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PORTUGAL: BEM VINDO SANTO PADRE!

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25 abril 2013

Papa convidado a ir a Assis


2013-04-23 Rádio Vaticana - Cidade do Vaticano (RV)

Na manhã desta segunda-feira, durante o encontro com os bispos italianos da região da Úmbria, o bispo de Assis convidou o Papa a visitar a cidade italiana, ligada a São Francisco, que o inspirou na escolha do nome para o pontificado.
Dom Domenico Sorrentino disse à Rádio Vaticano que Francisco se mostrou “muito interessado” no convite, feito por todos os bispos da Úmbria, região do centro da Itália. “Juntamente com os irmãos da Úmbria, nós o convidamos para visitar Assis”, disse o prelado, após a audiência conjunta concedida aos bispos de Perúgia, Assis, Città di Castello, Foligno, Gúbbio, Spoleto, Orvieto e Terni.
O Papa Francisco já se referiu ao Santo de Assis por diversas vezes, destacando a sua atenção aos pobres e à natureza. (SP)

Fonte: http://www.news.va/pt/news/papa-francisco-convidado-a-visitar-assis

24 abril 2013

A Fé da Igreja: é Tempo Pascal

Em Tempo Pascal, continuando nós a celebrar a alegria da Ressurreição de Cristo, a liturgia permanentemente nos recorda a forma como os primeiros cristãos viviam, celebravam e testemunhavam a Fé.
Neste Ano da Fé olhemos as realidades que nos levam a chamarmo-nos e sermos verdadeiramente cristãos.
 

14 abril 2013

Semana de Oração pelas Vocações

MENSAGEM DO SANTO PADRE
PARA O 50º DIA MUNDIAL 
DE ORAÇÕES PELAS VOCAÇÕES


21 DE ABRIL DE 2013 - IV DOMINGO DE PÁSCOA

Tema: As vocações sinal da esperança fundada na fé

Amados irmãos e irmãs!

No quinquagésimo Dia Mundial de Oração pelas Vocações que será celebrado no IV Domingo de Páscoa, 21 de Abril de 2013, desejo convidar-vos a refletir sobre o tema «As vocações sinal da esperança fundada na fé», que bem se integra no contexto do Ano da Fé e no cinquentenário da abertura do Concílio Ecuménico Vaticano II. Decorria o período da Assembleia conciliar quando o Servo de Deus Paulo VI instituiu este Dia de unânime invocação a Deus Pai para que continue a enviar operários para a sua Igreja (cf. Mt 9,38). «O problema do número suficiente de sacerdotes –sublinhava então o Sumo Pontífice– interpela todos os fiéis, não só porque disso depende o futuro da sociedade cristã, mas também porque este problema é o indicador concreto e inexorável da vitalidade de fé e amor de cada comunidade paroquial e diocesana, e o testemunho da saúde moral das famílias cristãs. Onde desabrocham numerosas as vocações para o estado eclesiástico e religioso, vive-se generosamente segundo o Evangelho» (Paulo VI, Radiomensagem, 11 de Abril de 1964).

Nestas cinco décadas, as várias comunidades eclesiais dispersas pelo mundo inteiro têm-se espiritualmente unido todos os anos, no IV Domingo de Páscoa, para implorar de Deus o dom de santas vocações e propor de novo à reflexão de todos a urgência da resposta à chamada divina. Na realidade, este significativo encontro anual tem favorecido fortemente o empenho por se consolidar sempre mais, no centro da espiritualidade, da ação pastoral e da oração dos fiéis, a importância das vocações para o sacerdócio e a vida consagrada.

A esperança é expectativa de algo de positivo para o futuro, mas que deve ao mesmo tempo sustentar o nosso presente, marcado frequentemente por dissabores e insucessos. Onde está fundada a nossa esperança? Olhando a história do povo de Israel narrada no Antigo Testamento, vemos aparecer constantemente, mesmo nos momentos de maior dificuldade como o exílio, um elemento que os profetas de modo particular não cessam de recordar: a memória das promessas feitas por Deus aos Patriarcas; memória essa que requer a imitação do comportamento exemplar de Abraão, o qual– como sublinha o Apóstolo Paulo– «foi com uma esperança, para além do que se podia esperar, que ele acreditou e assim se tornou pai de muitos povos, conforme o que tinha sido dito: Assim será a tua descendência» (Rm 4,18). Então, uma verdade consoladora e instrutiva que emerge de toda a história da salvação é a fidelidade de Deus à aliança, com a qual Se comprometeu e que renovou sempre que o homem a rompeu pela infidelidade, pelo pecado, desde o tempo do dilúvio (cf. Gn 8,21-22) até ao êxodo e ao caminho no deserto (cf. Dt 9,7); fidelidade de Deus que foi até ao ponto de selar anova e eterna aliança com o homem por meio do sangue de seu Filho, morto e ressuscitado para a nossa salvação.

Em todos os momentos, sobretudo nos mais difíceis, é sempre a fidelidade do Senhor– verdadeira força motriz da história da salvação–que faz vibrar os corações dos homens e mulheres e os confirma na esperança de chegar um dia à «Terra Prometida». O fundamento seguro de toda a esperança está aqui: Deus nunca nos deixa sozinhos e permanece fiel à palavra dada. Por este motivo, em toda a situação, seja ela feliz ou desfavorável, podemos manter uma esperança firme, rezando como salmista: «Só em Deus descansa a minha alma, d’Ele vem a minha esperança»(Sl62/61,6). Portanto ter esperança equivale a confiar no Deus fiel, que mantém as promessas da aliança. Por isso, a fé e a esperança estão intimamente unidas. A esperança «é, de facto, uma palavra central da fé bíblica, a ponto de, em várias passagens, ser possível intercambiar os termos “fé” e “esperança”. Assim, a Carta aos Hebreus liga estreitamente a “plenitude da fé” (10,22) com a “imutável profissão da esperança” (10,23). De igual modo, quando a Primeira Carta de Pedro exorta os cristãos a estarem sempre prontos a responder a propósito do logos – o sentido e a razão – da sua esperança (3,15), “esperança” equivale a “fé”» (Enc. Spe salvi, 2).

Amados irmãos e irmãs, em que consiste a fidelidade de Deus à qual podemos confiar-nos com firme esperança? Consiste no seu amor. Ele, que é Pai, derrama o seu amor no mais íntimo de nós mesmos, através do Espírito Santo(cf.Rm 5,5).E é precisamente este amor, manifestado plenamente em Jesus Cristo, que interpela a nossa existência, pedindo a cada qual uma resposta a propósito do que quer fazer da sua vida e quanto está disposto a apostar para a realizar plenamente. Por vezes o amor de Deus segue percursos surpreendentes, mas sempre alcança a quantos se deixam encontrar. Assim a esperança nutre-se desta certeza: «Nós conhecemos o amor que Deus nos tem, pois cremos nele» (1 Jo 4,16). E este amor exigente e profundo, que vai além da superficialidade, infunde-nos coragem, dá-nos esperança no caminho da vida e no futuro, faz-nos ter confiança em nós mesmos, na história e nos outros. Apraz-me repetir, de modo particular a vós jovens, estas palavras: «Que seria da vossa vida, sem este amor? Deus cuida do homem desde a criação até ao fim dos tempos, quando completar o seu desígnio de salvação. No Senhor ressuscitado, temos a certeza da nossa esperança» (Discurso aos jovens da diocese de São Marino-Montefeltro, 19 de Junho de 2011).

Também hoje, como aconteceu durante a sua vida terrena, Jesus, o Ressuscitado, passa pelas estradas da nossa vida e vê-nos imersos nas nossas atividades, com os nossos desejos e necessidades. É precisamente no nosso dia-a-dia que Ele continua a dirigir-nos a sua palavra; chama-nos a realizar a nossa vida com Ele, o único capaz de saciar a nossa sede de esperança. Vivente na comunidade de discípulos que é a Igreja, Ele chama também hoje a segui-Lo. E este apelo pode chegar em qualquer momento. Jesus repete também hoje: «Vem e segue-Me!» (Mc10,21). Para acolher este convite, é preciso deixar de escolher por si mesmo o próprio caminho. Segui-Lo significa entranhar a própria vontade na vontade de Jesus, dar-Lhe verdadeiramente a precedência, antepô-Lo a tudo o que faz parte da nossa vida :família, trabalho, interesses pessoais, nós mesmos. Significa entregar-Lhe a própria vida, viver com Ele em profunda intimidade, por Ele entrar em comunhão com o Pai no Espírito Santo e, consequentemente, com os irmãos e irmãs. Esta comunhão de vida com Jesus é o «lugar» privilegiado onde se pode experimentara esperança e onde a vida será livre e plena.

As vocações sacerdotais e religiosas nascem da experiência do encontro pessoal com Cristo, do diálogo sincero e familiar com Ele, para entrar na sua vontade. Por isso, é necessário crescer na experiência de fé, entendida como profunda relação com Jesus, como escuta interior da sua voz que ressoa dentro de nós. Este itinerário, que torna uma pessoa capaz de acolher a chamada de Deus, é possível no âmbito de comunidades cristãs que vivem uma intensa atmosfera de fé, um generoso testemunho de adesão ao Evangelho, uma paixão missionária que induza a pessoa à doação total de si mesma pelo Reino de Deus, alimentada pela receção dos sacramentos, especialmente a Eucaristia, e por uma fervorosa vida de oração. Esta «deve, por um lado, ser muito pessoal, um confronto do meu eu com Deus, com o Deus vivo; mas, por outro, deve ser incessantemente guiada e iluminada pelas grandes orações da Igreja e dos santos, pela oração litúrgica, na qual o Senhor nos ensina continuamente a rezar de modo justo» (Enc. Spe salvi, 34).

A oração constante e profunda faz crescera fé da comunidade cristã, na certeza sempre renovada de que Deus nunca abandona o seu povoe que o sustenta suscitando vocações especiais, para o sacerdócio e para a vida consagrada, que sejam sinais de esperança para o mundo. Na realidade, os presbíteros e os religiosos são chamados a entregar-se de forma incondicional ao Povo de Deus, num serviço de amor ao Evangelho e à Igreja, num serviço àquela esperança firme que só a abertura ao horizonte de Deus pode gerar.

Assim eles, com o testemunho da sua fé e com o seu fervor apostólico, podem transmitir, em particular às novas gerações, o ardente desejo de responder generosa e prontamente a Cristo, que chama a segui-Lo mais de perto. Quando um discípulo de Jesus acolhe a chamada divina para se dedicar ao ministério sacerdotal ou à vida consagrada, manifesta-se um dos frutos mais maduros da comunidade cristã, que ajuda a olhar com particular confiança e esperança para o futuro da Igreja e o seu empenho de evangelização. Na verdade, sempre terá necessidade de novos trabalhadores para a pregação do Evangelho, a celebração da Eucaristia, o sacramento da Reconciliação.

Por isso, oxalá não faltem sacerdotes zelosos que saibam estar ao lado dos jovens como «companheiros de viagem», para os ajudarem, no caminho por vezes tortuoso e obscuro da vida, a reconhecer Cristo, Caminho, Verdade e Vida (cf. Jo 14,6); para lhes proporem com coragem evangélica a beleza do serviço a Deus, à comunidade cristã, aos irmãos. Não faltem sacerdotes que mostrem a fecundidade de um compromisso entusiasmante, que confere um sentido de plenitude à própria existência, porque fundado sobre a fé n’Aquele que nos amou primeiro (cf. 1 Jo 4,19).

Do mesmo modo, desejo que os jovens, no meio de tantas propostas superficiais e efémeras, saibam cultivar a atração pelos valores, as metas altas, as opções radicais por um serviço aos outros seguindo os passos de Jesus. Amados jovens, não tenhais medo de O seguir e de percorrer os caminhos exigentes e corajosos da caridade e do compromisso generoso. Sereis felizes por servir, sereis testemunhas daquela alegria que o mundo não pode dar, sereis chamas vivas de um amor infinito e eterno, aprendereis a «dar a razão da vossa esperança» (1 Ped 3,15).

Vaticano, 6 de Outubro 2012.

PAPA BENTO XVI

 

06 abril 2013

Papa nomeia Franciscano

Papa nomeia Geral dos Franciscanos para cargo no Vaticano
Fr. José Carvallo e o Papa Francisco
Frei José Rodriguez Carballo (OFM) é o novo secretário da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica
Cidade do Vaticano, 06 abr 2013 (Ecclesia) – O Papa Francisco nomeou hoje o responsável máximo da Ordem dos Frades Menores (Franciscanos), Frei José Rodriguez Carballo, como novo secretário da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica.

O 119.° sucessor de São Francisco de Assis (c. 1181-1226), Santo que inspirou a escolha do nome do Papa, foi também elevado à "dignidade de arcebispo", refere a Santa Sé, em comunicado  

O ministro geral dos Franciscanos esteve presente na missa de inauguração solene do atual pontificado, no Vaticano, juntamente com o responsável máximo dos jesuítas, congregação religiosa do Papa Francisco.
Frei José Rodriguez Carballo, reeleito como ministro geral dos Franciscanos em 2009, coordenou até agora o trabalho dos 15 mil religiosos da Ordem dos Frades Menores, presentes em 113 países, incluindo Portugal.
Natural de Espanha, foi ministro da Província Franciscana de Santiago de Compostela, presidente da União dos Frades Menores da Europa e mestre dos jovens em formação; no seu currículo destaca-se ainda a formação bíblica, com licenciatura em Teologia Bíblica em Jerusalém e em Sagrada Escritura em Roma.
 
A Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica é presidida pelo cardeal brasileiro D. João Braz de Aviz.
Segundo a Constituição "Pastor Bonus", de João Paulo II (28 de Junho de 1988), que reformulou a Cúria Romana, esta congregação ocupa-se de tudo o que diz respeito aos institutos de vida consagrada (ordens e congregações religiosas, seja masculinas quer femininas, institutos seculares) e as sociedades de vida apostólica, quanto a regime, disciplina, estudos, bens, direitos e privilégios.
OC
 
Fr. José Carvallo será Ordenado Bispo na Catedral de Santiago de Compostela, Espanha, no próximo dia 18 de maio, vésperas da Solenidade de Pentecostes. Será ordenado pelo Cardeal Tarcísio Bertone, Secretário de Estado de Sua Santidade. No site da Ordem (www.ofm.org) encontramos uma Carta escrita por Fr. José Carvallo a toda Ordem e às Irmãs Clarissas/Concepcionistas. Brevemente aqui publicarei em Português a Carta à Ordem.
 

04 abril 2013

Franciscanos elegem Governo Provincial

ESTÁ ELEITO O GOVERNO PROVINCIAL OFM 
Foto ofm.org.pt    Freis João Vicente, Bernardo, José Quintã
José Maria, Isidro Lamelas, Vítor Melícias e Mário Silva

Fr. Vítor Melícias Lopes foi hoje reeleito, para mais um triénio, como Ministro Provincial dos Franciscanos de Portugal (OFM).

Em ato eletivo de três escrutínios, o último dos quais aberto em sessão capitular, toda a Província foi chamada a eleger aquele que, entre nós, é chamado a ser sinal de esperança e presença de S. Francisco na animação e no cuidado da vida dos irmãos.
 Foi também eleito, pelos irmãos capitulares para o múnus de Vigário Provincial, Fr. João Dias Vicente, irmão que esteve largos anos ao serviço das missões na Guiné Bissau.
Foram eleitos pelos Capitulares para Definidores (Conselho Provincial), os irmãos:

Fr. Mário Jesus Pereira da Silva
Fr. José Maria Faria
Fr. Isidro Pereira Lamelas
Fr. José João Quintã Pereira
Fr. Bernardo Corrêa d'Almeida
Estes Conselheiros terão, com o Ministro e o Vigário Provincial, a curto prazo, que estudar as propostas feitas pela Província e pelos Capitulares, no sentido de por em marcha os objetivos para estes três anos que se seguem e que procurarão dar resposta às necessidades da Ordem e da Província no sentido de sermos cada vez mais fiéis ao Evangelho e à Regra de S. Francisco que professámos.
Neste sentido, deixo a oração que o próprio "pobrezinho de Assis" rezou diante da Cruz de São Damião a quando do mandato de Cristo: "Vai, Francisco, e repara a minha Igreja, que como vês ameaça ruir".
 
"Ó glorioso  Deus Altíssimo, ilumina as trevas do meu coração, dá-me uma fé recta, uma esperança firme e uma caridade perfeita, mostra-me, Senhor, o recto sentido e conhecimento, a fim de que eu possa levar a bom termo o sagrado encargo que na verdade acabas de dar-me. Amém." (OCD)

Mais informações em: http://www.ofm.org.pt/component/k2/item/207-eleições-no-capítulo-provincial.HTML
 

Capítulo: dia de eleger o Governo da Província

Hoje dia 4 de abril, a Província Portuguesa da Ordem Franciscana, em Capítulo Provincial, elegerá o seu Ministro Provincial e os demais irmãos que formarão o Governo da Província para o próximo triénio.
A todos pedimos a vossa oração a S. Francisco, Sta Clara e Sto António e à interceção da Virgem Maria para que o Espírito Santo nos ajude, à Província e aos delegados ao Capítulo a cumprir a vontade de Deus para o bem da sociedade, da Igreja e da Ordem.
Da 1ª Regra de São Francisco (23, 1-5)
 “Omnipotente, santíssimo, altíssimo e soberano Deus, Pai santo e justo, Senhor rei do céu e da terra (Mt 11, 25), por ti mesmo te rendemos graças, porque por tua santa vontade e pelo teu único Filho com o Espírito Santo, criaste todas as coisas (…). E te rendemos graças porque, como por teu Filho nos criaste, assim também pela verdadeira e santa caridade com que nos amaste (Jo 17, 26), fizeste que Ele, o teu Filho, verdadeiro Deus e verdadeiro homem, nascesse da gloriosa sempre Virgem a beatíssima santa Maria, e pela sua cruz e sangue e morte quiseste resgatar- nos, a nós que éramos cativos. E ainda te rendemos graças (…) porque todos nós, míseros pecadores, não somos dignos de te nomear, suplicantemente te exoramos que nosso Senhor Jesus Cristo, o teu Filho amado, em quem puseste as tuas complacências (Mt 17, 5), que sempre para tudo a ti te basta e por quem tão grandes coisas nos fizeste, por tudo te dê graças com o Espírito Santo, como mais agradável for a ti e a Ele. Aleluia!” (S. Francisco de Assis)
Invocação ao Espírito Santo

Vinde, Espírito Santo,
enchei os corações dos vossos fiéis
e acendei neles o fogo do Vosso amor.
Enviai, Senhor, o Vosso Espírito, e tudo será criado,
e renovareis a face da terra.
Oremos:

Ó Deus,
que instruístes os corações dos vossos fiéis
com a luz do Espírito Santo,
fazei que apreciemos retamente todas as coisas
e gozemos sempre da sua consolação.
Por nosso Senhor Jesus Cristo,
na unidade do Espírito Santo. Amen.

03 abril 2013

Capítulo Provincial OFM - 2013

 
Abertura Solene do Capítulo
De 01 a 06 deste mês de Abril, realiza-se a reunião dos franciscanos da Província Portuguesa da Ordem dos Frades Menores (OFM), chamada “Capítulo Provincial”. O Capítulo Provincial decorre no Convento de São Boaventura, em Montariol (Braga), e congrega cerca de 50 irmãos, representantes de todos os irmãos, presidido por
Os objetivos desta reunião têm a ver com as linhas programáticas da vida fraterna e ação pastoral dos franciscanos para o próximo triénio. Será também tempo de eleição do Superior Provincial e do seu Conselho (Definitório Provincial).
A Província Portuguesa da Ordem Franciscana tem 126 Irmãos, a residirem em quinze Fraternidade, em Portugal (continente e ilhas). Conta ainda com Irmãos missionários na Guiné-Bissau, em Cabo-Verde e na África do Sul, empenhados em viver e anunciar os valores evangélicos, sob inspiração do testemunho de São Francisco de Assis, cuja “Regra” professam.
Das obras sociais que servem e dirigem, contam-se a «Obra da Imaculada Conceição e Santo António» (uma Instituição Privada de Solidariedade Social), de apoio a crianças e jovens, situada em Caneças e Dona Maria (Odivelas); a «Domus Fraternitas», nas suas duas valências: terapêutica e de cuidados continuados, em Braga; e o estabelecimento de ensino particular, «Externato da Luz», em Lisboa, desde a infantil até ao nono ano de escolaridade.
Convento de Montariol - Braga

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