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Senhor! Fazei-me instrumento da vossa paz!

VÍDEOS: Para visualizar e ouvir os vídeos deverá dasativar a música de fundo no painel aqui do lado esquerdo

30 janeiro 2012

Semana da Vida Consagrada 2012

CELEBRAR E VIVER A SEMANA DO CONSAGRADO 2012

[www.ecclesia.pt/semanadoconsagrado2012 ]

A Vida Consagrada no coração da Evangelização

50 anos depois do começo do Concílio Vaticano II

Por decisão da Conferência Episcopal Portuguesa, vamos celebrar e viver, pelo terceiro ano consecutivo, de 29 de janeiro a 5 de fevereiro de 2012, a Semana do Consagrado. Trata-se de uma iniciativa a concretizar nas Dioceses e Paróquias, Comunidades cristãs e religiosas, em todos os espaços eclesiais.

A escolha do tema – “A Vida Consagrada no coração da Evangelização, 50 anos depois do começo do Concílio Vaticano II” – tem a ver com o momento eclesial que vivemos e reavivamos na complementaridade dos carismas.

Em coordenação com a Comissão Episcopal Vocações e Ministérios (CEVM), a Conferência dos Institutos Religiosos de Portugal (CIRP) disponibiliza alguns materiais que podem ser aproveitados em momentos de oração, celebração e reflexão: alguns textos do magistério, uma mensagem do Presidente da CEVM, proposta de vigília de oração, um cartaz A4 com a necessária qualidade para se imprimir e afixar, propostas de meditação à luz das leituras bíblicas da Festa da Apresentação, outros textos e orações.

Para maior rapidez e poupança, todos os subsídios são enviados por email e colocados na página da ECCLESIA na Internet, em dossier destacado [www.ecclesia.pt/semanadoconsagrado2012].

O Secretariado da CEVM fará a máxima promoção desta Semana junto das Dioceses e Paróquias, esperando-se o mesmo empenho dos Secretariados Regionais da CIRP junto dos Institutos e Comunidades Religiosas e dos Institutos Seculares.

Quem desejar enriquecer o dossier desta Semana, poderá enviar para o email da CIRP (secgeral.cirp@gmail.com) algum subsídio sobre o tema.

Que esta seja uma Semana fecunda em tempos de oração e celebração, encontro e reflexão, a nível pessoal e comunitário, sinal da vitalidade dos consagrados e consagradas.

E que Maria, Mãe de Jesus e nossa Mãe, continue a suscitar em nós dinamismos renovadores de comunhão na evangelização, hoje.

Com os melhores cumprimentos e bênçãos em 2012.
Ir. Lucília Gaspar, SNSF

Presidente da CIRP

25 janeiro 2012

APRENDENDO COM SÃO PAULO...

 APRENDENDO COM SÃO PAULO...

“Todas as coisas concorrem para o bem daqueles que amam a Deus“
(Rom 8, 28).

É uma palavra forte que faz surgir no nosso interior a pergunta: Acredito realmente nisso? Estou convicto de que tudo o que acontece na minha vida – realmente tudo! – é para o meu bem?
S. Paulo estava profundamente convencido da realidade do amor e da bondade de Deus na sua vida. Depois da experiência de Damasco não lhe restavam dúvidas. De perseguidor tornou-se o maior anunciador da Boa Nova, porque tinha experimentado o amor incondicional de Deus na Pessoa de Jesus Cristo e o Seu chamamento pessoal. Tinha sido “reciclado” da sua obstinação contra o novo “Caminho” (como a Igreja era chamada na época), para se tornar uma “nova criação”, fruto do amor misericordioso de Deus. Por isso podia afirmar, na Carta aos Romanos, com total certeza: “Todas as coisas concorrem para o bem daqueles que amam a Deus”.
“TODAS as coisas...”Sim, todas as coisas. Para Paulo, isto estava claro. Depois da sua “experiência-chave” às portas de Damasco, já nao havia nada que lhe pudesse fazer medo. “Quem nos separará, pois, do amor de Cristo?” – pergunta na mesma Carta aos Romanos, e diz que “nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas presentes, nem as futuras, nem as potestades, nem a altura, nem a profundidade, nem nenhuma outra criatura nos poderá separar do amor que Deus nos manifesta em Cristo Jesus, Senhor Nosso” (Rom, 8, 35.38-39).
Isto é forte! Supõe, da parte de quem escreve, estar totalmente tomado pela causa de Deus. Mais: significa apostar tudo no único trunfo no “baralho” da sua vida: a Pessoa de Jesus Cristo e o Seu amor. A partir deste centro de gravidade, tudo na vida de Paulo – “todas as coisas”adquirem sentido e o conduzem infalivelmente para Deus.
Daí a consequência de que todas as coisas, tudo o que lhe ia sucedendo na vida, os acontecimentos bons e maus
“...concorrem para o BEM...”,
ou seja revertem em benefício para si e para a sua identificação cada vez mais profunda e radical com Cristo. Pois era este o maior BEM na vida de Paulo: “Para mim viver é Cristo” (Fil 1, 21).

Poderíamos perguntar-nos, ao jeito de revisão de vida: O que é que eu considero o maior BEM na minha vida? Será o mesmo que Paulo? Ou não serão, antes, valores bastante diferentes? O que é que eu sonho – às vezes com os olhos bem abertos – para a minha vida? Serão sonhos com Deus, com Cristo, com o Evangelho ao centro? Ou está no centro apenas o meu “eu” com os seus desejos e egoísmos desmedidos?

“...daqueles que AMAM a Deus.”Considero esta a parte central desta palavra de S. Paulo na carta aos Romanos: o amor de Deus, ou seja a nossa resposta de amor a um Deus que nos ama incondicionalmente e que nos provou o Seu amor na Pessoa de Jesus Cristo.Talvez, ao ler a frase no título desta reflexão, tenhamos fixado a nossa atenção apenas na primeira parte. E como talvez pensemos que nem todas as coisas que já aconteceram nas nossas vidas reverteram realmente para o nosso bem (segundo a nossa visão míope e mesquinha), nem sequer nos detemos nesta última parte, e assim ela cai em “saco roto”. E, no entanto, é a essência da nossa vida: “Amar a Deus de todo o coração...” (cf. Mc 12, 30). Fazer de Deus a nossa primeira prioridade. Centrar o nosso pensar e viver em Deus. E, a partir de Deus, “amar os outros como a nós mesmos” (cf. Mc 12, 31). Vemos aqui o amor ao próximo como fruto e decorrência do amor a nós mesmos. Claro, não se trata aqui de pôr o nosso “eu” em primeiro plano e centrar nele toda a nossa atenção. Mas do que Jesus fala aqui é de um sadio amor-próprio no sentido de auto-estima, de consciência da própria dignidade e valor. É absolutamente necessário, para poder amar, aceitar, estimar os outros, que me estime e aceite a mim mesmo. No entanto, tudo na sua devida ordem, dando a primazia a Deus. Não se aplique a nós a palavra severa de S. João na sua primeira carta: “Quem diz que ama a Deus que não vê e não ama o seu irmão que vê, é mentiroso” (cf. 1 Jo 4, 20).

Que tal, deixarmos pautar a nossa vida pelos critérios que S. Paulo nos ensina?!

"Miguel"

18 janeiro 2012

Unidade: Tema 2012 "Transformados..."

TEXTO BÍBLICO - 1ª Coríntios 15, 51-58

Vou dar-vos a conhecer um mistério. Nós não morreremos todos, mas todos seremos transformados, num instante, num piscar de olhos, ao som da trombeta final. Pois a trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis e, quanto a nós, seremos transformados. Com efeito, é necessário que este ser corruptível revista a incorruptibilidade, e que este ser mortal revista a imortalidade. Quando, portanto, este ser corruptível tiver revestido a incorruptibilidade e este ser mortal tiver revestido a imortalidade, então se realizará a palavra da Escritura: “A morte foi tragada na vitória. Ó morte, onde está a tua vitória? Morte, onde está teu aguilhão?” O aguilhão da morte é o pecado, e o poder do pecado é a lei.

Rendamos graças a Deus, que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo. Assim, meus irmãos bem amados, sede firmes, inabaláveis, fazei sem cessar progressos na obra do Senhor, sabendo que a vossa fadiga não é inútil no Senhor.

INTRODUÇÃO AO TEMA PARA O ANO 2012

Todos seremos transformados pela vitória de nosso Senhor Jesus Cristo (cf 1 Cor 15, 51-58)
 
O material para a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos em 2012 foi preparado por um grupo de trabalho composto por representantes da Igreja Católica Romana, da Igreja Ortodoxa e dos Antigos Católicos e Igrejas protestantes em atividade na Polónia.

A partir de amplas discussões de que participaram os representantes de vários círculos ecuménicos na Polónia, ficou decidido focalizar um tema que diz respeito ao poder transformador da fé em Cristo, particularmente no que se refere à nossa oração pela unidade visível da Igreja, o Corpo de Cristo. Isso baseou-se nas palavras de São Paulo aos coríntios, que se referem à natureza temporária da nossa vida presente (com todas as suas aparentes “vitórias” e “derrotas”) em comparação com o que recebemos através da vitória de Cristo, pelo mistério pascal.

Razão do tema

A história da Polónia tem sido marcada por uma série de derrotas e vitórias. Podemos mencionar as muitas vezes em que a Polónia foi invadida, as divisões de território, a opressão por poderes estrangeiros e sistemas hostis. A constante luta para superar toda a escravidão e o desejo de liberdade são características da história polaca que têm levado a significativas mudanças na vida nacional. E ainda onde há vitória há também perdedores que não compartilham da alegria e do triunfo dos vitoriosos.

Essa particular história nacional polaca levou o grupo ecuménico que escreveu o material deste ano a refletir mais profundamente sobre o que significa “vencer” e “perder”, especialmente considerando o modo como a linguagem de “vitória” é tão frequentemente entendida em termos de triunfalismo. Mas Cristo apresenta-nos um caminho bem diferente!

Em 2012 o campeonato europeu de futebol acontecerá na Polónia e na Ucrânia. Isso nunca foi possível em anos passados. Para muitos, isso é um sinal de outra “vitória nacional”, quando centenas de milhões de fãs ansiosamente aguardam notícias de equipas vencedoras, a jogar nessa região da Europa. Pensar nesse exemplo pode levar-nos a considerar o apelo dos que não são vencedores – não apenas no desporto, mas nas suas vidas e comunidades: quem dedicará um pensamento aos perdedores, àqueles que constantemente sofrem derrotas porque lhes é negada a vitória por causa de várias condições e circunstâncias? A rivalidade é uma característica permanente, não apenas no desporto, mas também na política, nos negócios, na cultura e mesmo na vida da Igreja.

Quando os discípulos de Jesus entraram em disputa sobre “quem era o maior” (Mc 9,34), ficou claro que esse impulso era forte. Mas a reação de Jesus foi muito simples: “quem quiser ser o primeiro seja o último de todos e servo de todos” (Mc 9,35). Essas palavras falam de vitória através do serviço, da ajuda mútua, promovendo a auto-estima daqueles que são os “últimos”, os esquecidos, os excluídos. Para todos os cristãos, a melhor expressão de tal serviço humilde é Jesus Cristo, sua vitória através da morte e sua ressurreição. É na sua vida, ação, ensinamento, sofrimento, morte e ressurreição que desejamos buscar inspiração para uma moderna e vitoriosa vida de fé que se expressa no compromisso social em espírito de humildade, serviço e fidelidade ao Evangelho. E, quando se viu na expectativa do sofrimento e da morte que estavam para vir, ele orou pedindo que seus discípulos fossem um, a fim de que o mundo pudesse crer. Essa “vitória” só é possível através de uma transformação espiritual, uma conversão. É por isso que consideramos que o tema para nossas meditações deveria vir daquelas palavras do Apóstolo das nações. O objetivo é conquistar uma vitória que integre todos os cristãos ao redor do serviço a Deus e ao próximo.

À medida que oramos e trabalhamos pela plena unidade visível da Igreja nós – e as tradições a que pertencemos – seremos mudados, transformados e moldados à semelhança de Cristo. A unidade, pela qual oramos, pode exigir a renovação de formas da vida eclesial, com as quais estamos familiarizados. Isso é uma visão emocionante, mas pode trazer-nos algum tipo de medo! A unidade, pela qual oramos, não é simplesmente uma noção “confortável” de amizade e cooperação. Ela exige a disposição de renunciar à competição entre nós. Precisamos de nos abrir uns aos outros, oferecer e receber dons uns dos outros, para que possamos verdadeiramente entrar na nova vida em Cristo, que é a única verdadeira vitória.

Há lugar para todos, no plano de salvação de Deus. Através de sua morte e ressurreição, Cristo abraça a todos, independentemente de vencer ou perder, “a fim de que todo aquele que crê tenha nele a vida eterna”. (Jo 3,15) Nós também podemos participar da sua vitória! É suficiente crer nele, assim acharemos mais fácil vencer o mal com o bem.


Oito dias de reflexão sobre nossa mudança em Cristo

Na Semana que se aproxima, somos convidados a entrar mais profundamente na nossa fé, para que sejamos todos transformados pela vitória de nosso Senhor Jesus Cristo. As leituras bíblicas, comentários, preces e perguntas para reflexão são recursos que exploram diferentes aspectos daquilo que isso significa para as vidas dos cristãos e para a sua unidade uns com os outros, dentro do mundo de hoje e para esse mundo. Começamos a contemplar o Cristo que serve e a nossa jornada e nos leva à celebração final do reino de Cristo, por meio da sua cruz e ressurreição .

Primeiro dia: Transformados pelo Cristo servidor

O Filho do Homem veio para servir (cf Mc 10,45)

Neste dia, encontramos Jesus no caminho para a vitória, através do serviço. Vemo-lo como “aquele que não veio para ser servido, mas para servir e dar a vida em resgate pela multidão” (Mc 3,45). Consequentemente, a Igreja de Jesus Cristo é uma comunidade servidora. O uso dos nossos diversos dons em serviço comum à humanidade torna visível a nossa unidade em Cristo.

Segundo dia: Transformados na paciente espera pelo Senhor

Agora é assim que nos convém cumprir toda a justiça. (Mt 3,15)

Neste dia, concentrar-nos-emos na espera paciente pelo Senhor. Para obter qualquer transformação, são necessárias a perseverança e a paciência. Orar a Deus por qualquer tipo de transformação é também um ato de fé e confiança nas suas promessas. Tal espera pelo Senhor é essencial a todos aqueles que oram pela unidade visível da Igreja, nesta Semana. Todas as atividades ecuménicas requerem tempo, atenção mútua e ação conjunta. Somos todos chamados a cooperar com o trabalho do Espírito, na união dos cristãos.

Terceiro dia: Transformados pelo Servo Sofredor

Cristo sofreu por nós (cf 1 Pd 2,21)

Este dia chama-nos a refletir sobre o sofrimento de Cristo. Seguindo Cristo, o Servo Sofredor, os cristãos são chamados à solidariedade com todos os que sofrem. Quanto mais perto estivermos da cruz de Cristo, mais próximos estaremos uns dos outros.

Quarto dia: Transformados pela vitória do Senhor sobre o mal

Sê vencedor do mal por meio do bem (Rom 12,21)

Este dia leva-nos a aprofundar as lutas contra o mal. Vitória em Cristo é a superação de tudo o que danifica a criação de Deus e nos mantém separados uns dos outros. Em Jesus, somos chamados a participar dessa nova vida, lutando junto com ele contra o que está errado no nosso mundo, com renovada confiança e tendo satisfação no que é bom. Nas nossas divisões, não podemos ser suficientemente fortes para vencer o mal no nosso tempo.

Quinto dia: Transformados pela paz do Senhor ressuscitado

Jesus veio, pôs-se no meio deles e disse-lhes: A paz esteja convosco. (Jo 20,19)

Hoje celebramos a paz do Senhor ressuscitado. O Ressuscitado é o grande Vitorioso sobre a morte e o mundo das trevas. Ele une os seus discípulos, que estavam paralisados com medo. Ele abre-nos novas perspectivas de vida e de ação pelo Seu reino que está a chegar. O Senhor Ressuscitado une e fortalece todos os que crêem. Paz e unidade são as marcas da nossa transformação na ressurreição.

Sexto dia: Transformados pelo amor persistente de Deus

Esta é a vitória, nossa fé ( Cf 1 Jo 5,4)

Neste dia concentramos a nossa atenção no amor persistente de Deus. O mistério pascal revela a firmeza desse amor, e chama-nos a um novo caminho de fé. Essa fé supera o medo e abre os nossos corações ao poder do Espírito. Tal fé nos chama-nos à amizade com Cristo e, consequentemente, de uns com os outros.

Sétimo dia: Transformados pelo Bom Pastor

Apascenta as minhas ovelhas (Jo 21,17)

Neste dia os textos bíblicos mostram-nos o Senhor fortalecendo o seu rebanho. Seguindo o Bom Pastor, somos chamados a fortalecer-nos uns aos outros no Senhor, e a sustentar e fortalecer os fracos e perdidos. Há um só Pastor e nós somos o seu povo.

Oitavo dia: Unidos no Reino de Cristo

Ao vencedor, concederei sentar-se comigo no trono (Ap 3,21)

Neste último dia de nossa Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos celebramos o Reino de Cristo. A vitória de Cristo capacita-nos a olhar para o futuro com esperança. Essa vitória supera tudo que nos impede de partilhar vida plena com ele e uns com os outros. Os cristãos sabem que a unidade entre nós é, acima de tudo, um dom de Deus. É uma participação na gloriosa vitória de Cristo sobre tudo o que gera divisão.




17 janeiro 2012

Parabéns pai... 81 anos de Vida.


Como o tempo passa...
Mais um dia de festa hoje ocorre, o ANIVARSÁRIO DO MEU PAI.
81 ANOS DE VIDA...
Seriam inúteis as palavras que eu pudesse aqui escrever, se quisesse descrever o sentimento que me inunda face ao meu querido pai.
Já o escrevi outras vezes, outros anos e cada vez mais sinto que muito há para duzer mas que jamais o conseguirei dizer.
81 anos com tanta vida, trabalho, dedicação, abnegação de si mesmo, falta de fé e reencontro com a Fé, sacrifícios, alegrias... e a debilidade que nos últimos tempos vai aumentando e tornando este Homem, que eu sempre vi como um homem forte fisicamente, num homem frágil, debilitado e dependente do carinho, amor e dedicação de todos os que o rodeiam.
Que me dera poder hoje fazer a mais alta festa de aniversário ao meu pai, festa no sentido da festa dita habitual. Seria sinal que ele podia levantar da cama ou da cadeira de rodas para ir comigo à festa.
Mas a festa terá que ser a da serenidade e dos miminhos, esperando que a boa disposição dele os permita. A festa da Vida que se celebra na Eucaristia e na oração de gratidão, mais uma vez, ao Senhor da Vida pelo dom do pai que me deu.
Não tenho dúvida que eu não poderia ter outro pai que não o pai Manuel.
Ainda esta semana olhei algumas fotos já com uns trinta anos...
O tempo passa mas posso dizer hoje que, se há trinta anos o meu pai era importante para mim pelo que representava na sua virilidade, força, carinho e testemunho, hoje o é ainda mais pela sua Vida e pelo carinho que tem aumentado em mim para com ele.
Que Deus e o pai Manuel perdoem os momentos que não fui sinal de serenidade e calma na fragilidade e continuem a dar forças para cuidar, no que me é possível, com toda a dedicação, amor e carinho, da vida do pai que hoje celebra o Dom da Vida.
Neste sentimento mais uma vez a palavra de muita gratidão a todos quantos, no Lar de S. Francisco, tecnicos de saúde, familiares e Amigos que ajudam a ser AMOR para com o pai Manuel.
Aos que têm dedicado ao meu pai (e mãe obviamente) a gratidão que dinheiro algum pode pagar e que palavra alguma será suficiente para mostrar sentimento tão grato.

Senhor da Vida... eu te agradeço o pai que me deste e é por ele que mais uma vez, por interceção de Maria Mãe e Senhora de ao pé da Cruz e de Santo António, que imploro a paz interior e a saúde dentro do que a Vossa infinita misericórdia o entenda.
A Vida é um Dom do Teu Amor, Senhor...
Eu Te agradeço.
PARABÉNS PAI MANUEL!

16 janeiro 2012

Menores como Francisco e Clara de Assis

Terminamos hoje a Semana de Oração pela Vocação Franciscana e celebramos o Dia dos Santos Mártires de Marrocos, Patronos da Província Portuguesa da Ordem Franciscana.
Agradeço desde já a todos os que estivestes e continuais unidos na amizade e oração.
Não vou fazer aqui nenhuma reflexão sobre a Vocação Franciscana... deixo isso para a reflexão que encontrareis no Retalhos 1 neste mesmo dia.
Encontrei este clip de vídeo, feito por um irmão do Brasil, e que quero partilhar convosco. Creio que pode ser uma grande ajuda para entender esta Família Franciscana de milhões de Irmãos e Irmãs espalhados por todo o mundo nas três Ordens fundadas por Francisco.
Aos meus Irmãos da Província de Portugal, neste dia da nossa Província, a minha comunhão de Oração e a certeza de que, com a ajuda de Deus e a bênção do Pai Francisco, levaremos a bom termo a missão a que o Senhor nos chamou...
SER MENORES...
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10 janeiro 2012

Natal: Tempo da manifestação

Paz e bem Amigos!
Ontem, último dia do tempo de Natal, e antes de desfazer o Presépio da nossa igreja, decidi voltar a fazer um pequeno vídeo como forma de terminar o Natal e deixar e partilhar convosco.
Há muito que o não fazia. Aqui está.
Aproveito para agradecer a quantos ajudaram nos presépios e na Liturgia, nos mais diversos serviços.
Que a todos Deus abençoe.

AVISO LEGAL – Procurarei fazer, neste blog, uma utilização cautelosa de textos, imagens, sons e outros dados, respeitando os direitos autoriais dos mesmos. Sempre que a legislação exigir, ou reclamados os referidos direitos de autor, procurarei prontamente respeitá-los, corrigindo informação ou retirando os mesmos do blog

 
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