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14 setembro 2009

Exaltação da Santa Cruz



(Relicário da Santa Cruz da Basílica do Santo Sepulcro em Jesrusalém)

EXALTAÇÃO DA SANTA CRUZ – (Jo. 3, 13-17)

A Igreja celebra neste próximo domingo a festa de exaltação da Santa Cruz, isto é, uma homenagem à cruz salvadora de Jesus Cristo. Esta festa é muito antiga e remonta ao ano 335, quando foi inaugurada a igreja construída pelo Imperador Constantino, no alto do Calvário, em Jerusalém, lembrando a morte e a ressurreição do Senhor. Na mesma época foi construída a igreja da Santa Cruz, em Roma, para abrigar as madeiras trazidas pela mãe de Constantino, Santa Helena. Seriam relíquias autênticas da cruz de Jesus. Estas madeiras estão lá até hoje, na Basílica da Santa Cruz, em Roma, para a veneração do povo. No começo, a festa era celebrada a 13 de dezembro, mas depois que a festa veio para o Ocidente, com o nome de exaltação da santa cruz, o dia passou para 14 de setembro. (in, http://www.mitranh.org.br)

AQUI FICA A PARTILHA ENVIADA POR “DINA”
A quem desde já agradecemos o seu sentir.

“Na verdade a Cruz é uma festa. Pela Ressurreição de Jesus Cristo, a ignomínia da Cruz transformou-se em glória. Erguida ao alto, está entre o Céu e a terra, como troféu de vitória e sinal de aliança. Ela é a árvore da vida. Se duma árvore veio a ciência do mal e da morte, doutra veio a Ressurreição e a ciência da Vida…
Na exaltação do Filho do homem, Jesus revela a Sua Divindade e saberá o mundo que Ele é «Eu sou». E exaltado da terra, atrairá todos a Ele, e o Príncipe deste mundo foi lançado fora…
A Cruz é o trono Real, onde o Rei dos reis e Senhor dos senhores se senta, e recebe a vassalagem dos homens e do universo.
Para nós cristãos, como para Cristo, a Cruz é a nossa glória. Crucificados com ELE, cataremos vitórias e seremos exaltados, revestidos dum nome que nos elege e dignifica. A Cruz tudo atrai. A sabedoria do cristão está na sabedoria da Cruz, «escândalo para os judeus e loucura para os gentios» (1 Cor 1, 23).

A Cruz não é um objecto de trazer ao pescoço para protecção de doenças ou desventuras, nem um símbolo colocado no cimo das montanhas para assinalar a conquista de um território ou nas casas para indicar a sacralização de um ambiente. É o ponto de referência do olhar do crente que vê sintetizada nela a proposta de vida que o Mestre lhe fez.
Que fazer quando o orgulho, a inveja, o ciúme, a incompreensão, a solidão, o abandono, o ressentimento, as horas difíceis nos tiram o sorriso e a vida? Esses são os momentos em que a salvação nos pode vir apenas da contemplação d’Aquele que foi elevado sobre o madeiro da Cruz. Através deste olhar, ELE comunica-nos o Seu convite a unir a nossa vida à Sua para que se torne um Dom de Amor ao irmão. A imagem perfeita de Deus, é dada por Jesus na Cruz:
ELE ó pobre, não ficou com nada para Si, deu tudo
Meu Jesus, por soberana dita
Tua sou, a Ti pertenço.
A Ti quero seguir, Contigo a Cruz quero levar.
Enfim, Jesus meu, minha dita é ser toda Tua,
minha dita é seguir-Te a Ti, abraçada á minha cruz,
que quero apertar contra o coração como o meu maior Tesouro”.

«Longe de mim gloriar-me a não ser na Cruz de Jesus Cristo» (Gl.6,14)”

5 comentários:

maresia disse...

Querida Amiga, como eu tremo perante a Cruz, mas como eu cresço quando consigo abraça-La.
Amiga são sempre tão ricas as suas partilhas. Obrigada por enriquecer assim este cantinho do céu, esta Família Retalhos.
Que bom é estarmos aqui...

mariana disse...

Hose celebramos a Paixão a Morte e a Ressurreição de Jesus. A "Cruz", símbolo de todo o Cristão, pois não Cristão sem cruz.
E todos nós fomos assinalados com a sua "marca", o seu "selo" desde o nosso Baptismo.

Jesus, por volta das três horas, grita em voz forte:
"Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?" (Mt 27,46).

É o ápice das suas dores,
é a sua paixão interior.
É o drama de um Deus que grita:
"Meu Deus, meu Deus,
por que me abandonaste?"

Infinito mistério, dor dilacerante
que Jesus experimentou como homem.
Dá a medida total do seu amor pelos homens.
Quis assumir sobre si a separação
que os mantinha distantes do Pai e entre eles.
E a preencheu.

Qualquer dor do homem
está sintetizada
nesta particular dor de Jesus.

Não é semelhante a Ele o angustiado, o solitário, o árido,
o desiludido, o fracassado, o fraco?
Não é imagem dele cada divisão dolorosa
entre os membros de uma mesma família?
Amando-o, o cristão encontra motivo e força para não fugir do sofrimento, do mal, da divisão, mas para aceitá-las e oferecer um remédio;

Jesus Abandonado é a chave da unidade.
(dos escritos de Chiara Lubich)

Inês disse...

Dina, muito obrigada por tão bela reflexão!
Sim, se compreendêssemos melhor a linguagem da Cruz, toda a nossa vida teria mais alegria, mais sentido, mais conteúdo. Pois seria uma vida verdadeiramente rica porque pobre... Uma vida plena porque vazia, plena de Deus e vazia de egoísmos. Cruz e egoísmos não se compaginam. A Cruz é de uma exigência tal que só a entrega total lhe pode corresponder.

C, Gomes disse...

Há alguns dias atrás escrevi uma mensagem que não consegui enviar. Nela, não só agradecia à Dina, a fidelidade a esta família como a o texto que partilha connosco. Muito Obrigada pelo seu sentir e a sua forma de ver e Exaltar a Cruz.
Recordo bem a conferência, onde pela primeira vez, vi abordado o“ Escândalo da Cruz”, Saí da conferência um pouco dorida porque nunca tinha tentado ver a “Cruz” inserida no tempo e na cultura da época.
Hoje, discernindo um pouco mais, perante Ela, sinto que sem “ela eu não conseguiria aperceber-me que só por Amor imensurável se compreende a sua aceitação divina. Este Amor, que está par além de mim, filha também, e que me alerta para quão deplorável sou na minha incapacidade de sofrer alegremente, de calar a queixa, de entregar, de aceitar sem questionar, de amar.
Tenho na memória a imagem de Vida de S. Francisco muito bem interpretada pela imagem que há em muitas igrejas, com Francisco e Jesus, ajudando-se a suportar a Cruz. Quem alivia quem, não sei mas há Amor. Eu só queria ter coragem para agarrar a minha cruz e segui-Lo, fielmente.

Mª Teresa disse...

Querida Dina,
Um ano e vinte e um dias volvidos... encanto de seu texto MANTÉM-SE! Para mim talvez o verbo a usar seja outro: AUMENTOU!(cuido que aprendi BASTANTE neste desfolhar do calendário). Bem haja(s)

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