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Senhor! Fazei-me instrumento da vossa paz!

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18 fevereiro 2014

PARABÉNS MÃE: 84 ANOS DE VIDA

- Uma rosa amarela, filho? Porquê? É porque eu já tenho alta do hospital? Ou é o dia da mãe?
- Não mãe, é o dia da mãe PORQUE A MÃE HOJE FAZ ANOS, 84 anos.

Depois de um mês e meio de hospital em hospital, e estando ainda no hospital Curry Cabral, felizmente em franca recuperação, foi lindo poder ver a alegria da minha mãe ao ouvir cantar os parabéns pelo DOM DA VIDA e receber uma rosa amarela, símbolo da Vida, da Alegria e da Gratidão do Amor.

Uma rosa amarela pelo Marido, o pai Manel, pelos filhos, netos e bisnetos e próximos por afinidade.
Uma rosa amarela pelos muitos AMIGOS que de uma forma ou outra ajudam na caminhada tantas vezes difícil de viver e superar,  e no caso da mãe Maria, nestes últimos tempos tão complicados têm sido um abraço de força e esperança, uma presença gratificante.

Em nome da mãe Maria quero agradecer a todos os AMIGOS que têm dedicado um pedacinho do DOM DE DEUS que são ao Dom da Vida dos outros.
OBRIGADO E QUE DEUS VOS ABENÇOE!

12 fevereiro 2014

Missa e o pecador (Papa Francisco)

Quem não se reconhece pecador
que não venha à Missa!
(afirma o Papa Francisco)


VATICANO, 12 Fev. 14 / 11:52 am (ACI).- Em sua última catequese, o Papa Francisco destacou como a Eucaristia nos introduz na comunhão real com Jesus e o seu mistério. Nesta quarta-feira, 12, o Santo Padre insistiu que a Eucaristia é também um sacramente de Comunhão entre os cristãos e de maneira especial uma ocasião para experimentar a Misericórdia Divina. Usando palavras fortes o Santo Padre instou que aqueles que não se reconhecem pecadores não deveriam nem sequer comparecer à Eucaristia.

O Papa iniciou sua alocução propondo algumas perguntas sobre a relação entre a Eucaristia que celebramos e a nossa
vida, como Igreja e como cristãos individualmente: “Como vivemos a Eucaristia? Quando vamos à Missa aos domingos, como a vivemos? É somente um momento de festa, é uma tradição consolidada, é uma ocasião para se encontrar ou para sentir-se bem, ou é algo a mais?”

“Há alguns sinais muito concretos para entender como vivemos tudo isso, como vivemos a Eucaristia; sinais que nos dizem se nós vivemos bem a Eucaristia ou não a vivemos tão bem. O primeiro indício é o nosso modo de olhar e considerar os outros. Na Eucaristia, Cristo realiza sempre novamente o dom de si que fez na Cruz. Toda a sua vida é um ato de total partilha de si por amor; por isso Ele amava estar com os discípulos e com as pessoas que tinha oportunidade de conhecer”.

“Após afirmar que a Eucaristia deve levar o cristão a ver Cristo nos demais, especialmente nos que mais sofrem o Papa afirmou:
Todos nós vamos à Missa porque amamos Jesus e queremos partilhar, na Eucaristia, a sua paixão e a sua ressurreição. Mas amamos, como quer Jesus, aqueles irmãos e irmãs mais necessitados? Por exemplo, em Roma, nestes dias vimos tantos problemas sociais ou pela chuva que fez tantos danos a bairros inteiros, ou pela falta de trabalho, consequência da crise econômica em todo o mundo. Pergunto-me, e cada um de nós se pergunte: eu que vou à Missa, como vivo isto?” (...)
“Devemos nos preocupar com os nossos irmãos e irmãs que têm necessidade por causa de uma doença, de um problema”.

“Um segundo indício, muito importante, é a graça de sentir-se perdoados e prontos a perdoar. Às vezes alguém pergunta: “Por que se deveria ir à igreja, visto que quem participa habitualmente da Santa Missa é pecador como os outros?”. Quantas vezes ouvimos isso! Na realidade, quem celebra a Eucaristia não o faz porque se acredita ou quer parecer melhor que os outros, mas propriamente porque se reconhece sempre necessitado de ser acolhido e regenerado pela misericórdia de Deus, feita carne em Jesus Cristo”.
“Se algum de nós não se sente necessitado da misericórdia de Deus, não se sente pecador, é melhor que não vá à Missa!”, asseverou.

“Nós vamos à Missa porque somos pecadores e queremos receber o perdão de Deus, participar da redenção de Jesus, do seu perdão. Aquele “Confesso” que dizemos no início não é “pro forma”, é um verdadeiro ato de penitência!”, exclamou o Pontífice. 

“Eu sou pecador e o confesso, assim começa a Missa! Não devemos nunca esquecer que a Última Ceia de Jesus aconteceu “na noite em que foi traído” (1 Cor 11, 23). Naquele pão e naquele vinho que oferecemos e em torno do qual nos reunimos se renova toda vez o dom do corpo e do sangue de Cristo para a remissão dos nossos pecados”.

“Devemos ir à Missa humildemente, como pecadores e o Senhor nos reconcilia”, exortou Francisco.

“Um último indício precioso nos vem oferecido pela relação entre a celebração eucarística e a vida das nossas comunidades cristãs. É necessário sempre ter em mente que a Eucaristia não é algo que fazemos nós; não é uma comemoração nossa daquilo que Jesus disse e fez. Não. É propriamente uma ação de Cristo! É Cristo que age ali, no altar. É um dom de Cristo, que se torna presente e nos acolhe em torno de si, para nutrir-nos da sua Palavra e da sua vida. Isto significa que a missão e a identidade própria da Igreja surge dali, da Eucaristia, e ali sempre toma forma”.

“Uma celebração pode ser também impecável do ponto de vista exterior, belíssima, mas se não nos conduz ao encontro com Jesus Cristo arrisca não levar alimento algum ao nosso coração e à nossa vida”.

O Papa afirmou que “Cristo quer entrar na nossa existência e permeá-la pela sua graça, de forma que em toda comunidade cristã haja coerência entre liturgia e vida” através da Eucaristia.

“O coração se enche de confiança e esperança pensando nas palavras de Jesus reportadas no Evangelho: “Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia” (Jo 6, 54). Vivamos a Eucaristia com espírito de fé, de oração, de perdão, de penitência, de alegria comunitária, de preocupação pelos necessitados e pelas necessidades de tantos irmãos e irmãs, na certeza de que o Senhor cumprirá aquilo que nos prometeu: a vida eterna. Assim seja!”, concluiu o Santo Padre.

02 fevereiro 2014

Consagrados: Alegria de ser Franciscanos

"A Regra e Vida dos Irmãos (ãs) Menores é esta: Observar o Santo Evangelho de Nosso Senhor Jesus sem nada de próprio, em obediência e em castidade" (Regra Bulada da Ordem Franciscana)
Assim começa a Regra que S. Francisco nos deixou há oito séculos. Nela se propõe um caminho de encontro com Deus e com os Irmãos fundamentado nesta alegria de testemunhar com a vida o Evangelho e a sua mensagem.
O vídeo que se segue tem duas músicas. Trata-se de Franciscanos e Franciscanas que, unidos neste mesmo ideal de sermos Menores (Franciscanos) se unem e percorrem a Itália a testemunhar o Evangelho na alegria de ser Consagrado (a).
HOJE DIA DA APRESENTAÇÃO DE JESUS NO TEMPLO E PURIFICAÇÃO DE NOSSA SENHORA, HOJE DIA DO CONSAGRADO,
penso que este vídeo é uma boa homenagem a todos aqueles e aquelas que se consagraram ao Senhor e, permitam-me, sobretudo aqueles que vivem o Carisma Franciscano com a autenticidade da sua Vida neste espírito fraterno, simples e alegre e não tanto aqueles que só pensam em si e, sob a capa da Vida Consagrada, são tudo menos testemunhas de Consagrados/Franciscanos...

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