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PORTUGAL: BEM VINDO SANTO PADRE!

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24 outubro 2010

Todos Te procuram: Ir. Amélia canta

Durante o mês de Setembro e Outubro fui partilhando o que me ficou dos apontamentos do retiro anual, em Varatojo, orientado pela grande Amiga e Irmã M.ª Amélia Costa, Franciscana Hospitaleira da Imaculada Conceição.
Prometi-vos uma surpresa. Aqui está ela... mais palavras para quê?
Apenas um enorme OBRIGADO à Ir. Amélia por Ser Franciscana e Hospitaleira e ter-me concedido poder fazer este clip de vídeo, creio que o primeiro de muitos que virão.
(no canto inferior direito do ecrã do youtube encontrais uns numeros - 360p ou outro valor - e aqui podeis escolher ver este vídeo em HD - alta definição - caso a memória do vosso computador aguente. Se clicardes duas vezes sob o filme ireis para a página do youtube onde o podereis ver melhor)

09 outubro 2010

Francisco Homem conversão



8.º ENCONTRO (de 8):

(O texto que se segue é a minha releitura a partir das palavras da Ir. M.ª Amélia no 8.º Encontro)

FRANCISCO HOMEM CONVERSÃO:

Celebrámos nestes dias últimos dois grandes acontecimentos: a Peregrinação Franciscana a Fátima e o dia de S. Francisco de Assis mas também a presença da Cruz de S. Damião – réplica da original que falou a S. Francisco e que se venera na Basílica de Sta Clara em Assis – Cruz que, tal como aconteceu na preparação e celebração dos oito séculos da aprovação da Regra de S. Francisco e Fundação da Ordem Franciscana, agora a Cruz percorre os Mosteiros das nossas Irmãs Clarissas no intuito de sensibilizar para a celebração dos oito séculos da aprovação da Regra de Sta Clara e Fundação das Damas pobres de S. Damião ou Irmãs Clarissas como hoje nos honramos chamar-lhes.

Sobre este tempo de graça a seu tempo falaremos aqui também.

Assim, tendo interrompido, pelo dia de S. Francisco, os textos de reflexão a partir do Retiro anual e das partilhas da Ir. M.ª Amélia Costa – Franciscana Hospitaleira da Imaculada Conceição – retomamos hoje, e para terminar tais partilhas, o que foram os últimos dois momentos e que nos falam do PERCURSO DE CONVERSÃO DE FRANCISCO DE ASSIS.

Os grandes Santos não foram proclamados como tal por já terem nascido Santos, foram-no porque ao longo da sua vida deram testemunho de vida consentânea com os valores do Evangelho, com a radicalidade de vida e porque nela fizeram um enorme percurso de conversão a Deus e aos irmãos. Assim foi com Francisco de Assis que nos é apresentado como um modelo humano/divino para que sigamos os seus passos e testemunho.

Completou-se o tempo e o Reino de Deus está próximo: arrependei-vos e acreditai no Evangelho” (Mc 1, 15). Assim apelava João Baptista ao arrependimento. O tempo que vivemos é o tempo de Deus, é o tempo único para cada um de nós, como o foi há oito séculos para Francisco de Assis. Este é o tempo em que somos convidados a sintonizar verdadeiramente com Deus e com os irmãos e isso pressupõe da nossa parte uma conversão contínua.

Francisco assim o percebeu e sem delongas inicia o seu próprio itinerário de conversão, itinerário esse que deve ser para nós paradigma do nosso próprio itinerário de conversão permanente, não algo ocasional de um momento passageiro, nem mesmo de um retiro, este itinerário é um devir constante de toda a nossa vida. Urge perguntar se temos nós consciência que crescemos na conversão quando me esforço porque ela se concretize em mim? CONVERSÃO não é um acto para fora, é um ACTO INTERIOR. É no interior de cada um que Deus quer realizar DOM e GRAÇA que transforma e cura, que purifica e muda radicalmente o nosso interior. Esta mudança leva-nos a arrepender do passado, o mau passado, e a acreditar no Evangelho (Cf. Mc 1, 35-39).

conversões repentinas como aconteceu com Saulo de Tarso no encontro com Cristo a caminho de Damasco e com a queda do cavalo que o faz ficar cego para o mundo mas desperto ao arrependimento e a crer no Evangelho, crer que leva ao anúncio. Na nossa conversão teremos, nós também, que cair muitas vezes do cavalo ou não nos aproximaremos da verdadeira Luz – Cristo – e da Fé que nos impele a tocar na minha relação com o outro que me leva a Deus.

conversões progressivas, diárias, constantes, todos os dias da semana, incluindo os fim-de-semana, as sextas-ferias cinzentas, as segundas-feiras da preguiça e por aí fora…

É com este modo de conversão que Francisco de Assis se identifica e que os Franciscanos e Franciscanas são chamados a identificar-se, talvez mesmo todos nós.

Francisco sente-se descontente com o seu modo de viver, com todo o estilo de vida em que foi habituado e que o rodeia, com o vazio que tudo lhe provoca à sua volta e mais ainda porque não consegue discernir bem o que fazer para alterar este estado de coisas e este estado de espírito. Ele quer mudar mas… como?

Todo este sentir, este vazio vai desde as suas primeiras intuições até à total descoberta da vontade de Deus a seu respeito, tempo que, no dizer dos biógrafos, dura cerca de três anos. Poderíamos dizer que esta é uma espécie de primeira fase da descoberta da sua vocação. A segunda fase dura cerca de outros três anos onde Francisco identifica o querer de Deus, o caminho e direcção a seguir e sem delongas põe pés ao caminho, mãos à obra até chegar à conciência plena da sua verdadeira vocação.

MOMENTOS DE REALCE NESTE PROCESSO:

1. DERROTA de Colestrada. Um jovem armado cavaleiro em busca de aventura, glória, poder e honrarias e que passa pela derrota é sempre um valente murro no estômago, um choque face às certezas que tinha de vitórias. Estamos diante da primeira directriz do sabor amargo da deslusão e da surpreza. Trata-se de um choque incalculável para Francisco já que ele era um jovem com muita sorte e fortuna na vida, posses e posição social.

2. PRISÃO. Um ano de prisão, cenário que mais aumenta o que se disse antes, um filho de Pietro di Bernardone derrotado na batalha e preso como um bandido, um salteador, um derrotado, um qualquer, simplesmente. Que terá acontecido no seu interior? Quantas vezes terá pensado com “raiva” na sua reacção, no seu fracasso, no sonho desfeito de voltar a Assis com honras e glória? Só uma atitude lhe parece a mais correcta – e que tantas vezes nós mesmos também experimentamos na nosso dia-a-dia – afastar-se da sua família, dos amigos, de tudo o que o ligava ao passado, ficar só e não ter medo de enfrentar a vida, fazer escolhas importantes, sozinho, para a vida e para o futuro. O medo que vivera na prisão leva-o o olhar o futuro com alguma esperança e com a vontade firme de ser ele mesmo a construir o futuro. Neste sentido, o medo é o maior aliado, é o companheiro do nosso percurso vocacional, é ele que nos coloca na linha do impasse e nos faz chegar ao ponto da necessidade do discernimento para escutar, responder e avançar. Mais de 300 vezes o medo nos aparece no Evangelho sobretudo como exortação: “Não tenhais medo”, desafio grande que João paulo II tantas vezes toma para si e para a Igreja. Cristo sabe que o medo nos acompanhará sempre e, por isso mesmo, nos diz claramente “Eu estarei sempre convosco até ao fim dos tempos” (Mt 28, 20), no momento em que envia os doze em missão.

3. DOENÇA. Liberto da prisão Francisco cai doente. Não nos é referido que tipo de doença mas os estudiosos dos textos e biografias de Francisco e dos primeiros companheiros querem crer que esta doença não é mais que uma enorme depressão. Batendo no fundo da sua identidade, sozinho, Francisco abre-se a fazer novas experiências, partindo da experiência do vazio que sente, nada o satisfaz, nem o que ouve, nem o que diz, nem o que faz, nem o que é, nem o que os outros dizem dele. Isto são, sem dúvida alguma, sinais de uma profunda depressão e é dela que parte para o novo da sua história, só falta algo que lhe faça avançar e lhe mostre o que fazer para esse novo ser realidade e vida. Perguntaremos como reage ele a este estado interior deprimente? Francisco prepara-se para ir para a Apúlia, dar o salto para a vitória mas afinal experiencia o vazio, o nada, a fragilidade dentro dele e que o torna cada vez mais profundo porque o leva ao encontro mais íntimo consigo mesmo. Volta a querer ser cavaleiro, volta aos sonhos de glória e hontaria e, qual teimoso e orgulhoso, nas hostes Papais, vai de novo a caminho da batalha mas… Cristo corta-lhe de novo o sonho “de menino” através de um outro sonho…

4. SONHO de Espoleto. O novo nasce do velho mas transforma-o. Em Espoleto, enquanto dormia, uma voz questiona Francisco e este responde certinho a todas as questões: “vale mais servir o Senhor que o servo” (Papa), resposta lógica, sadia e sábia. Aquele que vem, através daquela voz, ao encontro de Francisco e o questiona sobre as suas atitudes, não se lhe apresenta como o crucificado, não lhe fala de sofrimento ou humilhação porque sabe que disso está Francisco cheio. Cristo usa uma linguagem que suscita em Francisco o desafio de voltar a ganhar força e coragem, tal como quando decidiu partir para combater na Apúlia. Deus encontra-nos precisamente ao longo dos caminhos que percorremos e tem sempre um discurso adaptado a cada momento. Nunca deixemos de questionar as motivações do nosso querer e do nosso agir, que nos motiva? Que motivava Francisco? Fugir dos seus, da sua terra e procurar sozinho a honra e a glória contudo, que lhe pede Cristo? “Francisco, se vale mais servir o Senhor que o servo, volta para Assis e lá te direi o que deves fazer, o que quero de ti!”

E Francisco volta, e o Senhor que lhe falára tarda em dizer o que quer. Então Francisco começa a silenciar o seu interior e busca também o silêncio exterior. É preciso criar um vazio, não de depressão, mas de escuta da palavra e vontade de Deus. É na oração, na consulta e escuta da Palavra, na partilha com os outros da sua experiência de vida como aconteceu com Frei Leão, seu futuro leal companheiro de todos os momentos (Cf Legenda dos três companheiros TC 12). Francisco procura viver e partilhar estes momentos na intimidade, partilha a poucos, mas nem tudo – como Cristo – porque há momentos que são apenas entre ele e Deus.

A fé e experiência de Deus em Francisco não é para dar nas vistas, para aplausos, e isto vai manifestar-se depois no seu contacto com os irmãos, na Fraternidade, na relação humana, no respeito pelos outros, no ânimo e positividade do discurso que tem ao falar/escrever, etc… (Cf. Legenda dos três companheiros TC 3; 8).

Francisco, rei da juventude de Assis, proclamado pelos seus pares como tal em banquete farto e folgazão, fica para trás silencioso, parece outro homem, que se passará com ele, que alteração se está a operar no mais íntimo de si? Nada mais lhe diz tais honrarias mundanas o que leva a grande confusão da parte dos seus amigos que o haviam proclamado seu rei e ídolo.

Francisco começa a perceber que este tipo de coisas, este estilo de vida, não pode jamais ser o critério para o seu futuro, a sua felicidade, a sua vida e sente que é hora de mudar, é hora de dar tempo a si mesmo, o tempo que mais tarde vai perceber ser o tempo de Deus. Começa a querer mudar de vida, relativizar as coisas e começa a fazer outras opções, toma outros rumos, como ele mesmo nos diz no seu testamento “tudo o que antes me parecia amargo, tornou-se para mim doçura de alma e corpo…”, isto depois de Cristo lhe ter falado e ter experimentado finalmente a vontade d’Aquele que o chamára em Espoleto e o obrigára a voltar para Assis. A vontade de Cristo é clara: “Vai, Francisco, e repara a minha Igreja que como vês ameaça ruir”. A vontade de Cristo só se faz ecoar no mais íntimo de si porque ele vai todos os dias rezar, quase secretamente, à capeliha de S. Damião diante do Cristo bizantino, oração que o faz quase sentir contrangimento pela doçura da intimidade com Deus (poderíamos aqui recordar o belíssimo texto dos chamados “Louvores de Deus”, oração em que Francisco sempre se refere a Deus como ‘TU’). Tudo isto o fazia arrancar da rua e dos outros lugares que deixavam de ser prioritários porque ele encontra o que lhe dá prazer, doçura e razão de viver: Jesus Cristo pobre e humilde, a quem tanto procurou e que a partir daqui quer continuar a procurar continuamente.

PERCURSOS DA PROCURA (Francisco)

1. CRISTO REVELA-SE: Um dia foi-lhe revelado, finalmente, o que o Senhor queria dele, como vimos atrás. Esta vontade e vocação de Cristo para com Francisco requer da parte deste um processo e caminho de maturidade, amadurecimento da decisão a que se lhe sucederá a clareza e lucidez, saber que é chamado a construir algo novo, em e na Igreja, leva Francisco a aceitar a missão e a fazer a opção da vontade de Deus como sua própria vida. A partir da voz do Cristo de S. Damião, Francisco, outra coisa mais não procura que fazer a vontade de Deus e isso o deixa muito claro aos seus filhos. Por isso a vocação franciscana é acima de tudo a escuta pessoal e íntima de cada irmão sobre a vontade de Deus a seu respeito e, de acordo com as palavras do mesmo Francisco, aos irmãos ministros cabe-lhes tudo fazer para ajudar cada irmão a realizar a vocação a que Deus o chama para ser Menor e feliz como Francisco, vocação que se funda logicamente no Evangelho, no discernimento e na escuta de Deus, junto dos irmãos.

Fazer a opção por Deus como sua vida é fazer a opção por Cristo como modelo contudo, esta busca não acaba aqui. Talvez pudessemos inserir aqui o final de um poema de José Régio: “Ah, que ninguém me dê piedosas intenções, ninguém me peça definições! Ninguém me diga: "vem por aqui"! A minha vida é um vendaval que se soltou, é uma onda que se alevantou, é um átomo a mais que se animou... Não sei por onde vou, não sei para onde vou, sei que não vou por aí!”

Podiamos quase levar este pensamento do Poeta portugues ao tempo do poeta de Itáia. Francisco descobre que não sabe até onde Deus o conduz, sabe que não é pelos caminhos antes percorridos e isso leva-o a descobrir que o caminho é o da entrega humilde, da fraternidade generosa, do serviço ao outro, principalmente os mais pobres, os leprosos, os excluídos.

Nós também, se como Francisco fizermos percurso de discernimento, sabemos qual o caminho por onde não devemos ir e qual aquele por onde Deus nos conduz. Nós sabemos até onde nos leva a vocação na medida em que os anos passam e amadurece em nós o querer de Deus, a vontade de Deus e o nosso agir, a nossa atitude e resposta a essa vontade.

Regra de ouro do caminho de Francisco foi a acção, não se perdeu em filosofias ou teorias, compreenções académicas de fé mas apaixonou-se pelo que está cheio de vida que mais não é que o seu Senhor Jesus, caminho, verdade e vida.

2. A GRUTA DA INTERIORIDADE: Um dos aspectos em que Francisco mais se identificou com Cristo foi a procura da vontade de Deus no silêncio da oração, da cotemplação. Por isso se refugiava com muita frequência em grutas para, a sós com o Pai, prescrutar a Sua vontade e da oração silenciosa passar à acção como resposta clara e eficaz ao querer de Deus. Por isso Francisco exorta permanentemente os irmãos a que “não matem o espírito de santa oração e devoção às quais todas as demais coisas virão por acréscimo”.

São muitos os relatos deste encontro íntimo de Francisco com Deus no silêncio de uma gruta, lembremos Greccio onde celebrou o primeiro Natal ao vivo, Fonte Colombo onde escreveu a Regra para os Irmãos Menores, a gruta do pranto – na Porciúncula – onde recebeu a notícia dos seus cinco primeiro frades mártires em Marrocos, o Alverne onde recebeu o dom dos Estigmas e mesmo a sua Cela onde acolheu a Irmã Morte, entre tantas, tantas outras de que nos fazem eco os seus biógrafos e os testemunhos dos primeiro companheiros. A gruta é para ele o lugar do deserto porque ali se abstraía de tudo e todos para centrar todo o seu coração e toda a sua alma em Jesus Cristo seu Senhor.

No tempo hodierno vivemos um medo constante de nos encontrarmos a sós connosco e com Deus. Temos dificuldade em deixar que a mente se ocupe apenas da presença de Deus e da Sua palavra que nos quer falar no mais íntimo, somos absorvidos pelas preocupações do mundo que teima em ocupar em nós o lugar primeiro, criando cá dentro ruido, barulho, buliço que ensurdece para a voz de Deus. Descer á intimidade pode ser descer ao medo do que vamos encontrar da nossa própria realidade. Muitos dos medos dos nossos silêncios existem porque não conseguimos encontrar o que somos e como somos no nosso eu profundo.

Francisco sente esta necessidade profunda de solidão e meditação que urge recuperar na Igreja e que a mensagem franciscana tem ainda para dar e apontar ao Homem do nosso tempo.

Na actual cultura narcisista perdemos a capacidade do intervalo, da pausa que nos permite crescer, conhecer-me a mim mesmo e ao outro e aceitar o que sou bem como aquilo que o outro é e como é. A atmosfera em que vivemos é contrária ao que queremos viver e tal como um barco à vela podemos virar e não ser capaz de voltar ao rumo certo.

Lembro aqui as referências que, há 23 anos durante o meu noviciado, Frei David Azevedo, então vice mestre, fazia ao lastro de um barco e à sua importância para que este tivesse um caminho estável por entre as intempéries e no mar revolto.

(porque esta reflexão é muito grande, estou a acrescentar-lhe muito da minha experiência pessoal – ao que partilhou a Ir. Amélia – deixo o resto para outra postagem daqui a uns dias, para dar tempo a que esta possa ser saboreada)

03 outubro 2010

S. Francisco de Assis

Acabo de chegar de Fátima onde milhares de irmãos e irmãs, de toda a Família Franciscana, religiosos ou leigos, se reuniram pelo XXXVIII ano em PEREGRINAÇÃO, este ano sob o tema: "Povo Sacerdotal em Peregrinação".
Foi tempo de Graça, de encontro, de alegria e festa porque celebrámos juntos os DOM DO NOSSO IRMÃO FRANCISCO.
Muitos Carismas, um único modelo e caminho. E este caminho ganha sempre um novo sentido quando todos nos encontramos no Coração da Mãe e, de forma tão especial, em Fátima.
Ali todos os que fazem parte de nós, da nossa Vida, do nosso caminhar estiveram presentes.
Ajoelhado diante da Imagem de Maria, antes do Terço por nós meditado, rezado e cantado, confiei à Mãe todos os que levava no coração, família, amigos, os que rezam por mim, aqueles que se recomendam à minha oração, os mais fragilizados da nossa sociedade, a vocação e missão de cada um de nós.
E com o Coro do Seminário da Luz, cantámos PAZ E BEM, numa atitude de acolhimento tão ao jeito de Francisco e Clara de Assis, cantámos Totus Tuus Maria, numa entrega íntima ao Coração de Maria, como fez João Paulo II tão amigo dos Franciscanos e nós dele, e terminámos celebrando a Irmã Morte cantando que Francisco mora em cada um de nós, depois de oito séculos, "não porque existiu, mas porque viveu".
Celebramos neste dia 3 de Outubro o dia em que Francisco acolhe a Irmã Morte corporal, como ele mesmo lhe chama e pede aos irmãos que a crescentem ao Cântico das Criaturas referência a esta Irmã que chega. Celebraremos amanhã, dia 4 o dia que a Igreja dedica ao Poverello, ao Irmão Universal, ao Patriarca dos pobres, ao Patrono da Ecologia e dos animais... a Francisco de Assis.
Amigos da Família Retalhos, nestes dias canto Francisco ao jeito dos pobres, com o coração e a alma na voz. Canto convosco e por vós pedindo a Francisco a Sua Bênção de Pai e de Irmão.
QUE O SENHOR VOS DÊ A PAZ!
(em breve publicarei o último texto das reflexões do retiro e depois uma surpresa chegará... aguardemos)

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