Retalhos Bem-vindo! Retalhos Willkommen! Retalhos Bienvenido! Retalhos Bienvenue! Retalhos Benvenuti! Retalhos Welcome! Retalhos 歡迎! Retalhos Καλως ηλθατε! Retalhos Добро пожаловать! Retalhos!مرحبا Retalhos

PORTUGAL: BEM VINDO SANTO PADRE!

VÍDEOS: Para visualizar e ouvir os vídeos deverá dasativar a música de fundo no painel aqui do lado esquerdo

17 março 2012

IV Domingo da Quaresma: Eucaristia

Eucaristia do IV DOMINGO DA QUARESMA celebrada no Santuário de S. António - Lisboa - local onde o santo nasceu. O texto da Homilia encontra-se abaixo do vídeo. Visite a TV S. António em www.livestream.com/stantonius
(antes da visualização pode ter uns segundos de publicidade. Não esquecer de desligar a música de fundo)



Watch live streaming video from stantonius at livestream.com

IV DOMINGO QUARESMA

Textos da Liturgia:
1ª leitura: 2 Crónicas 36, 14-16.19-23
2ª leitura: Efésios 2, 4-10
Evangelho: João 3, 14-21


Homilia feita na Igreja de S. António, em Lisboa, no IV Domingo da Quaresma, ano B (17 de Março de 2012)

Homilia:
É importante nós situarmos ou contextualizarmos sempre a Palavra de Deus que escutamos nas nossas Eucaristias. É importante sempre termos pelo menos alguma noção de porque é que estes textos existem,  porque é que dizem aquilo que na verdade dizem, porque senão às vezes nós escutamos a Palavra de Deus e, como diz o nosso povo, “entra por um ouvido e sai por outro”. Como dizia um frade velhinho que já morreu “é importante que a Palavra de Deus desça ao mais íntimo de nós, dê um nó cá dentro, para reter em nós o essencial dessa palavra de Deus”. Significa que esta Palavra não deve entrar por um ouvido e sair pelo outro, mas entrar e ficar, permanecer.
Isso acontece quando nós entendemos, assim humanamente falando, aquilo que está por trás da mensagem dessa Palavra.
O Segundo livro das Crónicas, que hoje escutamos na primeira leitura, é um texto muito bonito. Começa por dizer que depois do Povo de Deus muito sofrer, depois de ter sido votado ao abandono, espezinhado, escravizado, toda a gente começou a esquecer-se de Deus. Diziam que eram povo de Deus, mas esqueciam-se de Deus, incluindo os sacerdotes que também eles começaram a deixar-se ir “na onda”, diríamos nós hoje “ram ram”, como dizemos nós em Portugal, “uma Maria vai com as outras”. Também os sacerdotes começaram a fazer coisas que não eram dignas, coisas que não deviam fazer como sacerdotes que eram de Deus. Então, Deus vai enviando, permanentemente, Profetas para dizer “cuidado, tomem atenção, Eu estou aqui, Eu sei o que vós andais a fazer, atenção que vos estais a condenar “. E diz que eles não levaram a sério, não escutaram a Palavra dos Profetas. Mais ainda, como se isso não bastasse, o Sumo Sacerdote do Templo, e os escribas, ou seja, todos aqueles que andavam à volta do templo de Deus, o Templo que Deus tinha consagrado, em Jerusalém, para ser um lugar importante do encontro de Deus com a Humanidade, eles, sacerdotes e escribas, profanaram o Templo, profanaram um lugar sagrado.
O que é isto de profanar? Vamos imaginar que era algo que acontecia hoje, e que acontecia aqui na nossa igreja de Santo António e, comparando, seria como se nós, os franciscanos, aqui da igreja de Santo António, esquecêssemos as orientações da Igreja, esquecêssemos as orientações da Ordem Franciscana, esquecêssemos o valor desta Casa  que, guarda as Relíquias de Santo António, ou mesmo Nosso Senhor no Sacrário, e começássemos a pegar nos cálices, nas patenas, nas píxides e começássemos aí a beber à fartazana (com fartura), altos banquetes, sem respeitar os lugares, os símbolos sagrados. Significa, imaginemos que agora eu me dava assim uma “travadinha”, como nós dizemos, ia ali ao Sacrário, pegava no santíssimo Sacramento e o espalhava aqui pelo chão. Isto é o que se chama profanar, profanar algo sagrado. E foi isso, que naquele tempo, os sacerdotes, os escribas e o povo de Deus começaram a fazer, profanaram o Templo de Deus, o Templo que Deus tinha consagrado em Jerusalém.
Consequência de tudo isto? Deus tem que fazer que o Seu Povo acorde, Deus tem que abanar o Seu Povo. É como um pai e uma mãe que muito amam o seu filho, se ele persiste em fazer coisas que não são boas, se persiste em fazer más ações, a dada altura, o pai e a mãe, se o amam verdadeiramente, têm que o abanar, têm que, se calhar, chegar um bocadinho a roupa ao pelo, têm que lhe dar alguma penalização, para o fazer acordar a tempo antes de ele se perder. Pois foi o que aconteceu ao Povo de Deus.
Vieram outros povos, sobretudo os Caldeus, vêm a Jerusalém, vêm matar o Povo de Deus, vêm destruir aquele Templo. Afinal foi só destruir fisicamente, deitar as pedras abaixo, porque o verdadeiro Povo e Templo de Deus já estavam destruídos, há muito, porque o próprio Povo, com os seus sacerdotes o tinham feito.
Mas Deus ama! Deus ama e, depois de corrigir os seus filhos, volta de novo a pegar neles ao colo, tal como faz a mãe ou o pai, se é necessário dar uma palmadinha ao seu filho porque agiu incorretamente, depois é o mesmo pai e a mesma mãe que de novo lhes enxugam as lágrimas, o tomam no seu colo e lhe dizem “eu estou contigo, era preciso veres que estavas a ir por mau caminho. Era preciso veres que não era o melhor para ti”.
E por isso Deus se volta de novo para o Seu Povo, depois permitir o castigo deste Povo, depois deste Povo acordar, Deus envia o rei Ciro, da Pérsia, um rei temente e Deus. Deus tinha-lhe dado muitas conquistas, Deus tinha-lhe dado muitos reinos e por isso lhe pede, através do Profeta Jeremias, que vá a todos os seus reinos e, por escrito, como se fosse um decreto, estabelecer uma lei. Deus envia esta lei para restabelecer a ordem, não só física, o Seu Reino, mas também religioso e espiritual. E Deus vai pedir, ao rei da Pérsia, rei Ciro, que ele reconstrua o Templo de Jerusalém. É necessário dar de novo ao Povo, o Templo, o lugar do encontro com Deus. É ali, na Cidade Santa, que Deus quer que o Seu Povo vá rezar, que Deus quer que o Seu Povo se encontre com o seu Deus. Por isso temos esta palavra do rei: “o próprio (Deus) me confiou o encargo de Lhe construir um templo em Jerusalém, na cidade de Judá. Quem de entre vós fizer parte do seu povo ponha-se a caminho e que Deus esteja com ele”.
Quem de entre vós faz parte do povo de Deus, não cruze os braços, não baixe a cabeça, não desista, defenda o seu Deus, defenda o templo, defenda os sacerdotes, defenda o próprio povo (Igreja). Este é o desafio que foi lançado ao tempo das Crónicas no Antigo Testamento, mas é também o grande desafio que nos é lançado hoje. Volto a recordar, e muitas vezes eu digo isto, as palavras do querido Papa João Paulo II, quando, no dia em que entregou o chapéu Cardinalício aos nossos dois Cardeais, a dada altura dizia mais ou menos isto: “a missão do Bispo, a missão do Sacerdote e também a missão de todo o Cristão é cuidar dos seus irmãos, é defender os seus irmãos – e acrescentava o Papa – se não formos nós a defender aqueles que são os nossos, quem os vai defender”? Então, é missão também nossa – do cristão – defender a Igreja, defender o nosso Templo, defender-nos a nós enquanto povo de Deus.
No Evangelho que nós escutamos, vemos Jesus, mais uma vez, a anunciar a sua morte. Disse-vos há dias, no fim de semana passado, que este Evangelho vai como que preparando a Igreja para este encontro com a Cruz de Jesus. E Jesus vai fazer, neste texto de S. João, uma comparação entre aqueles que se batizam, aqueles que renascem pelo sinal da Cruz, todos nós quando fomos batizados, a primeira coisa que o sacerdote nos fez foi traçar o sinal da cruz na nossa fronte, na nossa testa, e depois p pai, a mãe, o padrinho e a madrinha fizeram o mesmo, marcando-nos com a Cruz de Jesus, Jesus recorda que tal como o Cristão é resgatado da morte pelo sinal da Cruz, também aqueles que lá no deserto, ao tempo de Moisés foram resgatados da morte, do pecado, da doença, da maldição olhando para a serpente de bronze que estava colocada numa estaca no deserto. Já passaram muito séculos e este símbolo da serpente enrolada numa árvore, numa palmeira, ou numa estaca, continua em todo o mundo, ainda hoje, a ser o símbolo da medicina. Quando saírem (daqui da Eucaristia) olhem para os reclames das farmácias, por exemplo, a maior parte delas tem uma palmeira com uma serpente enrolada. Olhem para as ambulâncias, muitas delas têm o mesmo símbolo, ou uma cruz com uma serpente no meio, tem que ver com este Evangelho que nos remete para aquele outro texto do Antigo Testamento. Assim Jesus diz que, tal como Moisés quando colocou aquela serpente numa estaca atraiu muito a Deus, muitos olhando para aquela estaca, para aquela serpente de bronze, voltaram para Deus, também diz Jesus “quando Eu for levantado da terra (quando Eu for crucificado) atrairei todos...”. Por isso, irmãos e irmãs, não há caminho cristão, é impossível haver caminho cristão, que não seja o caminho que conduz à Cruz. Não pode haver nenhum cristão, que se diga cristão e que diga que não tem veneração pela Cruz. Podemos não ter uma cruz com a figura de Cristo crucificado, vemos esta imagem do sagrado Coração que tem uma cruz na mão e não tem a imagem de Cristo crucificado na cruz, porque é a própria imagem de Jesus que segura a Cruz, São Francisco do outro lado, já tem uma Cruz com Cristo na Cruz. Não significa que possa ter ou não ter (o cristão), todos nós trazemos ao peito uma Cruz com Cristo ou sem Cristo, mas é a Cruz e se não é a Cruz latina será outra Cruz como o nosso Tau Franciscano, mas é uma Cruz. Pois o cristão deve trazer sempre consigo a marca de Jesus e a marca de Jesus é em primeiro lugar esta “estaca” da salvação, a Cruz onde Ele foi levantado da terra. E diz o mesmo texto de S. João que, recordando até aquilo que era o seu início, o chamado prólogo, que os homens não reconheceram a Luz, há muita gente que se diz cristão, mas depois não tem atitudes de cristão. Jesus veio como Luz para o mundo, mas o mundo não o aceitou. E Jesus está a dizer neste Evangelho que aquele que acredita no nome de Jesus esse tem a salvação. Aquele que não acredita no nome de Jesus ele próprio se auto exclui da salvação. Uma das maiores devoções franciscanas, que depois os nossos irmão Jesuítas levaram para si, e difundiram pelo mundo fora, mas que é uma devoção franciscana, com S. Bernardino de Sena, que cresceu a grande devoção ao Tetragrama do Nome de Jesus, que nós habitualmente vemos em imagens, livros, o JHS (Jesus Salvador da Humanidade), difundido por S. Bernardino e que nós aqui temos postais à venda com este símbolo que vem de S. Bernardino estamos a reavivar esta devoção que antigamente, nos conventos, nas portas das Celas dos Frades, estava na porta para que os Frades ao entrarem ou saírem olhassem para o nome de Jesus (com indulgência plenária), dizia eu que, aquele que acredita no nome de Jesus tem a salvação, será salvo. Quem não acredita e quem não pratica obras de Jesus, esse está a auto excluir-se da salvação, está a condenar-se.
A segunda leitura, texto muito bonito da Carta de S. Paulo aos Efésios, começa por dizer que Deus é rico de misericórdia. Deus é rico de misericórdia e o que é isto de misericórdia? Às vezes nós temos “mania” que ter misericórdia é ter peninha de alguém. Peninhas têm as aves, nós não temos peninhas. Nós não precisamos de ter peninha de ninguém: que peninha daquela pessoa, que peninha que eu tenho dela, dizemos tantas vezes. Isto não é ter pena de nada nem de ninguém. Deus tem misericórdia e misericórdia significa AMOR. Não significa compaixãozinha, não significa uma piedadezinha, significa amor. Como ainda há pouco nós cantámos – e eu quase sempre nas Missas no início, como já deram conta não rezo a Confissão, mas sim “Senhor misericórdia, Cristo misericórdia, Senhor misericórdia”. Porquê? Porque quando dizemos isto não estamos a dizer “ó Senhor, coitadinho de mim, olha lá, tem peninha de mim e tal”, não é isso! Quando eu estou a dizer “Senhor misericórdia” o que eu estou a dizer é “Senhor, ama-me! Ama-me!”, e ao amares-me eu sei que me salvas do pecado, “Cristo misericórdia” é dizer “Cristo amam-me!”, porque ao amares-me eu sei que Tu me perdoas os meus pecados. É isto que significa misericórdia. E S. Paulo diz que “Deus é rico de misericórdia pela grande caridade com que nos amou”. “Com a grande caridade” e, na linguagem de S. Paulo, “Caridade”, significa – sabemos todos – Amor.
E qual é a manifestação máxima deste Amor de Deus para connosco? S. Paulo também no-lo vai dizer. É porque nós vivemos no pecado, nós vivemos fragilizados, nas nossas ações, nas nossas palavras, nas nossas atitudes, contudo, diz ele, foi pela fé e é pelo Cristo ressuscitado que nós recebemos a graça de Deus. É em Cristo ressuscitado. Não é só nem pela fé, não é só pela Sagrada Escritura é por tudo isto, com a graça de Deus. Então como é que nós nos podemos salvar, à luz desta palavra que S. Paulo nos diz hoje? Nós podemos salvar-nos pela fé no nome de Jesus, pelas obras de misericórdia, ou seja, de amor, que nós fazemos em favor dos outros, podemos salvar-nos com tudo isto, através da Palavra de Deus que está presente na nossa liturgia, e que hoje todos nós temos nesses livrinhos (missal quotidiano), ou para quem usa as novas tecnologias podemos ter a Bíblia e as leituras de cada dia no telemóvel (celular), ou num ipad, ou numa tablet, para os que são mais jovens e entendem o que eu quero dizer com esta linguagem. Já podemos receber, pela internet, todos os dias o evangelho de cada dia. Como vêem há muita forma de nós termos acesso à Palavra de Deus.
Termina S. Paulo por dizer que “a salvação não vem de nós, é um dom de Deus”. Aqui há uns anos, quando eu tinha capacidade para fazer tudo e mais alguma coisa, perfeccionista como sou  - não sei se é defeito ou virtude – às vezes diziam-me assim: “ó frei olha que tu não salvas o mundo, tu não salvas o mundo e vai chegar o tempo em que vais ter que parar um pouco”. E eu achava que isto eram palavras ocas, pensando que podia salvar tudo e todos. A verdade é que S. Paulo diz que a salvação não vem de nós, mas apenas de Deus. E de facto, nós não salvamos o mundo. Nós não conseguimos fazer tudo ao mesmo tempo. A Igreja não pode fazer tudo e por isso necessitamos que todos colaborem, que todos, cada um fazendo aquilo que sabe melhor. Mas também, aquilo que não sabemos aprendermos com quem sabe. Mas também reconhecer quando é que errámos e se errámos para a próxima vez termos mais algum cuidado. Porque chegará o tempo – e eu já faço isso – em que eu digo que, como há pouco, já não tive tempo para fazer o Power point com os cânticos (que são apresentados em tela grande para que toda a assembleia cante), que muitos já estão feitos mas falta inserir as leituras (do dia), inserir um slid com a mensagem do Evangelho, falta escrever em cada um que estamos no IV Domingo da Quaresma, e isso não aparece feito, alguém tem que o fazer. É muito bom quando nós chegamos aqui e vemos os serviços pastorais, irmãos que já vão mexendo nos computadores (usados para a ligação direta via web e para o referido Power point na tela), irmãos que já vão ajudando também nestas coisas, e ainda bem, Deus seja louvado por isso. Mas nós, defacto, não nos salvamos a nós sozinhos, é um dom de Deus, é um dom de Deus que nós devemos por ao serviço da comunidade, porque “na verdade – diz o texto – todos nós somos obra de Deus, criados em Jesus Cristo, em vista das boas obras que Deus de antemão preparou, como caminho que devemos seguir”.
Somos obra de Deus! É Deus que acompanha o nosso dia a dia, para que essa obra de Deus que nós somos se manifeste nos outros. (...)
Em nossa casa, cada um dos irmãos que está aqui (em Santo António) ou os irmãos que nos assistem via internet, podeis e deveis ser obra de Deus já que mais não seja, pela oração, pela oração.
Que Jesus nos dê a certeza que somos obra das Suas mãos e que nos conduza pelo caminho do Amor.
“Assim seja!”

4 comentários:

Mãe Lena disse...

De sorriso nos lábios, mais uma vez se constata que és um Frade que vive com Jesus Cristo no coração.

Um rosto, uma voz, um gesto e agora a evangelizar com as novas tecnologias, a internet.

Realmente, é de louvar a preocupação e o empenho de fazer chegar a todo o mundo a Eucaristia, em direto da casa onde nasceu Santo António.

Frei Albertino, tal como disseste numa das tuas homilias "Nós somos Igreja, e como Igreja devemos procurar ser fiéis àquilo que o Senhor nos pede".

Obrigada a todos os que te ajudam em Santo António para que "dês para tudo", cânticos, projecções, televisão, palavra...

Temos Catequese a qualquer hora e em qualquer lugar!

Continuem!

Paz e Bem!

www.freespirit-sjorge.blogspot.com. disse...

Frei Albertino,
Ontem eu me esqueci de assinar o comentário aqui no blog!
Hoje o sr postou este vídeo da Missa do dia 17, no Santuário de Santo António.Tenho acompanhado assiduamente os terços e as Missas.Aqui no Brasil, o horário da transmissão é de 13h30 qdo inicia a recitação do terço e por volta de 14 horas começa a celebração da Eucaristia.Tenho divulgado mais esta bênção que nos chega, e com gratidão louvo a Deus por este mimo que aqui bem baixinho , confesso, acredito seja carícia do Amado para comigo...cada dia Ele inventa uma!
Passei a visitar tb o santuário após a celebração, qdo é feita a visualização pelas áreas do Santuário,mostrando-nos detalhes da arquitetura, das imagens e o significado da espiritualidade ali preservada nesses ambientes e objetos sagrados.Muito intensas as emoções e as meditaçôes que de cá de fora, nos passam pelo coração, diante da realidade do tempo em que vivemos, da hora que passa...como diz São Paulo Apóstolo: "Temo a Deus que passa"...ou seja:estou atenta ao Deus que " É", para o nosso aqui e agora..., e concebo por isto, este afago, como coisa individual, pessoal, estreita, que pode alcançar o mundo inteiro , mas é a mim...é ao meu coração, é ao meu viver, à minha pequenez...que Ele permite tamanha graça!
Portanto, Frei Albertino, o sr pode avaliar com que atenção e disposição, acompanho, rezo, sinto e estou presente à esta iniciativa inovada no Santuário de Santo António, e louvo a Deus pelo chamado que fez ao sr , esse servidor dedicado , para mais uma vez florecer onde foi plantado!
Sirlene/Sao Paulo/Brasil

maresia disse...

Precisava de ouvir esta Homilia, hoje. "Senhor Misericórdia..."
Obrigada, frei Albertino
Deus seja louvado e bendito

mariana disse...

Frei:
Louvo a Deus por esta surpresa. penso mesmo, que Ele me quiz mimar... com este momento nesta quaresma.
Que saudade...! O Frei sabe como as suas homilias elevam o meu interior espiritual. Graças ao Pai por isso. Tenho pena de a elas não poder assistir. Agora sim.

No evangelho de hoje ouvimos:
"Deus amou tanto o mundo que entregou o Seu Filho, para que todo o homem que n'Ele acredite não pereça, mas tenha a vida eterna".

Deus é amor!
Este é um tesouro que ninguém nos pode roubar. Deus está connosco, ao nosso lado. Ama-nos, Ele é um Deus loucamente apaixonado pelos homens. Porque Pai. Porque Deus. Nele está o segredo da nossa vida, da vida em plenitude. Transformá-lo no centro da nossa vida, dos nossos projectos, do nosso dia a dia. Esse é o desafio a abraçar.
Obrigada Frei.

AVISO LEGAL – Procurarei fazer, neste blog, uma utilização cautelosa de textos, imagens, sons e outros dados, respeitando os direitos autoriais dos mesmos. Sempre que a legislação exigir, ou reclamados os referidos direitos de autor, procurarei prontamente respeitá-los, corrigindo informação ou retirando os mesmos do blog

 
© 2009 | RETALHOS 2 | Por Templates para Você