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SANTA E FELIZ PÁSCOA!

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26 outubro 2009

Outubro: Mês do Rosário

AS ORIGENS DO SANTO ROSÁRIO

Deus na obra de salvação dos homens quis associar a Si, como colaboradora Sua, uma Mulher: Nossa Senhora, que tem o grande privilégio de ser a Mãe de Deus, e também exercer por vontade do mesmo Deus, o papel de Corredentora e Medianeira de todas as graças, a maior de todos os intercessores junto ao seu Filho Jesus, diante do trono da Santíssima Trindade.Como já dizia o maior Santo mariano, São Luis Maria Grignion de Montfort, falando da poderosa eficácia do Santo Rosário: "Ainda que estivésseis na beira do abismo, ainda que já tivésseis um pé no Inferno, ainda que tivésseis vendido vossa alma ao demônio, ainda que fôsseis um herege empedernido e obstinado, vós vos converteríes mais cedo ou mais tarde e vos salvaríes — desde que rezásseis todos os dias o Santo Rosário, devotamente, até a morte, para conhecer a verdade e obter a contrição e o perdão dos vossos pecados.
O Santo Rosário na forma como é rezado hoje foi inspirado à Igreja e dado pela a Santíssima Vírgem a São Domingos no ano de 1214 para converter os hereges albigenses e os pecadores, conforme relatou o Beato Alano de la Roche.
São Domingos vendo que os pecados dos homens impediam a conversão dos hereges, entrou numa floresta próxima a Toulouse e lá passou três dias e três noites em contínua oração e penitência.Para acalmar a cólera de Deus, não cessava de gemer, de chorar e de macerar o corpo com golpes de disciplina, a ponto de cair esgotado.
Nossa Senhora apareceu-lhe então, acompanhada de três Vírgens do Céu, e lhe disse: "Se queres ganhar para Deus esses corações endurecidos, prega o meu Rosário".
O Santo se levantou consoladíssimo e ardendo de zelo pela a salvação das almas, entrou na Catedral; imediatamente os sinos foram tocados por anjos para reunir os habitantes.
No começo da pregação, ouve uma tempestade espantosa; a terra tremeu, o sol se escureceu, trovões e relâmpagos repetidos fizeram estremecer e empalidecer os ouvintes. Seu terror aumentou ainda mais quando viram uma imagem da Santíssima Vírgem exposta em lugar de destaque, erguer os braços três vezes para o Céu para pedir vingança a Deus contra eles, se eles não se convertessem e não recorressem à proteção da Mãe de Deus.
O Céu queria, com esses prodígios, promover a nova devoção ao Santo Rosário e torná-la mais conhecida.A tempestade cessou afinal, pelas orações de São Domingos. Este prosseguiu a pregação e explicou com tanto fervor e entusiasmo a excelência do Santo Rosário, que quase todos os habitantes de Toulouse o adotaram e renunciaram a seus erros. Em pouco tempo, notou-se uma grande mudança nos costumes e na vida da cidade.
O estabelecimento do Santo Rosário dessa forma prodigiosa nos faz recordar o modo como Deus promulgou sua Lei no Monte Sinai, e torna manifesta a excelência desta santa devoção.
A devoção do Santo Rosário se conservou fervorosa até cerca de cem anos após a sua instituição. Depois, esteve quase sepultada no esquecimento. A malícia e a inveja do demônio com certeza contribuiram para tal esquecimento, e para que assim cessasse o fluxo das graças que o Santo Rosário trazia para o mundo.A Justiça divina castigou os reinos da Europa, a partir do ano 1349, com a mais terrível peste que jamais se vira. Surgida no Oriente, espalhou-se pela a Itália, Alemanha, França, Polónia, Hungria e devastou todas essas terras, de modo que de cem homens, somente um sobrevivia. As cidades, as aldeias e os mosteiros se despovoaram durante os três anos que durou a epidemia. E a esse flagelo de Deus ainda se seguiram outros.Quando pela misericórdia de Deus, tais misérias cessaram, a Santíssima Vírgem ordenou ao Beato Alano de la Roche, célebre doutor e famoso pregador da Ordem dominicana, que restabelecesse a antiga Confraria do Santo Rosário.
Desde o estabelecimento do Santo Rosário por São Domingos, até 1460, quando o Beato Alano o restabeleceu por ordem do Céu, ele foi chamado o Saltério de Jesus e de Maria, porque contém 150 Ave Marias, o mesmo número dos Salmo de Davi.
Depois disso, recebeu popularmente o nome de Rosário, que significa coroa de rosas. A Santíssima Vírgem aprovou e confirmou esse nome, revelando a várias pessoas que elas lhe ofereciam tantas rosas agradáveis como quantas Ave Marias, e tantas coroas de rosas como quantos Rosários rezássem.
As crónicas franciscanas contam que um jovem religioso tinha o louvável costume de rezar o terço diariamente, antes da refeição. Um dia, por uma razão qualquer, não o rezou, e quando tocou o sino para o jantar conseguiu do superior enviar um religioso para chamá-lo. Esse religioso o encontrou com a cela toda iluminada por uma luz celestial, e viu a Santíssima Vírgem com dois anjos. À medida que o religioso rezava as Ave Marias, belas rosas saiam de sua boca e os anjos as iam pegando uma após outra e as colocavam sobra a cabeça da Vírgem, que manifestava seu agrado... Nossa Senhora só desapareceu quando o terço estava totalmente rezado.
O Santo Rosário é, pois, uma grande coroa de rosas e o terço é um diadema, ou uma pequena coroa de rosas celestes que se põe sobre a cabeça de Jesus e de Maria.

In, http://mariachelli.multiply.com/reviews/item/149

13 outubro 2009

Peregrinar: o caminho da Fé


O Mês de Outubro, como tantos outros meses em tantos paises, é para Portugal - a par com o mês de Maio - um tempo de peregrinações. São aos milhares aqueles crentes que caminham passo a passo rumo a Fátima ou outro Santuário.
Caminhar para louvar, agradecer, pedir ou simplesmente caminhar... Terço na mão e a vontade de chegar na mente e coração.
Neste Mês, e ao celebrarmos a última aparição de Nossa Senhora em Fátima, "Miguel" enviou-nos uma partilha pessoal mas que me parece ser de deixar a todos vós.
Que nos permita a todos reaprender o sentido do que é peregrinar a sério.
Obrigado Miguel


FAZER UMA PEREGRINAÇÃO…

- não é apenas uma questão de organização e logística.
- não é apenas ir para um determinado santuário.
- não é apenas cumprir com determinados preceitos e rituais.
- não é apenas dar vez e voz à dimensão religiosa da nossa existência.
- não é apenas verter lágrimas de emoção.
- não deve ser viver uns momentos cheios de entusiasmo e depois voltar tudo «ao normal» de sempre.

Poderia talvez continuar esta lista do que NÃO É ou NÃO DEVERIA SER uma peregrinação, pelo menos não exclusivamente.
Claro que é necessário organizar as coisas e tratar da logística; é necessário ir a um santuário e também cumprir com os rituais que fazem parte da nossa religião, dando mais atenção ao religioso na nossa vida…
Mas uma peregrinação não se restringe só a isto. Antes de mais, é fazer um caminho interior, espiritual. Não importa o meio de transporte exterior – se vou de avião, de navio, de comboio, de autocarro, de bicicleta ou a pé ou até de joelhos –, se não houver caminho por dentro, todos os quilómetros e todos os sacrifícios, por mais que sejam, não valem nada e não me aproximam de Deus.
Importa fazer caminho interior que me faça chegar mais perto de Deus e de mim mesmo. Aqui lembro as reflexões da Quaresma deste ano no “Retalhos”, pois para tal é forçoso largar o «excesso de bagagem», é despojar-se do supérfluo e de tudo o que dificulte a nossa caminhada ou que nos afaste de Deus. É levar só o absolutamente necessário para a peregrinação, e no mais entregar-se a Deus e confiar nELE.
Depois é abrir a mente e o coração ao agir de Deus.
É dispor-se a que Ele me trabalhe por dentro. Não querer ser eu a dizer a Deus o que Ele deve fazer e como deve conduzir a minha vida. Estar aberto às surpresas do Espírito. Viver em pleno cada momento da peregrinação. SABOREAR – dizem os Padres espirituais – como se fosse o melhor docinho do mundo. Deixar-me invadir pela PAZ e o AMOR que só Deus pode dar.
Peregrinar é também abrir-me ao que está ao meu lado.
Tomar consciência de que não sou um peregrino isolado, sozinho, mas que há outros peregrinos como eu, em busca de Deus e de sentido para a vida. É olhá-los, abrir-me a eles, ajudá-los no que puder, nem que seja só através de um olhar cúmplice de quem está na mesma estrada e tem o mesmo objectivo.
Por fim, é fazer como os Reis Magos: “regressaram ao seu país por outro caminho” (Mt 2, 12). Pode-se até tomar o mesmo caminho e o mesmo meio de transporte pelo qual se veio. No entanto, depois de uma experiência profunda de Deus, ninguém volta a ser o mesmo. Há um brilho diferente no olhar, há uma maneira diferente de encarar o quotidiano da vida – pelo menos nos primeiros tempos...
Permanece o desafio de não deixar empanar ou obscurecer ou até apagar a luz que Deus acendeu cá dentro num momento sagrado. Há que mantê-la acesa, com o brilho e a intensidade da primeira hora. Há que pôr sempre de novo lenha para que o fogo não se apague.

Tive, há dias, a oportunidade de fazer uma peregrinação muito especial a Fátima, na qual verifiquei e experiencei tudo o que descrevi acima. Como foi bom, à chegada, sentir os sacrifícios da preparação e do caminho altamente recompensados pelo olhar terno e acolhedor da Mãe! Como foi bom perceber que Deus, através de Maria, queria tocar no meu coração e acender a tal «luz nova»! Como foi bom fazer esta experiência em conjunto com outros, irmãos na Fé, companheiros de caminho! Como foi bom… Poderia continuar esta ladainha num sem-fim de louvor e acção de graças.

Que a peregrinação de um ou mais dias, que talvez neste mês de Outubro tenhamos feito, se prolongue pela vida fora e nos leve a bom porto – ao coração de Deus!

Miguel

11 outubro 2009

Irmã Amélia premiada pela sua música...

PRÉMIO CONSAGRAÇÃO MÚSICA CATÓLICA

Casualmente, folheando uma revista de cariz franciscano, e agora no site das Irmãs Franciscanas Hospitaleiras da Imaculada Conceição, deparei-me com uma notícia que muito me alegrou.
A Irmã Maria Amélia Costa (na foto), natural da ilha do Faial – Açores – Franciscana Hospitaleira da Imaculada Conceição, foi recentemente distinguida com o Prémio Consagração 2007/2008, no âmbito dos prémios Kerygma da Música Católica.
“A distinção é feita ao melhor artista ou grupo, à melhor canção e ao melhor álbum.Segundo destaca um comunicado enviado à Agência ECCLESIA, a Irmã Maria Amélia Costa desenvolve “há longos anos” um repertório musical, inspirando a “rezar cantando” com temas que “interpelam, convidando à reflexão e, sobretudo, nos transmitem a paz que vem de Deus”.Do seu percurso musical destacam-se os CDs como «Ele passou por aqui», «Como quem procura...», «Notícias de Deus», «Faz-te ao largo!», «Deus precisa de mim», «Pára um momento» e, mais recentemente, «No trilho da Luz».O Prémio Consagração é atribuído para “reconhecer a riqueza de um percurso de vida musical ao serviço da evangelização”, destaca o comunicado.”
Toda a sua vida de Religiosa tem sido dedicada ao serviço da evangelização, juntos das camadas mais jovens, pela sua presença que muito marca, a sua palavra que inspira paz e sobretudo a sua música que tem já cantores e fãs em várias gerações.
A Mana – assim nos tratamos há tantos anos – tem publicadas algumas cassetes e também já alguns cds com músicas que nos levam a encontrar o rosto jovem de Deus e o coração Irmão de Francisco de Assis.
A sua última publicação – cd “No trilho da Luz” – tem sido para mim um momento de muita oração e reflexão até porque, neste cd, a Irmã Amélia publica uma música que há uns anos atrás me dedicou, em tempo em que a minha vocação estava por um fio. Esta música “Eu sou teu filho também” é o grito de entrega confiante de quem se sente cansado com tudo o que o rodeia e ajoelha confiante diante da Mãe para lhe dizer “Avé Maria, educadora e minha Mãe, Santa Maria, eu sou teu FILHO também”.
Há mais de vinte anos que a nossa amizade e relação de irmãos é uma permanente e posso dizer hoje aqui que, numa altura em que eu estava para abandonar a Ordem, foi o acolhimento, o olhar irmão e a palavra da sabedoria que lhe vem do Ser Franciscana, que – em Fátima – me segurou ao projecto da Menoridade Franciscana.
Poucas vezes partilhei isto mas hoje não podia deixar de o fazer num gesto de partilha e alegria por ver a Mana reconhecida pela beleza e espiritualidade da sua música, música que tantas vezes já escutámos aqui, como esta que hoje escutamos: “Quem bom, Senhor, que bom é estarmos aqui…”
Amélia… é com muito carinho e gratidão que te saúdo e que peço que nunca desistas de rezar cantando e partilhar connosco a tua oração. Somos muitos os que, em várias gerações, temos a Irmã Maria Amélia Costa como ponto de referência na meditação e oração, na busca da paz que só tu sabes transmitir na nossa língua Lusa.
Neste ano em que a Congregação termina o processo de Canonização da Madre Fundadora – Irmã Maria Clara do Menino Jesus – imploro de Deus essa graça para que o carisma da Hospitalidade Franciscana continue e ecoar na tua e nossa voz, na presença dos filhos e filhas de Francisco de Assis.
OBRIGADO AMÉLIA PORQUE VIVES E NOS ENSINAS A VIVER O CARISMA DA HOSPITALIDADE FRANCISCANA.
“Onde houver o bem a fazer, que se faça!”
Tu já és há muito tempo “um arco íris de bem, de harmonia e esperança..!
Como sempre terminamos, beijinho amigo do Mano que reza.

Albertino OFM

Deixo-vos com uma das músicas desta autora, compositória e aqui ela mesma é interprete. Esta voz que canta e a mim, pelo menos, me encanta porque me leva à paz… escutem… “Arco íris de esperança” do album “No trilho da Luz” o último publicado pela Amélia.
(mais detalhes deste prémio em
http://www.provstmaria.com/2009/index.php?option=com_content&view=article&id=10:imac&catid=1:latest-news )

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