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Senhor! Fazei-me instrumento da vossa paz!

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08 setembro 2012

Varatojo: A alegria da Fé


Varatojo: Símbolos da Profissão
(O texto que se segue é longo porque procurei fundamentá-lo com os documentos referidos pelo orientador do retiro, Frei Hermínio. Este texto é a minha releitura do que foi dito, não é a palavra "ipsis verbis" escutada. Do que a seguir publico assumo total responsabilidade face a qualquer má interpretação que eu possa ter feito das palavras do orientador)

1º Encontro:
A FÉ: ONDE ESTAMOS NESTE CONTAR/NARRAR?

Iniciamos esta reflexão trazendo à memória o texto do Deuteronómio, 26, 5-10:

Proclamarás, então, em voz alta, diante do Senhor, teu Deus: ‘Meu pai era um arameu errante: desceu ao Egipto com um pequeno número e ali viveu como estrangeiro, mas depois tornou-se um povo forte e numeroso. Então os egípcios maltrataram-nos, oprimindo-nos e impondo-nos dura escravidão. Clamámos ao Senhor, Deus de nossos pais, e o Senhor ouviu o nosso clamor, viu a nossa humilhação, os nossos trabalhos e a nossa angústia, e tirou-nos do Egipto, com sua mão forte e seu braço estendido, com grandes milagres, sinais e prodígios. Introduziu-nos nesta região e deu-nos esta terra, terra onde corre leite e mel. Por isso, aqui trago agora os primeiros frutos da terra que me deste, Senhor!’Depois, colocarás isso diante do Senhor, teu Deus, e prostrar-te-ás diante do Senhor, teu Deus” (Dt 26, 5-10).

Podemos dizer que este texto se trata do primeiro Credo histórico de Israel onde o Povo reconhece os feitos salvíficos do Senhor através da história. É o que se pode chamar de um Credo relato, narrativa de acontecimentos salvíficos. É uma das primeiras fontes da chamada Teologia narrativa, feitos, factos, acontecimentos…

Esta é a fonte e origem da proclamação da Fé de Israel. Este texto ajuda-nos a entender o que é a Teologia narrativa.

“A vida não é o que cada um viveu mas o que recorda e como o recorda para conta-la” (Gabriel Garcia Marques)

VIVER PARA CONTÁ-LA, CONTÁ-LA PARA VIVER.

Perguntamos então a nós mesmos, onde estamos? Onde estou?

No Credo nós dizemos “CREIO” e este Credo deve ser uma experiência INDIVIDUAL mas não INDIVIDUALISTA, é proclamado na Comunidade e não de forma individualista, ainda que seja proclamado por cada indivíduo, mas em comunhão com todos os que professam o mesmo “CRER”.

O mesmo se refere quando noutra versão do Credo o sacerdote Pergunta “credes” ou “renunciais”, a pergunta é feita à Comunidade reunida mas a resposta é sempre pessoal, é experiência do Amor de Deus em cada um que afirma “sim creio”, “sim renuncio”.

Esta experiência de relação íntima com Deus e a forma como a manifestamos ou professamos, narrando-a, contando-a é que tornou possível uma área da Teologia que se designa por “narrativa”.

Mas então o que é a Teologia narrativa?

A teologia narrativa é aquela que narra os acontecimentos da história de Deus com o Homem e vice-versa. Não se trata apenas de tecer considerações ou teses sobre Deus ou sobre a Religião mas sim de narrar, contar os acontecimentos marcantes e os seus respetivos significados nesta relação de amor entre Deus e a Humanidade.

A Sagrada Escritura está repleta de testemunhos destes, desde os mitos da criação até aos acontecimentos com Jesus e mesmo com as primeiras comunidades cristãs.

Mas uma das formas mais claras desta forma de teologia encontramo-la no Antigo Testamento, na forma como o Povo de Israel, Povo eleito de Deus, vai falando, recontando os acontecimentos da Babilónia e em seguida o significado de tais acontecimentos, não apenas como mera história de factos mas como uma história de factos à luz da fé.

O livro do Deutoronómio, capítulo 26 é disso um enorme exemplo do qual transcrevemos um excerto: Proclamarás, então, em voz alta, diante do Senhor, teu Deus: ‘Meu pai era um arameu errante: desceu ao Egipto com um pequeno número e ali viveu como estrangeiro, mas depois tornou-se um povo forte e numeroso. Então os egípcios maltrataram-nos, oprimindo-nos e impondo-nos dura escravidão. Clamámos ao Senhor, Deus de nossos pais, e o Senhor ouviu o nosso clamor, viu a nossa humilhação, os nossos trabalhos e a nossa angústia, e tirou-nos do Egipto, com sua mão forte e seu braço estendido, com grandes milagres, sinais e prodígios. Introduziu-nos nesta região e deu-nos esta terra, terra onde corre leite e mel…” (Dt 26, 5+).

O Concílio vaticano II abre-nos a esta forma de teologia e procura realçar o significado da mesma e do que ela narra.

Bruno Forte, no seu livro “Breve introdução à fé”, faz um comentário ao Símbolo dos Apóstolos (Credo) começando por dizer que é “falar de Deus narrando o Amor, constitui um sinal breve e denso, que evoca a história trinitária do Deus único, no Qual acreditamos, e nos induz a saboreá-l’O nas nossas humildes histórias de cada dia”.

Ainda sobre este narrar o Amor voltemos ao Credo. Existem vários textos do credo. Os mais antigos e conhecidos são o “Símbolo dos Apóstolos”, usado para a profissão de fé, antes do baptismo, na Igreja de Roma,  e o “Símbolo niceno-constantinopolitano”, que dizemos normalmente nas nossas missas dominicais e é fruto dos Concílios de Niceia e de Constantinopola, do século IV. O credo apresenta-se em três partes interligadas, referindo-se cada uma delas a Deus Pai, Filho e Espírito Santo, respectivamente, como recorda P. Jorge Guarda num seu artigo intitulado “Esta é a nossa fé”.

S. Gregório de Nissa (Cesareia, Capadócia:330 -395): Teólogo, místico e escritor, faz uma síntese narrativa da vida de Moisés (Cf. http://www.ecclesia.com.br/biblioteca/pais_da_igreja/sobre_a_vida_de_moises.html), onde nos mostra – a propósito da T. Narrativa – que esta vida é uma experiência espiritual marcada sempre pelo querer mais e mais, como Moisés. É uma caminhada que nunca está completa e da qual nunca estamos satisfeitos.

Podemos dizer que as confissões de Santo Agostinho vão nesta mesma espetativa. Santo Agostinho vai narrando a sua experiência com Deus e a forma como Deus interveio na sua história dando sentido e significado a cada facto narrado e confessado. Por isto mesmo se pode aformar que estas confissões formam uma espécie de auto biografia de si mesmo na sua relação com Deus.

Teresa de Ávila faz o mesmo no seu livro da vida, Teresa de Lisieux da mesma forma, o Beato João XXIII no seu livro “Diário de uma alma” faz o mesmo caminho e auto biografia espiritual, Papa este que convocou o Concílio há 50 anos, e que foi professo da Ordem Terceira de S. Francisco (OFS) catorze anos. Vale a pena ler a última parte deste documento, sobretudo neste ANO DA FÉ.

Não sendo propriamente como os que antes referimos, cabe aqui também fazer realce de S. Boaventura, Franciscano, Doutor da Igreja e a sua grande Obra “Itinerário da mente para Deus”, onde Boaventura que seguiu o Poverello de Assis no Generalato da Ordem, faz uma narrativa (itinerário), a partir da experiência de S. francisco de Assis no Monte Alverne e a estigmatização ali alcançada da parte de Cristo ao Pobre de Assis, ao mesmo tempo que Boaventura narra a sua própria experi~encia ali no Alverne, lugar tão especial e onde se crê ter escrito tal Obra única e rica de simbologia espiritual/narrativa. Não sendo uma Obra da Teologia narrativa pode ser lida nessa perspetiva complementando-se ainda com a Legenda maior e a Legenda menor (Fontes Franciscanas) do mesmo autor.

Assim, podemos apresentar a Teologia Narrativa como aquela que narra o que me aconteceu, o sentido dos factos acontecidos e ao mesmo tempo o significado que eu mesmo lhes dou.

Bento XVI, na sua Carta Apostólica “porta Fidei”, convoca para o ANO DA FÉ (Cf. http://www.vatican.va/holy_father/benedict_xvi/motu_proprio/documents/hf_ben-xvi_motu-proprio_20111011_porta-fidei_po.html).

No n.º 7 o Papa faz como que um resumo do que se pretende refletir ao longo deste ano. Realçamos um trecho: “Com efeito, a fé cresce quando é vivida como experiência de um amor recebido e é comunicada como experiência de graça e de alegria. A fé torna-nos fecundos, porque alarga o coração com a esperança e permite oferecer um testemunho que é capaz de gerar: de facto, abre o coração e a mente dos ouvintes para acolherem o convite do Senhor a aderir à sua Palavra a fim de se tornarem seus discípulos.”

Nesta mesma linha podemos referir a Fé do povo hebreu da forma como no-la relata S. Paulo aos Hebreus no capítulo 11.

“Só o Amor é digno de Fé”, diria U. V. baltazar. É importante realçar nestas reflexões a ALEGRIA DA FÉ.


Desta história nos fica uma grande reflexão sobre a forma como os ritos e rituais, que se vão prolongando no tempo, nos podem afastar do essencial e do mais importante na nossa vida e sobretudo na nossa vida de fé.

O Concílio Vaticano II procurou mudar estes ritualismos da história que tantas vezes nos afastam de Deus, dar-lhes um hagir e um significado mais autêntico e em moldes de nova evangelização, e centrar a nossa vida com uma fé mais profunda no Deus Amor.

É curioso que, já a pensar nisto, o bom Beato João XIII, no Concílio (Cf. Documento formal de convocatória), mede com uma régua uma folha de papel e diz: “15 cm de condenações e apenas dois de louvor. É esta a forma que queremos continuar a viver em Igreja na nossa relação com o mundo?” (Cf. Documento supra, de Anselmo Borges).

Gatos presos levam à estagnação e a não abrir os olhos à fé, à esperança e ao amor, tema que Bento XVI tanto tem trazido à nossa reflexão. “A Igreja está-se a habituar a relacionar-se com outras verdades e as verdades dos outros”, (Discurso do Papa no centro Cultural de Belém – Lisboa – em maio de 2011 – Cf. http://companhiadosfilosofos.blogspot.pt/2010/05/discurso-do-papa-bento-xvi-centro.html).

Com o Vaticano II a Igreja vai concluindo que mais do que uma Religião, o Cristianismo é uma experiência de Fé.

Na Ordem Franciscana (OFM), o Capítulo Geral de 1967 foi praticamente sobre as Constituições Gerais da Ordem para as adaptar às normativas Conciliares e de tentar voltar às fontes.

Em 1973, no Capítulo Geral de Madrid – o 2.º pós Concílio – apresenta um documento sobre a identidade da Ordem como experiência de Fé: “A vocação da Ordem nos dias de hoje”, n.º 5 (Cf. http://www.ofm.org/01docum/cammino/CamminoPOR.pdf) refere que: “Ao centro da vida franciscana encontra-se a experiência de fé em Deus no encontro pessoal com Jesus Cristo. É o que atestam os escritos de Francisco e outros textos. Sob qualquer aspecto que se aborde (oração, fraternidade, pobreza, presença no meio dos homens), todo o projeto evangélico remete-nos continuamente para a fé. As recomendações incessantes da Regra sobre a busca de Deus e a sua primazia absoluta e única na vida dos frades, sobre a adoração e o amor que Lhe são devidos, sobre o seguir as pisadas de Cristo e sobre a vida segundo o Evangelho, sobre a abertura ao sopro soberanamente livre do Espírito ou sobre a oração prioritária e incessante; as motivações evangélicas propostas a todos os comportamentos dos frades (contemplação, jejum, oração, vestuário, pobreza, trabalho, mendicidade, alimentação) mostram que na base duma tal vida existe uma experiência única da fé num Deus que é Amor.”

Como podemos ver o centro da nossa vida fraterna é encontrar-se nest experiência de fé no Deus de Jesus Cristo que é o Deus Amor.

Também o Sínodo dos Bispos   (Cf. http://www.vatican.va/roman_curia/synod/documents/rc_synod_doc_20110202_lineamenta-xiii-assembly_po.html), Fevereiro de 2011, no seu n.º 11 refere o mesmo tema: “Transmitir a fé significa criar em cada lugar e em cada tempo as condições para que o encontro entre os homens e Jesus Cristo aconteça. A fé, como encontro com a pessoa de Cristo, tem a forma da relação com Ele, da memória d’Ele (na Eucaristia) e do formar em nós a mentalidade de Cristo, na graça do Espírito. Como reafirmou o Papa Bento XVI, «ao início do ser cristão, não háuma decisão ética ou uma grande idéia, mas o encontro com um acontecimento, com uma Pessoa que dá à vida um novo horizonte e, desta forma, o rumo decisivo. [...] Dado que Deus foi o primeiro a amar-nos (cf. 1 Jo 4, 10)…”.

Deus foi o primeiro a amar-nos. O nosso amor é agora resposta a esse plano amoroso de Deus.

Consequências:

Comecemos pela história do avô paralítico: Um rabi judeu contou a seguinte história passada com o seu avô nos tempos em que este fora aluno do famoso Rabi Baal Shem Tov. E disse: «O meu avô estava paralítico há muitos anos. Um dia pediram-lhe que contasse uma história do seu professor e ele contou como o santo Baal Shem Tov costumava saltar e dançar durante a oração. Ao contar a história, entusiasmou-se de tal modo que se pôs de pé e começou a saltar e a dançar para mostrar como o mestre fazia. A partir daí, ficou curado. É assim que se devem contar histórias.» (Cf. Martin Buber, Concilium, Maio 1973).

Este avô paralítico começa a dançar ao narrar entusiasmado um facto da sua visa. O entusiasmo foi de tal ordem que fez com que se curasse.

Penso que podemos perguntar-nos:

·         Onde estou? Quem sou? Como vivo a relação de Deus comigo?

·         Como faço a minha leitura do passado?

·         Como crio espetativas face ao futuro?

Diz-nos Jesus: “Não vos inquieteis quanto à vossa vida, (…) Olhai as aves do céu: não semeiam nem ceifam nem recolhem em celeiros; e o vosso Pai celeste alimenta-as. Não valeis vós mais do que elas? (…) Olhai como crescem os lírios do campo: não trabalham nem fiam! (…) Procurai primeiro o Reino de Deus e a sua justiça, e tudo o mais se vos dará por acréscimo. Não vos preocupeis, portanto, com o dia de amanhã, pois o dia de amanhã já terá as suas preocupações. Basta a cada dia o seu problema.” (Cf. Mt 5, 25-34)

·         Como respondo eu ao Amor de Deus?

·         Como vivo em toda esta realidade?

S. Francisco pode responder-nos a isso na Primeira Regra (1R XXIII). É um texto longo onde Francisco tudo remete para a GRATIDÃO AO DEUS UNO E TRINO sem esquecer a VIRGEM MÃE e a SANTA IGREJA. Podeis encontrar este texto no site da Editorial Franciscana. Aqui publico o início e que nos dá a ideia de tudo o resto destas belas palavras de S. Francisco:

1R 23.º Oração, Louvor e Acção de Graças

1 Omnipotente, santíssimo, altíssimo e soberano Deus, Pai santo e justo, Senhor rei do céu e da terra (Mt 11, 25), por ti mesmo te rendemos graças, porque por tua santa vontade e pelo teu único Filho com o Espírito Santo, criaste todas as coisas espirituais e corporais, e a nós, feitos à tua imagem e semelhança, nos colocaste no paraíso (Gn 1, 26; 2, 15), 2 donde decaímos por culpa nossa.

3 E te rendemos graças porque, como por teu Filho nos criaste, assim também pela verdadeira e santa caridade com que nos amaste (Jo 17, 26), fizeste que Ele, o teu Filho, verdadeiro Deus e verdadeiro homem, nascesse da gloriosa sempre Virgem a beatíssima santa Maria, e pela sua cruz e sangue e morte quiseste resgatar- nos, a nós que éramos cativos.

4 E ainda te rendemos graças porque o mesmo teu Filho de novo há-de vir na glória da sua majestade a lançar ao fogo eterno os malditos que não fizeram penitência nem te conheceram, e a dizer a todos os que te conheceram e adoraram e serviram em penitência: Vinde, benditos de meu Pai, recebei o reino que para vós foi preparado desde a origem do mundo (Mt 25-34)”.

Neste mesmo sentir e em Ano de oito séculos de Consagração de Santa Clara recordar a sua expressão no leito da morte: “Louvado sejas, meu Senhor, porque me criaste”.

3 comentários:

www.freespirit-sjorge.blogspot.com. disse...

Obrigada, Frei Albertino, por nos proporcionar esta participação nesta meditação.Obrigada pelo seu trabalho em transformar este conteúdo que sua atenção captou, elaborá-lo e nos ofertar como alimento, tal como uma Mãe aleita seu filho.Tomara que tenhamos a capacidade de assimilar e trazer para a nossa vida esta riqueza de sugestões e informações que indicam caminhos e geram propósitos em nosso coração, à medida que nos adiantamos em sua leitura!
Sirlene

maresia disse...

Deus o abençoe e fortaleça Frei Albertino, porque encontro em cada Eucaristia por si celebrada e que acompanho na tv de Santo António,uma verdadeira aula de catequese, um aprofundamento do conhecimento da Palavra de Deus que me conduz a uma séria mudança de vida...
Quanto ao textos que partilha com todos nós, já os guardei nos meus documentos para sobre eles meditar "quando me encontrar na orla do bosque...", como diz o autor do livro "Parar"
Paz e Bem Amigo

Mª Teresa disse...

De novo o bendigo FA! Tão claro, tão potente este discurso...
Grata por ter oferecido seu magnífico entendimento sobre meditação de Frei Hermínio...
E, sempre o saúdo com um forte Bem Haja! Pudera: calor ou frio (temperatura...) não exigem desprezo pela grata saudação...

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