no dia de Pentecóstes. Do mesmo modo, aqueles que quiserem anunciar com coragem o Evangelho na Galileia das nações hão-de encontrar-se no Cenáculo, com Maria, e receber o Espírito Santo. Ele é o único que pode mover os nossos corações e os nossos pés para ir até aos confins da terra e ali, nas condições mais diversas e, por vezes, mais adversas, pregar a Jesus Cristo como a Boa Nova do Pai das misericórdias à humanidade. Ele é o único que pode abrir o coração dos homens e mulheres do nosso tempo para acolher tal Boa Nova. É a força do Espírito aquela que nos tornará verdadeiramente livres. Por outro lado, só quem, como Maria, se deixa habitar pela Palavra, poderá comunicá-la aos outros (cf. Lc 1, 39-44). Só quem, como Francisco, se deixa encontrar pelo Evangelho, poderá ser Evangelho vivo.

Maria, vírgem da atenção, alcança-nos do Senhor a capacidade para conservar no nosso coração o mistério de Deus e dos homens.
Maria, crente aberta ao Espírito, alcança-nos do Senhor a docilidade incondicional às suas inspirações.
Maria, primeira evangelizadora, alcança-nos do Senhor a audácia de levar a Boa Nova aos nossos contemporâneos.
Maria, mulher feita serviço, alcança-nos do Senhor a capacidade de servir ao Evangelho e aos seus primeiros destinatários, os pobres.
Maria, bendita entre as mulheres, alcança-nos do Senhor a graça de saber estar sempre ao lado de quem necessite de nós.
Maria, donzela de Nazaré, alcança-nos do Senhor a valentia de dizer-lhe sempre SIM, agora e na hora da nossa morte. Amén.
Fr. José Rodriguez Carballo
Ministro Geral da OFM
(Tradução do Espanhol para a língua portuguesa: Fr. Albertino Rodrigues OFM))

19 junho 2009

ANO SACERDOTAL

ANO SACERDOTAL: ORIENTAÇÕES ESPIRITUAIS E PASTORAIS

Hoje, em todo o mundo, inicia-se o ANO SACERDOTAL.
Em Lisboa haverá uma Eucaristia Solene na Basílica da Estrela, ao fim da tarde, para a qual foram convocados todos os Sacerdotes.


Por agora, e para marcar este acontecimento, fica aqui um texto que nos ajuda a entender o porquê da importância do Papa ter convocado a Igreja para um Jubileu destes.



"Os sacerdotes e fiéis que realizarem determinados exercícios de piedade durante o Ano Sacerdotal receberão a indulgência plenária. A informação é adiantada num decreto divulgado pela Sala de Imprensa da Santa Sé, assinado pelo cardeal James Francis Stafford e pelo bispo Gianfranco Girotti, O.F.M., respectivamente penitenciário maior e regente da Penitenciaria Apostólica.

A Igreja celebrará este ano de 19 de Junho de 2009 até ao mesmo dia do ano seguinte, por ocasião do 150.º aniversário da morte de São João Maria Vianney, o Cura de Ars.

O Ano Sacerdotal começará no dia da solenidade do Sagrado Coração de Jesus, com a celebração das vésperas, presidida pelo Papa, diante das relíquias de São João Maria Vianney, levadas a Roma pelo bispo de Belley-Ars.

O decreto explica detalhadamente as modalidades para a obtenção das indulgências. Em primeiro lugar, poderão obter a indulgência plenária os sacerdotes que, “arrependidos de coração”, rezem qualquer dia as Laudes ou Vésperas diante do Santíssimo Sacramento exposto para a adoração pública ou no sacrário e, seguindo o exemplo de São João Maria Vianney, se ofereçam para celebrar os sacramentos, sobretudo a Confissão, “com espírito generoso e disposto”.

O texto indica que os sacerdotes poderão beneficiar da indulgência plenária aplicável a outros sacerdotes defuntos como sufrágio, se, em conformidade com as disposições vigentes, se confessarem, comungarem e rezarem pelas intenções do Papa.

Por outro lado, todos os cristãos poderão beneficiar de indulgência plenária sempre que, “arrependidos de coração”, participarem na Missa e oferecerem pelos sacerdotes da Igreja orações a Jesus Cristo e qualquer boa obra.

Tudo isso complementado com o sacramento da confissão e a oração pelas intenções do Papa “nos dias em que se abra e se conclua o Ano Sacerdotal, no dia do 150.º aniversário da morte de São João Maria Vianney, nas primeiras Quintas-feiras de cada mês ou em qualquer outro dia estabelecido pelos Ordinários dos lugares para a utilidade dos fiéis”.

O texto indica que o Santo Cura de Ars “aqui na terra, foi um maravilhoso modelo de verdadeiro pastor do rebanho de Cristo”.

Também destaca que as indulgências podem ajudar os sacerdotes, junto com a oração e as boas obras, a obter “a graça de resplandecer com a fé, a esperança, a caridade e as demais virtudes” e “mostrar com a sua conduta de vida, também com o seu aspecto exterior, que estão plenamente dedicados ao bem espiritual das pessoas”.

Redacção Ecclesia/Zenit

15 junho 2009

Oração de agradecimento

Obrigado ó Pai Criador dos céus e da terra, por teres derramado terra sobre a água e dessa terra teres criado um mundo tão maravilhoso onde habitam seres tão maravilhosos como o Homem e a Natureza.

Obrigado ó Pai por nos teres dado meios de sobrevivência como a comida e a água que nos sacia a fome e a sede.

E, depois de tudo Te agradecer apenas Te quero pedir que abras os olhos àqueles que não os querem abrir; Faz com que todos se amem como irmãos. Criador dai-nos a paz.

Obrigado ó Pai por teres ouvido este agradecimento e pedido e que o realizes perante todos nós que aqui nos encontramos para Te louvar.

E mais uma vez:
Obrigado ó Pai Criador dos Céus e da Terra.


Bárbara Santos
Externato da Luz
6ºano Turma C

05 junho 2009

Dia mundial do Meio Ambiente

(FOTO: Alunos do 3.º ano com a plantinha que levaram para casa para cuidar e ajudar a crescer)

A MÃE TERRA

Em 1972, em Estocolmo, a ONU instituiu o dia 5 de Junho como o “Dia Mundial do Meio Ambiente”.
Celebrado anualmente desde então no dia 5 de Junho, o Dia Mundial do Meio Ambiente cataliza a atenção e acção política de povos e países para aumentar a conscientização e a preservação ambiental.


Os principais objetivos das comemorações são:


1. Mostrar o lado humano das questões ambientais;


2. Capacitar as pessoas a se tornarem agentes ativos do desenvolvimento sustentável;


3. Promover a compreensão de que é fundamental que comunidades e indivíduos mudem atitudes em relação ao uso dos recursos e das questões ambientais;


4. Advogar parcerias para garantir que todas as nações e povos desfrutem um futuro mais seguro e mais próspero.


O tema do Dia Mundial em 2009 é “O seu planeta precisa de si: Unidos contra as mudanças climáticas”.


Ele reflete a urgência de que nações actuem de maneira harmoniosa para fazer frente às mudanças climáticas, para manejar adequadamente as suas florestas e outros recursos naturais e para erradicar a pobreza.
Este ano, o México será a sede mundial das comemorações do Dia Mundial do Meio Ambiente o que reflete o engajamento dos países da América Latina e Caribe na luta contra as mudanças climáticas e na transição para uma sociedade de baixo carbono.
Em linha com seu forte engajamento nas questões ambientais, o México é um dos países que mais contribuiu com a campanha 7 Bilhões de Árvores, desenvolvida pelo PNUMA.
http://www.unep.org/billiontreecampaign/portuguese
O presidente do México, Felipe Calderón, afirma que a celebração do Dia Mundial do Meio Ambiente "irá destacar a determinação daquele país em gerenciar adequadamente seus recursos naturais e lidar com o mais exigente desafio do século 21 - as mudanças climáticas."
(in,
http://www.ipc-undp.org/dmma/evento.htm)


Neste dia não podemos esquecer que uma das figures mais marcantes da história e que tanto louvou a MÃE TERRA e a CRIAÇÃO INTEIRA foi S. Francisco de Assis.
Pela sua forma de olhar as coisas criadas, João Paulo II proclama Francisco de Assis com Patrono da Ecologia e dos Movimentos Ecologistas, a 29 de Novembro de 1979.
Na verdade Francisco soube olhar todas as coisas como suas irmãs porque criadas por Deus Pai para viverem na mesma casa comum.
Hoje os alunos do terceiro ano do primeiro ciclo, do nosso Externato, levaram todos para suas casas um vaso com terra e uma semente, uma pá pequenina, com o objectivo de cuidarem dessa semente para que quando ele brotar a possam plantar num jardim.
Esta sensibilização tão a jeito do sentir de Francisco de Assis, deve ser para todos nós um motivo de reflexão sobre o que fazemos nós com os recursos que ainda temos ao nosso dizpor. A terra, o ar, a água, as plantas e os animais e… claro, o Homem que vive lado a lado connosco…
Que este dia seja perpectuado em cada amanhecer para que o futuro seja mais belo e Deus Pai e Criador continue a sentir no Seu coração o que nos relata o autor do livro do Génesis ao referir que, Deus ao olhar para a obra das suas mãos “viu que tudo era bom”.

Louvado sejas tu, ó meu Senhor
P’la nossa prestimosa Madre Terra
Que nos oferece o pão, é nosso arrimo
Tantos frutos e ervas, flores encerra!
(do Cântico do Irmão Sol)

04 junho 2009

Reeleito Ministro Geral da OFM

Fr. José Rodriguez Carballo é reeleito como sucessor de São Francisco de Assis

Na manhã desta quinta-feira (04/06), o Ministro Geral Frei José Rodríguez Carballo foi reeleito como o 119º sucessor de São Francisco na Ordem dos Frades Menores. A eleição foi realizada durante a assembléia dos 152 delegados da Ordem que estão em Santa Maria dos Anjos, em Assis, participando do 187º Capítulo Geral. Frei José é reeleito como guia de cerca de 15 mil frades menores em 113 países do mundo para os próximos seis anos.

Currículo:

Província: Santiago de Compostela (Espanha)

Nascimento: 11.08.1953

Profissão temporária: 09.08.1971

Profissão solene: 01.01.1976

Ordenação sacerdotal: 29.06.1977 (S. Paulo e S. Pedro)

Títulos acadêmicos:Licenciatura em Teologia Bíblica (Jerusalém)Licenciatura em Sagrada Escritura (Roma).Fala espanhol, italiano, português, francês, inglês e compreende Catalão.


O rito da eleição foi presidido pelo delegado do Santo Padre, S. E. Card. José Saraiva Martins, ao qual foi entregue ao neo-eleito o "selo de toda a Ordem dos Frades Menores". Segundo Frei Augusto Koenig, ministro provincial da Imaculada Conceição, que participa do Capítulo, Frei José foi reeleito com 104 votos, ficando em segundo lugar na votação o frade brasileiro, Frei Nestor Inácio Schwerz, atual Secretário Geral da Evangelização, com 39 votos.
Fr. José Rodriguez Carballo tem 56 anos (11.08.1953) e é natural da Espanha.
Ministro Geral desde 2003, desenvolveu os seguintes serviços: Definidor Geral e Secretário Geral para a Formação e os Estudos; Ministro da Província de Santiago de Compostela (Espanha); presidente da União dos Frades Menores da Europa e Mestre dos religiosos no período de formação.
No seu currículo acadêmico, depois de obter a licenciatura em Teologia Bíblica em Jerusalém e a licenciatura em Sagrada Escritura em Roma, ensinou estas disciplinas no Seminário maior da cidade espanhola de Vigo e na Faculdade de Teologia de Santiago de Compostela.
Fr. José Rodriguez Carballo guiará os Frades Menores até 2015.
Antes da eleição, o Secretário do Capítulo, Frei Francesco Patton, fez a saudação ao representante do Santo Padre no Capítulo, o Cardeal José Saraiva Martins. "Sua presença em nosso meio é motivo de estímulo e é sinal de afeto e de benevolência do Santo Padre para com os Frades Menores. Desde as origens, nosso Seráfico Pai pediu à Igreja de Roma, que a chamamos de "nossa mãe", um Cardeal que acompanhasse o caminho da Ordem, precisamente para manifestar o enraizamento eclesial de nossa Fraternidade", lembrou.
"Também hoje queremos beber a seiva do Evangelho, vivido e transmitido a nós como forma de vida por São Francisco. Para tanto, pedimos à V. Ema. de acompanharmos com a oração, para que a força e a beleza do carisma de São Francisco possa continuar vivo em nós, chegar - também por nosso meio - aos homens de nosso tempo, donde quer que eles vivam; a guiarmos a todos até à meta da santidade, da comunhão plena e santa com Aquele que é "trindade perfeita e unidade simples", "todo bem, sumo bem, todo o bem", complemento de todos nossos desejos mais autênticos".
Na sua homilia, o Cardeal Saraiva Martins, disse que era para ele "uma alegria e um dom poder estar aqui convosco, na ocasião de nosso Capítulo Geral, que acontece numa data jubilar particularmente significativa, dos 800 anos de fundação de vossa Ordem".
Como me escreveu o Santo Padre Bento 16 - disse o Cardeal -, em uma carta com a qual me nomeou seu Enviado Especial para presidir a eleição do novo Ministro Geral de vossa ordem: "Transcorreram 800 anos do dia em que o Sumo Pontífice Inocênio III, com sua benevolência acolheu a Francisco de Assis e a seus companheiros, que desejavam abraçar uma vida segundo a forma do Santo Evangelho. Ele, de fato, tendo conhecido o voto dos homens de Deus, deu ele próprio consentimento à sua petição, abençoando a São Francisco e a seus irmãos, e os disse: "Ide com o Senhor, irmãos, e como o Senhor se dignara inspirar-los, pregai a todos a penitência" (1 Cel 33, 6-7)".
"Minha presença aqui, neste dia, é o sinal de uma benevolência, de uma confiança e de uma bênção que continua no tempo", explicou.
O Cardeal Saraiva disse que a eleição, à luz do Capítulo X da Regra, reveste de uma particular importância: "é e deve ser um ato de obediência ao Espírito do Senhor; é e deve ser um ato cumprido a partir de uma profunda e recíproca confiança que existe entre vós".
O Cardeal se dirigiu aos 152 delegados: "Como responsáveis do governo e da animação das diversas Províncias e Custódias da Vossa Ordem, sereis os primeiros a serem chamados para colaborar com o Ministro Geral para visitar, servir, animar e alentar aos irmaos".
Nos 800 anos da Fundação da Ordem, os Frades Menores renovam, junto à pequena igreja da Porciúncula (lugar onde teve origem o movimento franciscano) seu compromisso missionário, preparados para encontrar aos "novos pobres" de hoje e incrementar seu compromisso pela evangelização, o diálogo interreligioso e intercultural e a promoção da paz.

03 junho 2009

Capítulo Geral. Eleições

Ministro Geral será eleito no dia 4 pelas 9h00

“Oh! Como é bom, como é consolador…”
Frei Evódio, Custódio de Moçambique, no uso da palavra em Assis, Capítulo Geral, toma o cântico nosso, de Frei Mário Silva, para levar a Língua Lusa e o Canto Franciscano de Portugal a todos os irmãos em capítulo.
Ali está Portugal e todos os paises da Lusofonia unidos no cântico que por aqui tanto se canta, em louvor da fraternidade, a partir de texto de S. Francisco.
É um orgulho bom ver palavras escritas em portugues no grande ecrã da Sala Capitular.
Amanhã, dia 4 de Junho, pelas 9h00 (Itália), os 152 delegados de todas as Províncias, farão a eleição do Ministro Geral da Ordem dos Frades Menores.
Será então amanhã um dia de Graça.
Será chamado, sob a acção do Espírito Santo, a ser Ministro e Servo de todos os irmãos pelos próxmos seis anos o 120.º sucessor de S. Francisco. Este ministério foi exercido nos últimos anos pelo nosso querido amigo e irmão Fr. José Rodriguez Carvallo, da Província da Galiza (Espanha) e que tão recentemente nos brindou com a sua visita a quando das celebrações dos oitocentos anos em Lisboa.
Este acto desde os tempos do Poverello é presidido por um Delegado do Santo Padre e este ano é um portugues, Sua Eminência o Senhor Cardeal José Saraiva Martins.
No dia 5/06 será eleito o Vigário Geral da Ordem e, no dia 6 de junho, serão eleitos os definidores gerais (conselheiros.
Assim, estes três dias serão de oração, reflexão e eleição. No dia 6 estará, pela graça de Deus e acção do Espírito Santo, eleito o Governo Geral da Ordem Franciscana.
A todos pedimos a vossa comunhão e oração.
Benedicat

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