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11 junho 2010

Ano Sacerdotal: Encerramento


Maior concelebração da história de Roma fechou ano sacerdotal

João Maria Vianney proclamado padroeiro de todos os sacerdotes

RENOVAR O AMOR DE DEUS NA IGREJA

“Ser bom pastor segundo o coração de Deus”

(Santo Cura d’Ars)

“A fidelidade no tempo é o nome do amor”

(Papa Bento XVI)

Celebramos hoje a Solenidade do Sagrado Coração de Jesus, que coincide com o encerramento do Ano Sacerdotal, proclamado há um ano pelo Papa Bento XVI.

Ao longo deste tempo procurámos meditar e renovar os grandes dinamismos da nossa vida cristã: a santidade, a comunhão, a missão. Deixámo-nos interpelar ainda pelo desafio que o Papa nos deixou há dias após a visita pastoral ao nosso país: “incentivar um renovado impulso espiritual e apostólico” nas nossas vidas e nas nossas comunidades cristãs.

Neste dia de encerramento do Ano Sacerdotal, renovemos em nós e nas nossas comunidades o dinamismo do Amor, essência do Ser de Deus na essência dos nossos seres!

Contemplemos e saboreemos o amor de Deus derramado nos vossos corações pelo Espírito de Jesus

Cristo!

Vivamos e testemunhamos esse amor, essência da nossa vida!

Centremos a nossa atenção na Palavra que nos é dada como alimento nesta Solenidade do Sagrado Coração de Jesus, que marca o encerramento do Ano Sacerdotal e deixemo-nos interpelar igualmente por breves mas pertinentes palavras do Santo Cura d’Ars e do Papa Bento XVI no anúncio do Ano Sacerdotal e nas propostas dirigidas em Portugal, qual convite a renovar o Amor de Deus derramado nos nossos corações.

 “«O sacerdócio é o amor do Coração de Jesus», costumava dizer o Santo Cura d’Ars. […] “O Cura d’Ars era humilíssimo, mas consciente de ser, enquanto padre, um dom imenso para o seu povo: «Um bom pastor, um pastor segundo o coração de Deus, é o maior tesouro que o bom Deus pode conceder a uma paróquia e um dos dons mais preciosos da misericórdia divina».

Falava do sacerdócio como se não conseguisse alcançar plenamente a grandeza do dom e da tarefa confiados a uma criatura humana”.

(Bento XVI, Carta de abertura do Ano Sacerdotal, 16 de Junho de 2009)

 “A quem se apresentava já desejoso e capaz de uma vida espiritual mais profunda, o Cura d’Ars abria-lhe de par em par as profundidades do amor, explicando a inexprimível beleza de poder viver unidos a Deus e na sua presença: «Tudo sob o olhar de Deus, tudo com Deus, tudo para agradar a Deus. (...) Como é belo!» E ensinava-lhes a rezar assim: «Meu Deus, dai-me a graça de Vos amar tanto quanto é possível que eu Vos ame!». […) No seu tempo, o Cura d’Ars soube transformar o coração e a vida de muitas pessoas, porque conseguiu fazer-lhes sentir o amor misericordioso do Senhor. Também hoje é urgente igual anúncio e testemunho da verdade do Amor: Deus caritas est (1 Jo 4, 8)”.

(Bento XVI, Carta de abertura do Ano Sacerdotal, 16 de Junho de 2009)

 “Permiti abrir-vos o coração para vos dizer que a principal preocupação de todo o cristão, nomeadamente da pessoa consagrada e do ministro do Altar, há-de ser a fidelidade, a lealdade à própria vocação, como discípulo que quer seguir o Senhor. A fidelidade no tempo é o nome do amor; de um amor coerente, verdadeiro e profundo a Cristo Sacerdote”.

(Bento XVI, Discurso aos Sacerdotes e Consagrados em Fátima, 12 de Maio de 2010)

 “A fé em Deus abre ao homem o horizonte de uma esperança certa que não desilude; indica um sólido fundamento sobre o qual apoiar, sem medo, a própria vida; pede o abandono, cheio de confiança, nas mãos do Amor que sustenta o mundo. […] Exemplo e estímulo são os Pastorinhos, que fizeram da sua vida uma doação a Deus e uma partilha com os outros por amor de Deus.

Nossa Senhora ajudou-os a abrir o coração à universalidade do amor. De modo particular, a beata

Jacinta mostrava-se incansável na partilha com os pobres e no sacrifício pela conversão dos pecadores. Só com este amor de fraternidade e partilha construiremos a civilização do Amor e da Paz”.

(Bento XVI, Homilia no Santuário de Fátima, 13 de Maio de 2010)

 “Neste caminho de fidelidade, amados sacerdotes e diáconos, consagrados e consagradas, seminaristas e leigos comprometidos, guia-nos e acompanha-nos a Bem-aventurada Virgem Maria. Com Ela e como Ela somos livres para ser santos; livres para ser pobres, castos e obedientes; livres para todos, porque desapegados de tudo; livres de nós mesmos para que em cada um cresça Cristo, o verdadeiro consagrado do Pai e o Pastor ao qual os sacerdotes emprestam voz e gestos, de Quem são presença; livres para levar à sociedade actual Jesus Cristo morto e ressuscitado, que permanece connosco até ao fim dos séculos e a todos Se dá na Santíssima Eucaristia”.

(Bento XVI, Discurso aos Sacerdotes e Consagrados em Fátima, 12 de Maio de 2010)

In, http://agencia.ecclesia.pt/anosacerdotal

4 comentários:

Mãe Lena disse...

“Sagrado coração de Jesus, nós temos confiança em Vós...”

Temos confiança que Nos ouves, que Olhas por nós, que Zelas pelos teus Bons Pastores.

“Ser Bom Pastor segundo o coração de Deus”, vê-se, sente-se.

Por onde passa, o Bom Pastor deixa Paz, deixa o nosso coração sorridente, renova a nossa vida ficando o mundo mais feliz e cheio de Amor.

Senhor, PROTEGE o nosso BOM PASTOR que tão bem cuida do seu rebanho, O FREI ALBERTINO.

Anónimo disse...

Senhor Padre Albertino,

A propósito do encerramento deste Ano Sacerdotal, quero deixar-lhe um agradecimento sincero. Confesso que o tinha guardado para o próximo dia 4 de Julho, data em que o Senhor Padre completa mais um ano de sacerdócio mas, entretanto, achei oportuno antecipá-lo.

Há alturas na vida em que sentimos que estamos a desmoronar-nos e, acredito eu, só a fé em Deus pode amparar-nos e salvar-nos. Para O encontrarmos, precisamos que alguém nos mostre um caminho porque sozinhos não conseguimos lá chegar.

Ao Senhor Padre agradeço ter-me mostrado esse caminho. A clareza com que transmite a Palavra de Deus, a forma como a adapta aos nossos dias, a verdade e a sinceridade do seu discurso, o seu entusiasmo, o seu sentido de humor, o seu canto maravilhoso e a alma que coloca em cada celebração da Eucaristia põem-nos, de facto, mais perto de Deus.

O Senhor Padre tem uma vocação mas tem também o dom de chegar às pessoas, de conquistar uma assembleia e levar à alma e ao coração de cada um, o Deus que a todos faz tanta falta encontrar.

Nestes últimos meses, agradeço-lhe particularmente a missa que celebrou no dia consagrado a S. José Operário. Poderia ter sido apenas mais uma das suas belíssimas celebrações mas,para mim, foi também o primeiro Dia do Pai em que passou a ser-me impossível estar fisicamente com o meu...

Parabéns pela sua vocação para o sacerdócio e pelo seu dom. Desejo, sinceramente, que Deus continue a "iluminar a sua vida", para que o Senhor Padre continue a "iluminar a vida" de quem o escuta e, com a vontade de todos, se "ilumine a Terra inteira".

Albertino disse...

"Anónimo" paz e bem!
Quero desde já agradecer as palavras tão sentidas e que tenho certeza são sinceras.
A Celebração da Eucaristia é sempre para mim o momento mais importante do meu dia e, por isso mesmo, ali estão sempre todos os que Deus me confia. Na minha pobre e humilde oraão, palavra e presença só peço ao Espírito Santo que seja Ele, no Pai e no Filho a deixar a marca que cada um dos irmãos deve levar do rosto de Deus impregnado no coração.
Deus recompense pelas palavras de estímulo para comigo, neste que é um tempo em que preciso de oração também.
Este ano sacerdotal deixará certamente muitos desafios à Igreja para saber discernir e confiar a cada Sacerdote a verdadeira misão que o Pai o chama a desempenhar e que, nem sempre, parece ser escutada a voz de Deus para tal.
Quanto ao seu pai, com a fé que o Senhor me concede e procuro testemunhar, creia que está junto de Deus e que, com S. José, Sto António que hoje celebramos, e todos os Santos e Santas celebra a glória da ressurreição.
A saudade é tão simplesmente o mais nobre sentimento que Deus alguma vez colocou no coração humano e que poucos como nós, Pátria Lisa, sabemos definir tão sublimemente.
Estou e rezo consigo entregando-me à sua oração, bem como da mãe Lena.
Bem-hajam.
Frei Albertino

Mª Teresa disse...

Família Retalhos (2),
Paz e Bem!
Rápido, rápido conheci e admirei o Santo Cura de Ars! Em segredo confesso: fiquei BEM feliz por saber ter demorado 46 anos para ser RECONHECIDA sua Santidade...
Foi fascinante sua conduta e intervenção junto de seu rebanho em Ars.
Acredito Papa Bento XVI ter forjado a comemo-
ração deste ano Sacerdotal abarcando este CONTURBADO período que a Igreja atravessa... Sendo relatado tanto crime praticado pelo Mundo fora (por tanto Sacerdote)...
Sensato será reconhecer e agradecer toda a excelente "conduta" que se lhe pode atribuir: Frei Albertino.
Bem hajam a TODOS. Bem hajam mãe Lena e, aos/às dois/duas "anónimo/a(s)" que certamente desconhecem a versão URL de seus comentários...

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