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27 setembro 2009

Varatojo: Palavra Criadora


(Varatojo - Missal Gregoriano - Coro alto)

Passadas algumas semanas, pós retiro, como prometido aqui estou a partilhar convosco o que a mim me ficou de cada uma das reflexões feitas pelo nosso irmão orientador.
O tema geral do retiro foi: “Palavra de Deus na vida de cada um através das emoções”.
Estamos diante de uma reflexão, acerca da Palavra de Deus na nossa vida, numa perspectiva da psicologia humana.
Assim a primeira reflexão refere-se à Palavra de Deus Criadora.

Deus falou ao longo da história humana, pelos profetas e continua a falar no nosso tempo de muitos e diversos modos, como aliás no-lo recorda o Concílio.
A Palavra é assim, ao longo dos séculos, escrita, gravada no coração do Homem, Palavra necessária no tempo da tribulação, da tentação como Palavra que dá Vida e que revela a presença de Deus em todas as circunstâncias do nosso viver.
Ontem, tal como hoje, muitas vezes não queremos escutar mas sim ver a Palavra. Ora, Deus é mistério e n’Ele o ver não pode ser igual ao escutar.
Querer ver a Deus e à Sua Palavra tem atrás de si mesmo a atititude de posse. Ver é tomar para si o objecto da visão, assenhoriar-se dele e de Deus jamais nos podemos assenhoriar, nem mesmo da Sua Palavra.
É mais fácil apanhar, ou mesmo agarrar, o que vemos do que aquilo que escutamos, como se de uma foto se tratasse e que está ali, diante de nós, inerte e sem vida, apenas é nossa e a olhamos mas não tem vida.
Querer escutar a Deus e à Sua palavra tem atrás de si uma atitude completamente diferente. Mais do que ter a posse de, é querer gerar dentro de nós, em todos os aspectos da nossa Vida a mesma Palavra revelada. Ora esta é uma atitude produtiva da graça que santifica e cria em nós a Vida.
Escutar é algo que implica muito mais que ver, é ir ao encontro do Outro na intimidade, e permitir ser marcado por Ele, de forma vital nessa mesma intimidade. Ora isto implica da nossa parte uma atitude de escuta permanente daquilo que o Outro é em mim e que eu sou para o Outro – Deus…
No Antigo Testamento, Deus deixa-se ouvir frequentemente, quer ser escutado pelo Seu Povo, mas nunca se deixa ver tal como Ele é. A Palavra de Deus é o que comanda e gera vida nos que O escutam. Por isso somente Moisés vê a Deus face a face e por isso mesmo nem sequer pôde entrar na Terra Prometida.
Permanentemente Deus diz: “Escuta Israel…”
É verdade que nós gostamos mais de ver do que de escutar mas o dom da fé é o dom da escuta constante onde Deus se revela e mostra caminhos difíceis para O seguir mas que não existem outros que conduzam à Salvação.
Da parte do crente se espera a atitude de diálogo e escuta permanentes com Deus fazendo da Vida, oração e da oração, a Vida fazendo um inter-câmbio permanente entre a nossa palavra e a Palavra de Deus, criadora de Vida. O nosso Deus é um Deus dialogante, cria o mundo e as coisas manifestando-se ao Homem pela palavra, falando… como no-lo recordam os relatos da criação no livro do Génesis: “Deus disse… faça-se!”
A palavra hoje aparece aos nossos olhos como algo sem sentido, gasta de conteúdos, desacreditada, por isso as nossas palavras não nos ajudam a transmitir Deus de forma compreensível contudo, Ele quer continuar a dialogar e a manifestar-se a nós pela Palavra.
Heb 1, 1-2: “
Muitas vezes e de muitos modos, falou Deus aos nossos pais, nos tempos antigos, por meio dos profetas. 2Nestes dias, que são os últimos, Deus falou-nos por meio do Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas, e por meio de quem fez o mundo.
Ex 3, 4-22: “
O Senhor viu que ele se adentrava para ver; e Deus chamou-o do meio da sarça: «Moisés! Moisés!» Ele disse: «Eis-me aqui!» Ele disse: «Não te aproximes daqui; tira as tuas sandálias dos pés, porque o lugar em que estás é uma terra santa.» (…) Deus disse a Moisés:«Eu sou aquele que sou.» Ele disse: «Assim dirás aos filhos de Israel: ‘Eu sou’ enviou-me a vós!»
Jo 15, 15: “Já não vos chamo servos, visto que um servo não está ao corrente do que faz o seu senhor; mas a vós chamei-vos amigos, porque vos dei a conhecer tudo o que ouvi ao meu Pai.
(Cf também Gn 3, 8; Ex 33, 11)

A Palavra é o rosto, a amnifestação mais pessoal de Deus contudo, apenas se vive na escuta, não na visão (Cristo é Palavra Incarnada).
Como já referimos, hoje em dia vivemos o cansaço e o vazio da palavra, dos discursos, das leituras da vida, palavra que se torna chata logo à partida.
Cremos que é exactamente por isso que o mundo hodierno não se predispõe a escutar Deus.
Amós (9, 10) denuncia o uso e abuso da palavra como algo mágico, amuleto que não é alternativa para o bem. Há que buscar o bem para viver e Deus estará aí.
A Palavra de Deus tem que ser a referência da vida dos crentes e Deus está atento ao mau uso da Sua Palavra que nos faz uma permanente chamada à conversão e Vida em Deus.
Jeremias (7, 2) denuncia a Palavra de Deus sob a capa do bem, chama à atenção para que não se use a Palavra como juramento falso porque Deus só está connosco se procuramos o bem e a justiça. Não podemos ser como os hipócratas que juram pelo Templo mas não cumprem o amor e a justiça. Maus profetas que enganam com palavras mas não com Palavras de Deus.
Podemos então perguntar qual é o efeito mais importante da Palavra?
Recordemos uma vez mais os relatos da Criação no início do livro do Génesis.
Deus disse, Deus falou para realizar todas as coisas na Criação. É a Palavra que tudo cria, dá luz, nome… desperta o universo.
A Criação chega à Vida porque escuta esta Palavra e Deus “viu que tudo era bom”.
É urgente levar esta Palavra às nossas obras o que implica da nossa parte conhecer os gestos de Deus, conhecê-l’O intimamente pela Sua Palavra.
Deus continua a dirigir-nos a Sua Palavra como continuação da Criação. O que Ele fez com as Criaturas, hão-de fazê-lo elas entre si, dar a Vida, chamar à Vida.
Também aqui podemos referir as palavras de lealdade de Rute, Ester, Lídia, Judite, Job, Isaias… palavras de fidelidade, confiança, esperança…
Em João, no prólogo ao seu Evangelho (Jo 1, 1-19), esta Palavra era Deus, o próprio Deus feito Homem, Palavra incarnada no meio de nós.
É esta Palavra Incarnada que abraça as crianças, chora os mortos, toca para curar, partilha a mesa com os fariseus, perdoa quem peca (Zaqueu, mulher adúltera, Mateus…).
Nós temos como que uma relação quase autómata com a Palavra de Deus e isso não nos deixa encontrar e escutar o Verdadeiro Deus.
Urge vestir e domesticar o coração para entrar num diálogo simples com Deus. Com simplicidade ser palavra sem mais. “O essencial é invisível aos olhos, só se vê bem com o coração” (Saint Exupery).
Mais que ver, devemos escutar a Palavra e deixar-nos habitar por ela, permanecer nela, prescrutar o que a Palavra de Deus tem como compromisso para a minha vida.

Varatojo lugar da Palavra, Vida, Amor e Fé

O tempo de férias já lá vai.
É agora tempo de serenar para recomeçar e para tal, nada melhor que o Retiro anual de cinco dias que os Religiosos e Sacerdotes devem fazer.
Aqui estamos uma vez mais Franciscanos em RETIRO, no Real Convento de Varatojo – Torres Vedras – fundado por El-Rei D. Afonso V, em 1474, e para aqui vieram os primeiros 14 frades Menores – Franciscanos – vindos de Alenquer.
Desde então, com alguns interregnos no tempo da expulsão dos Religiosos e em 1910 com a República, esta Casa tem sido para os Franciscanos de Portugal, Guiné e Moçambique como que a Casa Mãe onde se faz o Noviciado ou ano da prova como lhe chamava S. Francisco.
Já o Retiro está a meio mas não quis apressar-me a partilhar convosco os temas e reflexões sem que antes eles fossem eco no meu silêncio.
Fr. Roberto – Frade do meu tempo, pertencente à Província da Galisa (Espanha), professor nas àreas da psicologia e trabalhador na àrea da agricultura biológica, em Herbon, é o irmão que orienta as nossas reflexões.

Escolheu como tema: A PALAVRA DE DEUS NA VIDA DE CADA UM ATRAVÉS DAS EMOÇÕES (Psicologia humana e Palavra)

Duas reflexões temáticas em cada dia e um tempo ainda de discernimento a par com o silêncio, reflexão, oração e convívio fraterno entre irmãos de Portugal, Moçambique e Timor Leste. Somos 27 os irmãos em retiro.
Os mais jovens, 3 de Portugal e 2 de Moçambique, iniciarão amanhã o seu Noviciado com a Celebração da bênção e vestição do hábito de S. Francisco. Estes irmãos Noviços aqui passarão o próximo ano em num período especial de oração, Fraternidade e formação tendo por mestre e guia, chamado pela Província a desempenhar este múnus, o nosso querido amigo e irmão Frei Armindo Carvalho, que já tanto colaborou com o Retalhos - e ontem me prometeu voltar - e que nos últimos anos foi Guardião da casa Igreja onde nasceu S. António em Lisboa e desempenhando ainda o múnus de Vigário Provincial para o qual foi eleito no Capítulo Provincial último.
Connosco estão também 3 irmãos de Timor Leste e que continuarão a sua formação em Leiria face ao futuro e ao que o Senhor lhes pedirá
Com eles e por eles rezamos ao Senhor.
Assim, nos próximos dias e durante a seman que vem, o Retalhos será lugar e eco do que por aqui se vive, reflete e reza.
Os textos temáticos que publicar são a minha reflexão feita a partir das exposições de Fr. Roberto.

A todos vós a gratidão pela oração e comunhão.

BENEDICAT…


(Conheça Varatojo: http://www.virtual-net.pt/FranciscanosVaratojo/)

20 setembro 2009

Nossa Senhora da Luz

Hoje Celebrámos, em Carnide - Lisboa - mais uma Procissão de Nossa Senhora da Luz.
Milhares de pessoas acompanharam a imagem pequenina, encontrada neste local há mais de quatro séculos, pelas ruas antigas da povoação.
É sempre um sentida homenagem de tantos fiéis ou simples transeuntes que aclamam Deus por Maria.
Que a Senhora da Luz a todos conceda a Sua bênção Maternal.

14 setembro 2009

Exaltação da Santa Cruz



(Relicário da Santa Cruz da Basílica do Santo Sepulcro em Jesrusalém)

EXALTAÇÃO DA SANTA CRUZ – (Jo. 3, 13-17)

A Igreja celebra neste próximo domingo a festa de exaltação da Santa Cruz, isto é, uma homenagem à cruz salvadora de Jesus Cristo. Esta festa é muito antiga e remonta ao ano 335, quando foi inaugurada a igreja construída pelo Imperador Constantino, no alto do Calvário, em Jerusalém, lembrando a morte e a ressurreição do Senhor. Na mesma época foi construída a igreja da Santa Cruz, em Roma, para abrigar as madeiras trazidas pela mãe de Constantino, Santa Helena. Seriam relíquias autênticas da cruz de Jesus. Estas madeiras estão lá até hoje, na Basílica da Santa Cruz, em Roma, para a veneração do povo. No começo, a festa era celebrada a 13 de dezembro, mas depois que a festa veio para o Ocidente, com o nome de exaltação da santa cruz, o dia passou para 14 de setembro. (in, http://www.mitranh.org.br)

AQUI FICA A PARTILHA ENVIADA POR “DINA”
A quem desde já agradecemos o seu sentir.

“Na verdade a Cruz é uma festa. Pela Ressurreição de Jesus Cristo, a ignomínia da Cruz transformou-se em glória. Erguida ao alto, está entre o Céu e a terra, como troféu de vitória e sinal de aliança. Ela é a árvore da vida. Se duma árvore veio a ciência do mal e da morte, doutra veio a Ressurreição e a ciência da Vida…
Na exaltação do Filho do homem, Jesus revela a Sua Divindade e saberá o mundo que Ele é «Eu sou». E exaltado da terra, atrairá todos a Ele, e o Príncipe deste mundo foi lançado fora…
A Cruz é o trono Real, onde o Rei dos reis e Senhor dos senhores se senta, e recebe a vassalagem dos homens e do universo.
Para nós cristãos, como para Cristo, a Cruz é a nossa glória. Crucificados com ELE, cataremos vitórias e seremos exaltados, revestidos dum nome que nos elege e dignifica. A Cruz tudo atrai. A sabedoria do cristão está na sabedoria da Cruz, «escândalo para os judeus e loucura para os gentios» (1 Cor 1, 23).

A Cruz não é um objecto de trazer ao pescoço para protecção de doenças ou desventuras, nem um símbolo colocado no cimo das montanhas para assinalar a conquista de um território ou nas casas para indicar a sacralização de um ambiente. É o ponto de referência do olhar do crente que vê sintetizada nela a proposta de vida que o Mestre lhe fez.
Que fazer quando o orgulho, a inveja, o ciúme, a incompreensão, a solidão, o abandono, o ressentimento, as horas difíceis nos tiram o sorriso e a vida? Esses são os momentos em que a salvação nos pode vir apenas da contemplação d’Aquele que foi elevado sobre o madeiro da Cruz. Através deste olhar, ELE comunica-nos o Seu convite a unir a nossa vida à Sua para que se torne um Dom de Amor ao irmão. A imagem perfeita de Deus, é dada por Jesus na Cruz:
ELE ó pobre, não ficou com nada para Si, deu tudo
Meu Jesus, por soberana dita
Tua sou, a Ti pertenço.
A Ti quero seguir, Contigo a Cruz quero levar.
Enfim, Jesus meu, minha dita é ser toda Tua,
minha dita é seguir-Te a Ti, abraçada á minha cruz,
que quero apertar contra o coração como o meu maior Tesouro”.

«Longe de mim gloriar-me a não ser na Cruz de Jesus Cristo» (Gl.6,14)”

08 setembro 2009

Natividade da Mãe

“Hoje é comemoramos o dia da Nativadade de Nossa Senhora.
Não o queria deixar passar sem lemdrar a Mãe.
Sem a presentear, ao menos lembrá-la como lembramos o dia do nosso aniversário, e oferecer-lhe as cinquentas rosas do rosário.Dia em que Deus começa a pôr em prática o Seu plano eterno, pois era necessário que se construísse a casa, antes que o Rei descesse para habitá-la. Esta "casa", que é Maria, foi construída com sete colunas, que são os sete dons do Espírito Santo.
Deus dá um passo à frente na actuação do Seu eterno desígnio de amor, por isso, a festa de hoje, foi celebrada com louvores magníficos por muitos Santos Padres.
Segundo uma antiga tradição os pais de Maria, Joaquim e Ana, não podiam ter filhos, até que no meio das lágrimas, penitências e orações, alcançaram esta graça de Deus. De facto, Maria nasce, é amamentada e cresce para ser a Mãe do Rei dos séculos, para ser a Mãe de Deus. E por isso comemoramos o dia de sua vinda para este mundo, e não somente o nascimento para o Céu, como é feito com os outros santos Sem dúvida, para nós como para todos os patriarcas do Antigo Testamento, o nascimento da Mãe, é razão de júbilo, pois Ela apareceu no mundo: a Aurora que precedeu o Sol da Justiça e Redentor da Humanidade.
A Ela (Mãe dos Sacerdotes) entregamos todos os Sacerdotes, neste ano sacerdotal, e também todos estes jovens que se preparam para o ser.Nossa Senhora, rogai por eles!”
Mariana

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No seu Sermão do Nascimento da Mãe de Deus, o Pe. António Vieira diz:
"Perguntai aos enfermos para que nasce esta Celestial Menina.
Dir-vos-ão que nasce para Senhora da Saúde;
perguntai aos pobres, dirão que nasce para Senhora dos Remédios;
perguntai aos desamparados, dirão que nasce para Senhora do Amparo;
perguntai aos desconsolados, dirão que nasce para Senhora da Consolação;
perguntai aos tristes, dirão que nasce para Senhora dos Prazeres;
perguntai aos desesperados, dirão que nasce para Senhora da Esperança;
os cegos dirão que nasce para Senhora da Luz;
os discordes: para Senhora da Paz;
os desencaminhados: para Senhora da Guia;
os cativos: para Senhora do Livramento;
os cercados: para Senhora da Vitória.
Dirão os pleiteantes que nasce para Senhora do Bom Despacho;
os navegantes: para Senhora da Boa Viagem;
os temerosos da sua fortuna: para Senhora do Bom Sucesso;
os desconfiados da vida: para Senhora da Boa Morte;
os pecadores todos: para Senhora da Graça;
e todos os seus devotos: para Senhora da Glória.
E se todas estas vozes se unirem em uma só voz (...), dirão que nasce (...) para ser Maria e Mãe de Jesus".
(Apud José Leite, S. J., op. cit., Vol. III, p. 33.).

04 setembro 2009

Tomada de Hábito

"Os Franciscanos de Varatojo viveram no dia 04 de Setembro deste ano de 2009 um momento de festa e alegria pela entrada de cinco jovens no Noviciado.
Estes jovens receberam o hábito franciscano, sinal da sua integração na vida dos «Irmãos Menores», e marco da etapa de um ano em que procurarão conhecer e discernir melhor a sua vocação, aprofundando a espiritualidade, a história e Regra da Ordem dos Frades Menores.
Nesta cerimónia da «tomada de hábito», inserida na Oração de Vésperas, o Padre Provincial, recordou aos agora noviços que o hábito vestido por todos os frades é sinal da fraternidade e da igualdade, pois embora entre os franciscanos haja diferentes funções e até irmãos reconhecidos pelas suas distintas ocupações, quando trajamos o «hábito religioso» esbatem-se as diferenças para dar lugar à igualdade fraterna.
Os jovens que iniciam este ano, conhecido também por «ano da prova», são oriundos de várias partes: o Sérgio com 22 anos é de Lisboa, o Luís com 22 anos é do Porto, o Filipe com 20 anos é de Coimbra e o Tendai Samuel com 22 anos e o Isidro com 23 anos são de Moçambique.
A acompanhá-los estará Frei Armindo Carvalho, designado para Mestre de Noviços, e Frei David Azevedo e Frei Marques de Castro, na qualidade de Vice-Mestre e Guardião, respectivamente.
Passados 800 anos ainda encontramos jovens audazes que se propõem viver o espírito de Assis.
Num Convento com mais de 500 anos de história, em que tudo parece envelhecido, surgem sinais de esperança e alento.
Bom seria que a renovação humana fosse acompanhada pela renovação do edifício conventual, pois há muito que urgem obras de restauro e conservação deste monumento nacional."

Fr. Paulo Ferreira OFM

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