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SANTA E FELIZ PÁSCOA!

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10 novembro 2010

Semana dos Seminários: Oração



Jesus Cristo, Bom Pastor

que dás a vida pelas Tuas ovelhas.

Tu és o Filho muito amado do Pai,

Tu és o nosso Mestre e Salvador.

Faz dos nossos seminários

Comunidades de discípulos,

Sementeiras de Amor,

de serviço e de entrega radical

pelo Teu Reino; sinais de esperança

de um futuro de vida verdadeira,

em abundância para todos.

Fortalece e ilumina

No discernimento vocacional

os nossos seminaristas;

confirma nos dons do Espírito Santo

os seus formadores;

enche de generosidade e espírito de serviço

os auxiliares que com eles trabalham.

Recompensa e abençoa os benfeitores,

que com a oração e partilha de bens,

zelam pela missão;

ampara o nosso Bispo

e os nossos párocos,

para que sejam sempre fiéis

ao dom do seu sacerdócio;

desperta a generosidade

e a coragem dos nossos jovens

para Te seguirem

e concede às nossas famílias

o dom de Te proporem

como caminho, verdade e vida...

Nós Te pedimos por intercessão de

Nossa Senhora, Tua e nossa Mãe

07 novembro 2010

Semana dos Seminários: mensagem

Celebramos a Semana de Oração pelos Seminário sob o tema: “Seminário, comunidade dos discípulos de Cristo e irmãos no presbitério”

1_ A alegria da vocação e a graça do mistério

Samuel repousava no templo do Senhor. A lâmpada do Deus não se tinha apagado. O Senhor chamou Samuel. Ele respondeu: “Eis-me aqui”. Samuel pensou que a voz insistente que o chamava no silêncio e no segredo da noite era a voz do sacerdote Eli.

Quando compreendeu que era o Senhor, respondeu: “Fala, Senhor; o teu servo escuta” (1 Sam 3, 1-21).

Jeremias vivia em Israel ao tempo da deportação e do exílio dos habitantes de Jerusalém.

Ele diz-nos como Deus o chamou, consagrou e enviou, como profeta em tempo difícil. Jeremias não escondeu o seu temor nem calou as suas dificuldades: “Ah! Senhor Deus, eu não sei falar, pois ainda sou um jovem”.

Respondeu-lhe o Senhor: “Irás onde eu te enviar. Não tenhas medo, Jeremias.

Eu estou contigo” (Jer 1, 1-19).

Maria habitava em Nazaré.

Diante do mensageiro de Deus que lhe anuncia que ela ia ser a Mãe de Jesus,

Maria interroga-se: “Como pode ser isso?”.

O Anjo respondeu: “O Espírito Santo virá sobre ti. Por isso Aquele que vai nascer é Santo e será chamado Filho de Deus”.

Maria disse então: “Faça-se em mim segundo a tua palavra”(Lc 1, 34-38).

Jesus estava em Cafarnaum.

Tinha passado a vigília da noite em oração. Caminhava, nessa manhã, ao longo do Mar da Galileia. Viu homens ocupados e preocupados com a faina da pesca e disse-lhes: “Vinde e segui-me. Farei de vós, pescadores de homens.”

E eles deixaram as redes, imediatamente, e seguiram-no (Mt 4, 18-20).

João, depois do baptismo de Jesus, permanecera na margem além do Jordão.

Ao ver passar Jesus, disse aos discípulos que estavam com ele: “ Eis o Cordeiro de Deus”.

Os discípulos de João ouviram, compreenderam e seguiram Jesus.

Jesus voltou-se para eles e disse-lhes: “Que buscais?”

“Mestre, onde moras?”, perguntaram eles.

“Vinde ver”, respondeu-lhes Jesus.

“Eles foram, viram e permaneceram” (Jo 1, 38-40).

Saulo tinha recebido ordens para perseguir os cristãos que viviam em Damasco, na Jordânia.

Fez-se ao caminho com decisão e determinação.

Era um israelita, descendente de Abraão, convicto e honesto. Subitamente uma inesperada visão interrompeu-lhe o caminho. Cegaram-se-lhe os olhos, mas o coração permaneceu vivo e atento ao diálogo que naquela hora nasceu: “Saulo, Saulo porque me persegues?”

“Quem és tu, Senhor?”

“Eu sou aquele a quem tu persegues. Ergue-te, entra na cidade e dir-te-ão o que tens a fazer”( Act 9, 4-9).

2_ A Carta do Santo Padre aos seminaristas e a coragem da resposta ao chamamento de Deus

Estes são alguns dos momentos bíblicos que nos falam de vocação.

Hoje, é o Santo Padre Bento XVI que escreve uma carta aos seminaristas. Logo no início dessa carta conta-nos o diálogo estranho com o seu comandante de companhia para quem na “nova Alemanha” já não havia lugar nem necessidade para padres. O medo não o venceu e a afronta do seu superior militar não o desanimou.

Para ele como para cada um de nós, a vocação ao Sacerdócio nasce neste berço de verdade e de coragem; exige liberdade para decidir; implica conversão interior; impõe deixar ocupações de rotina e certezas frágeis; encontra nova bússola a guiar os nossos passos e descobre alto farol a iluminar o caminho de quem quer seguir o Senhor.

“Tem sentido tornar-se sacerdote: o mundo tem necessidade de sacerdotes, de pastores hoje, amanhã e sempre enquanto existir”, diz-nos o Santo Padre.

É para isso o “Seminário como comunidade que caminha para o serviço sacerdotal”, onde se preparam os futuros sacerdotes, como verdadeiros “homens de Deus” e “mensageiros de Deus, (…) sempre prontos a responder (…) a todo aquele que nos perguntar “a razão” da nossa esperança (1 Ped 3, 15). Adquirir a capacidade para dar tais respostas é uma das principais funções dos anos do Seminário”, lembra o Santo Padre aos seminaristas.

3_ Comunidade de discípulos e irmãos no presbitério

Preparamo-nos para viver, no ritmo do tempo e em data igual aos anos anteriores, a Semana dos Seminários de Portugal.

Da recente visita do Santo Padre ao nosso país e do encontro que com ele tivemos na Igreja da Santíssima Trindade, tem todo o sentido recordar a sua mensagem aos seminaristas: “A vós queridos seminaristas, que já destes o primeiro passo para o sacerdócio e estais a preparar-vos no Seminário maior e nas Casas de Formação Religiosa, O Papa encoraja-vos a serdes conscientes da grande responsabilidade que ides assumir: examinai bem as intenções e as motivações; dedicai-vos com ânimo forte e espírito generoso à vossa Formação”.

É com este espírito e com igual confiança que olhamos esta Semana dos Seminários como tempo e oportunidade para valorizarmos o trabalho e a missão dos Seminários na formação dos futuros sacerdotes. Serve-nos de lema para esta Semana o mesmo tema da Semana dos Formadores dos Seminários de Portugal, realizada no passado mês de Setembro, na Diocese de Angra, nos Açores: Seminário, comunidade dos discípulos de Cristo e irmãos no presbitério.

Queremos fazer nossa a mensagem do Santo Padre, dizer uma palavra de muita alegria e renovada confiança a todos os seminaristas de Portugal e testemunhar sentida gratidão a quantos se entregam diariamente com exemplar dedicação e inexcedível generosidade à exigente causa da formação nos nossos Seminários.

Estou consciente e confiante de que aos Seminários nunca faltará a comunhão fraterna e exemplar dos presbitérios diocesanos e religiosos nem a oração, o afecto e a generosidade das comunidades cristãs.

Temos percorrido, ao longo dos anos, os Seminários de Portugal para que na colaboração de cada um saibamos contribuir para o bem de todos. Este ano a Comissão Episcopal Vocações e Ministérios solicitou ao Seminário Maior de Lamego esse contributo que agradecemos e aqui é deixado como subsídio para a vivência desta Semana nas famílias, nos movimentos apostólicos e nas comunidades cristãs.

A exemplo do Santo Padre, na Carta que escreve aos seminaristas, também a Igreja em Portugal confia “o caminho de preparação para o Sacerdócio à protecção materna de Maria Santíssima, cuja casa foi escola de bem e de graça”.

Aveiro, 18 de Outubro de 2010

+ António Francisco dos Santos

Bispo de Aveiro,

Presidente da Comissão Episcopal Vocações e Ministérios

01 novembro 2010

Todos os Santos

A festa do dia de Todos-os-Santos é celebrada em honra de todos os santos e mártires, conhecidos ou não.
A Igreja Católica celebra a Festum omnium sanctorum a 1 de novembro seguido do dia dos fiéis defuntos a 2 de novembro.

A Igreja Ortodoxa celebra esta festividade no primeiro domingo depois do Pentecostes, fechando a época litúrgica da Páscoa.


História


O dia de Todos-os-Santos foi instituído com o objetivo de suprir quaisquer faltas dos fiéis em recordar os santos nas celebrações das festas ao longo do ano. Esta tradição de recordar (fazer memória) os santos está na origem da composição do calendário litúrgico, em que constavam inicialmente as datas de aniversário da morte dos cristãos martirizados como testemunho pela sua fé, realizando-se nelas orações, missas e vigílias, habitualmente no mesmo local ou nas imediações de onde foram mortos, como acontecia em redor do Coliseu de Roma. Posteriormente tornou-se habitual erigirem-se igrejas e basílicas dedicadas em sua memória nesses mesmos locais.

O desenvolvimento da celebração conjunta de vários mártires, no mesmo dia e lugar, deveu-se ao facto frequente do martírio de grupos inteiros de cristãos e também devido ao intercâmbio e partilha das festividades entre as dioceses/e paróquias por onde tinham passado e se tornaram conhecidos. A partir da perseguição de Diocleciano o número de mártires era tão grande que se tornou impossível designar um dia do ano separado para cada um. O primeiro registo (Século IV) de um dia comum para a celebração de todos eles aconteceu em Antioquia, no domingo seguinte ao de Pentecostes, tradição que se mantém nas igrejas orientais.

Com o avançar do tempo, mais homens e mulheres se sucederam como exemplos de santidade e foram com estas honras reconhecidos e divulgados por todo o mundo. Inicialmente apenas mártires (com a inclusão de São João Baptista), depressa se deu grande relevo a cristãos considerados heróicos nas suas virtudes, apesar de não terem sido mortos. O sentido do martírio que os cristãos respeitam alarga-se ao da entrega de toda a vida a Deus e assim a designação "todos os santos" visa celebrar conjuntamente todos os cristãos que se encontram na glória de Deus, tenham ou não sido canonizados (processo regularizado, iniciado no Século V, para o apuramento da heroicidade de vida cristã de alguém aclamado pelo povo e através do qual pode ser chamado universalmente de beato ou santo, e pelo qual se institui um dia e o tipo e lugar para as celebrações, normalmente com referência especial na missa).


Intenção catequética da festividade


Segundo o ensinamento da Igreja, a intenção catequética desta celebração que tem lugar em todo o mundo, ressalta o chamamento de Cristo a cada pessoa para o seguir e ser santo, à imagem de Deus, a imagem em que foi originalmente criada e para a qual deve continuar a caminhar em amor. Isto não só faz ver que existem santos vivos (não apenas os do passado) e que cada pessoa o pode ser, mas sobretudo faz entender que são inúmeros os potenciais santos que não são conhecidos, mas que da mesma forma que os canonizados igualmente vêem Deus face a face, têm plena felicidade e intercedem por nós. O Papa João Paulo II foi um grande impulsionador da "vocação universal à santidade", tema renovado com grande ênfase no Segundo Concílio do Vaticano.Nesta celebração, o povo católico é conduzido à contemplação do que, por exemplo, dizia o Cardeal John Henry Newman (Venerável ainda não canonizado): não somos simplesmente pessoas imperfeitas em necessidade de melhoramentos, mas sim rebeldes pecadores que devem render-se, aceitando a vida com Deus, e realizar isso é a santidade aos olhos de Deus.


Citações do Catecismo da Igreja Católica


957. A comunhão com os santos. «Não é só por causa do seu exemplo que veneramos a memória dos bem-aventurados, mas ainda mais para que a união de toda a Igreja no Espírito aumente com o exercício da caridade fraterna. Pois, assim como a comunhão cristã entre os cristãos ainda peregrinos nos aproxima mais de Cristo, assim também a comunhão com os santos nos une a Cristo, de quem procedem, como de fonte e Cabeça, toda a graça e a própria vida do Povo de Deus».
«A Cristo, nós O adoramos, porque Ele é o Filho de Deus;quanto aos mártires, nós os amamos como a discípulos e imitadores do Senhor;e isso é justo, por causa da sua devoção incomparável para com o seu Rei e Mestre.
Assim nós possamos também ser seus companheiros e condiscípulos!».

Martyrum sancti Polycarpi 17, 3: SC 10bis, 232 (FUNK 1, 336).


1173. Quando a Igreja, no ciclo anual, faz memória dos mártires e dos outros santos, «proclama o mistério pascal» realizado naqueles homens e mulheres que «sofreram com Cristo e com Ele foram glorificados, propõe aos fiéis os seus exemplos, que a todos atraem ao Pai por Cristo, e implora, pelos seus méritos, os benefícios de Deus».2013. «Os cristãos, de qualquer estado ou ordem, são chamados à plenitude da vida cristã e à perfeição da caridade» [3]. Todos são chamados à santidade: «Sede perfeitos, como o vosso Pai celeste é perfeito» (Mt 5, 48):
«Para alcançar esta perfeição, empreguem os fiéis as forças recebidas segundo a medida em que Cristo as dá, a fim de que [...] obedecendo em tudo à vontade do Pai, se consagrem com toda a alma à glória do Senhor e ao serviço do próximo. Assim crescerá em frutos abundantes a santidade do povo de Deus, como patentemente se manifesta na história da Igreja, com a vida de tantos santos».

In, http://www.srcoronado.com

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