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Senhor! Fazei-me instrumento da vossa paz!

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24 abril 2012

III Domingo da Páscoa (B): Eucaristia

Eucaristia do III DOMINGO DA PÁSCOA celebrada no Santuário de S. António - Lisboa - local onde o santo nasceu.TEXTO DA HOMILIA PODE LER-SE ABAIXO.
Visite a TV S. António em www.livestream.com/stantonius
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LEITURAS DA EUCARISTIA:
1ª Leitura: atos 3, 13-15.17-19
Salmo: 4, 2.4.7.9
2ª Leitura: 1 João 2, 1-5a
Evangelho: Lucas 24, 35-48


Homilia

(Brevemente aqui se publicará a Homilia)

15 abril 2012

II Domingo da Páscoa: Eucaristia

Eucaristia do II DOMINGO DA PÁSCOA celebrada no Santuário de S. António - Lisboa - local onde o santo nasceu.TEXTO DA HOMILIA PODE LER-SE ABAIXO.
Visite a TV S. António em www.livestream.com/stantonius
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LEITURAS DA EUCARISTIA:
1ª Leitura: atos 4, 32-25
Salmo: 117 (118)
2ª Leitura: 1 João 5, 1-6
Evangelho: João 20, 19-31
Veja também atos 2, 42-47

Homilia
 
Estamos a celebrar, neste domingo, uma liturgia especial ao nível da Palavra de Deus. Eu vou procurar falar com alguma calma porque há Irmãos nossos que estão a assistir, a participar na Eucaristia connosco via internet, sobretudo Irmãos que estão no Brasil e têm dificuldade em entender a articulação das nossas palavras, do português de Portugal. Só por isso é que eu irei tentar, dentro do possível, pronunciar as palavras com alguma serenidade, com alguma calma. E damos também as boas vindas, não o fiz à momentos, aos que possam estar via internet a participar na nossa Eucaristia.

Dizia eu que celebramos, então, uma liturgia muito especial pelo conteúdo da mensagem da Palavra de Deus. Ficaria aqui muito tempo, hoje, a falar-vos das leituras. Perder-me-ia, hoje, a falar-vos deste três textos, mas não temos tempo para isso. Então vou procurar, de um forma simples, centrar-me na mensagem que as leituras têm para nós.

Escutámos o capítulo 4 do livro dos atos dos Apóstolos. Os atos dos Apóstolos é o livro escrito por S. Lucas, que narra exatamente isso. O que aconteceu aos Apóstolos, o que aconteceu às primeiras comunidades cristãs. No fundo, são uma descrição de como os primeiros cristãos viviam a sua vida. E este capítulo 4 é um texto que nos mostra uma comunidade cristã solidária com os outros, solidária. Uma comunidade cristã que procura viver o mistério da salvação que Jesus veio trazer, não olhar apenas para si mesmo, mas que procura viver esta redenção, esta vitória sobre o pecado e a morte, a partir do Irmão que está ao seu lado e sobretudo, há que realçar, do Irmão mais necessitado.

Vejam isto, “Ninguém chamava seu ao que lhe pertencia, mas tudo em Deus era comum, não havia um Deus qualquer necessitado, porque todos os que possuíam terras ou casas vendiam-nas e traziam o produto das vendas que lhe punham aos pés dos Apóstolos. Distribuía-se, então, a cada um conforme a sua necessidade”. Vejam que texto tão bonito, vejam que texto tão solidário.

Se nós hoje, não vamos muito longe, se nós hoje, nós cristãos, e nós cristãos católicos vivêssemos este texto, eu tenho a certeza que não haveria pobreza no mundo. Eu tenho a certeza! Se aqueles que têm mais partilhassem com os que têm menos, neste sentido da caridade cristã, o mundo seria melhor. A vida também seria diferente. A dignidade humana seria diferente. Eu tenho a certeza absoluta.

Não estou a dizer Irmãos e Irmãs, que quem tem duas casas venda uma ou quem tem dois carros venda um. Não estou a dizer que quem tem duas contas bancárias, vá lá fechar uma e traga o que tem guardado (se calhar fechava aquela que tem menos, seria o normal), não é isso, é apenas obviamente uma linguagem simbólica, para dizer que nós necessitamos cada vez mais de tomar consciência de que o cristão tem como missão viver a solidariedade, viver a proximidade com o outro, nas suas mais diversas necessidades que podem, que podem, não ser materiais. Diz o texto, também, que “eles tinham tudo em comum”, e este tudo não é só o materialmente falando, este tudo era também, e acima de tudo creio eu, os mesmos sentimentos, a partilha de sentimentos, o respeito pelo outro tal como ele é. Aliás, basta ver Jesus que tinha passado por este mundo há pouco tempo, reportando-me obviamente ao tempo dos atos dos Apóstolos, Jesus tinha trazido uma mensagem claríssima: não há escravo nem homem livre, todos somos Irmãos, todos somos iguais em dignidade, em direitos, em deveres. Todos somos iguais, por isso, todos somos chamados a viver esta solidariedade uns com os outros e que a Igreja de certa forma é, talvez, enfim não quero puxar demasiado a brasa à nossa sardinha, mas a Igreja é, sem dúvida alguma, o maior bastião da solidariedade humana. Respeitando todas as outras religiões e credos e instituições e organismos, internacionais, nacionais, estatais, civis, não haja a menor das dúvidas que com todos os erros que a Igreja Católica cometeu e continua certamente a cometer, continuará a cometer porque somos todos humanos, a Igreja Católica é a maior Instituição de solidariedade que nós encontramos.

Vejam apenas isto, não são dados corretos, mas em Portugal, só em Portugal, no nosso pequenino país, cerca de 78%, 78% das instituições de solidariedade social é a Igreja que as tem, não é nem o Estado nem instituições civis, 78% mais ou menos. Eu digo muitas vezes a propósito da solidariedade, num tempo em que se fazem tantas manifestações, num tempo em que se fazem tantas greves, se a Igreja Católica, às vezes tão mal apontada pelos outros, fizesse um dia de greve, um dia, não tenho dúvida, o Estado caía. Pensem nos hospitais, nos orfanatos, lares de terceira idade, jardins de infância, apoio domiciliário a idosos, a doentes, aos sem abrigo, as muitas igrejas, paróquias, capelanias, santuários, como o nosso, que assiste aos mais pobres, aos mais desfavorecidos… um único dia. Se todos os cristãos católicos em Portugal parassem, tudo isto ia ao fundo. Portanto, este sentimento comum de não deixar que falte nada ao outro.

Mas este texto só o podemos entender se recuarmos um pouco na Sagrada Escritura, se andarmos dois capítulos para trás.
Tenho aqui a bíblia diante de mim. É porque nós só conseguimos entender esta partilha de bens se entendermos tudo o resto da forma como os primeiros cristãos celebravam a fé. Portanto, hoje lemos o capítulo quatro dos atos dos Apóstolos vou agora recuar ao capítulo dois, ao capítulo dois. Chama-se este texto do capítulo dois, versículo 42 e seguinte “a comunidade modelo”, e diz assim, eu peço a vós que tomem atenção. Às vezes há quem diga que a missa foi inventada pelos padres, vejam se na sagrada escritura, que é usada por todos os que se dizem cristãos, incluindo testemunhas de Jeová, igrejas manás, igrejas IURD e por aí fora, a mesma, com outra interpretação talvez, mas o texto não. Diz assim “eram assíduos aos ensinamentos dos Apóstolos, à união fraterna, à fração do pão e às orações.” Bastava ficarmos por aqui e temos aqui a Eucaristia. Reparem: há o ensinamento dos apóstolos, o que é que eu tenho estado a fazer? Escutámos a palavra de Deus, e eu como Apóstolo estou a transmitir à comunidade, algum ensinamento. Continua o texto, à união fraterna, estamos aqui todos Irmãos, a palavra fraterna significa Irmãos, uma união de Irmãos, união de sentimentos, união de fé, estamos aqui para participar na mesma fé. Há a fração do pão (vamos realizar daqui a momentos a fração do pão) e há as orações, cá estamos nós a rezar e depois da comunhão continuamos a rezar, a dar graças ao Senhor. Mas continua, e diz assim, vou ler um pouquinho cá mais para baixo, “como se tivessem uma só alma, frequentavam diariamente o templo”, a consciência dirá o templo, ao tempo como o lugar do encontro com Deus, “partiam o pão em suas casas e tomavam alimento com alegria e simplicidade no coração”. Depois de irem ao templo, porque ainda não havia Igrejas, onde faziam a fracção do pão? Nas suas casas, era em casa que se reuniam para fazer a fração do pão. Bom, o texto continua, a dada altura, diz aqui no capítulo 45, “vendiam terras e outros bens e distribuíam o dinheiro por todos de acordo coma as necessidades de cada um.” E daqui salta para o capítulo 4 que nós lemos hoje.

Como veem Irmãos ao longo destes séculos a igreja foi fazendo este cântico, esta oração, aquela ação, aquele gesto, aquela tapetes vermelhos, uma mesa para o altar, uma mesa para a palavra, mas o cerne, o cerne, a Eucaristia já estava lá nos atos dos Apóstolos, como podem ver. Não é, não é uma invenção recente dos padres. O que foi surgindo foi estas orações que depois a igreja foi inserindo e que a dada altura os consignes estabeleceram para termos em todo o mundo o mesmo corpo de Liturgia, para que não ande o Bispo a celebrar uma coisa, outro bispo a celebrar outra coisa, um padre a celebrar uma coisa, outro padre a celebrar outra. Se vivermos em união fraterna ela deve estar também presente na forma como todos celebramos a Eucaristia.

E a segunda leitura, da carta de S. João, primeira carta de S. João, vem dizer-nos algo muito importante, muito importante. “De facto Jesus era o Messias”, primeira grande realidade da fé que S. João vem aqui deixar: “Jesus é o Messias”, e aquele que adere a Jesus, aquele que vincula a sua vida a Jesus, esse é de Deus. Interessante esta perspetiva de S. João, esse é de Deus, esse vem de Deus, esse abriu o seu coração à proposta salvífica que Deus tinha para a humanidade, que Deus continua a ter para a humanidade. E esta vitória redentora que Jesus realiza na nossa vida é, e segundo diz, agora a nossa fé, é o nosso acreditar e por isso S. João vem dizer que aquele que acredita em Jesus como Messias já venceu o mundo, já venceu o mal, já venceu o pecado. Porquê? Porque na verdade, Jesus salva através dos símbolos do antigo testamento: a água, a água é, perguntei esta manhã a um dos nossos biblistas, ao Padre João Lourenço, que me explicasse esta frase que vem aqui “este é o que veio pela água e pelo sangue, Jesus Cristo”. Disse ao Padre João, hoje ao almoço, explique-me cá melhor isto o senhor que é biblista, ajude-me cá a entender melhor esta frase e então ele explicou que de facto quando S. João fala da água está a falar do Espírito de Deus. Diz o Padre João que, em S. João, quando aparece aqui a água significa o Espírito de Deus lá do antigo testamento, e o sangue é sem dúvida alguma o sangue redentor de Jesus na cruz.

Portanto, aquele que vence o mundo é aquele que participa da ação purificadora do Espírito de Deus e do sangue derramado na cruz por Jesus.  Bonito este texto de S. João, por isso mesmo é que a última frase do texto diz “é o Espírito que dá testemunho porque o Espírito é a verdade.” O Espírito de Deus é a verdade de Deus em nós.

Enganemo-nos e engane-se na igreja e fora dela, eu tenho consciência do que estou a dizer, na igreja e fora dela, quem acha que é dono da verdade de facto. Só o Espirito de Deus é a verdade. Nós somos convidados a ir redescobrindo em cada momento essa verdade que Deus é. E foi aquilo que aconteceu e que nós escutámos no Evangelho.

Antes de chegarmos ao Tomé temos um texto importante. Jesus nunca se manifesta assim de rompante, “estou aqui, sou eu”, nunca. Depois da ressurreição, Jesus vai-se mostrando, vai-se revelando paulatinamente. Vejam, primeiro pormenor curioso, eu bem vos disse que ficava aqui o tempo todo a falar, mas não posso, tenho que começar a encortar e já estou a alongar-me, só alguns pormenores curiosos deste Evangelho. Primeira coisa que S. João nos mostra e que não sei se estiveram com atenção, é quando foi o dia de Pentecostes, nós dizemos que foi 50 dias depois da Páscoa. E se S. João nos disser que não foi. Estiveram com atenção? Olhem bem para o início do Evangelho: “Na tarde daquele dia, o primeiro da semana (ou seja o dia da ressurreição) estando fechadas as portas da casa, veio Jesus, colocou-se no meio deles e disse a paz esteja convosco.” Na tarde daquele dia, não é um dia qualquer, é aquele, o primeiro, o dia da ressurreição. E o que é que aconteceu? Jesus começa a apresentar-se, saúda-os e depois  “Olha sou Eu, vede! Vede sou Eu”, mostrou-lhe as chagas. E depois volta a dizer “a paz esteja convosco” repete duas vezes, haverá uma terceira para Tomé. Porque ele tinha agora uma missão importante para dar aos Discípulos, aos Apóstolos, missão que ainda não tinha dado. Já lhes tinha mandado servir e amar os Irmãos, com o lava-pés, já lhes tinha mandado celebrar a fração do pão com o pão e o vinho da última ceia, mas para a missão do sacerdote ficar completa, faltava uma coisa, faltava enviá-los. Mas enviá-los a quê? A perdoar os pecados. Então vejam que S. João diz que no dia da ressurreição ao fim do dia, de tarde, Jesus se aproximou e diz “como Pai Me enviou, também eu vos envio” e tem de imediato um gesto, diz, “soprou sobre eles”, soprou, quase que a voltarmos à origem do homem e da mulher quando Deus sopra nas narinas para dar vida. Então o Espírito Santo, o Pentecostes, para S. João, não vem 50 dias depois da Páscoa, vem no dia da ressurreição, vem no dia da Páscoa, e é Jesus quem confere aos Apóstolos o Espírito Santo. E então sim, dai-lhes a missão “Àqueles que perdoardes os pecados, serão perdoados, àqueles que retiverdes, serão retidos.”

Muita gente ainda pensa que o padre tem como missão condenar alguém porque fez pecados muito graves, não é essa a nossa missão. A missão do sacerdote é perdoar. Perdoar, quanto muito reter, não é condenar, é reter e ajudar que o Irmão possa purificar a sua vida preparando-se para receber o perdão, mas a missão é perdoar.

Mas faltava um, faltava Tomé, e a história de Tomé nós já a conhecemos. O Tomé chegou lá e já Jesus teria ido embora e disseram-lhe “nós vimos o Senhor”, e ele disse “eu não acredito, a menos que lhe possa tocar”. E passou uma semana e Jesus volta e diz “a paz esteja convosco”. O Tomé não estava em paz, era necessário receber a paz de Deus e ainda antes que Tomé dissesse alguma coisa, Jesus volta a identificar-se “Anda cá Tomé, toca-me e vê lá que sou Eu”. E qual é a expressão de fé de Tomé, depois daquilo tudo diz “Meu Senhor e meu Deus”. Porque é que eu pronunciei bem? Porque andam por aí muitas seitas protestantes a dizer que Jesus não é Deus. Andam por aí muitas seitas protestantes, como as testemunhas de Jeová, por exemplo, que dizem que Jesus não é Deus. Reparem, o Tomé diz “Meu Senhor e meu Deus”. E Jesus não lhe disse “estás enganado”, o que é que Jesus diz, “és feliz porque acreditaste, viste, tocaste-me e fazes manifestação da tua fé, mas olha serão mais felizes aquele que hão-de acreditar sem Me terem visto.”

Irmãos e Irmãs eu penso que nós somos mais felizes do que o Tomé porque nós não podemos tocar nas chagas de Jesus, nós não pudemos tocar no lado de Jesus, mas acreditamos que Ele é o Senhor, que Ele é o nosso Deus, que Ele está vivo e presente no meio de nós. Que Ele nos ajude a viver esta alegria.

“Assim Seja”
 

10 abril 2012

Páscoa: dia sempre novo


Quem procurais?
Não está aqui. Ressuscitou!
Cheias de medo e grande alegria, elas correram a levar a notícia! (cf. Mt 28,6)
Cristo Ressuscitou para nos ressuscitar!
O que Deus quer mesmo
é a ressurreição do mundo,
a nossa própria ressurreição.
E que, ressuscitados com Cristo,
sejamos anúncio de Ressurreição!
A Páscoa
não é o símbolo de um dia…
É antes, o Dia sempre,
o Dia sem fim!
O Dia de quem veste de novo
a alegria de viver
com um olhar lúcido sobre o tempo,
um empenho real pela humanidade,
pela vida e a vida de cada outro!
O Dia que nos põe ao ritmo das realidades últimas,
das coisas que nos transcendem
e dão sentido, novo e belo,
ao devir humano!
O Dia de encher o coração de esperança,
num tempo que se faz novo,
pela força iluminadora
de Cristo, nossa Páscoa!
O Dia em que uma atmosfera singular
renova o ar que respiramos,
no meio do júbilo e das lutas
de quem semeia contra todos os ventos,
porque sabe e crê que é o Céu que rega
o grão lançado à terra!
O Sol da Páscoa acorde
todas as manhãs!
A luz sem ocaso ilumine todas as noites!
A alegria da maior de todas as vitórias
cure os nossos medos
e nos faça abraçar o mundo,
com a ternura da criança e a firmeza da fé!
Feliz Páscoa!
(CONFHIC)

08 abril 2012

Páscoa: Avidos e Lagoa

Mais uma vez, Cristo passa pela minha Vida em terras de Avidos e Lagoa.
É a minha Páscoa, há 24 anos, com gente acolhedora que com o mais profundo sentimento Cristão abre as portas das suas casas a Cristo quem vem! Cristo que está vivo e presente no coração de cada um.
Deixo este vídeo que relata a manhã de Páscoa, como testemunho do acolhimento que mais uma vez recebo e partilho aqui com todos os Amigos.
Que Cristo ressuscite em nós...
(desativar a música do blog na coluna da direita)

Esta Páscoa teve um sabor de AMIZADE: no acolhimento já partilhado, na bênção de uma família de AMIGOS, família que acompanho desde a Aliança Matrimonial, ao Batismo do seu primeiro filho, à preparação iniciada para batizar o segundo e aos últimos preparativos de matrimónio de familiares e amigos destes.
Que a todos o Cristo recompense...

AVISO LEGAL – Procurarei fazer, neste blog, uma utilização cautelosa de textos, imagens, sons e outros dados, respeitando os direitos autoriais dos mesmos. Sempre que a legislação exigir, ou reclamados os referidos direitos de autor, procurarei prontamente respeitá-los, corrigindo informação ou retirando os mesmos do blog

 
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