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SANTA E FELIZ PÁSCOA!

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29 novembro 2015

Advento: orígem e simbologia



O tempo de Advento
Advento, do latim Adventus: "chegada", do verbo Advenire: "chegar a", é o primeiro tempo do calendário religioso. Corresponde às quatro semanas que antecedem e preparam o Natal. Inicia no domingo mais próximo à Festa do Apóstolo Santo André, dia 30 de Novembro e termina em 24 de Dezembro. É a primeira das três etapas que, em unidade, celebram o Nascimento de Cristo:
Advento, Natal e Epifania. Para os cristãos, é um tempo de preparação, expectativa e alegria, quando os fiéis, esperando o nascimento de Jesus Cristo, vivem a conversão e promovem a fraternidade e a Paz.
Origem
O símbolo do Advento é a Coroa, que teve sua origem em culturas pré-cristãs da Europa. No rigoroso inverno do Hemisfério Norte se acendia fogos ao deus Sol com a esperança de que a sua luz e o seu calor voltasse. Os primeiros missionários católicos aproveitaram desta tradição para expressar a doutrina e a fé cristãs. A coroa é formada por uma grande quantidade de símbolos:
A forma circular: O círculo não tem princípio, nem fim. Ele representa o amor
de Deus, que também não tem princípio, nem fim, nunca vai terminar, é eterno. O círculo também é símbolo de unidade e aliança entre Deus e as pessoas.
Os ramos verdes: Verde é a cor da esperança e da vida. O Cristão antecipa a vida eterna, a comunhão com Deus, a felicidade da vida futura pela virtude da Esperança.
Aguarda a plenitude da salvação trazida pelo Cristo.
As velas: As quatro velas representam essas quatro semanas e serão acesas, uma a uma, desde o primeiro domingo do Advento até o quarto domingo, sucessivamente. Isto representa a passagem da escuridão do pecado para a vida nova em Cristo, que vem como “luz do mundo”, que dissipa toda escuridão, trazendo aos nossos corações o perdão, a reconciliação e a paz tão esperada.
A primeira referência ao "Tempo do Advento" é encontrada na Espanha, quando no ano 380, o Sínodo de Saragoça prescreveu uma preparação de três semanas para a Epifania, data em que, antigamente, também se celebrava o Natal. Há relatos de que o Advento começou a ser vivido entre os séculos IV e VII em vários lugares do mundo, como preparação para a festa do Natal. Mais tarde o Advento passou a ser celebrado nos seus dois aspectos: a vinda definitiva do Senhor e a preparação para o Natal, mantendo a tradição das 4 semanas. Surgido na Igreja Católica, este tempo passou também para as igrejas reformadas, em particular à Anglicana, à Luterana, e à Metodista, dentre várias outras.
Símbolos do Advento
Vários símbolos do Advento nos ajudam a mergulhar no mistério da encarnação do Filho de Deus e a vivenciar melhor este tempo. Entre eles há a Coroa do Advento. Ela é feita de galhos verdes entrelaçados, formando um círculo, no qual são colocadas 4 velas representando as 4 semanas do Advento. A luz indica a proximidade do Natal, quando Cristo salvador e luz do mundo, brilhará para toda a humanidade, e representa também, nossa fé e nossa alegria pelo Deus que vem. A cor roxa das velas nos convida a purificar nossos corações em preparação para acolher o Cristo que vem. A vela de cor rosa, nos chama a alegria, pois o Senhor está próximo. Os detalhes dourados prefiguram a glória do Reino que virá.

O simbolismo da Coroa Advento
http://www.pucrs.br/pastoral/advento

16 novembro 2015

Papa Francisco: nome de Avenida na Quarteira

PAPA FRANCISCO
Papa Francisco será o nome de uma nova Avenida de Quarteira

A Câmara Municipal de Loulé aprovou o batismo de uma nova avenida entre a Avenida Francisco Sá Carneiro e a Avenida de Ceuta, na cidade de Quarteira, como Avenida Papa Francisco. A nova artéria será inaugurada no próximo dia 28 de novembro, pelas 10h30.
A atribuição do nome do líder da Igreja Católica a esta nova artéria “exprime o reconhecimento pelo papel que o Papa Francisco tem desempenhado em prol de um mundo mais humano e mais fraterno”. “Trata-se de uma individualidade da maior credibilidade e de relevo universal, que no seu magistério papal tem vindo a acentuar os grandes temas da atualidade como fundamentais para o desenvolvimento social, económico e cultural da humanidade”. "A atribuição do antropónimo do Papa Francisco à nova avenida de Quarteira está em linha com as muitas vias que este pontificado tem aberto no pensamento e com a afirmação da cidade como espaço de culturas, de potencialidades económicas e de desenvolvimento social integrado”, referem os responsáveis municipais.
A preocupação do Sumo Pontífice pelas questões ambientais é também uma das razões da escolha do nome desta avenida urbana, num momento em que a Autarquia de Loulé está fortemente empenhada no projeto ClimAdapt  (programa de adaptação às alterações climáticas). A forte liderança religiosa e ética do Papa Francisco tem-se batido contra a indiferença dos seres humanos para com o meio ambiente que os envolve, mobilizando todos os credos para o urgente “desafio de proteger a nossa casa comum”. Na Carta Encíclica “ Laudato Si”, em que se expressa “a preocupação em unir a família humana na busca de um desenvolvimento sustentável e integral”, são abordados temas como a economia agrícola, a biodiversidade e o planeamento urbanístico.
Jorge Mario Bergoglio nasceu em Buenos Aires, Argentina, a 17 de dezembro de 1936, filho de emigrantes piemonteses. Diplomou-se como técnico químico, e depois escolheu o caminho do sacerdócio, entrando no seminário diocesano de Villa Devoto e tendo sido ordenado sacerdote a 13 de dezembro de 1969.
Tornou-se Arcebispo de Buenos Aires, em 28 de fevereiro de 1998, e foi elevado ao cardinalato em 21 de fevereiro de 2001, com o título de Cardeal Presbítero de San Roberto Belarmino. Foi eleito Papa em 13 de março de 2013, tornando-se o 266º Papa da Igreja Católica e atual Chefe de Estado do Vaticano, sucedendo ao Papa Bento XVI que abdicou do papado em 28 de fevereiro de 2013. 
É o primeiro Papa nascido no continente americano e também o primeiro latino-americano, o primeiro pontífice do hemisfério sul, o primeiro Papa a utilizar o nome de Francisco, o primeiro pontífice não europeu em mais de 1200 anos. É também o primeiro Papa Jesuíta da história.
O Município de Loulé mantém uma boa relação com a Embaixada da Argentina em Portugal, testemunho da afirmação da relação ibero-americana que importa fortalecer, a bem dos Povos. “O reconhecimento daqueles que enriquecem a Humanidade com o seu exemplo inspirador, as ideias e a ação transformadora são fundamentais para a vivência do presente e para a construção de um futuro melhor. É por isso que, em Loulé, preservamos a memória coletiva, recuperamos o património e reconhecemos o mérito de quem ousa querer contribuir para um mundo melhor”, consideram ainda os responsáveis da Câmara Municipal de Loulé.

09 novembro 2015

Semana dos Seminários 2015

Celebração nacional é este ano dedicada ao tema da misericórdia

Lisboa, 08 nov 2015 (Ecclesia) – A Igreja Católica celebra a partir de hoje a Semana dos Seminários, este ano dedicada ao tema da misericórdia, recordando que a importância de reconhecer o papel dos sacerdotes e de ajudar à formação de novos padres.
O presidente da Comissão Episcopal Vocações e Ministérios afirma na mensagem para a Semana Nacional dos Seminários que um sacerdote não é "perfeito, irrepreensível e santo", mas "alguém para quem o Senhor olhou com misericórdia".
“O sacerdote, homem chamado e escolhido de entre os outros homens, é fruto do olhar misericordioso de Jesus, que quer salvar a todos. Não se trata de alguém perfeito, irrepreensível e santo, mas de alguém para quem o Senhor olhou com misericórdia, sem explicação nem motivação compreensíveis”, escreve D. Virgílio Antunes.
Na mensagem enviada à Agência ECCLESIA, o bispo de Coimbra explica que a vocação sacerdotal só se compreende no contexto do “mistério do amor de Deus, que não se explica nem se justifica”, mas simplesmente se manifesta.
Segundo o presidente da Comissão Episcopal das Vocações e Ministérios, como a “característica fundamental do agir de Deus é a misericórdia” os seminaristas, “desejosos de conhecer o mistério da sua vocação”, devem entrar no mistério do amor de Deus “pela humanidade e por si mesmos”.
“Sintam-se sinceramente pecadores e doentes como todos os outros homens, e darão infinitas graças a Deus por os eleger e chamar a partilhar a grandeza da Sua companhia”, recomenda.
Na mensagem para a Semana dos Seminários, os jovens são convidados a entrar na contemplação do rosto misericordioso de Deus que “os escolhe e os chama” e a aceitarem “humildemente a sua condição de pecadores e necessitados” da misericórdia de Deus que vai manifestar-se como “fonte de perdão e de salvação”.
 
“Muitos sentirão o apelo a andar com o Senhor e a aprender d’Ele, conhecerão a vocação a que os chama e terão alegria e coragem para a seguir fielmente”, acrescenta D. Virgílio Antunes.
Para o prelado quando alguém “se deixa tocar pelo olhar misericordioso de Jesus” torna-se disponível para ficar com Ele para sempre.
O bispo da Diocese de Coimbra contextualiza que os Evangelhos apresentam um Jesus que passa pelos “mais variados lugares onde se desenvolve a vida humana” e “olha com predileção para alguns, escolhe-os e chama-os para O seguirem”.
“Sem explicações que satisfaçam a sua admiração e sem argumentos que respondam às suas interrogações, mas somente porque se sentiram tocados pelo seu amor misericordioso, deixaram tudo e seguiram-no”, acrescenta, dando como exemplo o chamamento de São Mateus, que antes de ser discípulo era cobrador de impostos, “um homem considerado por todos como pecador”.
Os últimos dados disponibilizados pelo Vaticano (Anuário Estatístico da Igreja, 2012, relativos a 31 de dezembro desse ano) sobre as 21 dioceses portuguesas mostram que entre o ano 2000 e 2012, o número de sacerdotes diocesanos baixou de 3159 para 2659 (menos 16%).
A situação de 2012 revela, no entanto, uma melhoria na variação do número de padres (menos 10) face a anos anteriores (menos 45 em 2011 e menos 68 em 2008); entre 2008 e 2012, as ordenações sacerdotais foram 178, face a 355 óbitos e 27 “defeções” registadas.
Os seminaristas de filosofia e teologia também são menos, segundo os últimos dados disponíveis: de 547, entre diocesanos e religiosos, em 2000 passou-se para 474 em 2012; este número é, ainda assim, o máximo registado nos últimos cinco anos.

MATERIAS PARA ESTA SEMANA EM

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