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PORTUGAL: BEM VINDO SANTO PADRE!

VÍDEOS: Para visualizar e ouvir os vídeos deverá dasativar a música de fundo no painel aqui do lado esquerdo

29 julho 2013

CLIC - Despedida de Amigos

OBRIGADO AMIGOS
Caríssimos Amigos.
Fica a partilha que recebi do Coro Litúrgico
da Imaculada Conceição, com quem tive a alegria e honra de partilhar muitos momentos de Vida ao serviço da Comunidade e de Deus no louvor, na arte, no canto, mas deixo a palavra ao Coro... de mim a saudade e a GRATIDÃO... um dia escrevo-vos. Até breve!
 

"Ao finalizar hoje a sua atividade, com a formação atual, o Coro Litúrgico de Nossa Senhora da Conceição, sentiu necessidade de expressar a sua gratidão para com todos, em especial para com o seu Regente, Frei Albertino. A sua gratidão, além dos sentimentos que cada coralista continha no seu coração e na sua alma, expressou-se por três formas diferentes, ao jeito da Santíssima Trindade: a colocação de duas echarpes, masculina e Feminina, aos Pés da Mãe Imaculada; a entrega de uma pequena caixa onde depositámos os corações, os agradecimentos e a saudade de cada coralista e que foi acompanhada de três singelas rosa unidas por um cordão dourado com três nós, presença da imagem, orientação e sentir de S. Francisco; e a elaboração do seguinte texto no qual os coralistas manifestam o seu sentir, nesta hora de “Despedida de Amigos”:

“O Coro Litúrgico de Nossa Senhora da Conceição termina hoje o ano de atividades. Ao longo deste ano, tal como nos anteriores, procurou desempenhar esta tarefa com muita alegria e empenho, de modo a louvar o Senhor e agradece-Lhe por nos permitir estarmos aqui. Todos sentimos grande alegria por isso!
Hoje, porém, o Coro Litúrgico da Imaculada Conceição vive sentimentos de despedida porque o nosso regente, Frei Albertino, foi chamado a outras tarefas, facto que o impedirá de continuar a dirigir o Coro e a cantar connosco, como sempre primorosamente fez e nos habituou.
Temos consciência de que o Trabalho ao Serviço de Cristo e da Sua Igreja se pode prestar em muitas situações e lugares, mas sentimo-nos profundamente empobrecidos por não vermos acarinhado o esforço já feito nem a continuidade da direção pelo nosso Regente. Vencemos muitas dificuldades; trocámos palavras amigas e justas, quando necessário; vivemos muitos momentos em conjunto e criámos laços de amizade. Cremos que é natural sentimo-nos profundamente empobrecidos.
Sabemos, como muitas vezes nos referiu durante os ensaios, que sua vida se pauta por três pontos muito claros: manter a firmeza da sua fidelidade a Cristo na Eucaristia; o seu grande Amor a Nossa Senhora; e, como São Francisco, o seu zelo e empenho para com os Irmãos, porque eles foram escolhidos por Deus, tal como ele próprio. Este testemunho é sempre profundamente enriquecedor, motivador e reconfortante para a nossa incapacidade de viver uma Fé tão clara e convicta!

Antes que parta, pedimos-lhe, Frei, que aceite o nosso humilde propósito de continuarmos a rezar consigo e por si, para que o Senhor o Fortaleça, Proteja e Abençoe e que Maria, Nossa Mãe Imaculada, o conduza sempre a Jesus pelo caminho da fidelidade.
Rogamos também ao Senhor para que continue a ajudá-lo a cuidar a Vida e a vivê-la em fidelidade com entusiasmo, generosidade e total disponibilidade para o Serviço que o Senhor lhe pedir em cada dia, sem descuidar a simplicidade, humildade e gratidão, como ensinou e viveu S. Francisco de Assis.

Com um “Bem Haja” Frei Albertino, por tudo o que foi para o nosso coro e para o Povo de Deus que connosco participou nas Eucaristias deste Seminário, pedimos que aceite uma oferta simples que o Coro decidiu entregar-lhe, expressão da vontade de manter no coração de todos nós as bonitas recordações e os momentos de oração e alegria que vivemos e partilhámos. Obrigada Frei!”

(Mensagem em nome de todos os elementos do Coro Litúrgico da Imaculada Conceição que foi regido pelo Frei Albertino durante oito anos)

26 julho 2013

JMJ Via Sacra

É impressionante como o Papa Francisco conquista o Brasil com o coração, e chega aos jovens de todo o mundo com palavras de afeto, o afeto e a ternura de Deus.
Aqui um vídeo da chegada a Copacabana, bênção de uma estátua de S. Francisco e a belíssima Via sacra com os jovens.
Continuamos unidos...

JMJ. Francisco de Assis "presente"

Papa visita obra social de caris franciscano.
Impressionante o testemunhos dos jovens e da Família Franciscana.
Que Francisco de Assis continue a abençoar o Papa...

23 julho 2013

Papa No Brasil: 90 minutos vídeo

Impossível não nos deixarmos contagiar com esta visita do Papa Francisco ao Brasil. Podeis acompanhar as transmissões em direto na TV APARECIDA em http://www.tvtuga.com/tv-aparecida/
e tendes também aqui ao lado direito o site oficial.
Agora aqui deixo a partilha de um vídeo que nos mostra os primeiros passos de Francisco no Brasil e início das Jornadas Mundiais da Juventude.

CLIQUE NO LINK ABAIXO

http://www.snpcultura.org/filme_primeiros_90_minutos_papa_brasil.html#.Ue5DipvwmfE.email

22 julho 2013

JMJ Brasil: Lema

Ide e fazei discípulos entre todas as nações! (cf. Mt 28, 19)

“A Jornada Mundial da Juventude em Madrid renovou nos jovens o chamado a serem o fermento que faz a massa crescer, levando ao mundo a esperança que nasce da fé. Sede generosos ao dar um testemunho de vida cristã, especialmente em vista da próxima Jornada no Rio de Janeiro”.
Essa convocação foi feita pelo Papa Bento XVI no anúncio do lema da Jornada Mundial da Juventude Rio2013: “Ide e fazei discípulos entre todas as nações” (Mt 28, 19), durante a audiência geral no dia 24 de agosto.
 
Na ocasião a catequese foi dedicada a JMJ 2011, que havia terminado no dia 21 do mesmo mês. Bento XVI recordou com carinho a participação e a alegria dos cerca de dois milhões de jovens em Madrid, ao que ele chamou de “uma formidável experiência de fraternidade, de encontro com o Senhor, de partilha e de crescimento na fé: uma verdadeira cascata de luz.”
 
Por isso é tão importante que os jovens do Brasil e do mundo assumam desde agora esse chamado à missão e participem da Jornada como testemunhas vivas do Cristo.
 
Para o padre Geraldo Dondici Vieira, diretor do Departamento de Teologia da PUC-Rio, esse é um lema para ser guardado no coração, refletido e meditado. “Esse tema, de fazer discípulos, de chamar outros discípulos para a comunhão e o convívio com o Senhor, é o tema mais querido do Evangelho de Mateus. Esse mandato, essa missão já está anunciada em todo o Evangelho. E, na verdade, só faz discípulo quem já é discípulo, quem convive com o Senhor”, afirmou o sacerdote.
 
Padre Dondici ressalta que esse testemunho e o próprio anúncio do Cristo, são grandes desafios pra juventude, que vive em um mundo plural, com milhares de informações, seja através das escolas, lazer, internet, especialmente no contato com as redes sociais, como o facebook, twitter: “Com essas mil participações, ele, jovem discípulo, é chamado a plantar no coração de quem ele encontrar, com quem ele se comunicar, o desejo de ser discípulo de Jesus”.
 
“O que ganha o discípulo de Jesus? Ganha a pertença ao reino, ganha a certeza do amor de Deus, ganha a certeza de ser para os outros sinal de misericórdia e de amor. Ganha o levar e doar a paz do Senhor. São esses frutos e dons que o mundo muito precisa. O perdão, a misericórdia, a paz é que irão diminuir na sociedade, no mundo de hoje, a violência, a guerra, a corrupção, a maldade, tudo aquilo que tira a possibilidade do jovem crescer e colocar toda a sua riqueza e vitalidade a serviço da humanidade”, afirmou.”
 
No mandato final do texto de Mateus – “Ide e fazei discípulos entre todas as nações” –, explicou o padre, está um grande sonho antropológico de todos, de que o contato com o Senhor, a amizade com Ele, desperte o que cada um tem de melhor em si mesmo.
 
“Vivemos em um mundo onde há muitos desperdícios, perdas humanas, por falta de chance. O convívio com o Senhor desperta o que temos de melhor. O anúncio ‘Ide e fazei discípulos entre todas as nações’ é um anúncio para a vida toda. Em nenhum momento podemos fazer um intervalo dele, porque ele supõe que aquele que é amigo do Senhor, pela sua vida, pelo seu estar no mundo, comunique aos outros a luz, a beleza e a alegria de ser discípulo do Senhor. Essa é a missão que a nossa Igreja precisa.

18 julho 2013

O Escutismo e a transmissão da Fé

Amigos, paz e bem!
Partilho a notícia da publicação da minha tese em livro.
Peço a todos o favor de divulgarem se acharem que merece a pena.

É um livro que pode ajudar todos os Escuteiros da Lusofonia.

EDITORIAL FRANCISCANA LANÇA NOVO LIVRO sob o tema:
O Escutismo e a transmissão da Fé
 
Em contexto do Ano da Fé, a Editorial Franciscana publica o livro «O Escutismo e a Transmissão da Fé», de autoria de Frei Albertino da Silva Rodrigues ofm.
No prefácio, o Chefe Nacional do Corpo Nacional de Escutas (CNE), Carlos Alberto Pereira, salienta que «a publicação deste livro é uma bênção para todos os educadores católicos», pois, «em tempo de implementação de um novo programa educativo no CNE» os dirigentes escutistas podem «encontrar aqui uma boa reflexão de forma a complementar conhecimentos e experiências que ajudem à formação integral de cada escuteiro».
Frei Albertino da Silva Rodrigues nasceu em Aldeia Nova do Cabo, Fundão, filho de Manuel Fernando Rodrigues e Maria Farinha da Silva. Professou na Ordem Franciscana a 12 de setembro de 1987 e foi ordenado Sacerdote a 04 de julho de 1999. Dirigente e Assistente do Corpo Nacional de Escutas ? Escutismo Católico Português ? entre 1993 e 2007, exerceu a sua missão maioritariamente na Região de Lisboa, na assistência aos Agrupamentos de Carnide e da Pontinha, passando também por Leiria e Braga. Foi Assistente Regional Adjunto da I e III Secção e formador em vários Cursos de Aprofundamento Pedagógico da  I Secção, Indabas, Jamborees, entre outras atividades. A 29 de dezembro de 1999, foi-lhe atribuído o Colar de duas contas - Insígnia de Madeira - pela participação e conclusão do Curso de Aprofundamento Pedagógico 1.ª Secção. A 12 de junho de 2003, foi distinguido, pelo CNE, com a Medalha de Campo de 1.ª Classe - Ouro - pelo trabalho desenvolvido no Acampamento Nacional, no campo da I Secção. Na mesma data é também distinguido com a Cruz de São Jorge de III classe - Bronze - pelo trabalho desenvolvido na Junta Regional de Lisboa em prol da I Secção. A 30 de maio de 2011, conclui o Mestrado Integrado de Teologia, na Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa, com a dissertação e defesa da Tese que agora se publica.
 
Informamos que podem comprar o livro através das livrarias ou diretamente na Editorial Franciscana: T.253 253 490, Fax: 253 619 735, edfranciscana@editorialfranciscana.org
A Editorial colocará os livros nas livrarias Católicas de referência ou a quem os pedir.

14 julho 2013

XV TC - AMAR: Ser Samaritano

Paz e bem! Hoje apetece-me partilhar aqui no Retalhos a Eucaristia celebrada em santo António. Gostaria de partilhar a minha reflexão sobre as leituras deste dia e, então, aqui fica o vídeo.
SEJAMOS BONS SAMARITANOS porque nada há de mais fiel à vontade de Deus do que AMÁ-LO e AMAR OS IRMÃOS... "Então vai e faz o mesmo", disse Jesus.

11 julho 2013

Missa Nova há 14 anos

Mais um ano termina e amanhece o dia em que vivi festa e Festa de Deus... a Minha Missa Nova...
Há 14 anos na minha Aldeia, nas faldas da serra da Gardunha, celebrei a minha Missa Nova. A exemplo do ano passado, e porque não tenho tido ultimamente muito "espírito" para escrever coisas para partilhar, deixo o clip de vídeo que fiz e que procura mostrar os momentos importantes da Liturgia Eucarística, missão do Sacerdote.
Mais uma vez a minha gratidão a todos os que tanto fizeram e fazem por mim.
No fim deste clip de vídeo partilho o texto que fiz e rezei há 14 anos no momento de Acção de Graças da Eucaristia... ali estão TODOS!
DOU-TE GRAÇAS, SENHOR:
Pelo DOM DA VIDA. Pelos trinta e um anos de história, com tudo o que foi acontecendo, com quantos fazem parte desta mesma Vida.
Pelos meus PAIS e IRMÃOS que me aceitaram sempre como sou, me amaram, criaram, educaram e me fizeram crescer doando-me de novo a Ti…
Por todos os meus FAMILIARES que, de uma forma ou de outra, contribuíram para que eu seja quem sou.
Pelo DOM DO BAPTISMO, no qual me acolheste membro da Tua Igreja, e por ele me perdoas sempre.
Pela VOCAÇÃO FRANCISCANA, à qual totalmente me entrego. Pelos irmãos que me ajudaram a discernir a Tua vontade e a encontrar a resposta fiel. Por todos quantos, comigo, na Ordem dos Frades Menores, se lançam na entrega total e na procura da fidelidade.
Pela VOCAÇÃO SACERDOTAL à qual Te dignaste chamar-me. Por esta missão bonita de ser outro Cristo junto dos irmãos, levando o Teu Corpo e Sangue e ser instrumento do Teu Perdão junto deles.
Por todos aqueles que REZARAM COMIGO e por mim ao longo destes anos. Por aqueles que em mim CONFIARAM e me ajudaram a caminhar mesmo quando outros diziam não valer a pena…
Graças, Senhor, por todos os AMIGOS. Por aqueles que de uma forma especial marcaram a sua presença dizendo corajosamente “ESTOU CONTIGO”. Por quantos nos bons e maus momentos foram a mão amiga que me amparou na subida, a voz amiga que tornou mais suave a minha dor. Graças, Senhor, pelos AMIGOS ESPECIAIS que remam ainda hoje e conduzem o barco comigo, aqueles que aprendemos a amar como verdadeiros irmãos, aqueles que a cada momento se disponibilizam a caminhar lado a lado comigo em direcção a Ti.COM TODOS ESTES E CONTIGO, QUERO SER FIEL ATÉ AO FIM…“Magnificat, anima mea Dominum”

06 julho 2013

Lisboa: Patriarca D. Manuel Clemente

D. Manuel Clemente tomou posse como patriarca de Lisboa
D. José entrega o Báculo, símbolo do Pastor,
ao novo Patriarca de Lisboa D. Manuel Clemente
 D. Manuel Clemente tomou hoje posse como 17º patriarca de Lisboa, na Sé da diocese, sucedendo a D. José Policarpo, responsável pelo Patriarcado durante 15 anos.
Para o novo patriarca de Lisboa, a designação “tomada de posse” tem um significado “impreciso”, porque “a única posse é de Cristo” e hoje, mais do que assumir um cargo afirma a disponibilidade para que a diocese “tome conta” dele.
“Esta tomada de posse significa, na verdade, uma despossessão de mim próprio para que a Igreja de Lisboa tome conta de mim”, referiu.
“A única coisa que peço a Deus é que seja assim: Que todos nos desapossemos de nós próprios para que Jesus Cristo seja em nós o único sinal a apresentar ao mundo”, referiu aos presentes na Sé de Lisboa.
“Que a igreja de Lisboa tome conta de mim, que o Senhor tome conta das nossas vidas, e que deixemos que Ele seja tudo em nós”, disse D. Manuel Clemente no fim da celebração da tomada de posse.
D. Manuel Clemente iniciou a sua intervenção saudando o patriarca emérito, um “amigo” e “orientador”; dirigiu-se depois a D. António Montes Moreira, bispo emérito de Bragança-Miranda, que acompanhou o agora patriarca de Lisboa no início do percurso académico.
Dirigindo-se aos bispos auxiliares do Patriarcado de Lisboa, D. Nuno Brás e D. Joaquim Mendes, o patriarca sugeriu que brevemente será nomeado um novo elemento para o “ministério episcopal” na diocese.
“Em Lisboa há o patriarca e vários bispos mas um único ministério episcopal. Enquanto não fomos quarto, quando estivermos 3 é como estarmos um só”, afirmou D. Manuel Clemente incluindo o patriarca emérito D. José Policarpo no ministério episcopal
Momentos antes, D. José Policarpo manifestara “solicitude pastoral” para com a igreja de Lisboa, servindo-a agora de forma diferente e desejando “muito vivamente” que o ministério do seu sucessor “corresponda a uma etapa nova de crescimento como Povo do Senhor”.
No ato da tomada de posse, o responsável pelo Cabido da Sé Patriarcal, cónego Carlos Paes, referiu que o Patriarcado inicia “um novo ciclo”.
“O Papa Francisco em Roma e o Patriarca Manuel em Lisboa, iniciamos hoje um novo ciclo no Patriarcado, o que não é motivo de vaidade, mas acréscimo de responsabilidade”, referiu o deão do Cabido da Sé de Lisboa.
D. Manuel Clemente tomou posse como patriarca de Lisboa após a oração da “Hora Intermédia”, na Sé de Lisboa.
Antes de assinar a ata da tomada de posse, o núncio apostólico em Lisboa, D. Rino Passigato, leu o decreto de nomeação do Papa Francisco.
Depois, D. José Policarpo deixou a cátedra que ocupou durante 15 anos, entregou o báculo ao seu sucessor, que se dirigiu para a cadeira de bispo diocesano, na Catedral.
PR


FONTE: www.ecclesia.pt

02 julho 2013

Para ti que amas...

Procurava eu textos de reflexão sobre a dimensão profunda do Amor que Deus tem por nós...
Deparo-me com teste texto e, detive-me por uns momentos a reflectir sobre ele... afinal seremos todos, os filhos amados por Deus, tão diferentes uns dos outros? Talvez não!

Afinal todos somos concidadãos deste universo nascido das mãos do Criador e, por isso mesmo, sujeitos a tudo quanto nos rodeia, principalmente o Amor.

Partilho este texto convosco tão simplesmente para que ele possa ser lugar de reflexão sobre o Amor que Deus tem para connosco e o que devemos ter para com os que nos rodeiam....

Quisera eu amar assim...


"Quando em teu coração desabrocha, cheia de vida, a flor perfumada do amor, lembra-te que alguém a plantou, certo dia, dentro de ti".

"Quando o teu coração se ilumina do suave colorido do pôr-do-sol, lembra-te que alguém amanheceu contigo.

Quando o fogo da paixão abrasa o teu coração, consumindo todas as suas fibras, na imolação do prazer, lembra-te que alguém acendeu essa chama.

Quando o teu coração estiver bordado de sonhos dourados, tecidos com fios de luar, lembra-te que alguém coloriu o teu mundo interior.

Quando a noite te encontrar com o coração partido, angustiado pelas amarguras colhidas durante o dia, lembra-te que alguém possui o lenitivo de que precisas.

Quando o teu rosto não puder conter a torrente de lágrimas que se afundam pelas dobras do travesseiro, lembra-te que existe alguém esperando por ti de lenço na mão.

Quando a insónia te agitar desesperadamente na cama, lembra-te que alguém pode semear sonhos de paz na tua mente.

Quando a solidão te oprimir e o teu grito não encontrar eco, lembra-te que lá do outro lado alguém gosta da tua companhia e entende o teu clamor.

Quando os teus segredos não couberem mais dentro de ti, ameaçando romper os diques de tua alma, lembra-te que existe alguém disposto a recolhê-los e guardá-los com o carinho e a dignidade que tu esperas.

Quando em teu coração mora o azul do céu, a calidez do sol, o gorjeio dos pássaros, o perfume das flores, a nostalgia do entardecer, o encanto das manhãs, a serenidade dos lagos e o sorriso da ventura, lembra-te que alguém tocou o teu coração com a varinha milagrosa do amor.

Ó tu, que amas e vives no controverso mundo do arco-íris e da escuridão, da calma e da agitação, da paz e da instabilidade, nota bem que existe mais alguém habitando o teu planeta! Nas horas felizes, partilha com ele teus sorrisos;

Nas horas de solidão, vai, levanta-te e procura-o, onde quer que ele esteja.

Ele não é senão parte de ti, assim como tu és parte dele.

Não olhes o relógio! Que importam as horas? A vida é tão curta, não há tempo a perder.

Ó tu, que amas, se tiveres a coragem e a singeleza de assim fazer, abre os teus lábios e canta o milagre do amor, porque só o amor aproxima as pessoas e faz com que falem a mesma linguagem!".

(in "O Poder Infinito da Mente")

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