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PORTUGAL: BEM VINDO SANTO PADRE!

VÍDEOS: Para visualizar e ouvir os vídeos deverá dasativar a música de fundo no painel aqui do lado esquerdo

31 março 2016

Franciscanos: Novo Governo Provincial

Capítulo Provincial 2016 - Governo Eleito


ELEIÇÃO DO MINISTRO PROVINCIAL
Os franciscanos da Província Portuguesa da Ordem Franciscana, reunidos em assembleia capitular, elegeram para Ministro Provincial, para o sexénio 2016-2021, Frei Armindo de Jesus Ferreira Carvalho.
Frei ARMINDO DE CARVALHO de 76 anos de idade, nasceu em Marrazes, Leiria, filho de João Ferreira Carvalho e de Maria de Jesus, tomou hábito na Ordem franciscana a 14/08/1955 e professou temporariamente a 15/08/1956. Em 8/12/1960 realizou a sua Profissão Solene, vindo a ser ordenado sacerdote a 21/07/1963.
Iniciou o seu ministério sacerdotal na Paróquia de Carnide, Lisboa, como coadjutor, onde permaneceu durante três anos. Passado este tempo partiu para Moçambique e chegou à Missão de Inharrime em dezembro de 1966. De 1970 a 1982 foi pároco da igreja-catedral de Inhambane, serviu nos Secretariados Diocesanos da Catequese e da Pastoral, promoveu o Escutismo, participou na criação do Centro de Guiúa, do Colégio da Maxixe e de outras instituições de assistência social e educativa. Em janeiro de 1982 mudou-se para a capital moçambicana, como pároco de Santo António da Polana e superior da fraternidade franciscana. Ali desenvolveu muitas e diversificadas atividades, com relevo para a criação de quatro comunidades: Caniço A, Caniço B, São Francisco e Costa do Sol. Pertenceu ao Conselho da Custódia de Moçambique desde 1981.
Regressando a Portugal a 24/11/2004, foi nomeado Guardião da Igreja-Casa de Santo António (Lisboa). No Capítulo de 2007 foi eleito Vigário Provincial e a 28/04/2009 e Mestre de Noviços em Varatojo. Nos últimos sete anos tem sido o Assistente da Federação da Ordem de Santa Clara em Portugal e nos últimos três anos também Assistente das Servas Franciscanas Reparadoras de Jesus Sacramentado.

 
ELEIÇÃO DO VIGÁRIO PROVINCIAL
A assembleia Capitular elegeu depois o Vigário Provincial tendo sido eleito, Frei Domingos do Casal Martins. 
Frei DOMINGOS DO CASAL MARTINS nasceu em Forjães, Esposende, a 06/03/1942, filho de Albino do Vale Martins e de Maria José Fernandes do Casal. Tomou hábito como franciscano a 14/08/1958 tendo um ano depois a 15/08/1959 feito os seus primeiros votos. A 08/12/1963 fez a sua Profissão Solene e veio a ser ordenado sacerdote a 24/07/1966.
Foi prefeito e professor nos colégios seráficos da Portela (Leiria) (1966-1975) e de Montariol (Braga) (1978-1984), guardião dos conventos de Leiria (1975-1978), de Varatojo (1984-1990), de Montariol (1992-2001) e da Luz (2004-2013), Procurador Nacional da UMF, Secretário da Província (1990-1992), Definidor da Província (1987-1995), Vigário Provincial (1998-2004); Assistente das fraternidades da OFS de Leiria, Braga, Vila Nova de Famalicão, Varatojo e Geraldes. Tem-se dedicado um pouco à pregação popular e à direção de retiros a fraternidades da OFS e a Religiosas.
 
ELEIÇÃO DO DEFINITÓRIO PROVINCIAL (Conselho Provincial)
De seguida a assembleia capitular elegeu para o Ofício de Definidores (Conselheiros), os seguintes Irmãos:
   



Frei Isidro Pereira Lamelas; natural de Penude (Lamego), de 51 anos.
 
 
 
 
Frei Francisco Sales Diniz, natural de Agualva (Ilha Terceira), de 53 anos.
 
   



Frei José Manuel de Araújo Morais, natural de Rio Caldo (Braga), de 64 anos.
 
 
 
 
Frei Hermínio Gonçalves de Araújo, natural de Parada de Gatim (Braga), de 44 anos.
 

 
 
 
 
Frei Bruno Andrade Peixoto, natural da Praia do Norte (Ilha do Faial), de 33 anos.
 

 
O Definitório Provincial, como entidade colegial, tem por funções prestar ajuda ao Ministro Provincial e, a teor do direito universal e do próprio, conselho ou consentimento.
(Da esquerda para a direita: Frei Francisco Sales, Frei Bruno Peixoto, Frei Domingos do Casal Martins,
Frei Francisco Oliver Alcón, Frei Armindo de Carvalho, Frei Hermínio Araújo, Frei José Morais, Frei Isidro Lamelas)
 
As Províncias da Ordem dos Frades Menores, entidades fundamentais para a vida e missão da Ordem, são constituídas por Irmãos que incorporados nela e congregados em Casas, são governados pelo Ministro Provincial, com o seu Definitório (Conselho).
(Da esquerda para a direita: Frei Isidro Lamelas, Frei José Morais, Frei Domingos do Casal Martins, 
Frei Armindo de Carvalho, Frei Bruno Peixoto, Frei Hermínio Araújo, Frei Francisco Sales)
 
Seguidores de Francisco «vir venturi saeculi» e herdeiros de uma espiritualidade de peregrinos, ao jeito dos discípulos de Emaús, os Irmãos encontram na tradição franciscana dos Capítulos verdadeiros espaços de encontro de vontades e mútuo acolhimento fraterno. Na humildade serena, mas determinada, estão sempre em caminho, sempre juntos – nunca sozinhos, nem desgarrados – voltados para um futuro sempre a acontecer, a realizar a sua vocação específica de peregrinos mendicantes de sentido, a exemplo de São Francisco de Assis.

27 março 2016

Il Divo: Alleluia Surrecit Christos

Cristo Ressuscitou. ALELUIA!

Neste Dia em que celebramos Cristo nossa Páscoa, o Dia da Glória de Deus e da certeza de que com Cristo também nós passamos da morte à Vida, quero saudar a todos nesta certeza de que 
Com os Il Divo cantemos o Aleluia Pascal.
Em Cristo todos temos lugar, somos curados, recebemos a paz, recebemos o amor. Aleluia!

VOTOS DE SANTA PÁSCOA! 

25 março 2016

FOI POR MIM... Obrigado, Jesus!

FOI POR MIM…

“Tudo está consumado”! (Jo 19, 30) E reclinando a cabeça, entregou-se ao Pai, não sem antes pedir perdão para toda a humanidade, por mim, Jesus morre pregado na Cruz.
É assim que o Evangelho nos apresenta a HORA SANTA.
Esta hora nona em que, desde aquele momento único no calvário a Igreja pára, para silenciar tudo e olhar para a Cruz, venerar tão insigne Ícone, para adorar nele o Redentor que, por AMOR, tão-somente por amor se entregou a Si mesmo à Cruz para remir toda a humanidade decaída no pecado e na morte eterna.
Não! Já não é mais a morte eterna. Ele morreu para nos livrar desse jugo que nos oprimia desde sempre.
S. Francisco de Assis, no Cântico das Criaturas, bem nos recorda que a morte é nossa irmã, irmã do nosso corpo, porque desde que existimos no ventre materno somos já destinados a morrer. Mas para S. Francisco não é a irmã morte corporal que mais prende a sua atenção e o seu amor. É a não morte eterna: “ai daqueles que morrerem em pecado mortal”. Felizes os que perseverarem até ao fim no amor a Deus e ao próximo, parece-me estar a ouvir o Poverello de Assis balbuciar na hora da sua morte, porque a esses a morte eterna não lhes fará mal algum.
Só um coração como o de Francisco de Assis poderia sentir uma tão clara certeza. É que a morte de Cristo, que ele viveu de forma tão sublime – quantas vezes chorava a paixão do seu Senhor dizendo que “o Amor não é amado” – que viu impresso no seu próprio corpo, no Monte Alverne, as chagas santas de Cristo crucificado.
Esta Hora Santa leva-nos a olhar para este grande mistério da nossa redenção, para este caminho que Jesus viveu desde que lavou os pés aos que escolhera pelo nome, para darem continuidade da Obra do Pai. Também é hora de olhar à traição, ao beijo falso, às negações de Pedro, aos que O insultam e aos que O condenam, aos sacerdotes do Templo, fariseus e publicanos, aos governantes e aos que gritam, “à morte, à morte, crucifica-O!”.
Esta é a hora da Cruz, a hora de caminhar no silêncio com a multidão, com os outros condenados, ladrões, com o Sireneu e a Verónica, com as mulheres santas de Jerusalém, com os soldados e os Apóstolos medrosos, com Maria Mãe de Jesus e Mãe nossa.
É hora de caminhar com Jesus, levar a Sua Cruz que mais não é que levar também a nossa e solidariamente ajudar os outros a levar a sua.
Diante da Cruz de S. Damião silencío o meu espírito e rezo, fora das multidões e do ruído do dia-a-dia. Olhar a Cruz que falou a S. Francisco e nela caminhar até ao calvário e do calvário à ressurreição. E o Cristo de S. Damião é um Cristo vivo, suspenso no ar e não pregado à Cruz.
Esta hora é a hora de dizer ao Senhor eu “creio que sois Cristo, eu creio, Senhor, que sois o Saldador do mundo”.
Recordo o cântico simples mas cheio de Vida:
“foi por Amor que um dia Alguém,
Numa Cruz deu a Vida por mim.
Passou na terra, fazendo o bem,
E amou, amou até ao fim!”

OBRIGADO, JESUS, PORQUE DESTE A VIDA POR MIM.
FOI POR MIM, PORQUE ME AMAS APESAR DE TUDO.
Como Pedro, apesar das minhas muitas negações, quero dizer com todo o coração: “Senhor, tu sabes tudo, sabes que Te amo…” (Jo 21, 15 +)

19 março 2016

Semana Santa

Ao celebrarmos hoje o Domingo de ramos - Paixão do Senhor - fica em vídeo a partilha que a oração deste tempo permitiu. De forma simples uma passagem pelos símbolos deste tempo de graça que Deus nos proporciona e a liturgia leva à nossa reflexão.

Que esta Semana Santa seja para todos a semana da intimidade com Deus, no convite permanente a olhar a Cruz como sinal de Esperança.

(desativar a música de fundo na coluna da esquerda)

13 março 2016

QUARESMA na minha vida


Quaresma: Tempo.
1 - tempo sagrado que me prepara cada ano para celebrar o Mistério da minha Salvação
2 - tempo de tomar nova consciência do infinito Amor de Deus por mim
3 - tempo de Lhe provar o quanto O quero amar também

Todos: Jesus Cristo, nosso amigo e irmão. Ajuda-nos a viver este tempo próximo da Páscoa como um tempo especial para nos encontrar-mos com o Teu amor. O tempo que vivemos é tempo de salvação e por isso te pedimos que nos ajudes a não desperdiçar este dom de ti.


Quaresma: Experiência.

1 - experiência de trevas e de luz
2 - experiência de vazio e de plenitude
3 - experiência de pecado e de graça

Todos: Jesus Cristo, nosso amigo e irmão. Somos como um cego que não conhece a luz da vida. Ela está à nossa volta, sentimos o seu calor, mas não vemos o seu brilho. Tu és a Luz que brilha à nossa volta. Ajuda-nos a fazer a experiência de ver, deixar o vazio das coisas que nos rodeiam, deixar o pecado que tantas vezes fazemos para nos encontrarmos na experiência grande de te ter como caminho, verdade e vida.


Quaresma: Reconciliação.

1 - reconciliação dos contrastes em mim
2 - reconciliação com Deus na condução da minha vida
3 - reconciliação com tudo e com todos à minha volta

Todos: Jesus Cristo, nosso amigo e irmão. Tu vieste reconciliar a humanidade com Deus. És a nova aliança entre Deus Criador e a humanidade pecadora. Ajuda-nos a sermos sinal, junto dos que se cruzam connosco, de reconciliação que leva à paz e ao bem. Queremos ser construtores de um mundo mais humano.


Quaresma: Silêncio.

1 - silêncio do meu eu para estar aberto ao Tu de Deus
2 - silêncio das palavras para ouvir a Palavra
3 - silêncio dos activismos para deixar Deus agir em mim

Todos: Jesus Cristo, nosso amigo e irmão. Às vezes temos medo do silêncio porque ele nos leva aos nossos medos, a encontrar o que de menos bom existe dentro de nós. Ajuda-nos a encontrar Deus, como tu fazias, no silêncio da oração. Certamente assim saberemos descobrir o bem que somos como ouvintes da palavra de Deus.


Quaresma: Conversão.

1 - conversão do «homem velho» em «homem novo em Cristo»
2 - conversão das minhas tristezas na verdadeira alegria que vem de Deus
3 - conversão das minhas incertezas na única certeza: Deus

Todos: Jesus Cristo, nosso amigo e irmão. Converter-se é olhar para o interior de nós mesmos e reencontrar Deus em nós. É esquecer todo o nosso mau passado e deixar que Deus faça de nós homens e mulheres renovados coma alegria de d’ Ele nos vem.


Quaresma: Caminho.

1 - caminho a carregar com Ele a minha «cruz de cada dia»
2 - caminho, com Cristo, até aos Calvários de hoje
3 - caminho que me conduz ao Pai

Todos: Jesus Cristo, nosso amigo e irmão. Este é um tempo especial de caminho. Somos peregrinos com os olhos em Jesus, levando a Cruz em cada dia pois temos a certeza que lá no alto Tu, Jesus, continuas a apontar o caminho para o Pai.

(A primeira parte do texto é da autoria de "Esperança" republicado agora com adaptação para Jogral e orações feitas por Frei Albertino)

05 março 2016

Abraço que dá Vida...

IV Dom. Quaresma – Lc. 15, 1-32
Depois do vídeo partilho um pequeno texto que fiz este ano como resumo do essencial desta Parábola do Filho Pródigo.
O abraço é a maior e melhor terapia para todas as circunstâncias da nossa Vida.
Porque um Amigo é um Tesouro aqui partilho com todos mais um trabalho de reflexão e dedicação de muitas horas.
(desactivar a música do blogue à esquerda e ver informação na frase rolante acima)
O ABRAÇO DO PAI (Lc 15, 1-35)

A Parábola do FILHO PRÓDIGO é muito especial pois nela todos nós nos podemos espelhar.
Começemos pelo FILHO MAIS VELHO, imagem d que não
Here is how this is set forth in the parable: Now his elder son was in the field: and as he came and drew nigh to the house, he heard musick
os fariseus e escribas, escrevos do seu legalismo.  O regresso do irmão pródigo evoca a inveja, egoísmo, vaidades, mas também a necessidade de perdão mútuo fraternal, de abraço que dá Vida.
O FILHO MAIS NOVO, imagem da humanidade caída e, ao mesmo tempo, de cada indivíduo pecador. The portion of goods that falleth to him, that is, the younger son's share of the property - these are God's gifts, with which each man is endowed. According to the explanation of Bishop Ignatius Brianchaninov, these are "…the mind and heart, and especially the grace of the Holy Spirit, given to each Christian. The demand made of the father for the portion of goods falling to the son in order to use it arbitrarily is the striving of man to thrown off from himself submissiveness to God and to follow his own thoughts and desires. In the father's consent to hand over the property there is depicted the absolute authority with which God has honored man in the use of God's gifts". HERANÇA: Porção de bens repartidos pelo pai, dons de Deus, dados a cada homem na gratuidade.
Em desejo de emancipação parte da casa do pai e Protopriest Alexander Men', in one of his sermons on the "Sunday of the Prodigal Son", mentions an interesting detail of an economic nature: "In those times, which the Lord is speaking about, people would try to live as one family. Nowadays, it is more natural for children to separate from and leave their parents when they grow up. Then, men jointly owned the land, which they worked together, and the larger the family was, the more working hands there were, the greater the ability to labor was. Therefore, to divide the home, to divide the property and the household was considered a detriment, a loss. If the children acted thus, it was considered an offense to theHaving received his portion of the father's property, the younger son departs to a far country, to a foreign land - a place of estrangement from God, where he ceases to think of his father, where he "lives riotously", that is, gives himself up to a life of sin, which alienates a man from the CreaEste entrega-se a uma "vida desregrada", pelo pecado,  que afasta o homem do Criador. Começa a fome e para não morrer torna-se guardador de porcos.
Desta forma ele é visto como um homem impuro e, iAnd he would gladly be sated with the swine's food - "with the husks", but no one would givendo ao âmago da sua CONSCIÊNCIA:“Quantos trabalhadores de meu pai têm pão de sobra, e eu a morrer de fome!”, parece recuperar a voz do pai, a The Prodigal Son could arrive at such a thought thanks to the fact that he had not succeeded in dissipating his final gift - the gift of memory of the father and the father's home, in other words, the conscience (God's voice with, pouidçºoe2jdçºo2djkç2eod2el-çdj-djilçe3e3ºdkvoz de Deus, e experimenta o ARREPENDIMENTO e o desejo de voltar à Casa do PAI que, apesar de triste com a partida do filho amado, não infringe a sua dignidade e liberdade filial e espera que o próprio Filho anseie regressar e se abra ao amor do Pai.
Assim faz Deus connosco quando reconhecemos a The second theme is about the nature of natureza do pecado, nos aThis is why the parable of the Prodigal Son is read at the Liturgy on the third preparatory Sunday before Great Lent, when the faithful are preparing themselves for cleansing from sins through the endeavor [podvig ] of repentance.Repentance is the third thrrependemos e procuramos a  Nowhere better does the Gospel disclose to us what the essence of repentance is, than, namely, in the parable of the Prodigal SonIgreja para nos revestir das vestes e insígnias do Amor de Deus, o PAI QUE NOS ABRAÇA E NOS DÁ VIDA.
BOM DOMINGO!
Fr. Albertino S. Rodrigues OFM

AVISO LEGAL – Procurarei fazer, neste blog, uma utilização cautelosa de textos, imagens, sons e outros dados, respeitando os direitos autoriais dos mesmos. Sempre que a legislação exigir, ou reclamados os referidos direitos de autor, procurarei prontamente respeitá-los, corrigindo informação ou retirando os mesmos do blog

 
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