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Senhor! Fazei-me instrumento da vossa paz!

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11 fevereiro 2012

Dia Mundial do Doente

«Levanta-te e vai, a tua fé te salvou!» (Lc 17, 19)


Bento XVI visitando doentes num hospital
Na mensagem para o Dia Mundial do Doente, que a Igreja celebra a 11 de Fevereiro, O Papa Bento XVI convida os católicos a um “acolhimento generoso” de todas as vidas, sobretudo junto dos mais “fracos”.

O Papa relaciona os “sofrimentos materiais e espirituais do ser humano”, falando num “binómio entre a saúde física e a renovação após as lacerações da alma”.

“Desejo encorajar os doentes e os que sofrem a encontrarem sempre uma âncora segura na fé, alimentada pela escuta da Palavra de Deus, pela oração pessoal e os sacramentos, ao mesmo tempo que convido os pastores a estarem cada vez mais disponíveis para as celebrações pelos doentes”, diz Bento XVI.

A mensagem papal sublinha, a este respeito, a presença dos padres nos hospitais, uma missão “delicada” que deve fazer deles “verdadeiros ministros dos doentes”, e centra a sua reflexão nos chamados ‘sacramentos de cura’, ou seja, a Penitência (confissão) e a Unção dos Doentes.

“O momento do sofrimento, no qual poderia surgir a tentação de se abandonar ao desânimo e ao desespero, pode transformar-se em tempo de graça para entrar de novo dentro de si próprio”, indica o texto, que tem como tema ‘Levanta-te e vai. A tua fé te salvou’, expressão retirada do Evangelho segundo São Lucas.

Bento XVI frisa a “importância da fé para os que, atingidos pelo sofrimento e a doença, se aproximam do Senhor”, acrescentado que “quem acredita nunca está só”.

“Quem, no seu próprio sofrimento e doença, invoca o Senhor, está certo de que o seu amor nunca o abandona e que também o amor da Igreja nunca falta”, escreve.

Relativamente à Unção dos Doentes [conhecida popularmente como ‘extrema unção’, embora a denominação não seja correta], o Papa espera uma “maior consideração” tanto na reflexão teológica como na “acção pastoral” junto de quem vive uma situação de doença. “A atenção e o cuidado pastoral para com os doentes é sinal, por um lado, da ternura de Deus para quem está no sofrimento e, por outro, traz vantagem espiritual também ao sacerdote e a toda a comunidade cristã”, assinala.

A mensagem de Bento XVI observa ainda a “importância da Eucaristia”, desejando que as comunidades paroquiais “assegurem aos que, por motivos de saúde ou de idade, não podem deslocar-se aos locais de culto a possibilidade de aceder com frequência à comunhão sacramental”.

O Papa deixa uma palavra de “agradecimento”, em nome pessoal e de toda a Igreja, a quantos trabalham no mundo da saúde e às famílias dos doentes, “porque, na competência profissional e no silêncio, muitas vezes, também, sem mencionar o nome de Cristo o manifestam concretamente”.
 (in, http://www.jornalaguarda.com)


MENSAGEM DO PAPA BENTO XVI PARA O XX DIA MUNDIAL DO DOENTE

(11 DE FEVEREIRO DE 2012)

«Levanta-te e vai, a tua fé te salvou!» (Lc 17, 19)

Amados irmãos e irmãs

Por ocasião do Dia Mundial do Doente, que celebraremos no próximo dia 11 de Fevereiro de 2012, memória da Bem-Aventurada Virgem de Lourdes, desejo renovar a minha proximidade espiritual a todos os enfermos que se encontram nos lugares de cura ou recebem os cuidados das famílias, enquanto manifesto a cada um deles a solicitude e o afecto da parte de toda a Igreja. No acolhimento generoso e amoroso de cada vida humana, sobretudo da frágil e doente, o cristão expressa um aspecto importante do seu testemunho evangélico, segundo o exemplo de Cristo, que se debruçou sobre os sofrimentos materiais e espirituais do homem para os curar.

1. Neste ano, que constitui a preparação mais próxima para o solene Dia Mundial do Doente, que será celebrado na Alemanha no dia 11 de Fevereiro de 2013 e que meditará sobre a emblemática figura evangélica do bom samaritano (cf. Lc 10, 29-37), gostaria de chamar a atenção para os «Sacramentos de cura», ou seja, o Sacramento da Penitência e da Reconciliação, e o Sacramento da Unção dos Enfermos, que encontram o seu cumprimento natural na Comunhão Eucarística.

O encontro de Jesus com os dez leprosos, narrado no Evangelho de são Lucas (cf. Lc 17, 11-19), de maneira particular as palavras que o Senhor dirige a um deles: «Levanta-te e vai, a tua fé te salvou!» (v. 19), ajudam a tomar consciência acerca da importância da fé para aqueles que, angustiados pelo sofrimento e pela enfermidade, se aproximam do Senhor. No encontro com Ele, podem experimentar realmente que quantos acreditam nunca estão sozinhos! Com efeito, no seu Filho Deus não nos abandona às nossas angústias e sofrimentos, mas está próximo de nós, ajuda-nos a suportá-los e deseja curar profundamente o nosso coração (cf. Mc 2, 1-12).

A fé daquele único leproso que, vendo-se purificado, cheio de admiração e de alegria, contrariamente aos demais, vai imediatamente até Jesus para lhe manifestar o próprio reconhecimento, deixa entrever que a saúde readquirida é sinal de algo mais precioso do que a simples cura física, pois constitui um sinal da salvação que Deus nos concede através de Cristo; ela encontra expressão nas palavras de Jesus: a tua fé te salvou! Quem, no seu próprio sofrimento e enfermidade, invoca o Senhor, está convicto de que o Seu amor nunca o abandona, e que também o amor da Igreja, prolongamento no tempo da Sua obra salvífica, jamais desfalece. A cura física, expressão da salvação mais profunda, revela deste modo a importância que o homem, na sua integridade de alma e corpo, reveste para o Senhor. De resto, cada Sacramento expressa e põe em prática a proximidade do próprio Deus que, de modo absolutamente gratuito, «nos toca por meio de realidades materiais... que Ele assume ao seu serviço, fazendo deles instrumentos do encontro entre nós e Ele mesmo» (Homilia, Santa Missa Crismal, 1 de Abril de 2010). «Aqui, torna-se visível a unidade entre criação e redenção. Os sacramentos são expressão da corporeidade da nossa fé, que abraça corpo e alma, isto é, o homem inteiro» (Homilia, Santa Missa Crismal, 21 de Abril de 2011).

A tarefa principal da Igreja é, sem dúvida, o anúncio do Reino de Deus, «mas precisamente este mesmo anúncio deve revelar-se um processo de cura: “...tratar os corações torturados” (Is 61, 1)» (Ibidem), em conformidade com a função confiada por Jesus aos seus discípulos (cf. Lc 9, 1-2; Mt 10, 1.5-14; e Mc 6, 7-13). Por conseguinte, o binómio entre saúde física e renovação das dilacerações da alma ajuda-nos a compreender melhor os «Sacramentos de cura».

2. O Sacramento da Penitência esteve com frequência no centro da reflexão dos Pastores da Igreja, precisamente devido à sua grande importância no caminho da vida cristã, uma vez que «toda a eficácia da Penitência consiste em restituir-nos à graça de Deus e em unir-nos a Ele numa amizade perfeita» (Catecismo da Igreja Católica, n. 1.468). Dando continuidade ao anúncio de perdão e de reconciliação feito ressoar por Jesus, a Igreja não cessa de convidar a humanidade inteira a converter-se e a crer no Evangelho. Ela faz seu o apelo do apóstolo Paulo: «Em nome de Cristo... sejamos embaixadores: através de nós, é o próprio Deus quem exorta. Suplicamo-vos, em nome de Jesus Cristo: deixai-vos reconciliar com Deus» (2 Cor 5, 20). Ao longo da sua vida, Jesus anuncia e torna presente a misericórdia do Pai. Ele veio não para condenar, mas para perdoar e salvar, para incutir esperança também na obscuridade mais profunda do sofrimento e do pecado, para conceder a vida eterna; deste modo, no Sacramento da Penitência, na «medicina da confissão», a experiência do pecado não degenera em desespero, mas encontra o Amor que perdoa e transforma (cf. João Paulo II, Exortação Apostólica pós-sinodal Reconciliatio et paenitentia, 31).

Deus, «rico de misericórdia» (Ef 2, 4), como o pai da parábola evangélica (cf. Lc 15, 11-32), não fecha o coração a nenhum dos seus filhos, mas espera por eles, procura-os e alcança-os onde a rejeição da comunhão aprisiona no isolamento e na divisão, chamando-os a reunir-se ao redor da sua mesa, na alegria da festa do perdão e da reconciliação. O momento do sofrimento, no qual poderia surgir a tentação de se abandonar ao desânimo e ao desespero, pode transformar-se assim em tempo de graça para voltar a si mesmo e, como o filho pródigo da parábola, reconsiderar a própria vida, reconhecendo os próprios erros e fracassos, sentindo a saudade do abraço do Pai e repercorrendo o caminho rumo à sua Casa. No seu grande amor, Ele vigia sempre e de qualquer modo sobre a nossa existência, e espera-nos para oferecer a cada um dos filhos que volta para Ele, o dom da plena reconciliação e da alegria.

3. Da leitura dos Evangelhos sobressai claramente o modo como Jesus sempre demonstrou uma atenção particular para com os enfermos. Ele não só convidou os seus discípulos a curar as feridas dos mesmos (cf. Mt 10, 8; Lc 9, 2; 10, 9), mas também instituiu para eles um Sacramento específico: a Unção dos Enfermos. A Carta de Tiago dá testemunho da presença deste gesto sacramental já na primeira comunidade cristã (cf. 5, 14-16): mediante a Unção dos Enfermos, acompanhada pela oração dos presbíteros, a Igreja inteira recomenda os doentes ao Senhor sofredor e glorificado, a fim de que alivie as suas penas e os salve, aliás, exorta-os a unir-se espiritualmente à paixão e à morte de Cristo, para contribuir deste modo para o bem do Povo de Deus.

Tal Sacramento leva-nos a contemplar o dúplice mistério do Monte das oliveiras, onde Jesus se encontrou dramaticamente diante do caminho que lhe fora indicado pelo Pai, a senda da Paixão, do supremo gesto de amor, e aceitou-a. Naquela hora de provação, Ele é o mediador, «transportando em si mesmo, assumindo em si próprio o sofrimento e a paixão do mundo, transformando-os em clamor a Deus, levando-os diante dos olhos e até às mãos de Deus, e assim conduzindo-os realmente até ao momento da Redenção» (Lectio divina, Encontro com o Clero de Roma, 18 de Fevereiro de 2010). Mas «o Horto das Oliveiras é... inclusive o lugar a partir do qual Ele subiu ao Pai, tornando-se assim o lugar da Redenção... Este dúplice mistério do Monte das Oliveiras também está sempre “activo” no óleo sacramental da Igreja... sinal da bondade de Deus que nos toca» (Homilia, Santa Missa Crismal, 1 de Abril de 2010). Na Unção dos Enfermos, a matéria sacramental do óleo é-nos oferecida por assim dizer, «como medicamento de Deus... que agora nos torna seguros da sua bondade e deve revigorar-nos e consolar, mas ao mesmo tempo aponta para além do momento da enfermidade, para a cura definitiva, a ressurreição (cf. Tg 5, 14)» (Ibid.).

Este Sacramento merece hoje uma maior consideração, quer na reflexão teológica, quer na obra pastoral em favor dos doentes. Valorizando os conteúdos da oração litúrgica que se adaptam às diversas situações humanas ligadas à doença e não só quando o doente está no fim da própria vida (cf. Catecismo da Igreja Católica, n. 1.514), a Unção dos Enfermos não deve ser considerada como que «um sacramento menor» em relação aos demais. A atenção e a cura pastoral pelos enfermos, se por um lado é sinal da ternura de Deus por aqueles que se encontram no sofrimento, por outro traz benefício espiritual também aos sacerdotes e a toda a comunidade cristã, na consciência de que o que fazemos aos mais pequeninos, é ao próprio Jesus que o fazemos (cf. Mt 25, 40).

4. A propósito dos «Sacramentos de cura», santo Agostinho afirma: «Deus cura todas as tuas enfermidades. Portanto, não temas: todas as tuas enfermidades serão curadas... Tu só deves permitir que Ele te cure e não deves rejeitar as suas mãos» (Exposição sobre o Salmo 102, 5: PL 36, 1319-1320). Trata-se de meios preciosos da Graça de Deus, que ajudam o doente a conformar-se cada vez mais plenamente com o Mistério da Morte e Ressurreição de Cristo. Juntamente com estes dois Sacramentos, gostaria de sublinhar também a importância da Eucaristia. Recebida no momento da doença ela contribui, de maneira singular, para realizar tal transformação, associando aquele que se alimenta do Corpo e do Sangue de Jesus, à oferenda que Ele fez de si mesmo ao Pai, para a salvação de todos. Toda a comunidade eclesial, e as comunidades paroquiais em particular, prestem atenção para garantir a possibilidade de se aproximarem com frequência da Comunhão sacramental àqueles que, por motivos de saúde ou de idade, não podem acorrer aos lugares de culto. Deste modo, a estes irmãos e irmãs é oferecida a possibilidade de revigorar a relação com Cristo crucificado e ressuscitado, participando com a sua vida oferecida por amor a Cristo, na missão da própria Igreja. Nesta perspectiva, é importante que os sacerdotes que exercem a sua obra delicada nos hospitais, nas casas de cura e nas habitações dos doentes se sintam verdadeiros «“ministros dos enfermos”, sinal e instrumento da compaixão de Cristo, que deve alcançar cada homem assinalado pelo sofrimento» (Mensagem para o XVIII Dia Mundial do Doente, 22 de Novembro de 2009).

A conformação com o Mistério pascal de Cristo, realizada também mediante a prática da Comunhão espiritual, adquire um significado totalmente particular, quando e Eucaristia é administrada e acolhida como viático. Naquele momento da existência ressoam de modo ainda mais incisivo as palavras do Senhor: «Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna, e Eu ressuscitá-lo-ei no último dia» (Jo 6, 54). Com efeito a Eucaristia, principalmente como viático, é — segundo a definição de santo Inácio de Antioquia — «remédio de imortalidade, antídoto contra a morte» (Carta aos Efésios, 20: PG 5, 661), sacramento da passagem da morte para a vida, deste mundo para o Pai, que a todos espera na Jerusalém celeste.

5. O tema desta Mensagem para o XX Dia Mundial do Doente: «Levanta-te e vai, a tua fé te salvou!», visa também o próximo «Ano da Fé», que terá início a 11 de Outubro de 2012, ocasião propícia e preciosa para redescobrir a força e a beleza da fé, para aprofundar os seus conteúdos e para a testemunhar na vida de todos os dias (cf. Carta Apostólica Porta fidei, 11 de Outubro de 2011). Desejo encorajar os doente e quantos sofrem a encontrar sempre uma âncora segura na fé, alimentada pela escuta da Palavra de Deus, da oração pessoal e dos Sacramentos, enquanto convido os Pastores a permanecerem cada vez mais disponíveis à sua celebração para os enfermos. Segundo o exemplo do Bom Pastor e como guias do rebanho que lhes foi confiado, os presbíteros sejam repletos de alegria, atentos aos mais frágeis, aos simples, aos pecadores, manifestando a misericórdia infinita de Deus com as palavras tranquilizadoras da esperança (cf. Santo Agostinho, Carta 95, I: PL 33, 351-352).

Àqueles que trabalham no mundo da saúde, assim como às famílias que nos seus próprios entes queridos veem a Face sofredora do Senhor Jesus, renovo o meu agradecimento e o da Igreja a fim de que, na competência profissional e no silêncio, muitas vezes inclusive sem mencionar o nome de Cristo, manifestam-no concretamente (cf. Homilia na Santa Missa Crismal, 21 de Abril de 2011).
A Maria, Mãe de Misericórdia e Saúde dos Enfermos, elevemos o nosso olhar confiante e a nossa prece; a sua compaixão materna, vivida ao lado do Filho agonizante na Cruz, acompanhe e sustenha a fé e a esperança de cada pessoa enferma e sofredora ao longo do caminho de cura das feridas do corpo e do espírito.
A todos asseguro a minha recordação orante, enquanto concedo a cada um uma especial Bênção Apostólica.
Vaticano, 20 de Novembro de 2011, Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo.

BENEDICTUS PP XVI

4 comentários:

Anónimo disse...

Apesar das palavras não serem tuas, revi nelas o teu sentimento em relação às pessoas que estiveram ou estão doentes...
Revi nelas a minha Mãe e os teus pais... são momentos pelos quais todos passamos e assistimos de uma forma mais ou menos "rápida" que faz dos que mais amamos, "penas vivas" que vão caminhando por este mundo com mais ou menos sacrifício.
Queria ter tido um dia, o poder da cura...
Queria ter tido um dia o poder de "trocar de lugar" com a minha Mãe...
Mas nesse dia, perdi a Fé!
Questionei a Deus porque partia assim a Mulher que eu mais amava...
Depois compreendi que, apesar de muito me doer, partiu junto de quem mais amava e da forma que queria para si.
Não estava só, recebeu o Sacramento último e "voou" ao som da Avé Maria.
Um olhar dirigido que eu nunca irei esquecer...
Um suspiro calmo, em Paz, e elevado a Deus numa imagem de abandono do corpo deste mundo.
Rezo a Deus agora pelos teus pais e por ti também... ver sofrer quem mais amamos, quem nos deu o dom da vida, é um dos momentos mais crueis pelo qual temos que passar.
Ficarão os "ses"... e o cotentamento de termos feito tudo, termos dito tudo e termos tido a oportunidade de dizermos "Amo-te"...
E volta a Fé que questionamos e julgamos perdida naquele dia.
Aceitamos resignados e rezamos a Deus pela sempre presença diária d'Ele e da pessoa que partiu.
Rezo por ti...

Mª Teresa disse...

Família Retalhos 2,
Paz e Bem!
Certamente agora ACREDITO bastante na Paz, Tranquilidade e encorajamento do Pai Celeste!
Partilho com família Retalhos, nem consigo imaginar como SUPEREI TANTA dificuldade... tudo fugira!
Eu REconquistei um punhado de valências mas, foi duro! Bastante duro... Fazer tudo a contar SÓ com minha disposição para "ajudar" tratamentos (e remédios).
Contei por certo, com muitas vozes que O alcançaram falando em MIM... Pedindo Sua benção, GRATA!

mariana disse...

Frei:
Lindo o cabeçalho, dois grandes símbolos as mãos que acolhem um coração onde a esperança nunca se esgota, e o sacramento da Unção, um dos sacramentos de cura. foi o que eu encontrei em muitos doentes que visitei no dia do doente, muito sofrimento, muita solidão mas muita fé e muita esperança, mesmo sem poderem já participar na celebração eucarística do dia do doente. A alegria com que partilham as suas vidas connosco, a fé e aceitação como recebem as sua doença é cada vez mais para mim uma lição de vida.
Para todos eles que a ternura da Virgem Maria os abençoe.

Mª Teresa disse...

Família Retalhos 2,
Paz e Bem!
"Toquei" levemente biografia de Santo Agostinho, resultado fiquei admirando por demais seu espírito...
Ele considerou o MAL supondo seu caráter NEGATIVO, de AUSÊNCIA....
O mal FÍSICO (doença) supõe uma realidade positiva, uma substância: a do sujeito que sofre
formalmente, consiste numa negação, na AUSÊNCIA de um bem normalmente exigido por um ser..
Stº Agostinho define:
" O MAL não vem de Deus, mas do próprio homem - Todo o pecado consiste exatamente nisto: uma escolha DESORDENADA de bens"
Retalhistas, me perdoem, pois vivo realçando vocábulos com maiúsculas... Nem inquiri junto de alma deste Santo...
Componho com a desejada brevidade
o cerne de sua vida (Stº Agostinho):
Ele aproximou milagrosamente a Teologia da Filosofia.
Considerou mesmo a Igreja como cidade espiritual de Deus. Vivendo em I Média, pode-se considerar que ele salvou Igreja, ameaçada pela
decadência do Império Romano.
Bem hajam, um abraço em Cristo,

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