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21 setembro 2010

Maria: Formadora de Jesus em nós

6.º ENCONTRO (de 8):

(FOTO: Imaculada Franciscana que se venera na Ig. do Seminário da Luz.

O texto que se segue é a minha releitura a partir das palavras da Ir. M.ª Amélia no 6.º Encontro)

MARIA: FORMADORA DE JESUS EM NÓS

Antes de falarmos sobre Maria, a formadora de Jesus em nós, somos convidados a olhar para Moisés e a sua intimidade com Deus, como esta intimidade transforma não só o interior como o exterior: Moisés desceu do monte Sinai, trazendo na mão as duas tábuas do testemunho. Não sabia, enquanto descia o monte, que a pele do seu rosto resplandecia, depois de ter falado com Deus. (…) Os filhos de Israel viam resplandecer a face de Moisés que, em seguida, tornava a colocar o véu sobre o rosto, até entrar novamente para falar com Deus. (Ex 34, 29-35)

Começamos por tomar consciência de que só deixando-nos inteiramente inundar pela presença e Luz de Deus, nos deixaremos transformar inteiramente por Ele. O nosso exterior deve ser o reflexo do que vivemos interiormente. É uma forma de transfiguração, esta subida ao monte para dele descer com a Palavra e a Luz de Deus e, assim transfigurados, seremos sinal da Sua presença no mundo.

Olhemos então agora para MARIA DE NAZARÉ, chamada de MULHER DA BEM-AVENTURAÇA: “Enquanto Ele falava, uma mulher, levantando a voz do meio da multidão, disse: «Felizes as entranhas que te trouxeram e os seios que te amamentaram!” (Lc 11, 27).

Maria é FELIZ, é a BEM-AVENTURADA por excelência. Não é Ela que o afirma de si mesmo, nem sequer, neste caso, aqueles que A conhecem mas tão simplesmente os que vêm em Jesus o reflexo d’Aquela que o gerara, que o amamentara, que o educara.

Maria é a Mulher que educa e se torna bem-aventurada porque escuta a Palavra e a põe em prática.

Certa vez os que ouviam Jesus “anunciaram-lhe: «Tua mãe e teus irmãos estão lá fora e querem ver-te.» Mas Ele respondeu-lhes: «Minha mãe e meus irmãos são aqueles que ouvem a Palavra de Deus e a põem em prática.” (Lc 8, 20-21). Esta resposta de Jesus parece-nos estranha à partida, afinal é a Sua Mãe que lh’E quer falar, que O quer ver. Parece que Ela não dá grande importância à presença de Maria contudo, uma tal resposta parece ter por objectivo, não o desprezo para com a Mãe, mas exactamente mostrar que Ela sabe quem Ele é desde a Anunciação, Ele sabe que Ela sempre escutou a Palavra na obediência amorosa e gratuidade generosa. Jesus sabe que Maria O entenderá, Ela melhor que ninguém saberá ler nas entrelinhas o que Ele quer dizer.

Este texto leva-nos a ter um olhar diferente para com Maria, Ela é a FORMADORA DE JESUS EM NÓS.

Maria tem uma missão especial na nossa vida e que ganha um sentido especial na manhã de Pentecostes onde Ela se torna Mãe da Igreja, Mãe e educadora.

Em Maria inicia-se o germinar da vida divinizada na acção do Espírito Santo e na Encarnação. É fecundidade biológica e divina. Maria não é a Mãe possessiva que agarra os filhos para si mas aponta sempre para o Filho como em cana: Sua mãe disse aos serventes: «Fazei o que Ele vos disser!” (Jo 2, 5). O centro da atenção e da acção nunca é Ela mas sim o Filho, Ele é que é o sentido de toda a Sua entrega, do Seu SIM AO PAI.

Nos escritos de S. Francisco, Maria é também Aquela que aponta o Filho, aliás é de recordar que a devoção à Imaculada Conceição surge com os Franciscanos que tomam por ícone a Mulher descrita no Apocalipse (Ap 12, 1-6) que luta com o dragão para salvar o Filho. Ela é aqui Rainha e Senhora do Bem, Ela luta para que o mal não vença sobre o Bem dando à luz o Filho de Deus. Por isso Francisco a identifica sempre unida e inseparável ao Filho, Ela é o Templo da Santíssima Trindade. Um dos textos mais belos sobre Maria, em S. Francisco, é a Saudação à Bem-aventurada Virgem Maria (SVM). Ninguém como Ela para nos dizer quem é Deus. Ela foi discípula e Mãe, percebendo, por isso mesmo, muitas coisas e ao mesmo tempo não entendendo outras. Uma Mãe que faz aprendizagem com o Filho que d’Ela aprende também a crescer.

· SER MÃE: modo de ser onde cabe toda a existência, todo o destino histórico que viveu com o Filho da hora da Anunciação até à hora da Cruz. As mães tratam os filhos como se estes fossem sempre os seus filhinhos pequenos, como se fossem sempre os meninos que estão a crescer. A mãe educa o filho constantemente, não é só para o dar á luz, ela é em toda a vida e sempre se preocupa com o que queremos, o que somos e construímos. Maria Mãe, não deixou nunca o Seu Filho e também não nos deixará a nós porque o Seu olhar e coração maternal estão sempre atentos aos seus filhos amados.

ETAPAS DA VIDA DE MARIA:

· Hora terça (meio dia): Hora da anunciação, hora da Aliança de Deus com a Humanidade, hora da Graça de Deus que em maria nos quer abrir a porta da Salvação encerrada no pecado de Eva.

· Caná: Hora da transformação e ao mesmo tempo de provocação aos discípulos para acolherem o dom da Fé.

· Cruz: Hora da coragem e da ousadia. De pé Ela acolhe a vontade do Pai, entrega toda a Sua vida uma vez mais ao Pai e confia naquela Cruz, ousa desafiar tudo e todos mantendo-se ali, de pé, até que lhe entreguem o Seu Filho querido. É também a hora de mais um SIM, aceitar ser Mãe da Humanidade em João.

Ao chamar, Deus coloca o chamamento no limite da prova, tal como acontece com Maria. 4 PALAVRAS:

· Do Anjo enviado: “Alegra-te”. Palavra que perturba de imediato a serenidade de Maria que de imediato coloca questões. Deus, pela voz do Anjo, serena, pacifica, leva a confiar porque “a Deus nada é impossível”.

· “Não temas, darás à luz um Filho”. Palavra que assusta, Maria é Virgem, não conheceu homem, como pode dar á luz, e dar á luz Alguém tão grande que reinará para sempre?

(vejamos aqui um paralelo com a anunciação do nascimento de João Baptista a Zacarias)

· “Como será isso?”. Eis a primeira palavra de Maria no Evangelho. Maria não teme questionar quando está em causa a fidelidade a Deus, a realização do projecto de Deus para si e por si á humanidade. Como Ela também nós devemos questionar, fazer perguntas que levem a respostas pacificadoras e inspiradoras de confiança nos projectos que nos são apresentados, sobretudo os que se nos apresentam como sendo projectos de Deus.

· Deus dá sempre um sinal de que é Ele que falar e quer. Zacarias fica mudo e Maria vê na gravidez de Isabel a certeza de que “a Deus nada é impossível” e por isso responde “Eis a Serva do Senhor, faça-se", segunda palavra de Maria (Lc 1, 26-38). É um “Eis-me” firme, confiante, disponível, seguro porque Ela ouviu dizer que era obra do Espírito Santo e Ela sabia bem quem era o Espírito Santo, estava atenta, conhecia as Escrituras e Deus encontrou em Maria o coração, o ventre seguro.

· Maria foi visitar Isabel e saudou-a (terceira palavra de Maria). Não sabemos qual foi nem como foi, sabemos que Ela saudou, a palavra existiu porque Isabel exclama: “Pois, logo que chegou aos meus ouvidos a tua saudação, o menino saltou de alegria no meu seio. Feliz de ti que acreditaste, porque se vai cumprir tudo o que te foi dito da parte do Senhor” (Lc 1, 44-45). Imaginemos o que deve ter sido esta saudação… o olhar, a presença, o gesto, uma palavra tal que João exulta no seio de Isabel e esta alegra-se e professa a sua fé no Messias reconhecendo Maria como Mãe do seu Senhor.

· Somos impelidos de imediato à quarta palavra de Maria: “A minha alma glorifica o Senhor e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador. Porque pôs os olhos na humildade da sua serva. De hoje em diante, me chamarão bem-aventurada todas as gerações. O Todo-poderoso fez em mim maravilhas. Santo é o seu nome…” (Lc 1, 46-56). Maria tem consciência que é Mulher humilde mas Bem-aventuras porque o que n’Ela se opera é obra do Altíssimo pelo Espírito Santo, daí o seu magnificat profundo e orante.

Depois desta reflexão poderíamos talvez perguntar a nós mesmo COMO ESTÁ O MEU MAGNIFICAT, como o rezo na minha vida, não o texto de Lucas mas o da nossa vida diária com tudo e todos os que dela fazem parte, o nosso magnificat pessoal de homens e mulheres chamados à missão como Maria foi chamada a uma Missão.

Maria foi uma Mulher de risco, muito provada e em cada momento da Sua vida dá-se um novo chamamento: desde a anunciação à formação e acompanhamento dos Apóstolos pós Calvário. Maria ficou com eles (Apóstolos) e certamente foi para eles a conselheira, a Mãe que acompanha e educa, a Mulhe que na sua experiência leva à intimidade com Deus, a Rainha que aponta a vitória do bem sobre o mal.

No Pentecostes Maria está presente e a Sua presença é sinal de esperança, é reconforto nas dúvidas, é segurança nos medos. Maria vivera a noite do frio da fuga para o Egipto, da incerteza do caminho mas da confiança em Deus. Maria é mulher silenciosa quando alguém, no Templo, lhe diz que Ela vai sofrer por causa d’Aquele Menino, uma espada de dor se fará sentir no Seu Coração de Mãe, viveu também a espera em Jerusalém e Caná da manifestação do Filho, espera confiante o novo amanhecer do terceiro dia pós calvário quando os discípulos fogem de medo.

Fracisco de Assis fala sempre de Maria em referência ao Filho, já o dissemos, não há Maria sem Jesus Cristo. A vida de Maria resume-se num “SIM” e nele está a plenitude dos tempos como meta a atingir na aceitação do sim de Maria em Cristo, sim que traz a renovação do mundo como que irrevogavelmente decretada.

Estar com Maria é escutar permanentemente o que Ela nos aponta a fazer face a tudo o que nos rodeia, como olhar o Filho, como escutar a palavra, como dizer o nosso sim ao projecto de Deus.

Com Maria somos convidados a transformar o nosso sim em outros permanentes sim. Ela é o modelo da humildade verdadeira e não a falsa humildade que vemos em tantos chamados que tentam “fugir com o rabo à seringa”, como acontece com a maior parte dos profetas… e connosco em tantas situações de chamamento.

Ela responde e confia que no Seu itinerário o Filho sempre lh’E dirá o que fazer e como fazer.

Também nós tivemos e temos anunciação. O peso do nosso sim entende-se de forma mais clara quando exista o medo, a dor, a dúvida, o impasse. Talvez só nos momentos dos limites, em que como Ela devemos dizer SIM, seja em que idade for, por vezes talvez até mesmo no fim da vida seja a hora de percebermos como a vida foi e deve ser num permanente amanhecer.

Assim, como Maria, seremos Bem-aventurados… viveremos o Sermão da montanha.

Seremos felizes se cultivarmos a mansidão e a humildade, se formos loucos pelo Reino, sem perdermos a ocasião de semear a paz, se mais que receber sonhamos dar, se o nosso coração e olhar estão limpos, se em lugar do poder (posse) buscamos a verdade no servir, se valorizamos mais a ternura que o ter, se partilhamos o que é nosso com os demais, se nos encontramos com Deus nos outros e se os outros são o lugar do encontro e nos oferecem um espaço novo.

Assim, teremos a certeza que em cada momento da nossa vida, Maria é a formadora de Jesus em nós.

7 comentários:

Sirlene (Brasil) disse...

A evolução da leitura das meditações disponibilazadas aqui no Blog sobre o Retiro, fruto da piedade da Irmã Maria Amélia e da caridade do Frei Albertino para conosco,proporcionando esta comunhão, esta presença , esta participação efetiva neste exercício da espiritualidade,vai me dando a certeza da imperiosidade de comentar e a impossibilidade intelectual e mesmo da precariedade minha de fundamento cognitivo para esta desejada manifestação de presença e gratidão.Todavia posso afirmar e registrar o que ocorre comigo interiormente à medida que vou assimilando o que leio.É o meu espírito que capta antes que possa enunciar verbalmente o que é exposto e ele se manifesta através dos olhos, vertendo um líquido...que não é choro, não é lágrima...mas é um exudato que a bonança, como que, expreme de todo o meu ser...É necessário que eu esteja sozinha, é necessário lenço...e período a período, é um renovar de novidade surprendente... verdadeiros afagos para minha alma!
Não devo tentar enriquecer, comentar ou repetir o aqui ou ali que me enleva e de que preciso, não! É um todo que me chama às alturas e renova a minha Fé, a minha Esperança e a minha Caridade!
Louvado seja Deus pela vida, vocação e disponibilade de uma Irmã Amélia, e de um Frei Albertino!

mariana disse...

Quem educou Jesus foi Maria. E é lindo o que se lê no Evangelho de São Lucas, quando o menino Jesus, aos 12 anos, foi encontrado no templo de Jerusalém:
"Depois ele desceu com Maria e José para Nazaré e era-lhes submisso; e a sua mãe guardava todas estas coisas no seu coração".

A mulher tem um papel preponderante na educação dos filhos.
Deus quis que o Seu Filho Jesus fosse educado por uma mulher. Assim como Cristo foi concebido no ventre de Maria, como foi gerado e trazido à luz, amamentado por Maria.
O Pai quer que sejamos semelhantes a Jesus. Que sejamos Seus continuadores. É vontade de Deus que cada um de nós seja um outro Jesus para o mundo, porque o mundo precisa de coisas concretas, o mundo só vai acreditar a partir de cristãos que vivam a vida de Cristo. E para ser como Jesus é preciso ser educado por Aquela que O educou.

Maria quer formar Jesus em nós. Esta é a missão Dela. A resposta de cada um deve ser: "Faça-se! Faça-se em mim segundo a vontade do Pai".
O "Magificat" é o maior hino de Louvor a Maria,por isso o nosso exterior deve ser o reflexo do que vivemos interiormente.
Uma vida de aparências é vazia. Se não deixarmos vir para fora o que somos, o que é que as pessoas vão amar? As aparências? Quando deixamos transparecer aquilo de somos, toda a máscara cai, tudo o que está oculto vem à luz e muitos dos que nos rodeiam se afastam, pois se sentem enganados.

Não podemos ser um sepulcro vazio. Somos chamados, todos os dias, a sorrir para a vida. O segredo para deixarmos o nosso coração ser como o de Cristo está na Palavra: "O maior dentre vós deve ser aquele que vos serve". Serviço e humildade; sejamos humildes e busquemos a conversão do nosso coração. É preciso deixarmos para trás o que é velho e abrir o nosso coração a uma vida nova... à novidade do Senhor.

Mª Teresa disse...

Irmã Mª Amélia, FA,
Irmã Sirlene, Irmã Mariana,
Gradualmente ajusto "reeleitura" de texto engendrado:
1ºpela citada Irmã Mª Amélia - Lentamente nem dava conta ao apagado relevo e notoriedade que atribuia Maria, a Nossa Senhora.
2º a Irmão FA que decidiu partilhar connosco tudo isto, e da forma sensata como o vem fazendo sempre;
3º a irmãs comentaristas que me antecederam e "suavizaram" meu caminho...
4º a Toda a Família Retalhos 2, assim Feliz reconheço: - ser simples e lindo encontrar, espalhado pelos quatro cantos do Mundo, algo que nos UNE... e que sempre merece nosso introspecção...
A Verdade que nos foi transmitida, mantém-se, século atrás de século. ano após ano/dia...
Simplesmente os noticiários de comunicação social são TÃO DIVERSOS... Grata estou por tudo funcionar nestes moldes... Amen

fiducia disse...

"Com Maria somos convidados a transformar o nosso sim em outros permanentes sim".Foi esta a frase que mais me tocou nesta reflexão, quero mantê-la no meu pensamento e coração para as horas em que mais me apetece dizer não... DEUS SEJA LOUVADO por tanto que estes irmãos nos dão!

pvfranciscanos disse...

Oi confrade. É sempre bom receber palavras de força e de animo. Que nosso Pai Francisco cuide com carinho de voce e de seu trabalho. Grande abraço do tamanho do Brasil e do tamanho da nossa Ordem.
Paz e Bem!

Joana disse...

Magnificat…

A minha alma glorifica o Senhor
e o meu coração se alegra em Deus, meu Salvador.
Ele olhou com ternura para a minha pequenez,
amou-me desde toda a eternidade,
escolheu-me no instante da minha geração,
dotou-me com a Sua Graça na hora do meu Baptismo
e me elevou à filiação divina que me faz clamar: «Abbá, Pai!»

A minha alma glorifica o Senhor
e o meu coração se alegra em Deus, meu Salvador.
Conduziu-me com sabedoria pelos caminhos do Bem.
Protegeu-me com braço forte nos perigos da vida.
Iluminou-me com seu Espírito nas encruzilhadas e decisões.
Foi a minha fortaleza e o meu amparo nas horas de escuridão
e a minha alegria nas horas felizes e nos dias de sol.

A minha alma glorifica o Senhor
e o meu coração se alegra em Deus, meu Salvador.
Colocou a meu lado amigos,
amigos que são mais que amigos, são como irmãos.
Amigos que se alegram com a minha alegria.
Amigos que me ajudam a carregar a minha cruz.
Amigos que também contam comigo
e a quem me mantenho fiel em qualquer situação.

A minha alma glorifica o Senhor
e o meu coração se alegra em Deus, meu Salvador.
Deu-me olhos para contemplar as maravilhas da Criação.
Deu-me ouvidos para ouvir a música e o canto.
Deu-me mãos para ajudar e servir.
Deu-me pés para ir ao encontro do(s) outro(s).
Deu-me inteligência para descobrir a Sua presença em mim e à minha volta.
Deu-me capacidade para responder ao Seu chamamento – pela palavra e a acção.
Acima de tudo, deu-me um coração para O amar
e levar o Seu divino amor a todos os que dele tanto precisam.

Senhor, meu Deus, meu Pai, meu Salvador!
Quero cantar as Tuas maravilhas na minha vida
e na vida de tantos que, como eu e comigo, caminham para Ti.
A Ti seja o louvor e a glória,
e honra e o poder,
agora e sempre. Amen. Aleluia.

maresia disse...

Obrigada ir. Amélia, por mais este tesouro.
Maria formará Cristo em mim se eu escutar a Palavra e a colocar em prática. Já noutras ocasiões, o Frei Albertino nos apontou aqui, este caminho.
Deus nos ajude, pois isto é uma luta para todos os dias.
Deus vos abençoe.

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