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Senhor! Fazei-me instrumento da vossa paz!

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30 maio 2014

ASCENÇÃO DO SENHOR: Eucaristia

Celebramos este fim de semana a Solenidade da ASCENÇÃO DO SENHOR. 
Fica aqui a partilha da minha Homilia na Eucaristia Solene em Santo António no ano passado.
Penso que pode ser também este ano, uma vez mais, um bom motivo de reflexão e de reencontro com a Palavra de Deus.

LEITURAS DA EUCARISTIA:
1ª Leitura: atos 1, 1-11
Salmo: 46 (47)
2ª Leitura: Efésios 1, 17-23
Evangelho: Marcos 16, 15-20

Homilia

Escutámos hoje, na primeira leitura o início do livro dos atos dos apóstolos e duas coisas nos revela o início deste livro. Em primeiro lugar que o autor deste livro, que não se identifica, já escreveu outro sobre a vida de Jesus. Hoje nós sabemos que estamos a falar de São Lucas. O evangelista São Lucas escreveu depois, também, este livro dos atos dos Apóstolos que nos narra aquilo que foi ou como foi o tempo da Igreja nascente, das primeiras comunidades.

E o segundo, a segunda coisa que vemos logo aqui no início é a quem se destina este livro. Diriam os Irmãos que estiveram com atenção, que São Lucas escreveu este livro para um amigo, um amigo que se chama Teófilo porque ele diz assim “no meu primeiro livro, oh Teófilo, narrei todas as coisas que Jesus começou a fazer e a ensinar”.

A primeira coisa que nós pensamos é que, na verdade, este livro foi escrito para uma pessoa com o nome de Teófilo. Pois eu digo-vos que não é assim, não é assim. A palavra Teófilo é a fusão ou a união de 2 outras palavras: teos que significa “Deus” e filos que significa “amigo”.

Então se eu perguntasse: afinal a quem se destina este livro é ao amigo de São Lucas? Não, é ao teófilo, é ao amigo de Deus, ou seja a todos os amigos de Deus. São Lucas escreve este livro para todos os amigos de Deus: teófilo.

E o que é que nós encontramos depois? Encontramos o texto a narrar-nos momentos importantes na vida de Jesus. Sobretudo, os últimos momentos da vida de Jesus. Começa por dizer que Ele vem do céu para ensinar, para salvar, escolhe à luz, apresenta-se vida de muitas formas depois da morte, passa pela última ceia e àqueles que escolheu para participarem neste ministério pede para não ser afastarem de Jerusalém até lhes ser indicado, até Ele, Jesus, partir para junto do Pai.

E depois há-de falar dos sacramentos, sobretudo do sacramento do Batismo. Esta é, se repararem bem, uma forma de São Lucas recordar às primeiras comunidades o que é que Jesus na verdade queria dizer, o que é que Jesus na verdade nos pede para fazermos e para sermos? E depois há alguns que ainda pensam que é agora que Ele vai restaurar o reino de Israel. Vejam como estamos no momento da despedida de Jesus, o momento da Ascenção. E Jesus chama os seus para o alto do monte. Porquê? Recordem-se, a montanha é na conceção do povo Judeu, o lugar mais perto de Deus, logo é um lugar primordial de encontro do Homem com Deus, quanto mais alto mais perto de Deus, na consciência daquele tempo.

E Jesus está a despedir-se, e o que é que eles pensavam? É agora que Ele vai cumprir aquilo que está dito no antigo testamento, é agora que Ele vai restaurar o reino de Israel. Vejam como, depois de alguns anos a seguirem Jesus, a ouvirem a Palavra de Jesus, a verem os milagres de Jesus, depois de alguns anos a receberem instruções de como deveriam viver depois da Sua partida, eles ainda não tinham percebido. Será que é agora que Ele vai restaurar o reino de Israel, é agora que Ele vai levar ao fim da espada todos aqueles que são os nossos inimigos? Não tinham percebido a lógica de Jesus, a mensagem de Jesus não é a mensagem da espada, não é a mensagem da guerra, não é a mensagem do ódio, é a mensagem da paz, é a mensagem do Amor, é a mensagem da relação humana, do diálogo humano, do respeito para com o outro, da sua forma de ser, de estar e de acreditar.

E por isso Jesus vem dizer “Não vos preocupeis. Ireis receber o Espírito Santo, ireis receber o Espírito da Verdade. É o Espírito de Deus que vos dirá toda a verdade. Por isso eu vou partir, diz Jesus, mas vós ficais serenos, aguardai o Espírito de Deus, está a chegar o Espírito Santo. E é através dele que vós ireis entender bem tudo aquilo que Eu procurei transmitir-vos ao longo dos tempos em que estive convosco.” E Jesus diz que através deste Espírito Ele permanece connosco até ao fim dos tempos. ”Eu estarei convosco até ao fim dos tempos”, diz Jesus.

E começa a elevar-se ao Céu. Jesus começa a elevar-se para se despedir, para eles entenderem que agora sim, agora Jesus vai deixar de estar presente. Depois do dia da ressurreição Jesus havia subido ao Pai. Contudo, volta a aparecer durante, dizia o texto, 40 dias, durante 40 dias Jesus vai-se revelando, vai-se mostrando a Maria, a Pedro, a Paulo, a Tomé, aos outros Apóstolos, a algumas mulheres, aos discípulos de Imaluz, Jesus vai-se revelando, Jesus vai-se mostrando para dizer “Eu estou aqui, Eu ressuscitei”. Mas agora ao afastar-se, ao subir ao Céu diante deles e ao ser coberto por uma nuvem, Jesus não vai mais voltar a aparecer, já comunicou tudo o que tinha a comunicar. Agora é a hora da Igreja, agora é a hora do Espírito Santo. E eles ficam ali saber o que fazer. Sentem-se, permitem-me, sentem-se órfãos, “então e agora, o que é que fazemos?” E diz o texto que de imediato dois anjos lhes dizem “Homens da Galileia porque estais a olhar para o Céu, esse Jesus que do meio, do meio de vós foi elevado para o Céu, virá ainda o homem que o vistes ir para o Céu.” O que é que, na verdade, é esta mensagem de Deus através destes dois anjos?

O cristão, não pode ficar a olhar, não posso ficar à espera que venha o que quer que seja do Céu, porque dizia Jesus cá atrás “o dia e a hora ninguém sabe, só o Pai.” Portanto não nos cabe ficarmos aqui à espera, a olhar lá para cima para o céu, a ver se Jesus vem deste ponto ou se vem daquele lá do lado de lá, e se é hoje ou se é amanhã. Nós devemos continuar a missão de Jesus, sem nos preocupar. Porquê? Porque Ele nos envia o Espírito Santo, Ele nos envia o Espírito da Verdade.

O Evangelho tem, então, este grande mandamento que Jesus deixa à comunidade. O Evangelho de São Marcos coloca-nos de novo nessa montanha, na despedida de Jesus. E Jesus já tinha entregue aos seus Apóstolos, o dom do programa tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, tudo o que desligares na terra será desligado nos Céus. Jesus já tinha entregue aos seus na última ceia o sacerdócio ministerial com o lava-pés, com o pão e o vinho e quando diz, “fazei isto em Minha memória porque sempre que o fizerdes, Eu estou convosco” e Jesus aqui no momento da despedida vai recordar então o fundamento da missão da Igreja: primeiro. “Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho por toda a tribo, ide e anunciai, não fiqueis parados, a Igreja e os cristãos devem chegar a todo o mundo, para quê? Para levar a todos e a toda a criatura a Palavra do Evangelho, a boa nova do reino de Deus e levando esta palavra convidam ao arrependimento, convidam à conversão, convidam a mudar de vida, e as pessoas devem querer, ao mudar de vida, ser de Jesus, pertencer a Jesus, pertencer à Igreja e a nós Jesus acrescenta “batizai em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, porque aquele que for batizado, esse será salvo.” Pregai o Evangelho do reino de Deus, e batizai em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.

E depois o mesmo texto vai dizer que alguns, estes homens que também têm este poder de perdoar, batizar e consagrar, também têm poder de algumas curas, de alguns milagres, e refere alguns.

São Paulo apela nesta segunda leitura que nós escutámos, na carta aos Efésios, São Paulo está a escrever num contexto muito próprio. Paulo já está preso, Paulo está preso em Roma, sabe que vai morrer. São Paulo quando escreve esta carta sabe que vai morrer, já não vai sair da prisão. E os cristãos devem estar meio perdidos e agora o que é que vamos fazer? O nosso pastor, o nosso mestre está preso, agora quem é que nos ajuda a ter força, quem nos ajuda a caminhar, quem nos diz o que temos de fazer, e começavam as comunidades a ter quezílias entre elas. Começam logo alguns membros da comunidade a dizer “então, mas nós sabemos o que fazer”, e outros a dizerem “esperem é melhor vermos”, alguns querem dar nas vistas e outros começam a chegar-se para trás, lá muito para trás, outros que dizem “eu é que sei aqui dentro da comunidade, eu é que sei fazer, tu não percebes nada disto” e os outros a recuar com medo, com receio, com vergonha e é exatamente por isso que São Paulo escreve para lhes dizer “O que é que se passa convosco? Eu estou preso”, diz são Paulo, “Eu estou preso por causa do Evangelho e não estou a lamuriar-me, e não estou a criar problemas. E Eu sei”, diz Paulo ”que aí nas comunidades já estais à guerra uns com os outros, cristãos à guerra uns com os outros porque um faz e o outro não faz, porque o outro fez e o outro desfez, porque o outro não faz e não deixa fazer, já estais à guerra uns com os outros.” Então Paulo vem dizer “Recomendo-vos que vos comportais segundo a maneira de viver a que fostes chamado”

Oh, Irmãos, eu posso errar, eu posso errar, mas eu penso que esta palavra São Paulo escrita há mais de 2000 anos continua a ser atual, continua a ser atual.

São Paulo pede que nos comportemos todos nós, e eu também, todos nós de acordo com a maneira a que fomos chamados, como cristãos, como homens e mulheres de paz, de serenidade, de amor, de solidariedade, “comportei-vos segundo a maneira de viver a que foste chamado”. E depois vai dizer algumas coisas que devem ser, digamos, as caraterísticas do cristão. Diz ele “Procedei com, humildade, com mansidão, com paciência, suportai-vos” este verbo suportar significa amai-vos, ajudai-vos uns aos outros com caridade (a caridade não é dar esmolinhas só para descargo de consciência, a caridade em São Paulo é o amor ao templo, é o amor ao desinteressado, é o amor verdadeiro. E depois continua “e empenhai-vos a manter a unidade do Espírito pelo vínculo da paz”. Haja paz entre os Homens, mantendo-vos unidos entre vós, fazei tudo para que haja paz na comunidade, tudo. E porque é que diz São Paulo isto, porque “há um só corpo e um só Espírito, há uma só fé, há um só batismo, há uma só esperança, há um só Deus e Pai de todos que está acima de todos e tudo em todos.

Nós, às vezes, às vezes nas nossas Igrejas e nas nossas comunidades não vivemos assim. Uns são do padre, outros são da catequista, outros são do acólito, outros são da acólita, outros são de Nossa Senhora, mas não são do Santíssimo Sacramento, outros são de Santo António, mas não são do Santíssimo Sacramento, outros vêm à Eucaristia por causa do Padre, mas não por causa de Jesus.

Há um só corpo, um só Espírito, uma só esperança, um só Senhor, uma só fé, um só batismo, um só Deus e Pai.

Voltemos atrás, “Irmãos”, diz são Paulo, “recordemos que vos comporteis segundo a maneira de viver a que fostes chamado.” E foi esta a forma de viver que nós fomos chamados, foi esta, não foi outra, foi esta. Claro, volto a dizer, é importante quando simpatizamos com o padre desta igreja ou daquela, quando é uma pessoa simpática, uma pessoa que acolhe, uma pessoa que escutamos bem, uma pessoa que nos fala bem, claro que é importante a minha devoção a Nossa Senhora, a Santo António, a são Francisco, é importantíssima a minha devoção ao Santíssimo Sacramento na Eucaristia que é Jesus presente no meio de nós, mas não devemos cada um de nós viver uma fé ao seu jeito, não pode o cristão viver a fé quando lhe apetece ou como lhe apetece. Há um só Senhor, é a Ele que devemos recorrer. Há um só Espírito, é a Ele que devemos entregar a nossa vida. Porque depois, de fato diz São Paulo, “Foi Jesus que nos constitui Apóstolos, outros Evangelistas, a outros Pastores, a outros mestres,” quer dizer que os cristãos não são todos iguais. Nem todos podem ser padres, nem todos podem ser catequistas, nem todos podem ser ministros da comunhão, nem todos podem ser acólitos, nem todos podem ler, nem todos podem rezar o terço, nem todos podem arranjar as flores, nem todos podem cantar, nem todos... Cada um de nós deve abrir-se ao Espírito Santo e perceber o que é que eu posso fazer de bom e de bem e ir ter com o sacerdote e dizer, olhe eu gostaria de fazer isto, acha que sou a pessoa indicada para isso? Pois é, mas se o padre diz que não “aqui del rei”, o padre é mau. Já não é simpático, o padre.

Pois São Paulo desafia-nos a olharmos para a nossa vida e a nossa relação com Deus. Entendamos Irmãos e Irmãs, que todos nós somos importantes na Igreja, todos. O Padre não é mais importante que nenhum dos Irmãos, não é. Eu não me sinto mais importante do que nenhum dos Irmãos que esteja aqui de pé, de todo.

Agora cada um de nós tem de entender na Igreja a sua missão, uns de cantar, outros de rezar, outros de ornamentar os altares, outros de pregar, outros de perdoar, outros de acolitar, outros de ler, outros de ministrarem a Eucaristia ou então no silêncio a rezar, ou então no silêncio a rezar. Cada um de nós deve abrir-se ao Espírito de Deus e tentar perscrutar no seu coração aquilo que Deus lhe pede, contudo, convertermo-nos na maneira a que formos, a que fomos chamados por Jesus.

9 comentários:

maresia disse...

Neste cantinho do céu, espaço de oração de muitos de nós, fiz a minha oração da noite escutando e refletindo nas palavras que escutei nesta Eucaristia...
À Mãe confiei os que neste momento, mais necessitam do Seu amparo e proteção.
Avé Maria

mariana disse...

Obrigada Frei por esta nova tecnologia que agora nos permite assistir à Eucaristia e à sua homilia sempre gratificante.

A Ascensão de Jesus não marca um fim ou uma “página virada”. Ele continua vivo e presente, pois estamos unidos a Ele. Ele é a cabeça que atrai o Seu corpo para o Pai, vivificando-o por meio do Seu Espírito. A ascensão O coloca no centro de nossa vida e da nossa história. Jesus é o Senhor de todas as coisas, é a pedra angular que fora rejeitada pelos construtores. Ele é elevado junto ao Pai, com o qual se torna – na Sua humanidade vivificante – fonte de vida nova. Por isso nos envia: "Ide e evangelizai todas as criaturas".

Mãe Lena disse...

Frei, mais uma vez aprendi... por exemplo, desconhecia o significado de Teófilo, Amigo de Deus.

Este fim de semana falei com uma jovem que frequenta a catequese e já tinha ido à Eucaristia.
Quando questionei sobre a importância que tinha o dia de domingo, o que se festejava, prontamente me respondeu “é o dia da Ascensão do Senhor”.

Perguntei o significado e não sabia (e tu explicaste tão bem nesta Homilia), questionei sobre o que iríamos festejar no próximo domingo, também não sabia.

Isto para dizer que quantas vezes estou numa missa e nada aprendo, não alimento a minha fé, o que oiço não rega a semente em mim.

Se nos deslocarmos àquela missa onde sabemos que o Padre nos vai alimentar a nossa fé, estar no silêncio da oração e aprendermos, então vamos.

Para mim, só assim faz sentido, se não prefiro entrar numa igreja vazia e rezar, sentar e ler, simplesmente estar.

Obrigada Frei por continuares a cuidar da semente de toda a Família Retalhos, ajudar-nos a caminhar.

Certamente somos muitos que por aqui passamos, o registo indica quase 91000 visitas, mas poucos são os que partilham o que sentem ao entrar neste cantinho da Paz. Para mim, partilhar é um verbo que faz parte da minha vida, por isso tento sempre registar um momento neste cantinho da paz e da amizade.

Obrigada Frei, por tanto...

maresia disse...

Parabéns "Mãe Lena", pois é isso mesmo que sinto; o número de visitas aumenta, mas nem todos sentimos o mesmo desejo de partilhar, ou por inibição, ou qualquer outra razão. Retalhos continua a ser um espaço cibernáutico, sempre renovado, cuidado e profundo; deixar o nosso comentário é fazer a parte que nos compete, se os conteúdos aqui tratados nos dão uma mensagem de Esperança e alento.
Força Amigo Frei.

www.freespirit-sjorge.blogspot.com. disse...

Hoje estendo meu comentário não só ao Frei Albertino, à Família Retalhos ,mas a todos que aqui puserem os olhos.
Li os comentários, da Mareseia, Mãe Lena e Mariana, sempre muito pertinentes e fiquei pensando no porque me encanta tanto"estar aqui"!Estar aqui em oração, ver e meditar o que me cai no conhecimento!Aprendo continuamente...Outro dia, vendo O Frei Albertino se abaixar,para uma criança durante a veneração da relíquia de Santo Antonio, senti que recebia um" curso de pós graduação" na Fé...Compreendi um apanhado de coisas, a começar :não precisava eu entender o que se falou na Homilia...coisa que me inquietava, porque daqui do Brasil o falar português não se compreende...busco a escrita prometida e só acho um "brevemente"...então eu me pergunto"Será que a minha inquietação é descabida, se ouvi a vida inteira o que precisava ouvir ?"Hoje , a tecnologia, me mostra o povo do mundo inteiro se eu quiser ver...e foi por isto que passei a ver cada Eucaristia, celebrada, seja em Aparecida, seja no Vaticano, seja em Cachoeira do Campo, no interior de Minas, ou no Santuário de Fátima ou no de Santo António de Lisboa e a verdade do milagre do " Fazei isto em memoria de MIM" está desanuviado a meus olhos...nos celebrantes, nos participantes...na liturgia incidental...basta olhar...
Quero agradecer a Deus , Pai Filho e Espírito Santo, pela alegria que meu coração experimenta ao participar da Eucaristia, seja no prédio de igreja ou virtualmente!Amén.Sirlene/Brasil

Albertino disse...

Sirlene e todos os amigos deste espaço, principalmente do Brasil.
Acolho com gratidão a partilha da Sirlene e sobretudo do meu gesto de levar a Relíquia ao nível de uma criança. Não seria eu mesmo se o não fizesse.

Quanto às Homilias.
Elas não são escritas previamente por mim. Elas saem na hora como o Espírito conduz - espero que seja na verdade o Espírito - e de acordo com o que seja a atualização da Palavra no nosso quotidiano.
Por isso, e para tentar manter o Retalhos com alguma atualidade, às vezes, coloco aqui uma ou outra celebração para que possam participar das homilias.
Para publicar aqui o texto é preciso escutar quase palavra por palavra do que eu digo e reescrever em formato digital para depois aqui publicar o referido texto.
Basta pensar no seguinte: se uma homilia demorar 20 minutos, escutar e reescrever pode levar mais de duas horas e nem sempre o tempo permite que se faça logo nos dias seguintes.
Só por isso está a promessa de publicar, aguardando ser possível.
Grato pela presença e compreensão de todos.
Paz e bem!

Mª Teresa disse...

Família Retalhos 2,
Paz e Bem!
Não sei se partilham meu juizo: mas certamente Espiríto derrama muitas BENÇÃOS junto de si (FA)...
será distância? No Céu, cuido que esquinas não sáo compostas, Ele sempre alcança quem O invoca!
Estou muito ciente desta verdade!
No futuro irei aceder ao video aqui partilhado: Curva produzida por espinha de FA, terá sido acompanhada por crescimento (interior) de tal criança... Se tudo no Mundo se engendrasse com base em permutas bem simples, se, se...
Logo mais tenho consciência de aceder ao video proposto. Salpicos, meros salpicos bordejaram este comentário...Bem hajam!

Mãe Lena disse...

O teu comentário do ano passado diz: "Quanto às Homilias.
Elas não são escritas previamente por mim. Elas saem na hora como o Espírito conduz - espero que seja na verdade o Espírito - e de acordo com o que seja a atualização da Palavra no nosso quotidiano."

Para quem assistiu à tua Homilia ontem, na Basílica da Estrela, foi totalmente diferente. Claro que explicaste o significado de Teófilo, mas desta vez a reflexão sobre as nossas fragilidades Humanas que Ele leva no momento da Ascenção.

A conjugação dos dois momentos: o da vinda à Terra, falar a nossa linguagem, as nossa fragilidades e levá-las ao ir ao encontro do Pai.

Não duvido que seja o Espírito Santo que te conduz... e mais uma vez aprendi.

Obrigada!

Anónimo disse...

Percebo o que dizes mas a minha sinceridade de cristã não me permite "perder tempo" a ouvir "altar a abaixo" determinados padres que, na sua vida diária são homens contrários à Palavra de Deus. Por duas vezes saí de duas missas (no seminário e a igreja da Luz) para não ouvir hipócritas a falar e nem por isso me sinto mais pecadora, senão o lamentar não ter partilhado da "festa" que é a comunhão com Jesus.
Sabes que falo em dois padres onde a arrogância, o egoísmo e o não suportarem que a juventude também já passou por eles e que está na altura de darem lugar a quem chama gente a Jesus dentro da simplicidade, da oração, da música como dizes, ultrapassa até os próprios votos a que um Frade menor aceita fazer...

Que as tuas homilias saiam sempre "na hora como o Espírito conduz" porque aí é que eu creio que Jesus e os Anjos "descem" para estar no meio de nós.
A pureza de sentimentos, um coração limpo de invejas, politiquices, isento de "agrados ou cunhas", um coração simples, que ama, que chora, que sorri e canta é a certeza de que Deus está em ti em cada momento.
E aí, sim, Deus está connosco também!

um anjo

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