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Senhor! Fazei-me instrumento da vossa paz!

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12 junho 2015

Santo António de Lisboa

 Eis-nos chegados ao grande dia de SANTO ANTÓNIO DE LISBOA.
Marchas e casamentos marcam esta festa em Portugal, sobretudo em Lisboa, onde o Santo nasceu e cidade da qual é Padroeiro.
mas mais que marchas populares e casamentos, marca este tempo e sobretudo este dia, a visita de milhares de devotos do Santo à sua igreja/santuário rente à Catedral de Lisboa.
Devotos que vêm para rezar, para tocar a Imagem do quadro milagroso, para venerar as Sagradas Relíquias que aqui se encontram, para comprar o Pão de S. António, para benzer cravos ou comprar pequenas recordações.
Celebrações solenes da Eucaristia são momentos altos para levar até Deus o nosso louvor por Santo António e, não podemos esquecer, a enorme procissão pelas ruas de Alfama, acompanhando a imagem do Santo por estas ruas e ruelas, onde o cheiro a mangerico e a sardinha, embalados pelo canto do fado e da alma portuguesa, lugares por onde outrora Fernando de Bulhões viveu e cresceu.
Visite o sitio web da nossa Igreja em Lisboa em www.santo-antonio.webnode.pt

Que do alto Céu Santo António de Lisboa a todos nos abençoe.

Fica mais uma vez a partilha de um texto enviado por "Lídia" a quem desde já agradeço.

ANTÓNIO: o nosso Santo

O mês de Junho já decorre há uns dias. Poder-se-á dizer que este é o mês da alegria para os Portugueses pois nele decorrem as festividades mais populares e bairristas de todo o ano. É, de facto, o mês em que as principais cidades e localidades se vestem de alegria e cor para realizar festas verdadeiramente simples e populares, onde se canta, dança, saltam fogueiras, ou simplesmente se enfeitam as ruas e as montras com balões e pequenos altares. Mas é também um mês marcante para o povo português porque comemoramos a morte dum Homem Santo, dum Doutor da Igreja com quem muito temos a aprender e agradecer: Santo António.
Não conhecemos toda a riqueza da vida e obra de Santo António mas creio que basta confiar no que o Papa PIO XII, em 1946, referiu sobre ele para sentirmos o Grande Santo que o Espírito Santo concedeu a Portugal: “Exulta, Portugal, regozija-te Pádua, porque a terra e o céu vos deram um homem que iluminou e continua a iluminar todo o universo com o brilho da sua santidade, com a fama dos seus milagres e com o esplendor da sua doutrina.” (Extraído da Proclamação oficial de Santo António Doutor da Igreja Universal, in “Exulta Lusitana Félix”, assinado por PIO XII, em 16 de Janeiro de 1946)Pensando no que os escritos nos transmitem, e sem grande preocupação do pormenor, dois aspectos me surpreendem e alegram profundamente, na sua vida: António, fruto duma classe privilegiada da época e pertencente a uma Ordem Religiosa social e intelectualmente muito conceituada, é “tocado” por outros frades desconhecidos, simples, paupérrimos e humildes que, por Amor a Deus, enfrentam todos os perigos e vivem fraternalmente na entrega total a esse Amor; e, também, a capacidade de António aceitar este encanto divino, transformar-se intimamente ao ponto de tudo recusar e querer ser um daqueles humildes e pobres frades franciscanos, igual a qualquer outro irmão incógnito. A grandeza desta atitude só pode ser o reflexo da grande Fé e da Mão Divina no seu coração.
Claro que a formação intelectual e as capacidades intelectuais que desenvolveu enquanto estudioso numa das melhores bibliotecas da época, a do Mosteiro de Santa Cruz, em Coimbra, permaneceram na sua vida de humildade franciscana e afloravam nos momentos próprios. Então, operava-se uma das mais belas conjugações: a do conhecer humano com a força da Fé. Surge o teólogo exímio que fundamenta nas Escrituras temas como o Natal, a Mãe Maria, e outros do mais profundo Mistério como a verdadeira confissão, a Eucaristia, a Ressurreição, o Espírito Santo, a Virgem Maria, a Alma e muitos outros temas. Mas tudo isto é ainda mais bonito porque Santo António, nas suas missões e acções testemunhava tal fortaleza de Fé e tal convicção que, quem ouvia, sentia a Verdade e, eles próprios, transformavam-se. Recebiam o Espírito Santo pela Palavra.
Por ser tão forte na sua Fé, António também foi colocado perante grandes provações e grandes dificuldades mas, para ele, estas foram meios de reafirmação da sua relação privilegiada com Deus e da sua entrega total e incondicional, ao ponto de Ele o escolher e visitar. Por tais exemplos e testemunhos, deixou que se transformasse no padroeiro das causas difíceis e perdidas e das batalhas complicadas.
Não tenho dúvida que Santo António, o nosso António de Lisboa - Padroeiro principal desta cidade - merece o maior louvor e honra de todos nós, como São Paulo, pelos seus ensinamentos teológicos, ou São Francisco de Assis, pela sua renúncia, vida simples, humildade e comunhão divina. É o “nosso” Santo, o que nasceu e tem coração português, a quem a Igreja concedeu o mais elevado grau de honra: Doutor da Igreja.

"Lídia"

4 comentários:

Mª Teresa disse...

Excelente trecho compôs Irmã Lídia sobre o NOSSO (enfim, também nosso...) querido Santo António!
Quantos ousaram aproximar-se dos mais pobres, dos humildes, dos "fracos" numa partilha e entreajuda bem fraterna?
Deves (Stº António) poder ajudar-nos... sobretudo a VENCERMOS a enorme crise de VALORES!!!
Essa sim, por certo estou bem convencida que sempre podes derramar uma chuva de bençãos, que por certo há muita criatura ainda com "mala" vazia... Eu acredito que me vás ler e entender meu discurso (Santo António, FA, Retalhistas amigos)... crise de valores repito, de valores!
Um excelente dia de Santo António... em 2011, 2012...

mariana disse...

Meu querido Santo António, Santo dos mais carinhosos, o vosso ardente amor a Deus, as vossas sublimes virtudes a grande caridade para com o próximo, te deram da parte de Deus, durante a vida o poder de fazer milagres espantosos. Nada vos era impossível senão deixar de sentir compaixão pelos que necessitavam da vossa eficaz intercessão. A vós recorremos e vos imploramos que nos concedeis a graças que neste momento te pedimos.
Ó bondoso Santo, cujo coração estava sempre cheio de amor pelos homens, segredai as nossas preces ao Menino Jesus que tanto gostava de repousar nos vossos braços, e que Ele nos ensine a saber Escutá-lo, como tu O escutaste, o seguiste pregando o evangelho, e sempre perto dos mais pobres.

Ontem estive bem perto de ti. Sei que me ouviste. À tua intercessão deixei tudo o que levava no meu coração.

Glorioso Santo António rogai por nós.

Mª Teresa disse...

Que desvelo a bela imagem inicial deste Retalhos 2!
Cuido que será mantida por poucas "luas", pois FA refaz com ajustada rapidez composição de nosso "cabeçalho" (Retalhos 2)... aliás, penso que Junho reporta-lhe (sempre) vários apontamentos dignos de relevo...

Mãe Lena disse...

É sempre bom voltar ao lugar onde o Santo nasceu...
Excelente celebração e Homilia!
Tem sido um dia de muita Paz, muito feliz!
Que assim continue... lá mandei uma reza Santo António e bem sei que a recebeste.

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