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30 agosto 2010

Varatojo: Lugar da Procura

(FOTO: Irmã Maria Amélia Costa - FHIC - cantando com os Irmãos em retiro)

Mais uma vez, como habitualmente no fim de Agosto princípio de Setembro os irmãos mais jovens da Ordem Franciscana e alguns menos jovens se reúnem no Real Convento de Varatojo para o seu retiro anual de cinco dias. Aqui, cerca de 30 irmãos de Portugal, Cabo Verde, Moçambique e Timor param para serenar a vida e recomeçar com forças rejuvenescidas.

Os mais novos, em formação inicial, uns preparam-se para iniciar o Noviciado e três para terminar e se Consagrarem ao Senhor na senda de Francisco de Assis no próximo sábado.

Orienta este retiro a Irmã Maria Amélia Costa, Açoreana da Ilha do Faial, Franciscana Hospitaleira da Imaculada Conceição, Irmã e Amiga de muitos anos e que tanto nos tem ajudado a crescer na fé com a sua palavra, força e música.

(Recordo que aqui no Retalhos muitas vezes escutamos músicas suas e que recebeu há algum tempo o prémio pela música religiosa e que aqui publicámos).

A Ir. Amélia traz a este retiro o tema: “Reviver o sonho de Francisco e Clara no chão da Vida”.

NB. Tudo o que aqui pblicar sobre este tema não é da minha autoria mas é a minha releitura a partir dos apontamentos e reflexão que nos deixa a Ir. M.ª Amélia.

Introduzindo as nossas reflexões levou-me ao mar, dizendo que passou uma semana junto ao mar sem se preocupar com o retiro. Deus tudo cuidará e nada como encontrar-se no mar de Deus, dizia, para deixar tremer o sistema nervoso, tantas vezes afastado do convite d’Ele e das responsabilidades a que ela era chamada, orientar um retiro aos Irmãos. Tal experiência de mergulhar no mar de Deus leva à confiança n’Ele e nos Irmãos e, por isso mesmo se apresenta a nós não como uma conferencista nem como alguém que vem ensinar algo de novo. Apresenta-se como Irmã Menor com a partilha do que é e simplesmente baseando-se na Palavra de Deus e na Palavra de Francisco.

É de notar que antes de vir para junto dos Irmãos pediu a bênção de um outro irmão nosso que orienta nestes dias o retiro às Irmãs Franciscanas Hospitaleiras em Fátima. Uma irmã vem partilhar Vida com os irmãos e um irmão orienta retiro às irmãs. Retive esta simplicidade de brincar a sério com o que é sério na nossa vida.

Nota ainda muito importante a referência à sua Comunidade de 18 irmãs que em Fátima rezam por nós e que nos enviam abraço muito amigo e fraterno. Para nós, sobretudo os que há tantos anos partilhamos o dom da fraternidade e amizade com estas irmãs foi bom acolher o abraço trazida pela Ir. Amélia e sentir que estamos em sintonia de oração.

Depois de mergulhar uma semana no mar dos Açores, diz a Ir. Amélia que vem fazer connosco o seu novo retiro. Não vem como conferencista e muito menos como uma mulher que vem pregar aos homens, Sacerdotes, Frades, irmãos em formação. Vem como Irmã para, entre os Irmãos, continuar a fazer a experiencia de mergulhar no mar de Deus.

Nos seus 63 anos, reconhece o que todos nós sabemos ser uma verdade, o mundo está cansado de conferências, discursos, palavras bonitas, longas meditações e clichés e nós religiosos não fugimos a esta realidade. Todos estamos carenciados, dizia, deficitários de parar, mergulhar no essencial da vida e nos atirarmos para quem nos pode salvar e isto só é possível num autêntico anúncio de Deus com a nossa vida, não com palavras e mais palavras.

É uma irmã que se diz vir expectante do que vamos viver e do caminho que vamos fazer em conjunto ao longo desta semana: rezar, cantar, celebrar, viver juntos para fazer uma releitura da vida que tanto nos dá.

Somos um grupo de privilegiados face a tantos que vemos pelo mundo. Deus olhou-nos, chamou-nos e quis-nos para fazermos e sermos Comunidade de Fé.

Andamos cansados, fatigados, preocupados de tal forma que parece não haver férias que nos salvem porque o nosso cansaço é interior, existencial da vida e da alma.

Imaginemo-nos a ir ao médico e, em vez de dizer das nossas dores físicas, dizermos que estamos doentes da alma, que nos dós a alma (comparação bonita e que retive especialmente, a dor da alma). Precisamos de alento, alívio para esta dor da alma e na verdade só Cristo no-los pode dar, Ele que repete constantemente “VINDE A MIM”. (Aqui a nossa Irmã pegou na viola e cantou-nos umas das suas músicas – que eu ainda não conhecia – e que tem por tema este “Vinde a mim… Eu vos aliviarei… Aprendei de mim… e encontrarei alívio para as vossas almas”, Mt. 11, 28).

Estes dias podem ser momento de graça se eu deixar ser em mim o que Deus quer contudo, Ele respeita a minha liberdade. O mundo descentra-nos e por isso este pode ser o tempo de mergulhar em Deus e centrarmo-nos no essencial. Estamos quase habituados a ver em tudo um problema, cada coisa que se nos depara é um problema logo à partida e a vida torna-se algo pesado. Nada verdade não deve ser assim, a Vida deve ser o lugar e o tempo da oportunidade para deixar que Deus Viva.

Desta forma, e durante esta semana, algumas questões se nos colocam: o quê e a quem procuro? O que mais preocupa o meu espírito?

Entra aqui – ainda que só mais tarde venhamos a entender porquê – o exemplo dos Reis Magos vindos de longe. Sabiam o que procuravam e o que mais os preocupava. Procuravam uma Estrela que estava num lugar certo e fixo, preocupavam-se em encontrá-la acompanhando o seu brilho que os conduzia e quando A encontraram adoraram-n’A.

Surge então mais uma questão: Onde está a minha estrela? Que nome posso eu dar as estrelas que orientam a minha vida? O que me faz correr, viver, retirar, estar aqui?... Quem é a estrela que me move?

A estrela está sempre associada à noite e as noites são para as grandes coisas, para as reflexões com o silêncio e a almofada, diria o nosso povo.

Os jovens cada vez mais procuram a noite e se possível que ela se inicie tarde para que se possa prolongar quase até ao amanhecer porque é na noite que se vive, ainda que ilusoriamente, a folia da vida.

Para os místicos e para a espiritualidade também a noite tem um significado importante. É na noite escura que se fazem caminhadas silenciosas ao encontro da vontade de Deus, é na noite escura da alma que nos podemos identificar mais intimamente com Ele, por isso a noite revela, de certa forma, a nossa identidade, a estrela que nos move e para onde orientamos a centralidade do que somos.

Voltando ao que atrás já se reflectia, somos desafiados a não passar a vida a lamentar-nos mas a destacar o tanto que a vida nos tem dado, sobretudo as coisas boas que nos ajudaram a encontrar com Deus, com os outros e connosco.

Desta forma o Homem tem obrigatoriamente que ter em si um enorme sentimento de alegria, característica tipicamente franciscana. Olhar a vida como dom desta alegria leva-me a olhar para a solução dos meus problemas como algo que está dentro de mim porque os problemas também estão dentro de mim. Estamos aqui para solucionar os problemas interiores e as incógnitas que o futuro nos espera e percebermos que é dentro de nós que está a solução e entregarmo-nos à escuta da voz que nos diz “VEM A MIM!”.

Ele, Cristo, não tem a culpa das nossas cruzes. Ele dá-nos meios para aliviar a nossa cruz e também a dos outros em vez de as complicar e sobrecarregar mais ainda.

Olhemos então para o exemplo de Francisco de Assis e os seus primeiros companheiros. Num dos textos das Fontes, Anónimo Perusino 2, relata-nos que dois homens, Bernardo e Pedro, testemunhas oculares, foram dizer ao Poverello: Queremos viver contigo e proceder como tu procedes, que devemos fazer?”. Não pedem para viver como ele mas sim com ele. Não se trata de seguir pisadas senão estar e viver com e aí sim, proceder do mesmo modo vital daquele que seguem. Seguir implica conhecer o caminho, saber o que fazer, discernir criteriosamente o que é seguir, viver e proceder com e como… Francisco não aponta caminhos, ele sabe o que quer para si mesmo e o escreveu e, por isso, simplesmente os conduz a pedir conselho ao Senhor. Se Francisco segue a Cristo, tem que ser Cristo a dizer o que fazer. Ganha aqui uma enorme importância o resto do texto que refere que foram ambos a uma igreja, ouviram o Evangelho, pediram ao sacerdote que lho explicasse e perceberam qual o conselho que Cristo lhes dava:

· “Se queres seguir-mE, vai, vende tudo, dá aos pobres e vem!”

· “Quem quiser seguir-me, tome a sua cruz e siga-mE!”

Antes de mais salienta-se a resposta de Jesus com verbos que nos impelem a um enorme dinamismo, a não ficar aquietado mas a seguir com alegria o seu conselho/convite.

Tal como Francisco estes dois homens experimentam ema enorme alegria ao ponto de exclamar: “aqui está o que nós desejamos e procuramos!”

E eu/nós o que é que procuramos? O que nos pode fazer estremecer de alegria e fazer dizer: “Eu sou um Homem feliz?”…

Lança-nos aqui a nossa irmã sete apelos:

1. Silêncio.

Não se trata de calar só por calar, como uma mera imposição ao jeito de tantos retiros e experiencias espirituais. Fazer silêncio não é simplesmente estar calado, é deixar-se acompanhar pelo “anjo do silêncio” (referência ao livro “50 anjos para a alma”, verei depois o autor).

Este silêncio implica da nossa parte um enorme equilíbrio ou não será profundo que em nada tem a ver com a mudez, o tal silenciar só por não dizer palavras.

Cristo, Maria, Francisco foram pessoas equilibradas e, por isso, as suas acções e palavras foram as certas para cada momento ainda que nem sempre entendidas. Já Saint Exupery diz que “o essencial é invisível aos olhos, só se vê com o coração e é aí que o silêncio ganha o verdadeiro e profundo sentido.

2. Abertura à novidade.

Cristo repetiu vezes sem conta: “Eis que vou criar novas, todas as coisas, não o vedes”? Na verdade nós não vemos porque nos habituámos ao velho, ao rotineiro, ao ritualismo de sempre. Esta abertura ao novo da história que Deus quer fazer connosco chama urgentemente à escuta da Palavra, de tal forma que lh’E falemos como um amigo ao outro amigo, tal como Moisés no diálogo com o Deus do Sinai.

Vivemos um tempo em que parece que ninguém escuta ninguém e ao mesmo tempo todos procuramos quem nos escute. Temos que nos escutar a nós para podermos abrir-nos à escuta do outro e ao que ele me pode trazer de novo.

Por vezes parecemos estar muito “santinhos” diante do Senhor, parecemos estar tão atentos ao que Ele nos diz, quiçá ajoelhados no oratório ou capela e quando saímos destes espaços depressa esquecemos que a escuta da Palavra de Deus se perpetua nos irmãos a quem devemos escutar e amar como ao Senhor. Diz S. João que “quem diz que ama o Senhor que não vê e não ama o irmão que vê, é mentiroso”. Como escuto eu o Senhor e como escuto/amo os irmãos?

3. Fazer uma releitura da nossa Vida.

Como comunica Deus comigo? Como sinto a minha relação com Deus? É como um magote que nem se dá conta do ser único, do ser indivíduo no meio da multidão?

Deus comunica-se comigo de forma única, específica, original, diferente daquela comunicação que usa, também ela única, com os outros.

4. Sinergia dos sentidos.

Não se trata de ter apenas e tão somente alguns dos nossos sentidos a funcionar mas sim todos os sentidos. É o nosso todo que deve estar sinergicamente em complementaridade como se fosse uma perfeita harmonia. Poderíamos aqui recordar a forma como S. Francisco celebrou o Natal de Greccio, e que tantas vezes já reflectimos. A forma como ele ao pronunciar o nome “Menino de Belém” como que imitava o balir de uma ovelha e ao mesmo tempo ao dizer tais palavras passava a língua suavemente pelos lábios como que para saborear a doçura que elas imprimiam na sua mente, coração e sentidos. É fazer de todos os sentidos do nosso existir um trabalho perfeito onde nada fica ao acaso e onde o mais pequeno pormenor é importante.

5. Sentir-me profundamente amado.

No nosso tempo é urgente sentir o amor infinito de Deus. O mundo parece querer ofuscar da nossa consciência esta realidade existencial: Deus ama-me incondicionalmente e por isso deu a vida por mim na Pessoa de Cristo.

Para tal a nossa atitude tem que ser a de quem se deixa tocar pelo amor de Deus, de sentir a presença amorosa d’Ele em cada momento do meu dia-a-dia para eu ser aquilo que Deus quer que eu seja no horizonte último do ser amado por Ele.

6. Rever a minha história com Deus ou a história de Deus comigo.

Não podemos correr o risco de parecer consumidores desenfreados de montras, como quem procura algo que nem sabe o que é ou o lugar certo para encontrar. Deus não está nas lojas de marca e muito menos nas que estão em tempo de saldos. Não podemos perder o nosso tempo porque é o tempo de Deus. Por isso há que fazer permanentemente o ponto de situação da história de Deus comigo e da minha em com Deus. Todo o tempo é o tempo certo que Deus faz comigo e eu tenho que saber claramente onde me encontro na intimidade com Ele e não andar ao sabor das modas ou das correntes de quem opina e me desvia do caminho com Ele.

7. Viver vigilantes.

Estar vigilante é permanecer em vigília constante, não desviar o olhar e o coração do essencial que é Deus. É estar sempre pronto a escutar para responder afirmativamente à Palavra que me apela ao novo e à relação íntima e amorosa.

Por isso Cristo nos exorta a que não nos preocupemos com o que havemos de comer ou vestir porque se Deus cuida de todas as criaturas muito mais cuidará de nós. Mas este não se preocupar não significa cruzar os braços, significa, e ainda no dizer de Jesus, acreditar n’Ele procurar o Reino de Deus, Reino que o pai nos quer dar com gratuidade e amor (Lc 12, 22-32).

Terminamos, por agora, perguntando então: O que procuro? Quem procuro? De que ando à procura?

6 comentários:

maresia disse...

Meu Deus e meu Tudo!
Que tesouro, esta partilha que o nosso Amigo nos oferece. Protege e abençoa esta Comunidade que em TI e CONTIGO se reúne para TE sentir e se encontrar a si mesma, "No chão da Vida"...

Mª Teresa disse...

Irmã Mª Amélia, FA, TODOS os Irmãos da Ordem Franciscana,
...que aí se encontram (Convento de Varatojo): Paz e Bem!
Os apelos que são lançados, são BEM pertinentes, mas alguns já os venho cumprindo há anos...
1- o Anjo do silêncio já está arrecadado e consultado diversas vezes (bem como os demais QUARENTA E NOVE). Lanço um desafio: por certo tem tanto encanto este "manual" que funciona assim bem com MUITOS irmãos...
2- A Abertura à novidade, perguntem a meus vizinhos de bairro... Por certo acho que estou preparada para entender os "Irmãos" com que me cruzo...
3- Fazer uma releitura da minha Vida - DISPENSO (FA, disponha se entender necessário, puxar-me as orelhas pois posso estimar-me demasiado)...
4- Sentir-me "profundamente amado(a)"... "Ça y est"
... ai, ai, o 5º ponto também não o desejo cumprir...eu não desejo reler a minha história com Deus ou a outra história (...) simplesmente a DISPENSO! Ela FUNCIONA MMEESSMMOO!
Por último o Ponto 6 - Viver Vigilante! Afianço que PERMANEÇO vigilante!
Assim seja,

Mãe Lena disse...

Hoje, ao mergulhar no mar do Algarve, senti o quão faminta estou de mergulhar no mar de Deus.

Vim, então, alimentar o meu coração no Retalhos e que linda surpresa encontrei!

Saudades imensas dos meus retiros Franciscanos no Varatojo... tantos... retiros de descoberta, retiros de aprofundamento... descobrir e conhecer o Francisco e a Clara e aprofundar estas duas vidas. Saudades de percorrer essa mata e ouvir a natureza. Sentar-me junto à árvore que tem um tesouro (um buraco no tronco que ao fundo tem uma cruz e que, com as falhas que existem neste buraco, a cruz é iluminada pelos raios de sol. Questionei-me tantas vezes quem teria lá colocado aquela cruz e para quê).

Saudades de chegar a casa de alma lavada depois do retiro. Aquela sensação que fomos invadidos por Deus e que nos limpou o coração, a alma...

Com estas palavras tão intensas, consigo mergulhar neste retiro e também por aqui parar e refletir.

Obrigada Frei Albertino por este momento de partilha que tanto precisamos neste mundo cada vez mais apressado de viver.

Que Deus ilumine os nossos Franciscanos e encha o coração de Paz e Bem... no chão da vida...

Sirlene (Brasil) disse...

Frei Albertino,
Que alegria ver hoje esta linda postagem com tanta nutrição para nossos corações... Que alegria ver o sr de volta!
Acompanho esta festa espiritual, em Varatojo, eu diria que de corpo e alma!
Sabia que o sr teria esta gentileza de nos trazer este conteúdo para que nossa participação seja mais efetiva.
Quando soube que seria a Rvda.Irmã Amélia a pregar o Retiro, lembrei-me dela aqui no blog e a homenagem pela música!
Como sou filha de maestro, penso como ele que dizia que o músico, tem de graça, 50% da aceitação, seja lá aonde for. Tenho a certeza do sucesso destes dias, então, tb pela presença dela e não posso deixar de citar e admirar este convite a uma mulher para este mister, coisa para mim, própria de cabeças e corações de uma evolução espiritual em grau superior, e que me deixa, como mulher aos 72 anos de idade, realizada, por ver religiosos a dar mais um exemplo de melhoria entre os seres humanos.Eu que convivi com religiosas a vida toda, não me lembro de ter visto uma deferência semelhante! Louvado seja Deus!

Seja muito benvindo de volta, Frei Albertino e espero que estes dias sejam pois de noites escuras para seu recolhimento e rejuvenecimento espiritual.
Família Retalhos, Paz e Bem!
Sirlene

Mª Teresa disse...

Irmãs Maresia, Sirlene, Mãe Lena,
... Como me encantei com vossos COMENTÁRIOS!!!!!!!!!!!! Até me envergonho de cruzar vosso caminho... Me perdoem eu (ainda) me encontrar a léguas de vós... creio que Deus Me ama de verdade...e, Me Surpreende, minhas lentes são SEMPRE (e cada vez MAIS): COLORIDAS!
Minha assinatura bem que devia surgir r e d u z i d í s s i m a ...

Mª Teresa disse...

Irmã Mª Amélia Costa,
Paz e Bem!
Merece este carinho:
reporta-se a testemunho sentido por FA... Cuido me deixou "CATIVA"! Saint Exupery terá sido o "pai" do brilhante uso dado a este adjectivo...
Sonho, algum dia me atrever a conhece-la, suspeita? Bem haja!

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