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PORTUGAL: BEM VINDO SANTO PADRE!

VÍDEOS: Para visualizar e ouvir os vídeos deverá dasativar a música de fundo no painel aqui do lado esquerdo

28 fevereiro 2013

Bento XVI: Uma Vida na gratidão

Hoje o Santo Padre, Bento XVI, deixa o Munus de governar a Barca de Pedro. Fá-lo com a força da oração e o dom do Espírito Santo. Fá-lo num tempo conturbante para a Igreja e, "para bem dela", renuncia e remete-se ao silêncio da oração... por Amor à Igreja. Outro Papa será eleito em breve. Quero aqui deixar este vídeo, feito a partir de um power point que recebi e ao qual acrescento no final a mensagem que enviei ao Papa em plataforma informática criada para isso. Com este vídeo quero simplesmente dizer:
OBRIGADO SANTO PADRE
QUOVADIS, PETRUS?
PEDRO, ONDE VAIS?
Vou rezar por todos e por cada um de vós pois, sei muito bem, que no silêncio e na solidão vos terei a todos, sem eu o saber, com nome e apelidos diante de um DEUS que, sem que eu abra os meus lábios, saberá de antemão, pelo amor que lh’E professo, o que lh’E levo guardado no meu coração. Vou estar com Ele que, desde há muitos anos, sei que me ama tal como sou. Vou descobrir, agora com mais força, aquilo que, do meu punho e letra, brotou em horas de contemplação, reflexão, estudo e pensamento: ELE é o meu DEUS e a ELE adorarei até ao fim dos meus dias. ELE é o meu SENHOR e eu tentei guiar a sua barca. ELE é o meu ESPÍRITO e, conhece muito bem, que esta hora estava marcada certamente e com exatidão no seu relógio divino. Vou, com as minhas sandálias de pescador desgastadas depois de ter percorrido com dificuldades e debilidade os caminhos do mundo alegre e sofredor Vou, sem o meu cajado, porque bem sei que necessita de mãos mais vigorosas e com mais saúde e vitalidade corporal que vos indiquem em tempos de luta e de mudanças os apriscos e as sendas que conduzem ao Evangelho. Vou, mas não fujo, mas simplesmente cumpro uma e outra vez o que foi o objetivo da minha consagração ao Criador: por amor e obediência vim.... e por amor e obediência vou. Vou-me, mas atrás de mim permanece Aquele pelo qual tentei servir-vos como padre, amar-vos como pastor, ensinar-vos como mestre e iluminar-vos a partir do Espírito. Vou... mas fica a grande obra do Senhor: a Sua Igreja. Para o seu bem, por ela, com ela e nela vou e estou.

Texto: Javier Leoz Ventura
Disign: Sor Mª Celina OSC
Tradução: Fr. Albertino Rodrigues OFM

21 fevereiro 2013

Obrigado Bento XVI

Lisboa: 400 mil cartazes dizem «obrigado» a Bento XVI
Iniciativa é financiada por leigos católicos; distribuição, gratuita, é apoiada pelo Patriarcado
Lisboa, 21 fev 2013 (Ecclesia) – Um grupo de leigos católicos do Patriarcado de Lisboa financiou a distribuição gratuita de 400 mil cartazes de agradecimento ao Papa Bento XVI, que resigna ao pontificado a 28 de fevereiro.
Metade dos cartazes, na horizontal, apresenta Bento XVI em gesto de saudação, e os restantes, orientados verticalmente, mostram o Papa a rezar diante da imagem de Nossa Senhora de Fátima, no santuário da Cova da Iria, durante a sua visita a Portugal entre 11 e 14 de maio de 2010.
Os fiéis que contrataram a aquisição dos cartazes optaram por manter o anonimato, revelou hoje à Agência ECCLESIA o padre Nuno Fernandes, porta-voz do Patriarcado de Lisboa, instituição que apoia a divulgação da iniciativa.
Os cartazes, com a dimensão de duas folhas A4, têm fundo amarelo e são dominados pelo branco, cores da bandeira da Santa Sé, enquanto que as fotografias de Bento XVI foram impressas em tons de cinzento.
As palavras, também a cinza, destacam a frase “obrigado Bento XVI”, seguida da data em que o Papa renuncia, 28 de fevereiro de 2013, a indicação “Patriarcado de Lisboa” e, no fundo, uma sugestão: “coloque o cartaz na janela de sua casa, com vista para a rua num gesto de união e reconhecimento”.
Os exemplares estão a ser distribuídos nas paróquias de São João de Deus e Nossa Senhora do Amparo de Benfica, ambas na cidade de Lisboa, em Oeiras, Cascais e Caldas da Rainha, revela a página do Patriarcado no Facebook.
De acordo com o padre Nuno Fernandes os cartazes serão também distribuídos em Fátima, existindo pedidos de informação sobre a iniciativa provenientes das Dioceses de Setúbal e Viseu.
A escolha do sucessor de Bento XVI, eleito Papa a 19 de abril de 2005, ocorre, previsivelmente, no mês de março, em conclave (assembleia fechada) a realizar no Vaticano com a presença de cardeais que não completaram 80 anos.
RJM

18 fevereiro 2013

Parabéns mãe... 83 anos de Vida

PARABÉNS MÃE MARIA
83 ANOS DE VIDA
 

Mais um ano que passou, e como passou!

Viver cada dia com a minha mãe, quer presencialmente, sempre que possível, quer via telefone é sem dúvida viver o DOM DA VIDA... Sim, este DOM que Deus lhe concedeu há 83 anos e que ela tanto ama, tentando tantas vezes contornar situações que nem sempre estão adequadas à sua fragilidade a nível de saúde mas que, porque gosta tanto das coisas boas como gosta de Viver, tenta contornar.

E a Vida é isto mesmo, cada dia sentir a presença de Deus, da família, dos Amigos que tentam ser ajuda a tantos níveis.

E QUÃO GRATO EU ME SINTO PARA COM DEUS diante do Dom da Vida da minha mãe e dos amigos...

Para a minha mãe os mais sinceros PARABÉNS por mais um dia da VIDA.

Um beijinho muito especial na certeza de que Deus continuará a estar presente em tanta fragilidade mas permitindo que a mãe continue a sorrir, a cantar e a dançar...

OBRIGADO DEUS MEU!

OBRIGADO MÃE MARIA!

OBRIGADO AMIGOS!




11 fevereiro 2013

Papa renuncia ao Múnus Petrino

DECLARATIO
Caríssimos Irmãos,
convoquei-vos para este Consistório não só por causa das três canonizações, mas também para vos comunicar uma decisão de grande importância para a vida da Igreja. Depois de ter examinado repetidamente a minha consciência diante de Deus, cheguei à certeza de que as minhas forças, devido à idade avançada, já não são idóneas para exercer adequadamente o ministério petrino. Estou bem consciente de que este ministério, pela sua essência espiritual, deve ser cumprido não só com as obras e com as palavras, mas também e igualmente sofrendo e rezando. Todavia, no mundo de hoje, sujeito a rápidas mudanças e agitado por questões de grande relevância para a vida da fé, para governar a barca de São Pedro e anunciar o Evangelho, é necessário também o vigor quer do corpo quer do espírito; vigor este, que, nos últimos meses, foi diminuindo de tal modo em mim que tenho de reconhecer a minha incapacidade para administrar bem o ministério que me foi confiado. Por isso, bem consciente da gravidade deste acto, com plena liberdade, declaro que renuncio ao ministério de Bispo de Roma, Sucessor de São Pedro, que me foi confiado pela mão dos Cardeais em 19 de Abril de 2005, pelo que, a partir de 28 de Fevereiro de 2013, às 20,00 horas, a sede de Roma, a sede de São Pedro, ficará vacante e deverá ser convocado, por aqueles a quem tal compete, o Conclave para a eleição do novo Sumo Pontífice.
Caríssimos Irmãos, verdadeiramente de coração vos agradeço por todo o amor e a fadiga com que carregastes comigo o peso do meu ministério, e peço perdão por todos os meus defeitos. Agora confiemos a Santa Igreja à solicitude do seu Pastor Supremo, Nosso Senhor Jesus Cristo, e peçamos a Maria, sua Mãe Santíssima, que assista, com a sua bondade materna, os Padres Cardeais na eleição do novo Sumo Pontífice. Pelo que me diz respeito, nomeadamente no futuro, quero servir de todo o coração, com uma vida consagrada à oração, a Santa Igreja de Deus.
Vaticano, 10 de Fevereiro de 2013.
BENEDICTUS PP XVI
© Copyright 2013 - Libreria Editrice Vaticana

10 fevereiro 2013

PESCADOR DE HOMENS

V TEMPO COMUM - Lc. 15, 3-8.11
 
É de todos sobejamente conhecida a passagem da Escritura que nos narra a pesca milagrosa. Mas que podemos nós, de forma simples, retirar deste texto?
 
Jesus sobe ao barco de Simão (Pedro) pois a multidão era muita e, pedindo para que se afaste um pouco da terra começa a ensinar.
 
Jesus entra no barco, o mesmo é dizer que entra na vida de Simão e por ele na vida de cada um de nós. E entra para ensinar, não para ser ouvido, tocado, seguido como se de um profeta qualquer se tratasse mas para ensinar.
 
Surge então o milagre mas com um objetivo claro da parte de Jesus: mostrar que Ele tem poder sobre a Criação. A não pesca torna-se agora, à ordem de Jesus,  em pesca abundante.
 
Pedro reconhece-se então PECADOR "afasta-te de mim, Senhor, porque eu sou um homem pecador". Mas Cristo, o pedagogo do Amor, da Misericórdia e da Bondade de Deus, escolhe os fracos e pecadores, aqueles que se deixam tocar pela sua consciência e se reconhecem indignos de "ver" o Mestre. E é este Mestre que ama e perdoa para reconduzir os que o Pai lh'E deu ao seio do Amor Divino. O pecado de Pedro é libertado pelo Amor e Eleição que Cristo já havia feito acerca dele e dos seus companheiros pescadores.
 
Desta forma prepara Pedro e os Apóstolos para a missão futura: “não temas, de hoje em diante serás pescador de homens”. Pescar homens significa trazer para Deus muitos irmãos perdidos no mar da vida. E eles seguiram Jesus.
 
O Seguimento exige muitas vezes, da nossa parte, ruturas, romper com o passado ou com as estruturas, abertura ao outro e à novidade da vontade de Deus, iniciar nova caminhada onde assumimos para nós o querer de Deus na fidelidade para com Ele.
Como Simão, deixemos que Cristo entre na nossa vida, nos ensine e envie aos irmãos a levar a novidade do Reino. Vivamos e testemunhemos a Fé tendo Cristo como o Senhor da Vida e da História.
Bom Domingo em paz e bem!
 

01 fevereiro 2013

DIA DO CONSAGRADO 2013

MENSAGEM DA COMISSÃO EPISCOPAL DAS VOCAÇÕES E MINISTÉRIOS POR OCASIÃO DA SEMANA DO CONSAGRADO – 27 DE JANEIRO A 3 DE FEVEREIRO DE 2013

CARTAZ SEMANA DO CONSAGRADO
PEREGRINOS NA FÉ, APÓSTOLOS NA EVANGELIZAÇÃO DO MUNDO

1. CONSAGRADO, PEREGRINO DA FÉ

O batismo, assumido de forma livre e responsável, como participação no mistério pascal de Jesus Cristo, incorporação na sua Igreja e sacramento da comunhão com Deus, Santíssima Trindade, constitui o início do longo peregrinar da fé do cristão. Trata-se de um “caminho que dura a vida inteira... tem início com o batismo... e está concluído com a passagem através da morte para a vida eterna” (Bento XVI, A Porta da Fé, 1).

Entre todos os cristãos, os Consagrados assumem explicitamente a totalidade da vida como uma peregrinação na fé, como um sinal da transformação operada pelo batismo e como um testemunho da graça da comunhão com Deus.

Neste Ano da Fé, todo o consagrado tem oportunidade de refazer a história da sua vida humana, da sua fé e da sua vocação. Encontrará a linha contínua do amor de Deus, manifestado de muitas formas, recordará os momentos fortes do caminho realizado na procura das respostas a dar-Lhe, perceberá as dúvidas, fraquezas e, porventura, alguns retrocessos e infidelidades. Acima de tudo, verá que a fé é uma contínua resposta a um dom recebido, que implica todas as dimensões da vida e que há-de progredir sempre até que ele viva totalmente da fé, tal como diz o apóstolo: “Já não sou eu que vivo, mas é Cristo que vive em mim. E a vida que agora tenho na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus que me amou e a si mesmo se entregou por mim” (Gl 2, 20).

Apesar da sua condição de batizados e consagrados na Igreja, os consagrados não podem considerar a fé como um “pressuposto óbvio da sua vida diária” (Bento XVI, A Porta da Fé, 2). Correm, portanto, o risco comum a todos os cristãos de parar em qualquer fase da sua peregrinação, de se descentrarem de Deus em favor das tarefas quotidianas, de investir tanto nas obras humanas que descuidem a obra de Deus, que consiste em “crer n’Aquele que Ele enviou” (Jo 6, 29).

2. APÓSTOLOS DA FORÇA E DA BELEZA DA FÉ

Com muita alegria, reconhecemos que os Consagrados são, entre nós, autênticos apóstolos da força e da beleza da fé, ou seja, verdadeiros catecismos abertos aos fiéis, pois neles podem “descobrir novamente os conteúdos da fé professada, celebrada, vivida e rezada” (Bento XVI, A Porta da Fé, 9).

Hoje, como em todos os tempos, a força e a beleza da fé só podem encontrar-se quando ela é vivida na radicalidade evangélica. Os Consagrados são, na Igreja, aqueles em quem se espera encontrar de forma mais visível esse testemunho, em virtude dos conselhos evangélicos, a via da radicalidade que amorosamente assumem como dom e compromisso.

Precisamos urgentemente de homens e mulheres totalmente imbuídos de Cristo, que mostrem a outra face, isto é, que se distanciem dos critérios terrenos e se deixem conduzir pelos critérios do alto.

A força da fé só pode revelar-se por meio de pessoas reais que a experimentem e testemunhem como capaz de transformar as suas vidas. Do mesmo modo, a beleza da fé somente se revela por meio das vidas belas de homens e mulheres cheios de Deus, a origem e a fonte de toda a beleza.

Aos consagrados pedimos que se adentrem com profundidade no mistério da fé, única razão de ser da sua vocação e da sua vida, no respeito pela peculiaridade dos carismas de que são herdeiros. Pela sua autenticidade e pela radicalidade da sua entrega na pobreza, na castidade e na obediência, tornar-se-ão os apóstolos da força e da beleza da fé.

3. IMPELIDOS PELO AMOR DE CRISTO A EVANGELIZAR

“É o amor de Cristo que enche os nossos corações e nos impele a evangelizar” (Bento XVI, A Porta da Fé, 7). Válido para todos os cristãos, este princípio encontra maior evidência nos consagrados, cuja vocação específica é precisamente a evangelização do mundo por meio da realização do seu carisma fundador. Todos evangelizam já por meio do seu estado e do seu estilo de vida marcada pelo conhecimento do amor de Cristo, assumido pessoalmente e partilhado comunitariamente; alguns, porém, evangelizam também pela dedicação ao trabalho direto de anúncio da Boa Nova, na pregação, na catequese, no ensino, na ação social, na prática da caridade cristã, na missão ad gentes.

Mais do que as palavras, o veículo de transmissão da fé é o testemunho, de tal modo que o contacto com os verdadeiros crentes é o melhor caminho para o encontro pessoal com Cristo. Os Consagrados encontram-se entre os que mais capacidade têm para realizar esta missão de levar os homens a Cristo, pelo que a Igreja muito deles tem a esperar quando se trata de fazer a evangelização do mundo.

Portugal deve muito daquilo que é e, portanto, da sua identidade, à incansável ação dos Consagrados que, impregnaram de Evangelho a sua história. A difusão da fé cristã, o progresso nos valores humanos fundamentais, o crescimento espiritual e o desenvolvimento cultural, são, em grande parte ação destes homens e mulheres entregues a Cristo por amor dos irmãos.

Nesta Semana do Consagrado 2013, a Igreja portuguesa renova os sentimentos de gratidão pelo trabalho realizado em favor da fé e da evangelização. Invocamos sobre todos os Consagrados a força do Espírito Santo, para que faça deles cristãos alegres por crerem e cheios do entusiasmo na comunicação da fé (Bento XVI, A Porta da Fé, 7).

Confiamos todos os Institutos e todos os seus membros a Nossa Senhora, pobre, casta e em tudo obediente à vontade do Pai, ícone da Igreja que caminha na fé do Filho de Deus.

 

Coimbra, 08 de dezembro de 2012

Virgílio do Nascimento Antunes

Presidente da Comissão Episcopal das Vocações e Ministérios

 

 

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